História Paixão sem limites - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Flavia Pavanelli, Jack & Jack, Magcon
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Tags Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 162
Palavras 2.145
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - 14



– Flavia?
O tom preocupado de Cameron me espantou; abri os olhos depressa e os estreitei no escuro para vê-lo
caminhando na minha direção.
– Oi – respondi.
– Não estava achando você. O que está fazendo aqui? Não é seguro.
Eu estava de saco cheio daquele papel de irmão mais velho. Sabia me virar sozinha. Ele precisava
me dar mais espaço.
– Está tudo bem. Pode voltar lá e continuar com os seus amassos na mesa.
A amargura na minha voz era transparente. Não consegui evitar.
– Por que você está aqui? – repetiu ele devagar, dando outro passo na minha direção.
– Porque eu quero – respondi também devagar, olhando para ele com raiva.
– A festa é lá dentro. Não era isso que você queria? Um bar country com homens e bebidas? Se
ficar aqui fora, vai perder.
– Cameron, não chegue mais perto.
Ele deu outro passo na minha direção; agora, apenas uns dois centímetros nos separavam.
– Não. Quero saber o que aconteceu.
Alguma coisa dentro de mim deu um estalo e levei as duas mãos ao peito dele. Eu o empurrei com
toda a minha força. Ele cambaleou um pouco.
– Quer saber o que aconteceu? VOCÊ, Cameron. Foi isso que aconteceu.
Passei por ele pisando firme e comecei a andar em direção ao estacionamento escuro.
Uma pegada forte envolveu o meu braço e me deteve; dei um tranco para tentar me desvencilhar,
mas não adiantou. Cameron estava me segurando firme e não parecia disposto a me soltar.
– Que papo é esse, Flavia? – perguntou, puxando-me de volta até junto do seu peito.
Eu me contorci, lutando contra o impulso de gritar. Detestava o jeito como o cheiro dele deixava
o meu coração disparado e meu corpo latejando. Precisava que ele mantivesse a distância. Não que
ficasse esfregando em mim aquele corpo delicioso.
– Me solta – disparei.
– Só quando você me disser qual é o problema – respondeu ele, zangado.
Eu me debati nos seus braços, mas ele não cedeu nenhum centímetro. Que coisa mais ridícula. Ele
não queria ouvir o que eu tinha para dizer, mas mesmo assim eu queria falar. E sabia que iria afetá-
lo. Que estragaria toda aquela sua ideia de amizade.
– Eu não gosto de ver você tocar outras mulheres. E detesto quando outros homens apertam a
minha bunda. Quero que seja você a me tocar assim. Só que você não quer e eu preciso aceitar isso.
Agora me solte!
Libertei-me com um safanão e corri em direção ao Range Rover. Podia Ficar escondida ali até ele
estar pronto para me levar para casa.
Meus olhos começaram a arder por causa das lágrimas e corri mais depressa. Quando cheguei ao
carro, dei a volta até a lateral e me recostei ali, de olhos fechados. Acabara de dizer a Cameron que
queria que ele apertasse a minha bunda. Que burrice! Ele tinha me dado um quarto só meu e
oferecido a sua casa até o meu pai voltar para eu poder juntar dinheiro. Agora eu acabara de lhe
dar todos os motivos para me pôr para fora.
As travas do Range Rover se abriram com um clique e, quando abri os olhos, vi Cameron vindo na
minha direção a passos largos. Ele iria me levar para casa e me pôr para fora. Parou do meu lado e
abriu a porta traseira com um tranco. Ele iria me obrigar a ir atrás. Que humilhação.
– Entre ou vou jogar você lá dentro – rosnou ele.
Eu me sentei no banco de trás antes que ele me empurrasse. Só que ele não fechou a porta comigo
lá dentro. Pelo contrário: entrou atrás de mim.
– O que você está fazendo? – perguntei um segundo antes de ele me apertar contra o assento e
tapar a minha boca com a sua.
Bastou um movimento da sua língua para eu abrir os lábios. O contato do metal dentro da minha
boca era excitante. Nessa noite, o gosto de hortelã da boca de Cameron não estava misturado com mais
nada; eu poderia passar horas saboreando aquele gosto sem me cansar.
Ele segurou os meus quadris com as duas mãos e me mudou de posição até uma das minhas pernas
Ficarem em cima do banco, com o joelho dobrado, e a outra ainda no chão. Separou as minhas
pernas e se acomodou entre elas. Afastou a boca da minha e desceu pelo meu pescoço dando beijos
ávidos. Quando deu uma mordidinha no meu ombro nu, uma onda de excitação percorreu o meu
corpo.
