História Paixão A Mil Por Hora (Camren) - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Exibições 59
Palavras 3.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nada a declarar sobre esse capitulo, Boa Leitura.

Capítulo 10 - Discurssão Boba


Bumm! Bumm! Bumm!

Que barulho maldito é esse?

Meu Deus, a SWAT está tentando invadir o quarto, só pode.

Escuto as batidas de novo, dessa vez seguidas por uma voz.

- Meninas, acordem! Vocês não podem dormir a tarde inteira.-

Acabou que não era nenhum grupo tático, era só a Sra. Milika batendo na porta.

Ela está batendo, provavelmente com a própria mão, mas eu juro que parece que ela está usando um Aríete. Ah, não sabe o que é isso? Eu te digo, Aríete era uma antiga máquina de guerra, era tipo um tronco enorme de uma árvore que era usado para romper os portões dos castelos.

Imaginou o barulhão que fazia? Então, era mais ou menos esse o barulho que eu ouvia vindo do outro lado da porta.

Dinah resmungou uma resposta e graças a Deus ela foi embora.

Nunca mais eu vou beber na minha vida. Deus, eu juro que se essa dor de cabeça parar agora, eu nunca mais coloco uma gota de álcool na boca.

A noite ontem foi super divertida, a ressaca hoje de manhã, nem um pouco.

Decido ir embora somente no final da noite de sábado, minha mãe com certeza reconheceria que eu havia bebido no segundo que ela colocasse os olhos em mim. É melhor esperar essa sensação ruim ir embora e depois eu volto para casa.

A pedido da Sra Milika, fomos aproveitar a tarde na piscina. Bebi muita água e comi várias frutas. Dinah disse que me faria sentir melhor, como ela é muito mais experiente do que eu nesse assunto, fiz o que ela disse.

***

Urgh! Hoje é quinta-feira ainda. Infelizmente vou ter que ir para a aula ao invés de me divertir com Lauren. Semana passada eu matei aula duas vezes e essa semana mais uma vez.

Pelo menos posso matar a saudades de Lauren enquanto ele me leva para a escola. Minha mãe continua achando que eu vou com a mãe da Dinah, e a Milika acha que eu comecei a usar o motorista de mamãe para me levar.

Dinah ficou um pouco chateada por não irmos mais juntas para a escola, mas ela entende como é ter uma namorada, ela e Lucy também ficam juntinhos sempre que podem. E como a minha mãe é muito mais linha dura do que a dela, tenho que aproveitar cada oportunidade.

Ele estaciona em frente a Good Shepherd e desce do carro junto comigo. Vejo Shawn perto da escadaria, ele está com o terno do uniforme com a gola levantada, as mangas dobradas e com a sua bolsa transpassada pelo peito. Ele está conversando com Pablo, um garoto de origem latina que é seu melhor amigo.

Que ele não me veja! Que ele não me veja! Que ele não me veja!

Droga. Como se sentisse que eu o observava, ele se vira na minha direção e seu olhar encontra com o meu.

Ele dá um sorriso enorme e acena pra mim, eu devolvo o aceno e o sorriso e vejo Shawn fechar a cara quando ele nota Lauren ao meu lado.

- Quem é o playboyzinho que sorriu pra você? –Lauren pergunta.

- Aquele é Shawn Mendes .- Digo

Lauren o encara e deixo escapar um sorriso quando percebo que Shawn não se intimida e o encara de volta.

- Então aquele é o merdinha que é afim de você.- Ela diz com uma risada de zombaria.

-Lauren, eu gostaria que você não chamasse ele desses nomes. Você não o conhece e ele é muito legal, de verdade.-

Nossa, o que temos aqui? A fã nº 1 de Shawn Mendes. Aposto que ele é acostumado a ser defendido assim por todas as garotas bobinhas ao seu redor, não é?- Ela diz rispidamente.

Ei, não seja uma idiota Lauren. Você não pode sair ofendendo todo mundo, ok?- Digo braba e saio andando, porém não vou longe porque ela agarra meu braço.

- Ei, espera...Desculpa coração. Eu não quis ser uma idiota.-

Continuo a encarando séria mas deixo escapar um sorrisinho quando ela começa a fazer cara de cachorrinho.

