História Paixão possessiva - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shawn Mendes
Tags Romance, Shawn Mendes
Visualizações 29
Palavras 1.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Luke


Fanfic / Fanfiction Paixão possessiva - Capítulo 13 - Luke

Luke P.O.V's

-- Conseguiram? - eu perguntei ao cara do outro lado da linha. 

-- Não, o filho da puta conseguiu fugir. 

-- PORRA. - gritei quase jogando o celular longe. 

-- Nós descobrimos que eles passaram a noite em um hotel mas quando chegamos lá eles já tinha ido embora. -- o cara prosseguiu. 

-- E vocês ainda não conseguiram saber pra onde eles foram? Nehuma câmera de segurança? Nada? 

-- Nós vimos a câmera do hotel, parece que eles entraram num carro vermelho e foram embora. Nós conseguimos identificar a placa e botamos uns carros pra seguir eles, mas de novo o filho da puta conseguiu nos enganar...

-- Como assim? - o cortei.

-- O carro era clonado, usaram um para fugir e o outro pra nos despistar.

-- Então quer dizer que nós voltamos a estaca zero? -- falei puto da vida.

-- Infelizmente. 

-- PORRA. -- desliguei o celular e dessa vez sim eu arremesei longe.

-- Calma, pra que tanta raiva? - Soraia aparece.

-- Não conseguiriam pegar eles. -- falei decepcionado. 

Ela bufou.

-- Mas que caralho em, esse Shawn é muito esperto. -- ela falou cemi serrano os olhos

-- A cada segundo que passa meu ódio por ele só aumenta, saber que ela tá nas mãos dele me faz querer estourar a cabeça dele com vários tiros. -- falei bufando de raiva.

-- Nossa! Tudo isso por causa da Cacau? -- ela implica. 

-- O quê você acha? -- falo fazendo parecer óbvio. 

-- Você diz que tá fazendo isso por causa dela... mas eu acho mesmo que é por causa do dinheiro. 

-- Dinheiro é bom. - eu dou de ombros. -- Mas é o de menos, eu quero mesmo é a sua filha. 

-- Ficando com ela você fica com o dinheiro certo? -- ela fala irônica. 

-- Entenda como quiser, mas eu não tô interessado na grana... eu quero mesmo é ela pra mim. 

Sai dali dando as costas pra ela, caminhei até o estacionamento e peguei meu carro, carro esse que eu comprei graças ao dinheiro que eu ganhei realizando uns serviços. Dirigi até meu novo apê e sai do carro jogando as chaves pro manobrista, eu não estava com paciência para estacionar o carro. Subi de elevador até o ultimo andar e segui para o meu apê, entrei já indo pra cozinha e peguei uma garrafa de uísque em cima do balcão, despejei a bebida num copo e virei de um só vez limpando o copo, enchi o mesmo de novo com o uísque e larguei a garafa no balcão. Fui até a sala e peguei meu outro celular em cima da mesinha de centro, liguei pra uma vadia que eu tinha conhecido a um tempo em uma boate e pedi pra ela vim pra cá, se tem uma coisa que eu estava precisando pra acalmar os nervos nessa hora era sexo.

Alguns minutos depois a campainha toca e eu vou atender. 

-- Oi gato. -- ela fala com aquele jeitinho de puta.

-- Oi entra aí. -- eu falo simples.

-- Uauu, lugar bonito esse hem. -- ela observa o apê enquanto entra. 

-- E eu sei. -- eu vou até ela e a envolvo por trás. -- Mas eu tenho uma coisa mais bonita pra te mostrar embaixo da minha cueca. 

-- Adoro. -- ela fala maliciosamente. 

(...)

Acordei no dia seguinte com ela dormindo do meu lado e me levantei para tomar um banho. Troquei de roupa, e enquanto eu terminava de me arrumar pra ir pro casarão onde o pessoal da marfia se encontra, ela levantou vindo até mim. 

-- Já vai sair? -- ela me abraça. 

-- Vou e você também. -- falo seco.

-- Nossa! O quê aconteceu com você? -- ela reclama. 

-- Comigo nada mas com você vai, se não cala a porra da boca e se vestir pra vazar daqui. 

-- Quem você pensa que é hem pra falar assim comigo? -- ela me solta e fita meus olhos com um olhar fuzilante.

