História Paixão Proibida - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Magia, Mitologia, Romance
Exibições 3
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi gente.
Primeiramente quero pedir desculpas por não postar sábado, não consegui por ter de sair, mas podem ficar tranquilos que essa semana consigo postar o próximo.
BOA LEITURA

Capítulo 3 - Nova aluna - A fuga


Fanfic / Fanfiction Paixão Proibida - Capítulo 3 - Nova aluna - A fuga

POV. LUKE

Acordo com o despertador. São cinco e meia da manhã. Levanto-me e vou para o banheiro tomar banho e me trocar.

Desço as escadas e vou para a cozinha. Não encontro ninguém, então tomo meu café da manhã e vou para a escola.

Por sorte encontro os meus amigos na entrada, conversando ao lado duma árvore.

- Oi gente – digo e cumprimento-os. Continuamos a conversar um pouco até que toca o sinal e vamos todos para a sala.

Na sala de aula, sentamos todos nos mesmos lugares, Mason e Sam lado a lado; Mia do lado de Morgan; e eu sozinho com a carteira vazia ao meu lado. O professor Oscar entra e todos que estavam conversando param.

- Pessoal – começou ele –, essa é a Grace Evans e ficará conosco até o fim do ano.

Todos assentem. Enquanto procura um lugar alguns a cumprimenta e eu a observo atentamente até que ela chega do meu lado.

- Olá – diz ela.

- Oi – digo.

- Há alguém aqui? – ela pergunta.

- Não – digo. – Pode sentar aí.

- Obrigada!

- Imagina! – digo sem jeito.

O que ela está fazendo comigo? Estou sentindo algo a mais que eu não sinto há muito tempo. Não sei ao certo, mas desconfio de muitas coisas.

As aulas foram passando, e eu ali a observando. De vez enquanto ela me olha, mas viro o rosto bem rápido. Finalmente toca o sinal para o intervalo.

Não sou muito de ficar no meio de todos, então faço como sempre, pego minha comida e vou para um lugar reservado, onde ninguém se importa se alguém ficar. Pego meu celular e coloco o fone de ouvido, escutando M. M. (Melanie Martinez).

Sinto uma mão pegar em meu ombro. Assusto-me e vejo que é a Grace.

- Oi – digo tirando o fone.

- Oi! Posso me sentar junto com você? Não gosto muito de ficar no meio de todos – diz ela fazendo um gesto para a multidão de alunos numa grande distancia. Ufa! Temos algo em comum.

- Claro – digo indo um pouco mais para o lado.

Ela se senta e comemos um pouco em silêncio.

- Então... – começa ela a puxar assunto. – Como se chama?

- Luke – digo dando uma garfada no bolo de chocolate branco. – Sei que é muito indiscreto perguntar isso, mas quantos anos você tem?

- Tudo bem – diz ela. – Eu não ligo muito para isso de que pode ou não perguntar para uma mulher, sou muito diferente das outras. E respondendo a sua pergunta, tenho dezessete. E você?

- Tenho dezessete também – digo sorrindo pelo fato de ela ser única e não como as outras. Ela segue o próprio padrão que a define, ela não precisa dos outros para escolher o que fazer ou não. Ela é única. – Está gostando da escola?

- Não conheço a escola inteira – diz ela. – Mas por enquanto estou gostando – rimos um pouco e voltamos a comer. Terminamos a comida bem rápido.

- Quer que eu a te mostre perfeitamente? – pergunto.

- Agradeceria – diz ela com um sorriso no rosto.

Colocamos nossas bandejas no lugar e fomos dar uma volta. Mostrei-a as salas de aula e como acha-las sem se perder; a quadra de basquete que fica do lado de fora da escola; o jardim que até tem algumas pessoas; as salas de reuniões; a secretaria e a diretoria – que ela já conhece; e a arena que fica no porão.

- Nossa – diz ela. – Essa escola é grande pra caramba – rimos um pouco e ouvimos o sinal tocar.

- Vamos? – digo.

- Pensando bem – começa ela. – Vamos dar uma volta por aí.

- Mas temos aula – digo.

- Uma falta não conta. Ou conta? – diz ela me puxando pelo braço. – Você tem amigos por aqui?

- Sim – digo.  – Somente quatro... Quer dizer, cinco com você.

- Que bom – diz ela. – Vamos chama-los para ir conosco.

Concordo com a ideia. Chamei o Sam e Mason antes que entrassem na sala, e pedi para que chamassem a Mia e a Megan.

- O que foi? – perguntou Mason.

- Vamos – diz Grace. – Vamos sair um pouco.

- Mas temos aula – diz Mia.

- Sabemos disso – digo. – Mas vamos, vai ser divertido.

Eles pensam na decisão e Sam é o primeiro a falar que sim. Mason vai à onda dele e aceita. Mia entra na onda e diz sim. Só a única que não diz sim é a Megan.

- Gente – começa ela. – Será que é uma boa ideia isso?

- Ninguém sabe – diz Mia. – Mas não custa nada “matar” aula só hoje.

- O.K. – diz ela e vamos em direção à saída.

Andamos por toda parte para que as câmeras não nos pegassem em flagra, até chegamos ao ponto de deixar algumas sem sinal para podermos passar.

Chegamos ao portão e não havia como passar.

- Droga! – digo.  –Não há como sairmos agora.

- Claro que dá – diz Sam. – Dá para ver que você não presta muita atenção nas aulas de... – ele para de falar de repente.

- O que foi? – perguntou Grace. – Aulas do que?

Sei o porquê ele não continuou falando, ele deve estar pensando se Grace é mesmo feiticeira. Fechei meus olhos e entrei em suas lembranças. Procurei uma que a mostrasse fazendo magia ou algo do tipo.

Consegui achar, era muito bonita. Ela estava em um lago, ergueu as águas e fez delas um cristal de gelo com formas incríveis.

- Podemos ir – digo percebendo que ninguém falava mais nada.

Sorte a minha que ninguém percebeu que entrei na mente dela.

- Então – diz Grace. – Que aula?

- Aula de feitiços – digo.

Ela da uma bufada e ri um pouco.

- Vamos levitando – diz ela. – Assim é bem mais fácil.

E é uma ótima escolha. Levitamos o mais rápido possível pelo muro em volta da escola. É um pouco alto, mas deu.

- Ei! – alguém grita e vejo que é um dos zeladores da escola. – Vocês ai podem voltar para a escola.

Não pensamos duas vezes, saímos correndo em direção ao parque. O zelador é o Thomas, ele tem uns trinta anos, mas ele é legal e continua a correr atrás de nós.

Vejo que todos mudaram de roupa quando chegamos à multidão no parque e mudo também.

Andamos até o shopping e nos dividimos entre as pessoas para despistá-lo. Deu certo e nos encontramos na frente do cinema.

- Então – digo.  –Vamos assistir a um filme?

- Já é! – diz Mia. – Mas qual?

- Esse – aponta Grace. Era o filme: Como sobreviver a um ataque zumbi.

- Deve ser legal – concordamos todos juntos. Pagamos as entradas e assistimos mais dois filmes com a multiplicação de dinheiro que fazíamos.


Notas Finais


Comentem por favor o que estão achando da história
Até o próximo capitulo e prometo postar até sexta, e nesse sábado sai o quinto


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