História Paixão possessiva - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shawn Mendes
Tags Romance, Shawn Mendes
Visualizações 48
Palavras 2.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Não vai acabar


Fanfic / Fanfiction Paixão possessiva - Capítulo 11 - Não vai acabar

-- Oi George, quanto tempo. -- ela me cumprimenta como se fosse uma amiga de velhos tempos que fez uma viagem.

-- Oi? -- pergunto irônico. -- Mas você é muito cara de pau mesmo. -- eu falo cemicerrando os olhos.

-- Olha George, eu só quero que você...

-- Você não tem o direito de querer nada de mim. -- eu à corto.

-- Eu entendo sua raiva...

-- Não você não entende, e eu não quero ouvir suas explicações, então me da licença que eu tenho coisas importantes pra resolver. -- eu falo saindo de sua frente.

-- Mas George eu vim te buscar. -- ela me chama.

-- Perdeu seu tempo. -- eu falo seco.

-- Por favor George. -- ela insisti.

-- Táxi. -- eu faço sinal e entro.

Como essa mulher teve a cara de pau de vir me buscar no aeroporto depois de todos esses anos? E ainda fala comigo com se nada tivesse acontecido. Mas eu não vou ocupar meu pensamento com ela, vou me preocupar em achar minha filha.

Chego no meu destino e desco frente a uma mansão, falo o meu nome no interfone e logo um grande portão de ferro se abre. Atrás do portão já tinha um homem parado me esperando, ele me conduz até a grande mansão. Já na sala da enorme casa eu me sento no sofá e espero o suposto avô de minha filha, não muito tempo depois ele chega se sentando ao meu lado.

-- Então você é George Williams? -- ele fala me medindo.

-- Sim e o senhor é? -- eu pergunto.

-- Josué Smith. -- ele falou simples. -- E eu te chamei aqui pra falar de Cacau...

(...)

Eu fiquei estático quando aquele homem me contou toda a história, Soraia ter nos abandonado para viver as cutas do pai não me impressionou, mas saber que a minha filha é a erdeira de 600milhões foi demais pra mim, e pior, ela foi sequestrada por isso. Saber que Shawn está por trás disso me xocou, ele parecia ser tão parado, eu nunca suspeitaria dele, se bem que essa viagem de última hora foi estranha, justo no dia que minha filha sumiu. Quando Josué me disse que contatou os serviços da marfia para encontrar Cacau, eu me opus, pois eu nunca faria acordos com coisas ilegais, mas se tratava de minha filha, então eu resolvi que se fosse para acha-lá valia a pena. Eu combinei com Josué que vontaria pra casa e tentaria arrancar de Manuel o máximo de informações possíveis sobre Shawn, os lugares a onde ele ia, o que gostava de fazer, tudo. Com essas informações vai ficar mais fácil de descobrir seu paradeiro.

5 dias depois...

Shawn Mendes P.O.V's

Nesses dias que passaram eu tenho estado meio estranho em relação a Cacau, vê ela andando pela casa de shortinho curto com aquele corpo desenhado em curvas tá me deixando maluco, parece que ela faz de propósito quando passa na minha frente com aquela camisola preta quase transparente.

Sai do quarto só de calça de moletom como sempre e desci para a cozinha, quando cheguei ela estava lá com um pijama super curto preparando o café da manhã. Eu já não estava mais aguentando aquilo, parecia até tortura, nós já não trasavamos a uns cinco dias e eu não conseguia parar de pensar nisso, eu até andei transando com umas vadias por aí, mas não era a mesma coisa, eu estava me sentindo dependente dela. Tem algo que ela me proporciona que eu percebi desde a primeira transa, algo que eu nunca percebi entre quatro paredes com nenhuma outra mulher, algo que eu queria muito sentir de novo.

Fui na direção dela e num movimento rápido à virei pra mim encostando suas costas na jeladeida.

-- Shawn para. -- ela tentou se soltar.

-- Para você de fingir que não quer. -- fitei seus olhos. -- Eu sei que você quer tanto quanto eu.

