História Paixão Sem Limites - (CAMREN) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p, Dinally, Intersexual, Vercy
Visualizações 561
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem chegou 😎😎😎

Haha

Capítulo 7 - Siamesas


Fanfic / Fanfiction Paixão Sem Limites - (CAMREN) - Capítulo 7 - Siamesas

      Pov Camila

  
   Paguei o taxista e desci próximo ao porto. Comecei a andar olhando para todos os lados, haviam coisas esquisitas nos cantos, velas, lixos, peças de motos. Ouvi uma batida ao longe e comecei a seguir o som.

   Quanto mais eu me aproximava, mais o som ficava alto. Dei um pulo quando uma moto em alta velocidade passou por mim. Semicerrei os olhos e vi um aglomerado de pessoas em suas motos. Quando me aproximei mais tentei achar Lucy, mas, nada. Até que ouvi o som da sua risada e me virei.

   Lá estava ela, no colo daquela garota. Rindo como uma boba apaixonada. Me aproximei a passos apressados e foi então que ela me viu, desceu do colo da garota e veio em minha direção também.

   - Mila! - Gritou, vindo me abraçar. Retribui o mesmo - que bom que finalmente veio - disse animada.

   - Por que seu celular está desligado? Sua mãe me ligou. - disse com afobação - Eu falei que você estava dormindo e eu não sei porque mas, ela acreditou. A manhã cedo ela vem te buscar para fazer diálise. Então chega cedo, por favor! Porque não quero problema com a sua mãe depois. - Por fim disse e me virei para ir embora.

   - Não vai, amiga. Fica mais um pouco! - disse Lucy segurando meu braço.

   - É, come uma pizza com a gente - A garota se pronunciou.

   - Eu duvido que eu goste da mesma pizza que você gosta - falei com desdém.

   - Vejam só, se não é a megera indomável - Disse uma voz rouca atrás de mim, me fazendo arrepiar por saber de quem se trata. - Você veio aqui para me ver correr, não foi? - Eu sabia que o canto direito de sua boca estava para cima naquele sorrisinho que me enlouquece... Digo, que me irrita! Enlouquece de irritar, gente.

   - E quem disse que eu vim aqui para te ver? - Virei um pouco meu rosto de lado, mas não me virei pra ela. - Eu nem sabia que você estaria aqui - debochei.

   - Então por que ficou vermelha como um tomate, uh? - Filha da Puta!

   Me virei para encara-lá, e lá estava ela. Em cima da sua moto, com sua inseparável jaqueta preta, calça de couro e coturnos. O cabelo solto, com algumas poucas ondulações uma maquiagem básica, apenas os olhos verdes hipnotizantes destacados. Vi que seu olhar deu uma boa passeada no meu corpo. Corei.

   - Você é uma idiota!
 
   - Ah, é? - disse ela descendo da moto.

   - É! - falei firme - Quero ver você botar banca quando chegar a denúncia, porque essa tarde eu falei que foi você que quebrou o nariz do senhor Thorne.

   - Sua imbecil! - A garota que estava com Lucy, atrás de mim avançou. Mas, a morena de olhos verdes entrou na frente impedindo.

   - Ei ei ei, calma!

   - Laur, outra denúncia e você vai em cana - lamentou. - Essa garota vai te ferrar - Rosnou olhando para mim.

   Eu presenciava tudo em silêncio.

  - Isso não vai acontecer, tudo bem? - disse segurando nos ombros da garota. - No dia que me chamarem para depôr, essa menina - se aproximou de mim. - Vai dizer que eu não fiz nada, sabe por que?

   - Por que? - Engoli seco pela aproximação.

   - Porque nesse dia ela vai estar tão louca por mim, que ela vai fazer de tudo para me salvar.

   Ela me encarava tão profundamente, que era impossível desviar o olhar do dela. Não sei quantos segundos ficamos nisso, mas fomos interrompidas pelo anúncio da corrida.

   - Quer vir atrás de mim? - Sussurrou atrás de mim. Estremeci.

   - Nem morta - praticamente rosnei, pra disfarçar o que aquela aproximação me causou.

   - Hey, Jauregui? - Uma mulher se aproximou, ficando ao lado dela que já estava em cima da sua moto. - Quer me levar? - sorriu maliciosa.

   - Claro, sobe aí - se virou para mim, sorrindo debochada. - Quando deixar de ter medo, vai aprender a se divertir - sorriu.