Suas mãos então encontraram a barra da minha blusa.
– Tire isso – falou, e então puxou a roupa por cima da minha cabeça e a jogou sobre o banco da
frente sem tirar os olhos do meu peito. – Tire tudo, Flavia. – Levou uma das mãos às minhas costas
e, em menos de um segundo, abriu o meu sutiã, puxando-o pelos meus braços e jogando-o no banco
da frente junto com a blusa. – Foi por causa disso que tentei Ficar longe. Por causa disso, Flavia.
Não vou conseguir parar, não agora.
Ele abaixou a cabeça e pôs um dos meus mamilos na boca. Chupou com força, e senti uma
explosão entre as pernas. Dei um grito, agarrei os seus ombros e me segurei ali.
Vi quando ele pôs a língua para fora e fez o piercing de metal deslizar pela minha pele. Era a coisa
mais erótica que eu já vira na vida.
– Você tem gosto de bala. Garotas não deveriam ter um gosto doce assim. Que perigo – sussurrou
ele contra a minha pele, roçando o nariz no meu colo enquanto sorvia uma inspiração audível. – E
o seu cheiro é incrível.
Os lábios dele tornaram a encontrar os meus enquanto uma das suas mãos grandes cobria o meu
seio para apertá-lo de leve e, em seguida, beliscar o mamilo. Eu também queria sentir mais. Desci as
mãos pelo seu peito e as enFiei por baixo da camiseta. Tinha olhado para aquele peito o suFiciente
para conhecer exatamente o seu aspecto. Agora queria saber qual era a sensação de tê-lo sob as
mãos. A pele morna que cobria os seus músculos rijos era lisinha. Passei os dedos por cada dobra da
sua barriga tanquinho e decorei aquela sensação. Não tinha qualquer garantia de que aquilo fosse se
repetir, e queria tudo de uma vez.
Cameron levou uma das mãos às costas e tirou a camiseta, que jogou para o lado antes de voltar a
devorar os meus lábios. Levantei o corpo mais para perto dele. Nunca tinha Ficado sem blusa com
nenhum cara. Queria sentir o peito nu dele contra o meu. Ele pareceu entender o meu desejo e
apertou-me com força nos braços, puxando-me para junto de si. A umidade da sua boca tinha
esfriado o meu seio, mas o calor da sua pele me surpreendeu.
Gritei e o puxei mais para perto, com medo de ele se afastar. Tinha conseguido o que queria desde
que o vira na varanda com aquela menina. Era entre as minhas pernas que ele estava agora. Aquela
era a minha fantasia.
– Doce Flavia – sussurrou ele, puxando o meu lábio inferior para dentro da boca e o chupando.
Mudei de posição debaixo dele para tentar posicionar o seu pau duro entre as minhas pernas. Eu
latejava; queria sentir a ereção dele contra o corpo. Cameron desceu a mão para acariciar o meu joelho,
em seguida a fez subir pela parte interna da minha coxa. Deixei a perna abrir mais; queria-o mais
perto ainda. O meu desejo aumentava e saber que a mão dele estava perto de onde vinha aquela
sensação me deixava tonta.
Na hora em que ele deslizou o dedo pelo fundo da minha calcinha de seda, estremeci e soltei um
gemido.
– Calma. Só quero ver se lá embaixo é tão doce quanto o resto – disse ele com uma voz rouca.
Tentei dizer alguma coisa, mas não consegui fazer mais nada a não ser me lembrar de respirar.
Encarei os seus olhos cor de prata e os vi adquirir um brilho enevoado. Ele não desviou o olhar
quando enfiou um dedo por baixo da borda de renda da minha calcinha.
– Cameron – sussurrei, apertando o seu ombro sem tirar os olhos dos seus.
– Shh, está tudo bem – falou ele.
Eu não estava com medo. Ele estava tentando aliviar o meu medo, só que eu não sentia nenhum. A
excitação e o desejo eram demais. Eu precisava que ele se apressasse. Alguma coisa ia aumentando
dentro de mim que eu precisava alcançar. O desejo latejante crescia.
Ele enterrou a cabeça no meu pescoço e deixou escapar um longo e fundo suspiro.
– Que delícia – grunhiu.
Comecei a abrir a boca para lhe implorar que não parasse. Precisava dele. Precisava da liberação
que sabia estar próxima.
