História Paixão sem limites - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Flavia Pavanelli, Jack & Jack, Magcon
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Tags Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 136
Palavras 2.292
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - 18



Cameron não começou com delicadeza: sua boca foi firme, exigente. Isso me agradou. Foi romântico,
foi real. Além disso, ele estava usando o piercing na língua. Eu não tinha reparado mais cedo, mas
agora senti. Aquele negocinho tornava cada movimento da sua língua atrevido. Era como saborear
algo que eu sabia ser proibido.
Ele segurou o meu rosto com as duas mãos. O ritmo dos seus beijos diminuiu, e ele então se
afastou sem soltar o meu rosto.
– Venha comigo até lá em cima. Quero lhe mostrar o meu quarto. – Ele deu um sorriso safado. – E
a minha cama.
Concordei e ele soltou o meu rosto. Segurou a minha mão, entrelaçou os dedos nos meus e
apertou. Sem dizer nada, ele me conduziu escada acima puxando com delicadeza, tamanha a sua
pressa. Quando chegamos ao primeiro andar, ele me imprensou contra a parede e me beijou com
sofreguidão, mordiscando os meus lábios e acariciando a minha língua com a sua. Recuou um
pouco e respirou fundo.
– Ainda falta um lance – falou, com a voz rouca, empurrando-me em direção à porta no final do
corredor.
Passamos pelo meu quarto e ele fez uma pausa. No início pensei que talvez quisesse entrar lá, mas
ele só parou quando chegamos à porta estreita no fim do corredor. Será que ali ficaria a escada que
levava ao seu quarto? Ele sacou uma chave, destrancou e abriu a porta, em seguida acenou para eu
passar.
Os degraus eram de madeira maciça como os da outra escada, mas eram íngremes e ladeados por
paredes.
Quando cheguei ao último degrau, congelei. A vista era de tirar o fôlego. O luar reٽetido no mar
proporcionava ao quarto o fundo mais espetacular que se poderia imaginar.
– Foi por causa deste quarto que falei para minha mãe comprar a casa. Mesmo aos 10 anos de
idade, já sabia que era um quarto especial – sussurrou Cameron atrás de mim enquanto me abraçava
pela cintura.
– É incrível – sussurrei.
Tive a sensação de que, se falasse alto demais, iria estragar o instante.
– Nesse dia, liguei para o meu pai e disse que tinha encontrado uma casa em que gostaria de
morar. Ele transferiu o dinheiro e a minha mãe comprou o imóvel. Como ela adorava a localização,
era aqui que a gente passava os verões. Ela tem uma casa em Atlanta, mas prefere esta.
Ele estava falando sobre si, sobre a sua família. Estava tentando. Derreti mais um pouco. Deveria
impedi-lo de se insinuar ainda mais para dentro do meu coração; não queria sofrer quando tudo
terminasse e ele fosse embora. Mas queria saber mais a seu respeito.
– Eu nunca iria querer sair daqui – falei, com toda sinceridade.
Ele beijou de leve a minha orelha.
– Ah, mas você não viu o meu chalé em Vale nem o meu apartamento em Manhattan.
Não, eu não tinha visto nem nunca veria, mas podia imaginá-lo nesses lugares. Tinha assistido
bastante a séries e filmes na televisão para saber como deviam ser. No inverno, podia visualizá-lo
diante de uma lareira acesa em um luxuoso chalé nas montanhas, com o chão lá fora coberto de
neve. Ou então relaxando no apartamento com vista para Manhattan. Talvez da janela desse para
ver a grande árvore de Natal que eles montavam na cidade todos os anos.
Cameron me virou para a direita até eu ficar de frente para uma cama king size. Era toda preta, tanto a
cama quanto a colcha que a cobria. Até os travesseiros eram pretos.
– E essa é a minha cama – disse ele, conduzindo-me até lá com as mãos nos meus quadris.
Eu não iria pensar em todas as garotas que já tinham estado ali antes de mim. Não iria pensar.
Fechei os olhos e bloqueei totalmente essa ideia.
– Flavia, mesmo que a gente só se beije ou converse, não tem problema. Eu só queria que você
subisse aqui. Para ficar pertinho de mim.
Meu coração cedeu mais um pouco. Eu me virei para encará-lo.
– Você não está falando sério. Já vi você em ação, Cameron Finlay. Não traz garotas para este quarto
imaginando que vão só conversar.
Tentei soar provocante, mas a minha voz falhou quando mencionei as outras garotas.
Ele franziu o cenho.
– Flavia, eu não trago ninguém aqui para cima.
Como assim? É claro que trazia.
– Na primeira noite em que cheguei, você disse que a sua cama estava lotada – lembrei-lhe.
Ele deu um sorriso de ironia.
