História Paixões Intocáveis - Capítulo 4


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Categorias As Tartarugas Ninja
Personagens April O'Neil, Donatello, Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Leonardo, Michelangelo, Professor Zayton "Fugitoid" Honeycutt, Raphael
Tags Donatelloxmichelangelo, Leoxraphael, Tartarugas Ninja
Exibições 56
Palavras 902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ficção Científica, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie gente!!! Tô postando hoje, porque minha mãezinha derrubou meu celular da geladeira e ele tá todo fudido, uma pessoa que lê sabe, eu cheguei ao ponto de quase dar um tapa na minha mãe, mas não fiz isso, eu tô brava faz muito tempo e tô postando agora porque eu vou dar uma parada de uma semana na fanfic do jeito que eu tô não tem como eu continuar e também meu celular tá todo fudido, eu não consigo ver o meu teclado direito. Espero que entendam.
A forma do desenho das tartarugas ninja ganharam!
Boa leitura, a capa do capítulo não está feita era para ser feita segunda e eu postar segunda, mas esse imprevisto ocorreu.

Capítulo 4 - Capítulo 3: O Choro do Ninja


Capítulo 3: O Choro do Ninja

~ Todos os direitos reservados dos personagens são de seus devidos autores, à história é somente minha de meu intelecto, não plagiar! Feito de fãs para fãs! ~ (Aviso: Essa história contém cenas de sexo entre irmãos, lemon e yaoi, homem com homem. (Pra pessoas machistas e homofóbicas: Se não gosta não leia e por favor vá tomar no seu  cuzinho! ;3)

~ GabiXRamos ~

✖ ❌ ✖

Você nunca quis causar confusão com o seu afastamento, mesmo que esse afastamento tenha sido repentino, nunca quis magoar ninguém, nunca quis confundir ninguém. Mas, ali estava uma prova que você o confundiu, confundiu os sentimentos dele, confundiu o amor.

Se é que sempre o amor dele fosse paternal, que fosse um simples amor de irmão.

Mas aquilo comprovava claramente que você o magoou, que você o confundiu, confundiu o senso de lógica e os sentimentos – que você deduziu por si só, serem de irmão – dele.

Mas agora você estava ali, ofegante, puxando o pouco ar que dividiam, com o rosto completamente corado e não tendo como fugir dessa situação, já que estava sentado no colo dele e tinha correspondido ao beijo, não tinha como negar que você aceitou, que você não fugiu, mesmo sabendo que esse constrangimento passava dos níveis que já passou em sua pouca vida entediante e chata.

Você aceitou que eram irmãos. Você aceitou, iria aceitar o desespero dele, iria aceitar que aquilo foi errado, iria aceitar Donnie reclamando e discutindo sobre isso, sobre isso ser errado, sobre por que agiria dessa forma, sobre por que você o correspondeu. Iria aceitar que sua vida nunca mais iria ser à mesma depois desse "pequeno" imprevisto.

Iria aceitar os socos, os chutes. Mas, eles não vinheram, não, Donnie era gentil demais. E você amava essa gentileza, essa forma delicada e máscula dele.

Ele apóia à cabeça em seu ombro esquerdo, evitando te encarar e você ainda sentindo lágrimas em seu ombro, você afaga a cabeça dele, tentando acalma-lo, não acreditava no que havia acontecido, não, não acreditava que não tinha sido você à ter feito "merda", já que estava começando à se acostumar com sua 'fudida vida.

Ele abraça sua cintura fortemente, e você morde seus lábios para evitar gemer, de novo.

Ele te puxa mais para perto e você coloca suas mãos no ombro dele evitando que ele 'cole seus corpos, não, não queria ele confuso, não queria Donnie sofrendo se culpando por ter beijado seu irmão, sua paixão não deixava você se aproximar, quebrar essa barreira de "irmão".

Não queria machuca-lo, machucar os sentimentos dele, co fundir o sentimentos paternos, de irmão.

Bem, você pensa que são de irmão.

Ele aperta sua cintura entre os dedos, à agarrando firmemente, e, tentando em vão, colar seus corpos.

Não, você não deixaria, não queria à confusão que mais cedo ou mais tarde chegariam.

Ele resmunga e solta sua cintura, tirando à cabeça de seu ombro e agora foi sua vez de tentar disfarçar o olhar, esconder seu rosto, não queria encara-lo, mas claro Donnie havia puxado um pouco de Raph, em questão de firmeza e, até um pouco de, teimosia.

Ele coloca a mão em seu rosto e o puxa, fazendo você, forçadamente, encara-lo, seu rosto com pouco requisitos de uma cor vermelha, agora explodiu em uma cor vermelha clara.

Os olhos dele ainda estavam inchados com o choro recente, ele estava com a faixa roxa e perto dos olhos ela estava molhada.

— Desculpe. - Ele volta à chorar. — Desculpe.

Você estava desesperado, não esperava isso, esperava um soco, um chingamento, algo brutal. Mas, estávamos falando de Donnie, Donnie jamais faria algo assim, bem, pelo menos no seu ponto de vista.

Você queria abraça-lo, mas se continha, pois sábia que se o fizesse sairia machucado, machucado porque sábia que seu irmão não sentia o mesmo, sábia que aquilo foi à adrenalina, Donnie queria afeto, queria afago, e isso levou-nos até isso, até esse pequeno acontecimento.

Você era um covarde, um verdadeiro covarde, queria fugir, fingir que nada havia acontecido, e tava aí uma boa ideia fingir, fingir que nada aconteceu.
Você pensou "pode ser como mágica, pufft e sumiu!". Mas não era bem assim, sua paixão, seu subconsciente jamais esqueceriam que isso aconteceu, não, você não deixaria, queria lembrar, sentir de todas às formas, que esse beijo foi real.

— Vamos fingir que nada aconteceu, Donnie. - Você sorri falsamente, e o rosto dele ainda se enchia de lágrimas, escorrendo como uma cachoeira, que parecia não ter fim.

Ele apenas asente, ainda chorando.

Ele te solta "completamente", mas você não queria sair daquele colo, não ali era confortável demais.

Mas, se obrigou à sair, já que era um completo covarde.

Se senta ao lado dele.

"Covarde, covarde!" Se subconsciente te chingava. E ele tinha completa razão, era um covarde de carteirinha assinada.

— Eu sou mesmo um grande covarde! - Sussurra para si mesmo, já pegando no sono, naquela parede fria, com seu irmão e sua paixão ao seu lado.

Um covarde era essa uma boa palavra para te definir, bom definir que você se tornou por essa paixão, um covarde.

Um completo covarde!



Notas Finais


Gostaram? Comentem por favor! Eu vou dar uma parada de uma semana na fanfic, se você leu as notas iniciais sabe.
Obrigada por ter lido e por estar acompanhando, obrigado a todos que estão comentando tá me motivando muito à continuar!!!


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