Antes que ela pudesse dizer alguma coisa eu avancei em sua boca dando um beijo necessitado. Ela logo correspondeu como se também precisasse daquilo, e eu sei que precisava, envolvidos por aquele beijo quente nossas línguas faziam um verdadeira festa dentro de nossas bocas e impulsionado pelo prazer, desci uma mão para sua bunda e apertei aquele local com tesão, em seguida ela envolveu meu pescoço com os braços e cravou suas unhas na minha nuca, ficamos ali aproveitando um pouco aquele beijo até que eu à peguei no colo ficando entre suas pernas, e levei ela até o sofá, coloquei ela no mesmo e subi por cima dela desferindo mordidas e chupões por toda a extensão de seu pescoço, percebi ela reprimindo um gemido, mas eu queria ouvi-lá gemer então enfiei a mão no seu short do pijama e comecei a acariciar sua intimidade girando meu polegar no seu clitóris. Conforme os movimentos giratorios aumentavam de velocidade ela não conseguiu se conter, deu vários gemidos baixos no meu ouvido. Mas ainda não era o suficiente, eu tirei a mão do seu short antes que ela atingisse o ápice e comecei a tirar sua roupa, tirei sua blusa e fiquei admirando aqueles seios fartos antes de continuar, depois segui para o short o tirando junto com a calcinha. Ela fez questão de tirar minha calça de moletom e vi seus olhos brilharam quando ela viu que meu pênis já estava completamente petrificado. Peguei uma camisinha na gaveta de uma cômoda que tinha ali na sala e coloquei, em seguida subi por cima dela à penetrando. Comecei a dar leves estocadas e eu pude sentir que seu corpo já estava respondendo, então resolvi acelerar, estoquei sua vagina com pressão e ela Já estava no estado que eu queria, arranhando minhas costas cheia de prazer e gemendo bem alto. Eu estava no mesmo estado que ela, meus gemidos graves se misturavam com os seus fazendo uma sinfonia, eu já estava quase chegando ao ápice, só faltava uma coisa:

-- Aí Shawn... -- ela gemeu meu nome bem alto no meu ouvido.

Basto só isso pra eu gozar, depois que nós chegamos ao ápice juntos, eu continuei dando leves bombadas desacelerando até parar e cair fraco em cima dela. Se eu era pesado? Com certeza, mas ela pereceu não se importa.

Depois de recuperar as forças eu sai de cima dela me levantando para ir tomar um banho, antes de sair da sala e eu vi seu olhar de quem estava se julgando por ter transado comigo de novo.

-- Você vem. -- eu a chamo e ela me olha surpresa com o convite.

-- Vou. -- ela se levanta e me acompanhe até o banheiro.

Em baixo do chuveiro ela continuou com uma cara estranha, parecia estar confusa com aquela situação, mas eu confesso que eu também estava. De um jeito inesperado nossos olhos se encontraram, segundos depois ela chegou mais perto e eu não recuei quando ela veio me abraçar em baixo da água, mas fiquei meio desconfortável no começo, pois eu não tô acostumado com isso. Ela descansou a cabeça no meu peito e encostei o queixo na mesma, eu não sei que sentimento foi aquele que eu senti na hora, mas era bom.

-- Você não é só esse cara fechado e arrogante que demonstra. -- ela fala tirando a cabeça do meu peito e me olhando nos olhos. -- Tem mais além disso tudo.

-- Não se iluda. -- eu falo seco.

-- Eu não tô. -- ela sorri. -- Seus olhos te entregam, eles dizem que tem algo mais em você, algo bom.

Ela repousa a cabeça no meu peito de novo me deixando sem reação, eu não consegui da uma resposta pra aquilo que eu tinha acabado de ouvir.

(...)

Já na sala eu estava vendo um filme de de terror, ela tinha ficado no quarto dormindo até que ela desce e se senta do meu lado, até estranhei que ela não puxou conversa mas dei de ombros. 12 minutos depois ela tentava fingir que não estava com medo das cenas pesadas do filme, cada reação dela diziam que ela não ia dormir direito à noite. 

-- Você tá com medo? -- arqueei as sobrancelhas.

-- Tá tão na cara assim?-- ela pergunta tirando a atenção do filme à voltando para mim.

-- Você ainda pergunta?

Ela da um sorriso.

-- Vem cá. -- eu estendo o braço.

Ela chega mais perto e deita a cabeça no meu ombro, eu não sei de onde eu tirei esse "vem cá", mas saiu. Uma hora e quarenta e cinco minutos depois o filme acabou, quando eu olhei ela já tinha caido no sono, peguei ela no colo e à levei pra cama. Antes de sair do quarto eu fiquei observando ela dormir por um tempo, o jeito como ela se encolia na cama como se estivesse sentindo frio, aquela carinha de ingênua que ela fazia quando tava dormindo... Sai fechando a porta do quarto e desci até a cozinha, peguei uma água na jeladeira e parei em frente a janela dando um gole.

-- O que é essa garota tá fazendo comigo? -- pensei em voz alta.

Cacau P.O.V's

Acordei com um par de olhos castanhos me encarando, ele parecia estar consentado em cade traço do meu rosto. Eu não sei o que está acontecendo com esse cara, uma hora ele e tão arrogante e depois fica assim, ele só pode estar brincando comigo. Eu me recuso a pensar que ele sinta alguma coisa por mim, ele já me deixou isso bem claro várias vezes.

-- Bom dia. -- ele falou e conseguiu com 100% de certeza me assustar.