- Vem cá vem.- Ela me puxa para beijar minha boca mas eu viro o rosto e ela beija minha bochecha. Ela me olha interrogativamente e eu olho nervosa na direção de Shawn. Ainda bem que Pablo parece estar distraindo ele então o quase beijo não foi visto.

Lauren me vê olhando na direção de Shawn e se afasta.

- O que foi? Está preocupada com o que o seu amiguinho vai pensar se te ver beijando uma garota como eu?- Ela diz zangada.

- Oque? Não, é que..-

- Oque? Se esfregar em mim quando ninguém está olhando, tudo bem. Mas me beijar na frente dos seus colegas da elite, não. Quer dizer, você quer ficar comigo mas desde que ninguém saiba, é isso?-

Eu a encaro chocada, ela parece furiosa. Que mudança drástica de humor, como ela é temperamental.

-Lauren.- Praticamente grito o seu nome.

- Não é nada disso, é só que se o Shawn ou qualquer outra pessoa te ver me beijando, significa que minha mãe vai descobrir.-

Ela abre a boca mas eu a corto.

- E não. Eu não tenho vergonha de te apresentar para minha família, é só que a minha mãe é complicada, você sabe disso.- Explico.

- Então quando você vai me assumir pra todo mundo?- Ela pergunta ainda irritada.

- Eu não sei. Eu preciso de tempo,Lauren.- Espero que ela me entenda.

Ela me lança um olhar gelado.

- Que se foda.- Ela diz e entra no carro.

Olho para o carro, em choque. Ela arranca cantando pneu e eu continuo encarando o lugar onde ela estava a um segundo atrás.

É, parece que ela não entendeu.

Se é assim que ela quer, então tudo bem. Vou em direção a escola, pisando duro e furiosa.

Passo por Shawn, que me cumprimenta, carinhoso como sempre.

- Oi Camila, bom dia.-

- Não sem o que tem de bom.- Digo sem nem olha-lo na cara.

Me sinto mal, não é justo descontar no Shawn mas eu estou me sentindo muito frustrada, então passo por ele igual a um furação e não olho para trás.

***

No meio da aula super chata de história, a secretaria da diretoria bate na porta e entra.

- Com licença, mas a diretora Brook gostaria de falar com Camila Cabello.-

Olho interrogativamente para uma Dinah também confusa. Eu nunca fui chamada na sala da diretora.

- Imediatamente.- Ela acrescenta.

Me levanto e a acompanho até a diretoria.

Fico em frente a uma mulher de meia idade, que fez da carranca sua expressão habitual.

- Sra. diretora, queria falar comigo?- Digo da forma mais respeitosa possível.

- Sente-se Srta.Cabello.- Ela aponta a cadeira a minha frente. Me sento no acento desconfortável e espero.

Ela solta um longo suspiro e descansa os ante braços na mesa.

-Camila, eu a chamei aqui para discutirmos sobre a sua frequência escolar.-

Mas que droga.

- Você sempre foi uma aluna assídua, porém nas ultimas semanas você tem faltado com muita frequência. O que você me diz sobre isso?-

- Ann...eu achei que...achei que a Sra. tinha recebido os bilhetes da minha mãe.- Digo, extremamente nervosa.

- Sim. Bom, precisamos conversar sobre isso.- Ela diz muito seriamente.

Ah não. Não, não, não e não. Ela não pode ter descoberto que eu falsifiquei a assinatura da minha mãe naqueles bilhetes. Eu estou ferrada.

Meu coração acelera e as palmas da minha mão estão suando frio.

- Nos bilhetes, sua mãe justifica as suas faltas por motivo de doença.-

- Exatamente.-

- Mas você tem ficado doente com muita frequência, não acha minha jovem? E o mais estranho, um dia você falta porque está doente, mas no outro você aparece aqui perfeitamente bem e no dia seguinte, doente de novo.- Ela me diz com um sorriso de gato que sabe estar encurralando o rato.

- Err...pois é...coisa estranha, não é? Deve ser algum vírus novo ou alguma coisa assim.- Digo com um sorriso forçado.

- Pra falar a verdade você está meio pálida sim.- Ela comenta.

Isso é porque eu nunca menti na minha vida, e a tensão está me deixando um pouco doente de verdade.

