História Paixão eterna - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Dragon Ball
Personagens Chichi, Goku
Tags Chichi, Goku, Hentai, Sobrenatural
Visualizações 200
Palavras 2.658
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, então vamos a ultima one- shot sobre contos vampíricos que elaborei.
Agradeço a Ravenatita e a Salty que me inspirou tornar em uma trilogia.
Obs: peguei o ssj4 como inspiração e base para este vampiro, desculpas a quem não gosta.
Vamos lá? Dragon ball e seus personagens não me pertecem, são de autoria de Akira Toryama.

Capítulo 1 - Capítulo único - O despertar.


Fanfic / Fanfiction Paixão eterna - Capítulo 1 - Capítulo único - O despertar.

 

 

 - Drogaaa, por que você não reage?

Ele grunhiu novamente, retalhando pela terceira vez o pulso, já normal pela alta forma de cicatrização. Levou o corte a boca imóvel da amante e soltou mais algumas gotas de seu sangue, mais potente do que de qualquer humano ou ser vivo da terra.

Nervoso, levou a mão livre aos espetados fios negros, uma gota de suor frio escorria na face pelo lado direito. Concentrou-se, como se isso fosse a fortaleza para a maldição que tentava impor a morena, imóvel. Deixou mais uma vez pingar gotas na boca da mulher, a esta altura já estava totalmente avermelhada, contou sete vezes, sete gotas e olhou para o relógio em cima da cômoda, desesperando-se. Impaciente, balançou a cabeça negativamente, o objeto redondo marcava 01:30 da madrugada do dia 01/10. Já passava da noite de halloween.

 

- Vamos, levante-se Chichi. Eu preciso de você, acorde amor.

- Por favor! Passou-se quatro horas, acorde meu amor.

 

Após meses juntos, vivendo um tórrido e intenso romance, a moça decidiu aceitar a tentação de seu amante, e juntar-se a ele eternamente. O cheiro do local, fugaz de sexo já se dissipava, o vento soprou fortemente fazendo com que as janelas abrissem, e o gélido ar soprasse por todo local. Ela havia aceitado, o sentimento de ambos inexplicavelmente havia aumentado a ponto de não viverem separados, ela havia decidido, seria transformada, agora seu corpo jazia na cama, morta, e com todo o sangue que era despejado em sua boca, ela não se movia.

 

- MALDIÇÃO! Era para ser questão de horas, mas está demorando muito.

 

O desespero do jovem homem aumentava a cada segundo, lembrou-se de seu antigo mestre, o mesmo pelo qual compartilhou ensinamentos. Ele tinha o comentado, que em outra era, mais precisamente a mais de mil e novecentos anos, o processo de criação era incerto e bastante perigoso, após a vítima receber uma mordida o vírus é rapidamente perpetuado pelo corpo, porém as vezes poderia haver perdas, já que o indivíduo entrava em um estado mórbido, e só acordaria após alimentar-se de gotas de sangue. Era perigoso, e Goku acreditava nisso, por dois séculos desde sua transformação, jurou que jamais traria esta maldita vida para alguém, recusou por anos a companhia de alguém, ele não podia, sua vida era condenada; a dias, meses, anos e décadas de escravidão; eternamente ficaria refém das dores, da sede. Preferiu viver os 200 anos de sua imortalidade sozinho, até que a conheceu,  a mulher de pele alva e cabelos ondulados pretos como a noite, ela o encantou. Ele sentiu como se a conhecesse de muito tempo, e de fato, os dois estavam ligados; era algo de vidas passadas, lembrou-se dela, de seus sonhos, ele tentou dissipar-se do sentimento, porém não havia mais jeito, o carinho que ela o dava e a forma como o olhava, o fazia sentir-se vivo e humano de novo, ele podia quase como sentir o coração batendo desenfreado em seu peito. Então decidiu não se separar mais dela, e dar-lhe a dadiva do sangue, para que os dois vivessem juntos pela eternidade.

Ele a escolheu, a atormentou, testou e a seduziu. E quando fez exatamente um ano; ela era sua alma gêmea, havia a encontrado. Percebeu que nunca em sua solitária caminhada, desejou outra pessoa, a queria muito, para sempre. Tinha que ser para sempre!

Ele a olhou, nua e completamente pálida, estirada no colchão, olhou novamente o relógio e deixou a mente ser envolvida pelas lembranças de dois meses atrás.

