História Paixão sem limites - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Flavia Pavanelli, Jack & Jack, Magcon
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Tags Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 115
Palavras 2.439
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - 22



– Nossa, garota – disse Jimmy, estendendo os braços para me segurar quando entrei.
Um soluço me escapou da garganta e me segurei para não perder o controle.
– Aquilo que aconteceu no salão foi cruel, mas poderia ter sido pior. Pelo menos Cameron apareceu
para resgatar você.
Jimmy afagou as minhas costas e me deu um abraço.
Eu não queria que ele soubesse o quanto eu era fácil. Não podia dizer que estava chorando porque
havia me transformado no segredinho sacana de um ricaço e não porque uma piranha maldosa
tinha me emporcalhado de comida no meio de um salão lotado.
– Volte lá para fora, Jim. Precisamos de mais gente servindo. Deixe que eu converso com a Flavia–
disse Woods, entrando na cozinha.
Jimmy me deu outro abraço apertado. Em seguida, franziu o cenho para Woods antes de pegar
uma bandeja e se encaminhar para a porta.
– Seja gentil com a minha menina – falou ao passar por Woods.
Meu chefe não respondeu. Apenas ficou me observando. É isso, pensei. O grande momento de “a
culpa é sua, pode arrumar as suas coisas” tinha chegado.
– Eu me dei ao trabalho de avisá-la sobre a Sie, mas não foi nem culpa do Cameron aquela piranha
ciumenta ter agredido você – vociferou ele, balançando a cabeça de tanta repulsa. – Sinto muito,
Blaire. Essa foi culpa minha. Eu não esperava isso dela. É uma ex-namorada louca que não larga do
meu pé.
Ele não iria me mandar embora? Eu me recostei na bancada e respirei fundo.
– Com esse drama todo, não quero mais você no salão. Pode ficar aqui ajudando a preparar as
bandejas. Vou garantir que ganhe o mesmo cachê que receberia ficando no salão.
– Obrigada, mas posso trocar de roupa? – perguntei.
Precisava me limpar daquele escargot.
Woods sorriu.
– Pode. Vá lá no escritório e pegue um dos uniformes das meninas dos carrinhos. Todos os nossos
uniformes extras de garçonete estão em uso hoje.
Eu me afastei da bancada e segui para a porta.
– Não se apresse. Estamos segurando as pontas aqui, se precisar de um tempinho – completou ele
enquanto eu saía da cozinha.
Quando saí, Cameron e Sie estavam no corredor tendo o que parecia um bate-boca acalorado. Sie
me lançou um olhar gélido. Pude ver a expressão frustrada de Cameron; eu só estava causando tristeza
para ele. Não queria assistir àquilo. Eles podiam ter a sua briguinha familiar e esquecer tudo: depois
dessa noite, eu deveria ter dinheiro suficiente para me mudar. No dia seguinte arrumaria um lugar
para ficar, pois dormir sob o teto de Cameron seria impossível. Eu me virei e abri a porta que dava para
o lado de fora.
– Flavia– chamou Cameron.
– Deixe ela sair, Cameron – exigiu Sie.
– Não posso – respondeu ele.
A porta se fechou atrás de mim e tentei bloquear o que acabara de ouvir. Não precisava pensar ou
sequer cogitar que ele fosse lutar por mim.
A porta se abriu e ele saiu por ela.
– Blaire, por favor, espere. Fale comigo – implorou.
Parei e fiquei olhando enquanto ele corria e parava na minha frente. Não tinha nada para lhe
dizer, já falara tudo.