- Você quer que eu ligue para sua mãe? Quer ir embora?- Ela pergunta.

- NÃO!- Grito e ela me olha desconfiada. – Quer dizer, não é necessário. Já vai passar.-

Assim que eu sair da sua sala e ficar longe do seu interrogatório .

- Tudo bem então. Esta dispensada.- Ela diz e me manda embora com um movimento de sua mão.

- Ah! E Lauren?-

- Sim?-

- Você é uma boa aluna, mas não quero mais saber de faltas.-

Agora está na hora da Dinah mentir por mim. No termino das aulas eu liguei para minha mãe e disse que ia passar a tarde no shopping com minha amiga.

- Ok, se ela perguntar nós fomos ao shopping. Mas aonde você realmente está indo?-

- Vou até a casa de Lauren. A gente teve uma briga hoje e eu quero falar com ela.- Explico.

- Você sabe onde ela mora?-

- Não. Por isso preciso que você ligue para a Lucy e pergunte.-

Ela faz um careta engraçada, mas fico tranquila quando vejo ela pegando o celular.

Ela esta falando com Lucy quando escuto alguém atrás de mim.

- Err...Camila?- Me viro.

-Shawn. Oi.- Dou o sorriso mais amigável possível para compensar o jeito rude que eu o tratei mais cedo.

- Oi. – Ele me olha com olhos preocupados.

-Shawn, olha...eu sinto muito. Eu fui rude com você mais cedo, eu estava chateada e descontei em você. Me desculpa.-

- Está tudo bem

Camila, não se preocupe.- Ele sorri mas eu vejo que tem algo mais.

- Olha...eu sei que não é dá minha conta mas...quem era aquela garota com você hoje de manhã?-

Droga! O que eu faço?

- Err...era só um amiga.-

- Humm...ela...ela parece meia...perigosa.- Ele diz a última palavra pausadamente, avaliando minha reação.

Preciso deixar Shawn tranquilo, não quero que ele vá falar com a minha mãe sobre isso.

- Não se preocupe com isso. Na verdade, ela é mais amiga da Dinah, ela está mais para uma conhecida minha.- Digo sorrindo sem graça.

- Ok então.- Ele parece mais aliviado.

- Você vai na minha festa de aniversario sábado a noite?- Ele pergunta com brilho no olhar.

- Claro, com certeza.-

- Ótimo. A gente se vê.-

- Ok.-

Ele vai andando ainda me olhando e sorrindo, ele não vê um outro estudante e esbarra com ele. Ele fica todo sem graça e acena pra mim.

Eu sorrio. Ele é tão fofo.

***

Chego no endereço que a Dinah me deu. Uma casa de alvenaria pequena.

Vejo o Mustang preto estacionado na rua, ela está em casa.

Subo os três degraus e paro em frente a porta. Hesito um pouco mas então bato três vezes.

Escuto alguém andando atrás da porta, alguém girando a chave e depois a maçaneta.

Meu coração está um pouco acelerado, depois da nossa briga não sei se ela quer me ver, mas eu tinha que vir. Fiquei pensando nela a manhã inteira.

A porta se abre e por um momento eu me esqueço de como respirar.

Lauren está sem camisa. É a primeira vez que eu vejo sem camisa.

Como se só isso não bastasse, ela está usando uma calça jeans preta caída, me mostrando que ela tem aquele recuo em forma de V na cintura.

Está descalça e o cabelo está bagunçado. A visão dela assim tão sexy me aquece toda.

- Coração.- Ela diz meia surpresa. Fico feliz de constatar que não tem raiva em sua voz.

- Eu peguei o seu endereço com a Lucy. Eu queria falar com você.- Digo com a voz baixa, ainda me recuperando da visão deliciosa dela sem camisa.

- Que bom que você veio. Eu ia te ligar mas agora que você está aqui podemos falar pessoalmente. Entre.- Ela dá um passo para o lado e eu entro.

Estou em um corredor, sem nenhum móvel e nem fotos ou qualquer coisa nas paredes. A minha direita tem uma porta de correr que está fechada e a minha esquerda uma abertura na parede, com caixilho de madeira mas sem a porta. Expio lá dentro e vejo que é a cozinha. No final do corredor, uma pequena escada de madeira que leva para o segundo andar, onde deve estar o quarto e o banheiro.