   - E você nem usa cinturão - debochou a garota, me fazendo fechar os punhos. - Esse lugar é reservado só para siamesas! Ou corre ou se manda - continuou.

   - Essa é uma verdadeira vadia - virei de lado, falando para Lucy, que segurou o riso.

   - O que você disse?

   - Que eu estou esperando a minha vez. - sorri irônica.

   - Fica esperando - sorriu mais uma vez debochada. Vadia.

   - Lucy, me dá seu cinturão

   - Mila, não!

   Não ouvi, apenas puxei o cinto de Lucy. Em um momento de distração, Lauren passou do meu lado e puxou o lenço que eu usava no pescoço.

   - Droga, meu lenço. - Mas já era tarde.

   - Ei! - Me virei, encontrando um rapaz em cima de uma moto. - Vem - me chamou, para subir.

   Me virei para Lucy, encontrando a mesma me olhando em reprovação.

   - Tá maluca? É claro que não! - Disse minha melhor amiga com preocupação.

   - Vamos logo gata, eu não tenho todo tempo não. - O rapaz disse sem paciência.

   Olhei para trás, encontrando Lauren me encarando em desafio com aquele maldito sorriso. Não pensei mais, apenas subi na moto do garoto, que saiu dali se aproximando onde seria a partida da corrida. Eu estava agarrada no garoto com a cabeça repousando em suas costas. Mas não era a mesma coisa que estar agarrada a Lauren.
    Tudo parecia em câmera lenta. Passamos por pessoas gritando, apostando ou se pegando. O garoto parou ao lado de mais alguns motoqueiros, se posicionando na largada. Logo a Moto dela chegou, percebi que meu lenço estava amarrado em seu pulso. Assim que ela se posicionou, ela olhou para mim e beijou o lenço.
   Vi que as garotas que estavam atrás, levantaram e ficaram de costas. O garoto que estava comigo olhou pra trás e eu entendi que era pra fazer o mesmo. Assim fiz.

   - Soltem os cinturões! - Gritou um rapaz com o megafone na mão.

    Peguei o cinturão de Lucy. Olhei para o lado e vi que as garotas estavam subindo nas motos novamente. Só que dessa vez, elas sentaram de costas. Fiz o mesmo e o garoto apertou o cinto juntando eu e ele. Entrelacei meus braços na cintura dele como pude.
   
   Logo as motos saíram em disparada, fazendo meu coração quase sair pela boca. Era diferente estar naquela posição, era muita adrenalina e loucura. Eu estava com muito medo.
   Já na metade do caminho, um dos motoqueiros jogou sua moto na direção de outro competidor, fazendo o mesmo cair em cima de um monte de caixas de papelão. Logo Lauren se aproximou, parece que ela é o garoto estavam mais disputando em si, do que qualquer coisa. Gritei quando as motos empinaram, fazendo assim eu olhar o asfalto. Quase desmaiei.

   - Última volta! - Nem percebi que já tínhamos chegado na largada. A velocidade alta continuava a aumentar e eu jurava que meu coração já estava na garganta.

   - DREEW! - Lauren, gritou.

   Logo a Moto estava empinada de novo e mais uma vez eu gritei, acho que depois de hoje se eu sobreviver, não terei mais voz.
   Olhei para frente, ao mesmo tempo que uma moto perdeu o controle fazendo o garoto rolar e a menina ser arremessada.

   - PARA! PARA! PARA! - Gritei para o menino, que freou bruscamente a Moto.

   Tirei rapidamente o cinto e saltei da moto. Corri até eles. Logo barulhos de sirene e ambulância surgiram. Todo mundo saiu correndo, mas eu continuei, a menina parecia desacordada. O garota que estava com ela levantou e subiu na moto novamente saindo dali.

   - Aonde você vai, volta aqui! Ajuda ela. - Gritei, mas ele já tinha saído.

   Voltei a me aproximar da garota, mas senti um corpo colidindo com o meu, era um policial tentando me prender.

   - Me solta, me solta - me debatia.

   Logo senti o corpo do polícial ser puxado, era ela.

   - Larga ela! - Empurrou o policial. - Vem sobe, anda. - Não pensei duas vezes e subi - cobre a placa, vamos. - Cobri e saímos dali.


  


Notas Finais


Xoxo docinhos 💕


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