-- Você foi abduzido? -- eu perguntou com sarcasmo.

-- Se você não gostou eu posso continuar te tratando mau. -- ele fala seco.

-- Não foi isso que eu quis dizer. -- me justifico.

-- Não interessa. -- ela fala e num movimento rápido fica por cima de mim me beijando.

Que beijo é esse? Parecesse um beijo mais necessitado, e era tão bom que eu me recusei a resistir...

(....)

Algumas horas depois e ele estava deitado atrás de mim com a cabeça enterrada no meu pescoço e me envolvendo pela cintura com um braço. Ele pegou no sono rápido depois que a gente transou de novo, até essa transa foi diferente, eu não sei dizer porque mais foi. Era como se ele tivesse dormido e acordado outra pessoa, uma pessoa melhor, menos agressiva, mais carinhosa...

Acho que até as piores pessoas tem jeito.

Me levantei de vagar pra não acorda-ló e desci para o andar de baixo indo até a cozinha. Peguei uma maçã na fruteira e dei uma mordida, de repente eu escuto umas vozes vindo do lado de fora, com certeza é aquele outro pessoal que quer ganhar dinheiro as minhas custas. Subi as escadas o mais rápido possível ao mesmo tempo tentando não fazer barulho e voltei para o quarto onde o Shawn estava, a essa altura ele já estava acordado vestindo a roupa parecendo já saber o que estava acontecendo.

-- Coloca uma roupa logo se não você vai ter que sair daqui pelada mesmo. -- ele falou colocando os sapatos.

Eu corri para a mala cheia de roupas que ele truxe, peguei uma peça qualquer e comecei a me vestir. Coloquei a roupa o mais rápido que eu consegui e nos descemos para o andar de baixo, ele me levou para o porão a onde ele disse que tinha uma passagem secreta que levava para fora daqui. Graças a Deus nós conseguimos sair antes que nos encontrassem, nós caminhamos por um longo túnel escuro até sairmos numa mata, andamos mais um pouco e chegamos numa estrada, assim que passou o primeiro carro nós pedimos carona.

Fomos com um senhor até um hotel barato onde Shawn pediu pra ele deixar a gente, entramos na espelunca e o bonitão alugou um quarto pra gente passar a noite.

-- O quê a gente vai fazer? -- eu perguntei entrando no quarto que graças ao bom Deus estava aceitável.

-- Não sei. -- ele falou em seguida mordeu os lábios. -- Esses caras fuderam com meus planos. -- ele falou sentando na beira da cama. -- Como foi que essas porras me acharam?

Não pensei nem duas vezes e avancei em sua boca me sentando em seu colo, ele imediatamente correspondeu o beijo se deitando lentamente na cama. Eu parei o beijo e tirei a blusa, em seguida voltei a beija-ló, num movimento rápido ele nos jirou assumindo o controle. Ele parecia querer aquilo mais do que eu porque sai arrancando minha roupa com uma rapidez desconhecida, eu fiquei de joelhos na cama e comecei a tirar sua blusa. Quando finalmente tive a visão daqueles músculos definidos comecei a fazer algo que a muito tempo tinha vontade, cai de boca naquele peitoral o beijando com vontade, disferi vários selinhos e chupões pelo seu corpo que já estava respondendo aos meu toques. Satisfeita com a forma que eu o deixei completamente petrificado com meus beijos eu desci as mãos para sua calça a desabotoando e a descendo até o chão, ele me empurrou e eu cai deitada em cima da cama, rapidamente ele subiu por cima de mim me penetrando. Aqueles movimentos de vai e vem já estavam me deixando em êxtase, não demorou muito pra eu já estar gemendo alto por causa das estocadas, ele começou a me penetrar cada vez mais rápido e seus gemidos graves se fundiram com os meus naquele quarto me deixando ainda mais enlouquecida, foram só mais algumas estocadas e pronto. Cegamos ao ápice. Quando ele gozou dentro de mim foi que eu me dei conta de que ele não estava usando camisinha, eu fiquei quieta em relação a isso, não tinha como eu engravidar assim de repente, afinal, essa é a primeira vez que a gente transou sem camisinha.

(...)

-- Tudo vai acabar né? -- eu quebrei o silêncio entre nós deitados naquela cama.

-- Hum? -- ele perguntou.

-- Eu sei que você vai falar que nunca existiu um "a gente" mas...

-- Não vai acabar. -- ele me cortou.

-- Não? -- perguntei incrédula.

-- Não. -- ele disse simples.

-- Porquê?

-- Eu não sei, mas não vai acabar. Agora dorme porque nós vamos sair cedo daqui amanhã. -- ele falou me envolvendo por trás.

Nessa hora eu senti que significo alguma coisa pra ele, não só um objeto sexual. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...