-- Alguém que você não vai querer conhecer de verdade. -- eu falo e soa como uma ameaça. 

-- Eu embora logo daqui porque eu não sou obrigada a aturar isso. -- ela pega as roupas espalhadas pelo chão e começa a se vestir.

(...)

Estacionei o carro na garagem do casarão e fui até a sala central onde todos se reunem pra bolar os esquemas, já estavam quase todos lá só faltava o cara que traria as informações que Bem mandou passar, minutos depois ele chega com uns envelopes e da um na mão de alguns caras ali inclusive na minha. 

-- Todos com um envelope vão ter que cumprir a missão que está escrita ai. Ta tudo bem explicado e detalhado ai dentro dos envelopes, então vocês já pode se retirar porque o chefe quer essas missões cumpridas pra ontem.

No carro eu abri o envelope e tinha a foto de um carra velho e gordo com cara de drogado, minha missão era viajar até Nova York pra buscar os carregamentos de arma com esse cara. Arranquei com o carro pro meu apê pra pegar algumas coisas importantes pra me ajudar na missão e segui estrada. Eu ia até lá dirigindo mesmo porque ia ser mais arriscado de avião, o único problema era que ia levar no máximo três dias pra ir três pra voltar.

2 meses depois...

-- Luke. -- Geovane me chama.

-- Fala. -- dou de ombros. 

-- O chefe quer te ver. -- ele fala e eu dou um salto do sofá. Ninguém via o chefe ao não ser que tenha feito alguma merda muito grave ou algo que o deixou muito satisfeito. 

-- Pra quê? -- perguntei desconfiado. Eu sabi que devia ser alguma merda que eu tenha feito porque eu sou novo aqui e eu sei que nunca conseguiria fazer algo que o deixasse satisfeito ao ponto de querer me ver.

-- Não sei porra vai descobrir. -- ele sai da sala central e eu o sigo até a porta do ander de cima escrito " chefe".

Toc toc toc. Geovane bate na porta.

-- Quem é? -- a voz ecoa do outro lado.

-- É o Geovane senhor. 

-- Você troxe o garoto? -- a voz pergunta.

-- Trouxe. 

-- Então manda ele entrar.

-- Vá lá cara e boa sorte. -- Geovane bate no me ombro e sai.

Eu abro a porta e entro de uma só vez, ele estava de costas na cadeira impedindo que eu visse seu rosto. 

-- Mandou me chamar. -- eu quebro o silêncio. 

-- Luke..Luke...Luke. -- ele parece brincar com o meu nome. -- Você sabe porque está aqui? 

-- Não senhor. 

Ele fica em silêncio por um tempo e depois contínua. 

-- Eu quero parabeni-ló pessoalmente. -- ele fala se virando. 

Ele era um senhor com mais ou menos 50 anos, não passava disso, tinha o cabelo quase todo branco e era sego de um olho.

-- Me parabenizar? -- perguntei incrédulo. 

-- Porque mais você acha que está aqui? 

-- Eu pensei que tinha feito alguma besteira. -- falei ainda confuso.

Ele deu um sorriso fraco de lado e prossegiu.

-- Você tem se tornado um dos meus melhores mafiosos em tão pouco tempo, fiquei sabendo que já cumpriu seis missões ainda esse mês. Geralmente os outros demoram uns três meses pra completar esse número de missões. -- ele fala e parece impressionado. 

-- Só estou dando o meu melhor senhor. 

-- Estou vendo. -- ele coçou o queixo. -- Toma ai. -- ele me jogou um envelope. -- Esse ai é um bônus como agradecimento pelos seus serviços. 

-- Valeu senhor. -- eu peguei o envelope e guardei no bolso.

-- Você tá dispensado. -- ele fala e eu saio.

Desci para o sala central e os caras estavam todos me olhando de rabo de olho por eu ter indo a sala do chefe. Dou de omboros e vou para o meu carro, lá eu abri o envelope e tinha um 35 mil, gardei no bolso de novo e quando eu ia ligar o carro o celular toca. Era um número restrito mas eu atendi assim mesmo. 

-- Alô. 

-- Luke. -- nessa meu coração acelerou.

-- Cacau é você?



Notas Finais


Espero que gostem e por favor comentem o que acharam. Bjs e até o próximo capítulo.


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