– Sim, porque eu estava dormindo nela. Não trago garota nenhuma para cá. Não quero desonrar
este espaço com sexo sem importância. Eu adoro este quarto.
– No dia seguinte de manhã tinha uma menina aqui na casa. Você a tinha deixado na cama e ela
desceu de calcinha e sutiã para procurá-lo.
Cameron pôs uma das mãos debaixo da minha camiseta e começou a afagar as minhas costas com
pequenos gestos circulares.
– O primeiro quarto à direita é onde Grant dormia até os nossos pais se divorciarem. Eu agora o
uso como abatedouro. É para lá que levo as garotas, não para cá. Nunca aqui. Você é a primeira. –
Ele fez uma pausa e os seus lábios ameaçaram um sorriso. – Bem, eu deixo Henrietta subir uma vez
por semana para fazer a faxina, mas juro que não rola sacanagem nenhuma entre a gente.
Será que aquilo queria dizer que eu era especial? Que não era uma de muitas? Meu Deus, tomara
que sim. Não... tomara nada. Eu precisava cair na real. Ele não demoraria a me deixar. Os nossos
mundos não convergiam; nem sequer se aproximavam.
– Por favor, me beije – falei, ficando na ponta dos pés e encostando a boca na dele antes que ele
conseguisse protestar ou sugerir de novo que conversássemos. Eu não queria conversar. Se
conversássemos, iria querer mais.
Cameron me empurrou para cima da cama e cobriu o meu corpo com o seu enquanto enroscava a
língua na minha. Desceu as mãos pelas laterais do meu corpo até encontrar os joelhos, abriu as
minhas pernas e se acomodou entre elas.
Eu queria senti-lo mais. Agarrei a sua camiseta com as duas mãos e puxei. Ele entendeu a indireta
e interrompeu o beijo por tempo suficiente para tirá-la e jogá-la para o lado. Dessa vez eu tinha
espaço para explorar o seu corpo. Alisei os seus braços e os bíceps saltados e durinhos. Depois levei
as mãos ao peito e corri os dedos por sua barriga, suspirando de prazer com a sensação de cada
músculo rijo. Escorreguei as mãos para cima, contornei com o polegar cada um dos peitorais
trabalhados e senti os mamilos se retesarem. Nossa, como ele era gostoso!
Cameron recuou e começou a desabotoar a camisa branca do meu uniforme com gestos quase
frenéticos. Depois de abrir o último botão, afastou o tecido para trás e puxou o meu sutiã para
baixo até os meus seios pularem dos bojos de renda que os cobriam.
Ele pôs a língua para fora e acariciou um dos mamilos com a ponta. Passou para o outro e fez a
mesma coisa antes de abaixar a cabeça e enfiá-lo na boca de uma vez só.
Meu corpo se arqueou contra o seu e a rigidez que eu havia sentido roçar na minha coxa estava
agora alojada bem entre as minhas pernas, fazendo pressão no ponto exato que eu sentia latejar.
– Ah! – exclamei, esfregando-me no seu pau duro e desejando senti-lo mais ainda.
Cameron deixou o meu mamilo escapar da boca e, sem tirar os olhos de mim, foi baixando o corpo e
me deixou outra vez sem a pressão de que eu necessitava. Abriu o fecho da minha saia e começou a
puxá-la para baixo, devagar, junto com a calcinha. Não deixou de me encarar nem por um segundo.
Eu me ergui um pouco para que ele pudesse me despir com mais facilidade. Ele se sentou sobre os
calcanhares e me pediu para sentar também. Eu estava disposta a fazer qualquer coisa que ele
pedisse. Assim que me sentei, ele tirou o resto da minha blusa, abriu o meu sutiã e o jogou longe.
– Você nua na minha cama é ainda mais inacreditavelmente linda do que eu imaginei que seria... e
você não sabe o quanto eu já imaginei isso.
Ele tornou a se deitar em cima de mim, passou os braços por baixo dos meus joelhos e se
acomodou outra vez entre as minhas pernas. Só que ele ainda estava de short. Queria tanto que ele
tirasse... Ah!
Cameron tinha movido o quadril sobre as minhas pernas abertas e apertado bem no lugar que eu
precisava.
– Assim! Por favor!
Arranhei as suas costas; queria-o ainda mais perto.
Ele baixou o corpo e moveu as mãos para segurar a parte interna de cada uma das minhas coxas
enquanto beijava o meu umbigo e depois o topo do monte de vênus. Minha ânsia de puxar alguma
coisa foi tal que tive a impressão de que ele não tinha cabelo suficiente.
Seus olhos cor de prata relancearam para cima e se cravaram nos meus quando ele pôs a língua
para fora e fez o piercing de prata deslizar bem em cima do meu clitóris. Gritei o seu nome e
segurei o lençol embolado para não cair da cama. A sensação que eu tinha era a de que poderia sair
voando feito um foguete por aquelas imensas janelas.