– Desculpe, mas você está enganada: eu não a ignorei lá no salão. Pode perguntar a quem quiser,
não desgrudei os olhos de você. Se alguém tinha alguma dúvida sobre o que sinto por você, o fato
de eu não conseguir parar de olhar para você andando pelo salão deve ter dissipado essa dúvida. –
Ele fez uma pausa, correu a mão pelos cabelos e murmurou um palavrão. – Aí vi a sua expressão
quando encontrou a Bruna com o Jace. Alguma coisa dentro de mim se rasgou. Eu não sabia o que
você estava pensando, mas entendi que percebia o quanto esta noite está errada. Você nunca deveria
ter vindo aqui servir os convidados, deveria estar ao meu lado. Eu quero você ao meu lado. Estava
tão tenso esperando alguém dar um passo em falso com você que praticamente me esqueci de
respirar.
Ele estendeu a mão e acariciou o meu punho cerrado.
– Se conseguir me perdoar, juro que nada desse tipo jamais vai tornar a acontecer. Eu amo a Sie,
mas cansei de tentar agradá-la. Ela é a minha irmã e tem umas questões que precisa resolver. Já disse
a ela que vou contar tudo a você. Há coisas que precisa saber. – Ele fechou os olhos e respirou
fundo. – Estou tendo que administrar o fato de que talvez você me abandone depois de saber essas
coisas e nunca mais volte. Isso me deixa apavorado. Não sei o que é isso que está acontecendo entre
a gente, mas desde o primeiro instante em que a vi eu soube que você iria transformar o meu
mundo. Quanto mais eu olhava para você, mais me sentia atraído. Por mais que eu chegasse perto,
não bastava.
Ele estava disposto a se abrir para mim e a me deixar entrar; não estava só me usando. Eu não era
só mais uma menina que ele comia e depois dispensava. Ele estava disposto a me revelar seus
segredos. Queria ficar comigo. Meu coração cedeu. Eu vinha me controlando e me esforçando
muito para impedir que Cameron o ganhasse, mas mesmo assim ele agora lhe pertencia. Vê-lo assim, tão
vulnerável, foi a última gota. Não consegui mais me segurar.
Eu havia ultrapassado o limite. Estava apaixonada por Cameron finlay.
– Tudo bem – falei.
Não havia mais nada a dizer. Ele tinha me conquistado.
Cameron estranhou.
– Tudo bem?
fiz que sim.
– Se você quer tanto ficar comigo a ponto de estar disposto a se abrir, então tudo bem.
Eu não iria dizer que o amava. Era cedo demais. Ele acharia que eu estava dizendo isso porque era
muito nova. Iria me segurar para não dizer até saber que era a hora certa. Talvez fosse mesmo
porque eu era nova demais, mas mesmo assim era o que eu sentia.
Um sorrisinho repuxou os lábios de Cameron.
– Eu acabei de abrir o meu coração para você e a sua única resposta é “tudo bem”? – indagou ele.
Dei de ombros.
– Você disse tudo o que eu precisava escutar. Agora estou fisgada. Você me fisgou. O que vai fazer
comigo?
Cameron deixou escapar uma risada grave e sensual e me puxou mais para perto.
– Estava pensando que transar no buraco 16 perto do lago seria legal.
Inclinei a cabeça como se estivesse pensando no assunto.
– Hummm... o problema é que eu preciso trocar de roupa e passar o resto da noite trabalhando na
cozinha.
Ele deu um suspiro fundo.
– Que merda.
Beijei a linha do seu maxilar.
– Você precisa acompanhar a sua irmã – lembrei a ele.
Ele me abraçou com mais força.
– Só consigo pensar em estar dentro de você. Em ter você juntinho de mim e ouvir você dar
aqueles gemidinhos tesudos.
Ai, ai, ai. Meu coração se acelerou ao pensar nisso.
– Se pudesse, eu levaria você para dentro daquela sala, a imprensaria na parede e me enterraria
bem fundo aí dentro. Mas quando se trata de você não consigo dar uma rapidinha, você é viciante
demais.
Sua descrição tinha me deixado ofegante e pendurada aos seus ombros.
– Vá mudar de roupa. Eu vou ficar aqui, assim evito qualquer tentação. Depois a acompanho de
volta até a cozinha – disse ele, soltando-me devagar.