Lauren abre a porta de correr e me guia para dentro da sala. Tem um sofá de três lugares, uma mesa de centro sob um tapete monocromático, uma estante com uma TV enorme e aparelhos de som e o que eu acho ser um vídeo game

- Sente.-

Vou até o sofá e ela me segue, acho que vai sentar ao meu lado mas ela senta na mesa de centro. Ficamos uma de frente para a outra, nossos olhos não alinhados já que a mesa é um pouco baixa.

- Então?- Ela pergunta.

- Então...- Eu suspiro. – Eu vim aqui porque eu...- Não consigo olha-lo nos olhos, desvio meu olhar e algo chama a minha atenção. Em cima da mesa há resquícios de um pó branco. Fico me perguntando o que será aquilo quando Lauren chama minha atenção.

- Porque você...- Ela me instiga a continuar.

- Porque eu não quero ficar brigada com você. Eu não consegui me concentrar nas aulas, só pensava em você.-

Ela dá um meio sorriso.

- Que bom, porque eu também só pensava em você.-

Sorrio com essa informação.

- A culpa não foi sua. Foi minha, eu sou uma idiota ciumenta.-

- Você é a minha idiota ciumenta.- Ela sorri.

- Eu nunca fui assim, possessiva. Eu nunca liguei em dividir uma mulher antes. Pra mim era sempre só sexo, se elas me satisfaziam então não me importava se elas iam correndo ficar com outro cara depois. Mas com você é diferente, só de pensar em você com outro cara...isso me deixa furiosa.-

-Lauren, eu sou só sua. Shawn e qualquer outro cara não me interessam. Você tem que confiar em mim.- Repouso minha mão em seu rosto.

Ela cobre a minha mão com a sua e faz carinho.

- Eu confio, coração. É nos caras que eu não confio.-

- Eu quero só você.- Digo baixinho, quase um sussurro.

- Tenho medo de não ser boa o suficiente pra você.- Confessa com a voz triste.

- Isso é besteira, você é mais do que suficientemente boa para qualquer pessoa.-

Ela fica quieta então eu repito.

- Eu quero você.-

- Eu também te quero,Camila. Mais do que tudo.- Ela se aproxima e me beija.

De bom grado, abro minha boca e deixo sua língua acariciar a minha. Seu beijo é a melhor coisa do mundo.

Ela segura meu pescoço a aprofunda o beijo. Meu coração está acelerado, ele faz muito isso sempre que Lauren está por perto.

Sem quebrar o beijo ela se senta ao meu lado no sofá e me puxa para seu colo.

Eu estou com a saia do meu uniforme então só há a fina camada do tecido da minha calcinha separando a minha carne sensível e sua ereção.

Ela começa a beijar toda a linha da minha mandíbula e vai até minha orelha, ela dá uma mordidinha e eu solto um gemido.

Eu fecho os olhos e jogo minha cabeça para trás, expondo meu pescoço. Ela deposita alguns beijos e dá mais uma mordida. Quando eu acho que não posso ficar mais em chamas, começo a sentir lambidas no meu pescoço.

-Lauren.- Seu nome sai junto com um gemido.

Ela continua me lambendo e sua mão apalpa meu seio, a sensação do calor da sua mão em meu corpo é maravilhosa.

Ela desce do meu pescoço até o decote da minha blusa, traçando um caminho de beijos.

A essa altura o incomodo está grande demais para aguentar então começo a me esfregar no seu colo. A sensação é tão boa que eu me esfrego mais rápido.

Lauren segura a barra da minha blusa e começa a levanta-la devagar, me dando tempo para mudar de ideia.

Será que devo pedir para ela parar? Será que eu tenho forças para pedir? Não, não tenho. Mas é preciso, ela tem que saber que eu sou virgem ainda. Eu paro de me mexer.

-Lauren.- Seguro sua mão.

Ela para na hora mas me lança um olhar torturado.

- Esta tudo bem, coração?-

- Eu não sei se...é que eu...- Não consigo dizer eu voz alta.

- Apenas diga, coração.- Ela incentiva.

- É que eu sou virgem.- Sussurro com vergonha.

Lauren fica mudo por um momento então ela acaricia o meu rosto com o polegar.