Ele fez o dedo escorregar por cima do meu sexo molhado e senti os dedos dos pés se curvarem e o
corpo se levantar de um jeito incontrolável. Foi quando o seu dedo me penetrou. Bem devagar.
Gelei, com medo da sensação que viria a seguir. Seu dedo grosso foi entrando mais fundo e tive
vontade de agarrar a mão dele e empurrá-la com mais força. Aquilo era bom demais. Demais.
– Caralho. Puta que pariu. Molhadinha, quentinha... tão quentinha. E, nossa, como você é
apertada.
A respiração de Cameron estava agora ofegante no meu pescoço e as coisas que ele me dizia só me
deixavam mais excitada. Quanto mais safadas as suas palavras, mais o meu corpo reagia.
– Cameron, por favor... – supliquei, controlando o impulso de segurar a mão dele e forçá-lo a aplacar
o desejo que latejava sob o seu toque. – Eu preciso...
Eu não sabia do que precisava. Apenas precisava.
Ele levantou a cabeça, subiu com o nariz pelo meu pescoço e deu um beijo no meu queixo.
– Eu sei do que você precisa. Só não sei se vou conseguir aguentar ver quando conseguir. Você me
deixou maluco, garota. Estou me esforçando muito para ser um bom rapaz. Não posso perder o
controle no banco de trás de um carro, porra.
Balancei a cabeça. Ele não podia parar. Eu não queria que ele fosse um bom rapaz. Queria-o
dentro de mim. Agora.
– Por favor, não seja um bom rapaz. Por favor – implorei.
Cameron soltou uma expiração entrecortada.
– Caralho, gata. Pare com isso. Eu vou explodir. Vou lhe dar o que você quer, mas quando eu
Finalmente entrar em você pela primeira vez não vai ser esparramada na traseira do meu carro. Vai
ser na minha cama.
Ele começou a mexer a mão antes de eu conseguir reagir e os meus olhos se reviraram nas órbitas.
– Isso. Goze para mim, doce Flavia. Goze na minha mão para eu sentir. Quero sentir você gozando.
Essas palavras me precipitaram pela beira do abismo que tanto vinha tentando alcançar.
– CAMERON!
Pude ouvir o grito alto que me escapou da boca enquanto eu me entregava à mais completa
felicidade. Sabia que o estava chamando, gritando o seu nome e talvez até o arranhando, mas não
conseguia mais me controlar. O êxtase era demais.
– Ahhh, isso. Isso, assim. Porra, assim. Que linda você é.
As palavras dele me alcançavam, mas eu me sentia muito distante. Quando recobrei os sentidos,
estava sem forças e com a respiração ofegante.
Eu me forcei a abrir as pálpebras para ver se o havia machucado com a minha reação
descontrolada ao que sabia ser o meu primeiríssimo orgasmo. Já tinha ouvido falar muito a
respeito, mas nunca conseguira ter um sozinha. Com certeza havia tentado algumas vezes, mas a
minha imaginação não era suFiciente. Depois dessa noite, estava certa de que isso não seria mais um
problema. Cameron acabara de me proporcionar material suficiente e ainda nem tinha tirado a calça.
Ergui os olhos e o vi me encarando, com o dedo na boca. Levei alguns instantes para entender que
dedo era aquele. O arquejo chocado que acompanhou essa compreensão fez Cameron dar uma risadinha
enquanto tirava o dedo da boca e sorria.
– Eu tinha razão. Essa sua bocetinha quente é tão doce quanto o resto de você.
Se não estivesse tão exaurida, eu teria enrubescido. Tudo o que consegui fazer foi fechar os olhos
com força outra vez. Ele riu mais alto ainda.
– Ah, doce Flavia, o que é isso? Você acabou de gozar gostoso na minha mão e deixou até uns
arranhões nas minhas costas para servir de prova. Não vá se fazer de encabulada agora. Porque, gata,
você vai estar nua na minha cama antes que esta noite acabe.
Entreabri os olhos para ele, torcendo para ter escutado direito. Eu queria mais daquilo. Muito
mais.
– Vamos vestir você de novo, depois vou procurar Bethy e ver se ela quer carona ou se já
encontrou um caubói para levá-la para casa.
Eu me espreguicei e consegui menear a cabeça.
– Está bem.
– Se eu não estivesse duro feito pedra, talvez Ficasse aqui admirando essa expressão preguiçosa e
satisfeita nos seus olhos. Gosto de saber que fui eu quem a provocou.
 



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