Precisei de um instante para me controlar antes de soltar os seus braços. Então me virei e entrei
apressada no escritório.
Não tornei a ver Cameron depois que ele me deixou na porta da cozinha com um beijo rápido. A noite
parecia não acabar nunca; eu estava exausta. Preparar comida era mais difícil do que parecia.
Depois que o salão ficou vazio e os móveis foram retirados, ainda tivemos que limpar tudo.
Três horas mais tarde, eram quase quatro da manhã. Praticamente cambaleei para a escuridão da
madrugada e segui em direção à picape. Parte de mim imaginava que Cameron fosse estar me
esperando, mas nesse caso ele teria que dormir no carro, o que seria ridículo.
Dei a partida na picape e segui em direção à casa dele. Não precisava trabalhar de manhã, então
poderia dormir. Tampouco precisaria encontrar outro lugar para morar. Assim que encostei o
carro, olhei para cima e vi que a luz do quarto de Cameron ainda estava acesa. O último andar da casa,
todo aceso, se destacava em meio à escuridão do resto.
Como a porta da frente estava destrancada, entrei sem fazer barulho e a fechei atrás de mim. Será
que Cameron ainda estaria acordado à minha espera ou acabara adormecendo com as luzes acesas? Será
que eu deveria ir para o meu quarto ou para o dele?
Quando subi a escada, encontrei-o sentado no chão, encostado na sua porta e olhando bem na
minha direção. O que ele estava fazendo?
Quando o seu olhar cruzou com o meu, ele se levantou e andou até mim a passos largos. Avancei
também ao seu encontro. Ele parecia desesperado, mas eu não conseguia entender por quê.
– Preciso que você vá lá para cima. Agora – falou, com uma voz tensa, descontrolada.
Meu coração disparou. Será que tinha alguém ferido? Será que ele estava bem?
Subi apressada atrás dele. Ele fechou a porta e trancou. Nunca trancava a porta. Então, antes
mesmo de subirmos a escada, ele começou a me agarrar.
Foi como se um homem primitivo o tivesse possuído. Ele desceu as mãos pelo meu quadril, alisou
a minha bunda e tornou a subir. Segurou a minha blusa e a arrancou; ouvi um botão se soltar e fiz
uma careta. Aquela blusa era do uniforme. Comecei a lhe perguntar qual era o problema, mas ele
tapou a minha boca com a sua e enfiou a língua lá dentro. Encontrou o fecho do meu short, abriu e
começou a puxá-lo para baixo. Os pequenos grunhidos excitados que ele dava fizeram o meu corpo
reagir: fiquei molhada entre as pernas e senti começar de novo o mesmo latejar urgente.
Cameron me derrubou para trás nos degraus, arrancou os meus sapatos e tirou o meu short e a minha
calcinha, então segurou os meus dois joelhos e os afastou. Não tive nem tempo de entender o que
estava acontecendo quando ele caiu de boca em mim e começou a lamber as minhas dobras e a
enfiar a língua lá dentro. Meu sexo, ainda sensível por causa da nossa transa enlouquecida da noite
anterior, se mostrou extremamente receptivo a cada carícia da sua língua. Comecei a gritar o nome
dele. Caí de costas, apoiada nos cotovelos, e fiquei olhando enquanto ele cobria as minhas coxas de
beijos e tornava a enterrar o rosto entre as minhas pernas, fazendo-me ofegar e implorar por mais.
– Minha. Você é minha – entoava ele como um possuído, recuando para me olhar lá embaixo.
Correu o dedo pelo meio do meu sexo com delicadeza, depois ergueu os olhos para me encarar. –
Minha. Essa bocetinha deliciosa é minha, Blaire.
Eu estava disposta a concordar com qualquer coisa, contanto que ele me fizesse gozar. Só que
antes queria que ele metesse em mim.
– Diga que ela é minha – ordenou ele.