Os dois caminhavam pelas ruas , já era mais de meia noite, a morena matinha o braço envolvidos ao dele, vestia seu casaco vinho e matinha as botas negras para proteger-se do frio, chegaram a portaria do apartamento onde ela morava, passaram pelo elevador e finalmente chegaram ao lugar. Depois de um banho, os dois despiram-se e foram para cama, fizeram amor pelo tempo necessário que conseguiam e abraçaram-se fitando o teto.

- Quero que seja em uma data especial. Algo onde você estará com a energia mais aflorada.

- Hum, como assim, querida?

- Digo, sobre o dia em que você o fará. A minha transformação.

- Quando? Quero o fazer e logo. – Goku, tentava entender por que as mulheres eram tão apegadas a datas. – Serás minhas, para todo sempre e enquanto a minha existência o permitir, és muito frágil, não a quero humana por mais tempo.

Chichi sorriu, mordeu o lábio e levantou-se para fita-lo melhor. Espreguiçou-se e o tocou com os dedos no tórax desnudo.

- Será no único dia a qual não acontecerá novamente. – Falou com um brilho no olhar e entusiasmada, ela continuou.

- Será no dia 31 de outubro, noite de Halloween, quando todos os relógios baterem exatamente as vinte horas, um dois e um zero. Deixarei definitivamente de ser humana.

Iremos jantar, e você virá a minha casa. Faremos amor, você me penetrará com todo carinho, tesão e selvageria juntos e na mesma dose.

- Hum, continue Chi. – Ele coçou a nuca, gostando da ideia.

- Eu me entregarei a você como nunca, contemplaremos nosso momento de luxúria e amor, quando enfim tivermos um orgasmo, que você sabe bem quando, você me matará, me mordendo profundo.

Surpreso, ele levantou-se e a tomou nos braços. Qualquer pessoa aparentaria uma louca suicida proferindo tais palavras, mas Chichi não. Ela estava decidida, iria tornar-se dele, uma amante eterna, o queria para si. Decidida e forte, não conseguia pensar em outra prova de amor. Era tão aceitável, tão normal, que o bizarro de alguém dizer - sorrindo - que quer morrer gozando, desapareceu completamente.

Então a mente dele vagou mais adiante, para a fatídica noite.

Ele acordou, na verdade, ele quase não dormia, suas lembranças vagavam pelas trevas e a realidade. Imaginou apenas a sua mulher, como deveria ter passado o dia? Será que havia desistido? Ligou para alguém? Se despediu da família? Afinal, o que faz uma pessoa no dia marcado para seu último dia de vida?

Com esses pensamentos, arrumou-se, tomou banho e vestiu-se com uma calça preta de couro, no tronco uma regata branca; que deixava em evidencia seus músculos avantajados e peito definido. Colocou um coturno negro e por fim, seu casaco vermelho, então seguiu até a casa dela. A noite deveria estar perfeita, mas Goku sentiu algo estranho no ar, uma brisa estranha, fria e enevoada pairava. Teve uma péssima sensação, tentou voltar a si, mas algo o surpreendeu, quando a chamou e viu ela chegar.

Quando ela abriu, ele surpreendeu-se, confirmou sua escolha imediatamente. Sua morena estava deslumbrante, vestia-se com um vestido tubinho preto, os cabelos dela estavam soltos e sua franja penteada para os lados, os fios escorridos paravam na altura da cintura dela, e por fim seus pés cobertos por um par de scarpins vermelhos. Ele mordeu o lábio e arqueou o cenho, a fitou rapidamente dos pés a cabeça, já podia sentir uma ereção surgir entre suas pernas. Sentiu o ímpeto de apertá-la, agarrá-la com mais força que de costume.

Ele percorreu as mãos por todo o corpo dela, a agarrando e trazendo mais pra si, passeou os dedos pelas curvas laterais do corpo dela, a arranhando e a marcando como seu. Parou o beijo e desceu os lábios para o pescoço, mordiscando e distribuindo lambidas; ele pairou sobre o espaço entre os seios dela, desnudos pelo decote que usava, e ali lambeu; enquanto passava a língua naquele local, brincando , ele levou ambas as mãos ao bumbum de Chi e o apertou, trazendo o sexo dela junto ao seu por sobre as roupas.

Ela gemia docemente, compartilhando com a boca nos ouvido dele seus suspiros.

