História Paixão de aluguel - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Malhação
Personagens Bianca Duarte, Karina "Ká" Duarte, Pedro Ramos, Ricardo "Cobra" Cobreloa
Exibições 76
Palavras 1.057
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi amorzinhos, e ai?
quais as boas e está sendo boma leitura? conte-me sua opinião :D

Capítulo 6 - Capitulo 6


Karina

As duas semanas passaram num piscar de olhos. Eu não tive mais notícias de Rafael é e no fundinho do fundo eu torcia para que ele não aparecesse no casamento. Ele era bonito demais pra acompanhar uma desastrada como eu. Todos irão perceber que tem algo errado. Será que vão pensar que o sequestrei? Isso seria terrível se acontecer! A vaca da Bianca disse iria levar um boy que ela conheceu na academia e que era pra eu dar um jeito de ir sozinha para a chácara. Deixei a loja nas mãos do pessoal. Eles eram de confiança e praticamente da família, então eu poderia fazer a viagem tranquila, pois a loja estava em boas mãos. Nós passaríamos quatro dias na chácara, então como hoje era quarta, amanhã cedo já teria que ir pra lá. Arrumei minhas malas com toneladas de roupa de frio e de calor. Odeio passar frio e também calor, mas pelo menos o frio eu posso diminuir com umas cinco blusas por exemplo. Fiquei pensando em como estaria Cobra. Será que ele ainda era vaidoso ou se afogou nas frustrações dele em comida? Não, perai! Essa sou eu! Cobra jamais faria algo do gênero. Pensei também em como seria a namoradinha dele. Será que era parecida comigo ou era completamente o oposto? Bianca disse que eu deveria me preocupar menos com Cobra e focar em me divertir na viagem, já que faz muito tempo que não viajo. Decidi seguir o conselho dela. Tomei um relaxante muscular, marquei a hora que eu deveria acordar amanhã e logo peguei no sono.

***

Acordei com a luz do sol batendo em meu rosto, mas eu não entendia como que tinha um sol tão forte desse às seis horas da manhã. Levantei meio atordoada e olhei no relógio. Não eram seis horas da manhã e sim dez e meia! Peguei meu celular e tinha varias chamadas de Bianca e varias mensagens de texto. Abri as mensagens e eram de Bianca me xingando e dizendo que se eu não fosse ao casamento ela me mataria de uma forma sangrenta e dolorosa e única mensagem diferente era de Rafael.

"Bom dia! Acho que seria melhor chegarmos juntos ao casamento. Passe-me um endereço onde posso buscá‐La! "

Eu estava tão atrasada que respondi passando o endereço de casa. Entrei no banho igual uma desesperada e quando desliguei o chuveiro ouvi a campainha tocar.

‐Não, não, não, não e não! Por que ele era tão rápido?

Enrolei-me na toalha e corri pra abrir a porta. Assim que abri meu queixo quicou no chão. Rafael estava de regata branca mostrando os braços com seus músculos definidos. Ele usava óculos escuro estilo aviador e uma bermuda cinza. Estava simplesmente apetitoso.

‐Oi

Ele falou tirando óculos e mostrando seus olhos.

‐O... O...oi

‐Você está pronta?

‐Sim

‐Sério?

‐Sim

‐Sério mesmo que você vai assim?

Ele apontou para o meu traje e começou a rir. Olhei para a minha roupa não existente e senti minhas bochechas queimarem de vergonha. Eu ainda estava enrolada na toalha. Completamente humilhada.

‐Só um minuto! Bati a porta e corri para o meu quarto. Assim que cheguei nele, dei meia volta e abri a porta da sala mais uma vez. Rafael estava parado do mesmo jeito.

‐Desculpa! Esqueci que você estava aí!

Ele arqueou a sobrancelha

‐ Quer dizer... Não que tenha esquecido que você estava aí porque estava, e seria impossível esquecer você, mas acho que você deveria entrar! Você quer entrar? Eu me troco de roupa em dois segundos.

‐Obrigada.

Ele mostrou seus dentes brancos sorrindo.

‐Ok! Fique à vontade!