Quando assenti, ele enfiou um dedo lá dentro e me fez soltar outro gemido.
– Diga que ela é minha – repetiu.
– Ela é sua, agora mete em mim, Cameron, por favor.
Ele arregalou os olhos, levantou-se e abaixou a calça de pijama que estava vestindo. Seu pau duro
surgiu, empinado e orgulhoso.
– Hoje vai ser sem camisinha. Eu tiro antes. Só preciso sentir você todinha – disse ele, levantando
os meus joelhos e se abaixando até encostar a cabeça do pau na minha entrada. Não enfiou tudo de
uma vez como eu esperava que fizesse. Foi entrando devagar.
– Está doendo? – perguntou ele, parando acima de mim.
Estava, um pouco, mas eu não ia admitir isso. Queria que ele perdesse o controle.
– Está uma delícia – afirmei.
Ele mordeu o lábio inferior e tirou devagar.
– Essa escada é dura demais para você. Venha cá.
Abaixando-se, ele me pegou no colo e começou a subir a escada. Nenhum cara nunca tinha me
carregado, e devo dizer que foi uma experiência maravilhosa. Ser carregada contra o peito nu de
Cameron foi incrível.
– Faz uma coisa para mim? – pediu ele, baixando a cabeça para dar beijinhos no meu nariz e nas
pálpebras.
– Faço – respondi.
Ele parou ao lado da cama e me abaixou devagar até os meus pés tocarem o chão.
– fique de joelhos e apoie o peito no colchão. Estique os braços acima da cabeça e deixe a bunda
arrebitada.
Hã... tudo bem. Não perguntei o motivo, pois já tinha entendido. Mantendo os pés no chão,
curvei-me para a frente e me posicionei na cama como ele pedira.
Cameron alisou a minha bunda e a sua garganta emitiu um ruído de aprovação.
– Você tem a bunda mais perfeita que eu já vi – falou, com um tom de veneração.
Ele segurou o meu quadril com as duas mãos e me penetrou devagar, puxando-me para junto de si
enquanto metia. Naquela posição conseguia entrar mais fundo.
– Cameron! – gritei, sentindo uma leve dor com aquela penetração tão profunda.
– Caralho, como eu estou fundo – grunhiu ele.
Ele tirou devagar e iniciou a já conhecida cadência do quadril. Eu me segurei nos lençóis à medida
que o meu corpo iniciava a escalada em direção ao orgasmo. Sabia o que estava por vir e senti
minhas pernas começarem a tremer por causa do prazer que ia se acumulando dentro de mim.
Cameron desceu uma das mãos até tocar o meu clitóris inchado e começou a esfregar o polegar ali.
– Nossa, como você está molhada – falou, ofegante.
Minhas pernas se retesaram no momento do orgasmo e comecei a arquear o corpo, sem conseguir
suportar a sensação de Cameron ainda me penetrando. O prazer foi tão grande que chegou a doer.
Antes de eu conseguir implorar misericórdia, ele me segurou pela cintura e tirou depressa.
– AAAHHH! – urrou, enquanto eu desabava na cama sem ver se ele tinha tirado antes de gozar.
– Gata, você nem imagina como a sua bunda está incrível agora – disse ele, ainda sem ar.
Sem forças para levantar a cabeça, virei-a de lado e olhei para ele.
– Por quê?
Uma risadinha grave brotou do seu peito.
– Digamos apenas que eu preciso limpar você.
Aos poucos entendi e um calor na minha bunda que eu não havia percebido antes de repente
chamou a minha atenção. Deixei escapar uma risadinha e enterrei o rosto nas mãos.
fiquei deitada e o escutei abrir a torneira e tornar a sair do banheiro. O calor da luva de banho
quando ele limpou o seu esperma de cima de mim era gostoso e, aos poucos, comecei a pegar no
sono. Estava exausta. Não sabia se um dia tornaria a acordar.
 



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