A morena queimava de tesão e desejo e também procurava pelo corpo dele, puxava-o para si, alisava principalmente o peito e cintura. Seus mamilos duros roçaram o tecido por baixo do vestido. Então, ele a virou de costas bruscamente, ele subiu os lábios ate o pescoço dela e respirou, subiu para as orelhas e puxou-lhe o lóbulo três vezes, ela adorava uma respiração masculina, suspirou e perdeu-se em pensamentos quando ele ameaçou  pôr o dedo por entre a virilha dela e a calcinha. Gemeu.

Então sentiu as mãos dele espalmando seus seios e ouviu aquela voz sombria dizendo coisas sem nexo em seu ouvido. Soube naquele momento, enquanto sentia o dedo dele invadindo a borda da lingerie que usava, como seu vampiro queria comê-la. Ele apenas sussurrava e ela acatava como se fossem comandos, ditados por uma majestade negra que preenchia suas fantasias. Quis fechar as pernas, mas quando ouviu dele o que fariam na cama, molhou totalmente a calcinha e o dedo de seu sedutor.

Ela rebolou os glúteos, se esfregando desenfreada nele, estava ficando difícil resistir e se controlar ante o tesão que sentia. Ergueu vez em quando sua perna, deixando o seu sexo já molhado exposto para o dele, então o sentiu rasgar de repente sua calcinha negra, deixando o meio entre suas pernas desprotegido e suas virilhas e coxas úmidas. O liquido que provinha dela, escorria por sobre as coxas, ele passou os dedos no local, molhando os dedos e logo os levou aos lábios, os sugando e sentindo o gosto que vinha da sua moça.

 

- Humm, como você tem um gosto peculiar, querida. – Sussurrou em seu ouvido , fazendo a mulher tremer em seus braços.

 

Foi então que ele começou a se esfregar nela também, insinuando o quanto a queria. O leve movimento de vai-vem atrás dela a deixava maluca. Ele apertou-lhe os seios avantajados e macios, adentrou as mãos no meio e puxou o decote para os lados os deixando amostra, levou os dedos para os bicos rosados da moça e os acariciou para logo depois os massagear e apertar, beijou-lhe as costas, enroscando o rosto nos cabelos dela, sussurrava baixinho palavras que a deixavam louca. Forçou a mulher na parede, erguendo seu vestido. Alisou e afastou as nádegas dela. Viu nesse momento como ela estava molhada, e então com dificuldades desabotoou suas calças e boxer e os abaixou até os joelhos expondo seu avantajado membro ereto. Encostou seu membro ansioso, sentindo o calor que emanava da carne dela.

- Ainda não... - ela gemeu, baixinho. – Não está na hora ainda.

Ele passou seu membro por entre as nádegas expostas, cortando o raciocínio da mulher.

-OHHHHH - ela gemeu, tentando falar - Lembre-se, nós vamos ritualizar a coisa.

 

Masturbou o sexo dela de maneira rude, querendo se impor. Queria apressar o momento já que ainda faltavam poucos minutos para o palíndromo. Então a jogou pesadamente na cama, exibindo o membro. Tão perto do rosto dela, que instintivamente o abocanhou. Sugou com força e vontade, e de vez em quando lambia demoradamente, para depois alternar com chupadas rápidas. Em determinado momento o masturbou com força, até cansar o punho da mão direita. Sabia que era o tipo de "fraqueza" que ele gostava de ver. Ela usava a mão esquerda num ritmo desajeitado agora, enquanto lambia e molhava todo o saco dele. Queria-o todo.

Ele segurou os cabelos dela, aos poucos, forçando a entrada do membro duro, preenchendo toda a boca. Movimentou um pouco, como sempre fazia, enquanto ela caprichava. Soltava as alças do vestido, expondo os seios.

-Não goze. Você sabe onde eu quero, meu Goku- lembrou, para depois continuar o chupando.

Ele a empurrou, fazendo com que ela encostasse a cama e trocasse de lugares, e só então ela percebeu que já estava na hora. Abriu as pernas, e ele se aninhou entre elas, enfim a penetrando facilmente devido a lubrificação natural que provinha dela. Eram exatamente 20:00 horas.