– Nossa, como você é doce – arquejou ele, abaixando a cabeça para tornar a me tocar com a
língua.
Eu já tinha ouvido falar naquilo. Sabia que existia, mas jamais imaginara que pudesse ser tão bom.
– Cameron, por favor – choraminguei.
Ele parou de me chupar. O calor do seu hálito banhava o latejar que ele mesmo havia provocado.
– Por favor o que, gata? Fale para mim o que você quer.
Balancei a cabeça de um lado para o outro e fechei os olhos com força. Não conseguia dizer, não
sabia como dizer.
– Flavia, eu quero ouvir você falar – disse ele com um sussurro.
– Por favor, me chupe outra vez – falei, engasgada.
– Delícia – exclamou ele antes de tornar a deslizar a língua pelo meu sexo.
Então pôs o meu clitóris inchado inteiro na boca e me projetou em órbita no espaço. O mundo
explodiu em mil cores e a minha respiração parou quando o prazer atravessou o meu corpo.
Foi só quando voltei dessa viagem que reparei que Cameron tinha se afastado e estava se deitando
outra vez em cima de mim, agora nu.
– Já pus a camisinha; preciso meter em você – sussurrou ele junto ao meu ouvido enquanto abria
as minhas pernas.
Senti a ponta do seu sexo me penetrar.
– Caralho, como você está molhada. Vai ser difícil não entrar de uma vez só. Vou tentar me
segurar, juro.
A voz dele saiu com esforço e as veias do seu pescoço saltaram quando ele me penetrou um pouco
mais. Seu sexo me expandiu por dentro, mas foi gostoso. A dor que eu imaginara não existia. Mudei
de posição para abrir ainda mais as pernas e Cameron engoliu em seco e parou de se mexer.
– Não se mexa. Por favor, gata, não se mexa – implorou ele sem mover um músculo sequer.
Em seguida, penetrou mais fundo o meu canal estreito e eu então senti a dor. Tensionei o corpo e
ele também.
– É isso. Vou meter rápido, mas depois paro para deixar você se acostumar.
Concordei, fechei os olhos e estendi as mãos para segurar os seus braços. Ele recuou o quadril e
em seguida o projetou para a frente com um movimento seco. Senti uma dor quente e gritei,
apertando os seus braços com força e me segurando enquanto a onda varria o meu corpo.
Pude ouvir a respiração acelerada e ofegante de Cameron enquanto ele se mantinha totalmente
parado. Não sabia exatamente a sensação que um cara tinha, mas pude ver que não era fácil: ele
também estava sentindo uma espécie de dor.
– Tudo bem. Está tudo bem – sussurrei quando a dor diminuiu.
Ele abriu os olhos e me encarou. Seu olhar estava enevoado.
– Tem certeza? Porque, gata, eu quero muito continuar.
Fiz que sim com a cabeça, ainda segurando os braços dele, para o caso de a dor voltar quando ele
se mexesse. Ele recuou o quadril e tive a impressão de que estava tirando, mas então arremeteu
devagar e tornou a me preencher. Dessa vez não senti dor nenhuma. Senti-me apenas expandida e
completa.
– Está doendo? – perguntou Cameron, contendo-se outra vez.
– Não. Estou gostando – garanti a ele.
Ele tornou a recuar o quadril e então mergulhou fundo, arrancando de mim um gemido de
prazer. Aquilo era bom. Era mais do que bom.
– Você gostou? – perguntou ele, assombrado.
– Gostei. É bom demais.
Ele fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e soltou um grunhido enquanto começava a se
movimentar mais depressa. Senti a minha excitação começar a aumentar outra vez. Seria possível?
Será que eu podia ter outro orgasmo tão cedo assim?
Tudo o que eu sabia era que queria mais. Ergui o quadril para me encaixar no movimento dele e
isso pareceu fazê-lo perder o controle.
– Isso. Nossa, você é incrível. Tão apertadinha. Porra, Flavia, como você é apertadinha – disse ele
aos arquejos enquanto se movia dentro de mim.
Levantei os joelhos para poder envolver a sua cintura com as pernas e ele começou a tremer.
– Está chegando lá, gata? – perguntou, mal conseguindo falar.
– Acho que sim – respondi, sentindo a pressão aumentar dentro de mim.
Só que eu ainda não estava lá, porque no começo a dor havia diminuído o ritmo do meu prazer.
Cameron então pôs a mão entre nós dois e esfregou o polegar bem no meu clitóris.
– Ah! Isso, aí mesmo – gritei, agarrando-me a ele enquanto a onda me engolfava.
Cameron soltou um rugido, ficou rígido e totalmente imóvel, depois arremeteu dentro de mim uma
última vez.
 



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