Ele assentiu. Corri mais uma vez pro quarto e vesti o primeiro vestido que encontrei. Ele era de alcinha, florido e um palmo acima do joelho. Penteei o cabelo bem rápido, peguei minha mala e minha bolsa. Rafael se levantou do sofá e pegou minhas coisas. Fomos até seu carro e ele guardou as coisas na parte de trás do carro. Ele tinha daqueles picapes caríssimas, gigantes e chiquérrimas. Rafael ajudou a pisar no degrau para conseguir entrar no carro, mas quando consegui subir, senti um vento fora do normal. Nessa hora eu congelei. Eu não acredito que esqueci uma coisa tão óbvia. Rafael fechou a porta, deu a volta e entrou no carro.

‐Eu.. Eu esqueci uma coisa! Preciso pegar.

Tentei descer do carro, mas era muito alto pra eu conseguir fazer isso sem mostrar minha bunda ou cair de cara no chão.

‐O que? Eu pego pra você! Está na sala?

‐Não... Não precisa... Eu pego

‐Por que eu não posso pegar? Você demorou um século pra conseguir entrar no carro.

‐Porque é uma coisa particular!

‐Você vai pegar drogas é isso?

‐Claro que não! Por que você ainda acha que sou drogada?

‐Porque você age estranho às vezes.

‐Às vezes? Como você diz "às vezes" se me viu somente duas vezes na sua vida?

‐Exato!

‐Ai Meu Deus. Você vai me ajudar a descer ou não?

‐Só se você me contar o que você esqueceu.

‐Você é sempre idiota assim?

‐Se não é droga, não sei qual o problema em me dizer! Somos namorados esqueceu?

‐Ainda não somos namorados! Somente na festa!

Ele olhou para a frente e ficou batendo.

- Fala logo o que é

- Não vou

- Fala eu

 ‐Calcinha.

Cochichei.

‐O quê?

‐Calcinha!

Falei e logo olhei para baixo.

‐Você esqueceu-se de pegar suas calcinhas?

‐EU ME ESQUECI DE COLOCAR UMA. Agora pode me ajudar a descer antes que eu mude de ideia e não vá à porra de casamento nenhum?

‐Como você conseguiu esquecer-se de vestir uma calcinha?

Ele gargalhava.

‐Que bom que te divirto!

‐Me conta!

‐Eu estava com pressa e esqueci! Não cometi nenhum crime ok?

‐Ah, nem é nada demais!

‐Você vai me ajudar ou não?

‐Você pegou suas calcinhas pra viagem?

‐Claro. Não sou tão tapada!

‐Então você pode esperar e colocar uma lá!

‐O QUÊ?

Rafael já ia dando partida no carro e travando as portas.

‐Nunca andei de carro com alguém sem as roupas de baixo!

‐Você não vai sair com esse carro senão te mato!

Ele soltou o freio de mão e colocou o óculos escuro.

‐Ops! Tarde demais!

O carro começou a andar e eu fiquei mortificada. Respirei fundo e tentei entender porque me enfiei nessa confusão! Estou ferrada nessa viagem!


Notas Finais


Hoje estava lendo livros que frutos de romances uns desse bem mamão com açucarar e outros que acaba em final não tão doce quanto... Foi então que pensei, será que o amor durante o livro todo que dizem sentir acabou? E as promessas e o futuro o pedido foi tudo em vão? Mas acaba tudo acaba de certo modo, correto? E aqui eu dou uma pausa em meus pensamentos e lhe faço uma pergunta o que acaba mesmo? O amor ou o relacionamento? Onde foi que ensinaram que para ser amor, precisa ser para sempre mesmo? Onde tem uma lei falando sobre isso? Haaa’ na Disney tudo e maravilhoso queria uma vida assim, com final feliz. Todo mundo quer, mas novamente venho lhe fazer outra pausa e lhe perguntar, não acha muito “clichê ” ? Garoto conhece garota, se apaixonam por deixar cair ao dela ou dele se encontro por olhares sai algumas vezes só percebe depois e pronto tem filho. Gente ninguém ama, se muda, casa tem filhos pensando no fim. Não me julgue por ser, qual a opinião e vocês?


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