- Você nunca esteve com um homem?- A sua voz é baixa, sem julgamento, raiva ou deboche.

- Não.- Respondo, olhando para as formas da sua tatuagem ao invés do seus olhos.

-Camila, olhe pra mim.- Ela pede.

Lentamente levanto o olhar e encontro com seus hipnóticos olhos verdes.

- Está tudo bem minha linda. Não fique envergonhada.- Ela me dá um sorriso e eu sorrio também.

- Se você quiser parar por aqui, por mim tudo bem. Mas saiba que nós podemos continuar...eu poço fazer você se sentir muito bem, de outras formas.-

Olho-a confusa mas com interesse.

- Como?-

Ela dá um sorriso malicioso enorme e segura minha blusa.

- Posso te mostrar?- Sua voz rouca pela luxuria.

Aceno com a cabeça. Levanto meus braços e ela tira minha blusa, jogando-a no chão.

Me sinto exposta e envergonhada.

Lauren segura meus dois seios por cima da renda branca do meu sutiã.

- Tão perfeita.-

Ela traça com o dedo o limite da taça do sutiã, encostando de leve na pele nua do meu seio.

Lentamente ela desce a taça e expõe meu peito. Sua boca seu aproxima do meu mamilo, ela assopra de leve e seu hálito fresco só faz com que eu me sinta ainda mais quente.

Lauren abocanha meu seio com a boca e eu me desfaço sob seu colo. Sinto sua língua macia e úmida brincando comigo, agarro seus cabelos e espremo meu seio em sua boca. Ela chupa com força e eu grito.

- Oh,Lauren. É tão bom.-

Ela me chupa enquanto liberta o outro seio e brinca com o mamilo com seus dedos.

Sinto sua mão deslizando na minha barriga até alcançar o tecido da minha calcinha. Ela puxa o tecido para o lado e me acaricia lá.

- Jesus,Camila. Você está tão molhada.-

Ela leva seus dedos lambuzados com a minha umidade até a boca e chupa.

- Humm, que delicia. Seu gosto é maravilhoso.-

Ver ela chupar os dedos com o meu fluido me leva até a borda. Não aguento mais.

-Lauren, por favor me toque.- Eu imploro.

Ela desce a sua mão até o meio das minhas pernas e me acaricia novamente, desta vez não tão gentilmente.

Ela estimula meu clitóris e eu mexo meu quadril junto. Ela leva meu seio até a sua boca novamente.

A sensação de sua língua brincando com meu mamilo e seus dedos esfregando minha intimidade me levam a loucura.

- Oh, Lauren, não pare. Por favor não pare, é tão gostoso.-

Mexo meu quadril mais rápido e pressiono com mais força nos seus dedos.

Sinto uma sensação estranha porém maravilhosa, crescer na minha barriga. A sensação aumenta a cada novo movimento dos seus dedos, ela vai crescendo e crescendo até que sinto algo dentro de mim explodindo. Grito o nome de Lauren.

A sensação não é nada parecido com qualquer outra coisa que eu já tenha experimentado.

Claro que eu já tive um orgasmo, mas era auto infligido. Nada parecido com o que eu acabei de ter pelas mãos de Lauren.

Eu aperto fortemente os olhos e jogo a cabeça para trás. Sentindo os tremores remanescentes de um orgasmo maravilhoso.

Lauren segura minha cabeça com as duas mãos e encosta sua testa com minha. Estou ofegante e não consigo respirar direito. Noto que ela também está com dificuldade de respirar.

E eu nem a toquei.

Sinto a protuberância em sua calça e sei que eu tenho que fazer alguma coisa por ela.

Me movo para abrir sua calça mas Lauren me impede.

- Não.-

- Você não quer que eu te toque?- Não posso evitar a mágoa em minha voz.

- Ah meu Deus,Camila. Você não sabe o quanto eu quero, mas isso foi pra você. Não se preocupe comigo, eu cuido disso mais tarde. Agora só se trata de você. Só você meu coração.-

Ela beija minha cabeça e eu deito em seu ombro.

Lagrimas escorrem pelo meu rosto, mais não são de tristeza, muito pelo contrário. São de mais pura e genuína felicidade.


Notas Finais


Como estão as calcinhas?? kkkkkk Continua???


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