Ele somente penetrou devagar, logo depois foi aumentando tanto o ritmo quanto a força. Em pouco tempo, pareciam dois animais no cio. Fodiam como loucos, estocadas rápidas e violentas.  Ele metia nela mais forte que antes a fazendo gozar a primeira vez, suada e gemendo de prazer. Ele tirou o membro molhado de dentro dela e a virou a fazendo ficar de quatro, e com isso lhe dava a permissão para fazer o que bem quisesse de seu corpo. Puxou os braços dela para trás e a amarrou firmemente pelos pulsos. Indefesa, Chichi quase teve um orgasmo só com a pressão do nó forte. Sentiu então uma nova penetração, adorando cada estocada profunda. Ele a controlava pela cintura, puxando o vestido negro como se fossem as rédeas de sua fêmea. Ele a segurava forte e ela adorava, enquanto metia com toda sua força, a segurou mais firme pelo pulso e rebolou, fazendo uma dança com os corpos colados, ela gozou pela segunda vez.

- Isso minha querida, vamos para o gran final. Relaxe e aproveite! - Disse isso afastando as nádegas dela.

Ele abaixou os lábios a altura do bumbum, e enfiou a língua pelo buraquinho dela, chupando-a com volúpia, a moça gemeu novamente e sem folego, o vampiro de cabelos negros agora estava com os orbes amarelados, e suas pálpebras levemente avermelhadas, o seu olhar queimava feito pólvora, e o êxtase só crescia, ele a faria gozar pela última vez.

- Te vejo deste lado obscuro, querida. – Sussurrou, levando os lábios para o clítoris dela e o sugando descontroladamente.

Ele a pressionou contra a cama, ela ainda estava amarrada pelos braços, mas tinha tempo de sussurrar para mais. Ele puxava e brincava com seu ponto g, enquanto com a mão livre adentrava dois dedos pelo seu buraquinho, os movimentos de vai e vem de sua língua juntamente com os dedos, causaram uma sensação estonteante na morena, ela estremeceu e gemeu louca, quando enfim sentiu sua vista escurecer e a sensação do terceiro orgasmo lhe invadir.

Ele adorou, permissivo e cheio de luxúria, a apanhou pelo pescoço, desamarrou-lhes os pulsos e enroscou novamente os dedos nos fios negros dela. Com a pressão puxou-lhe os cabelos para baixo a fazendo inclinar o pescoço e deixar as veias de suas gargantas completamente amostra.

Ele passeou a ponta da língua sobre as veias saltadas, e grunhiu baixinho e sedutor :

- Você é minha, teu sangue é meu, quente e eterno. Minha querida, bem vinda a nova vida.

E a mordeu fortemente, encravando suas pontiagudas prezas nas veias dela. Chichi gritou , estava sentindo muita dor e a pressão que o abraço dele fazia, podia sentir como se fosse quebrar, enquanto sugava o delicioso sangue de sua amante , o moreno pegou um pedaço do lençol largado sobre a cama, e o levou até a face dela, tampando sua boca e nariz, Chichi debateu-se, porém estava ao mesmo tempo sentindo um prazer descomunal, ela queria, tentou falar mas não conseguiu, em poucos segundos o ar começou a lhe faltar, ele ergueu com o braço livre o corpo de Chichi a fazendo sentar em seu colo e a penetrando fortemente de novo, ela debateu-se em vão, mas ele metia, metia forte e desenfreado, enquanto com os dentes cravados sugava-lhes mais um pouco, quando afastou a boca finalmente de seu pescoço, ele tapou-lhe mais o ar a impedindo de respirar mais, Uma lágrima solitária apareceu no olhar suplicante dela, escorrendo até a mão do vampiro. Agora não tinha mais volta. Ele então realizou seu desejo, despejando uma grande seu gozo dentro dela, enxergando a mulher quase desfalecendo, ele aproximou o ouvido ao dela e disse-lhe:

- Eu te amo, para sempre. Querida.

Um último brilho no olhar de Chichi, que se apagou, enquanto o vampiro dizia suavemente que ela voltaria para ser eterna. Mas a mulher já não ouvia mais. Estava morta.

Quando a lembrança daquele tórrido acontecimento lhe dissipou, e Goku recobrou a consciência, fitou a cama e lá estava sua mulher, sua amada, finalmente ela deu um sopro de ar forte e abriu os olhos, seus orbes avermelhados o encarou . Ele correu rapidamente para apanha-la nos braços e por fim perguntou;

- Bem-vinda , como se sente?

Então com uma risada sarcástica, ela o abraçou, mordeu-lhe o ouvido e proferiu as primeiras palavras de sua nova vida.

- Com muita sede.

 

                                                                                                                    Fim


Notas Finais


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