História Paladinos do Limoeiro - Capítulo 37


Escrita por: ~ e ~Liam_Matoso

Postado
Categorias Turma da Mônica, Turma da Mônica Jovem
Exibições 13
Palavras 1.256
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E chegamos ao fim de Paladinos do Limoeiro. Foram altos e baixos, choros e risos, mas finalmente chagamos aqui. Eu agradeceria muito se, nos comentários, vocês escrevem suas opiniões, críticas e sugestões. O que vocês gostaram ou não gostaram, etc. Mas não se preocupem, a próxima fic do universo PdL já está em produção. Em breve: Papa-Capim: Rei da Floresta. O que me dizem?

Capítulo 37 - Novos Paladinos


            Os cinco jovens saíram do elevador para o 96º andar da torre FranCorp, recém-reformado para se tornar um apartamento de luxo de quatro quartos. Cebola assoviou enquanto jogava sua mala em um canto.

- É... eu posso acabar me acostumando. Mas achei que os últimos andares fossem seus laboratórios particulares. Tem certeza de que não vamos atrapalhar?

- Relaxa. Aqui era só o laboratório de geologia, eu nunca usava mesmo. O andar de cima foi transformado num centro de treino, mas ainda pode ser usado para ciências biológicas. O 98º agora serve para experimentos físicos e químicos, nunca se sabe quando vocês podem precisar. O penúltimo sim mudou e atualmente é um centro de monitoramento da cidade e ciências tecnológicas, onde estão os seus novos uniformes e equipamentos. Eu também transformei a cobertura num hangar para o Pássaro Negro. Com seu novo modo de invisibilidade, vocês podem decolar daqui sem que ninguém perceba, mas recomendo que só testem à noite.

            Enquanto Franja continuava a discorrer sobre as novas mudanças com Cebola, Cascão se jogou no imenso sofá da sala e tratou logo de ligar o PlayStation 4 conectado à TV de 90 polegadas. Magali seguiu para a cozinha, querendo verificar se a geladeira e os armários já haviam sido preenchidos. Mônica decidiu escolher seu quarto primeiro, mas eram todos tão parecidos que ela decidiu simplesmente jogar suas malas em qualquer um deles. Mais tarde, traria seus bichinhos de pelúcia e pôsters e mudaria a roupa de cama para deixa-lo com a sua cara. Enquanto andava pelo corredor, viu uma luz escapar pelas frestas de uma porta e, antes que pudesse investigar, Nimbus saiu dela um tanto contente.

- Acabei de conectar meu Santuário a essa porta. Agora, se quiserem me procurar, é só passar por aqui.

- Legal, Nimbus, mas acho que não vai dar certo.

- Como assim?! Não vou deixar vocês só porque agora moram numa cobertura chique. Vou estar sempre, literalmente, há uma porta de distância.

- Não é isso. E que essa era a porta do banheiro, e eu meio que precisava usar agora.

O garoto olhou pra ela procurando por piedade. Ela não fazia ideia do quanto mexer com portais interdimensionas fixos era complicado.

- Agora, Nimbus!

Ele bufou e iniciou a árdua tarefa de desfazer a conexão entre os planos, desenhando com seus dedos símbolos arcanos no ar enquanto recitava encantamentos antigos.

            - Sintam-se em casa, pessoal! Se precisarem de qualquer bagulho científico, podem chamar o Professor Spada, ele concordou em guardar segredo. Não se preocupem, só ele e vocês podem acessar os elevadores até esses últimos andares.

- Ué! E por que não você, Franja?

- Eu queria evitar despedidas, mas hoje à tarde eu vou partir para a Inglaterra. Fui convidado pelo Professor Stein, um dos maiores especialistas em biotecnologia do mundo, para ajudar em um projeto misterioso.

            Logo, todos se reuniram novamente ao redor do cientista. Magali o pegou pelo braço.

- Não vai não. Você já ficou longe por anos, não pode abandonar a turma de novo!

- A pesquisa dele pode mudar a medicina para sempre. Eu tenho que ajudar. Além disso, vou manter contato sempre. Volto em no máximo um ano, eu prometo.

Os outros cinco o interromperam com um abraço em grupo, o deixando envergonhado. Cascão lhe deu um cascudo amigável, dizendo:

- É melhor manter contato mesmo, ou nós vamos atrás de você, não esquece. Ninguém pode abandonar o Clube da Luta assim do nada. E se não voltar em um ano, a gente vai até lá te sequestrar.

Franjinha riu. Mônica o abraçou um pouco mais forte, tomando cuidado para não quebrar sua coluna, e o levantou do chão.

- Vou sentir falta do meu CDF de estimação. Se cuida lá viu. E se não mandar umas fotos de Londres no Insta, eu vou ficar muito brava com você.

            Após mais algumas despedidas, Franja desceu novamente pelo elevador, com Cebola o ajudando a carregar as malas. Aproveitando do momento a sós, ele perguntou:

- É por causa da Marina, não é?

O outro jovem suspirou antes de responder.

- Olha, ela tá namorando outro cara agora e tá feliz. E eu não quero atrapalhar a felicidade dela, mesmo que sem querer. Mas eu não suporto ver os dois juntos sem ter vontade de explodir a cabeça dele. É melhor pra todos se eu sair de cena por um tempo e respirar novos ares. Talvez, se um dia eles terminarem...

- Esse é o problema, cara. Você pensa tanto que não consegue simplesmente ir lá e fazer. Eu sei que tem medo de cair na friend-zone, mas já é a segunda vez que deixa ela escapar por não conseguir tomar uma atitude.

- Eu sei. Tô ligado, mas agora já não adianta mais...

- E você acha que simplesmente se afastar vai fazer essa dor desparecer?

            - Olha só quem fala de tomar uma atitude. Você tá gamado na Dorinha e nem tem coragem de assumir.

- Quê?!

- Não se faz de inocente. Eu vi você secando ela. Realmente, só sendo cego pra não perceber. Por que não a chama pra sair logo?

- Meu trabalho é manter essa cidade segura sem me esquecer de fazer a lição de casa. Já tenho responsabilidade demais na cabeça pra ficar me preocupando com namoro. E você, principalmente, devia saber que emoções são só elementos químicos e impulsos elétricos entrando e saindo do cérebro, nos enganado para nos fazer reproduzir. Distrações que eu devo evitar se quiser me manter focado na minha missão.

            Eles passaram o resto do trajeto em silêncio. Ao sair do prédio, encontraram uma limusine à espera. Os dois guardaram a bagagem no porta-malas e trocaram um último soquinho antes de Franja entrar no veículo.

- A gente se vê, troca-letras.

Ele disse antes do carro partir na direção do aeroporto. Algumas horas mais tarde, a pessoa mais inteligente do planeta estaria voando sobre o oceano atlântico, e seu amigo estaria no penúltimo andar da grande torre, discursando.

            - Vocês estão aqui hoje porque se mostraram os melhores dos melhores, a nata da Iniciativa. Estou oficialmente os convidando para se unir aos Paladinos do Limoeiro como uma equipe auxiliar em situações de maior dificuldade. Mas preciso deixar bem claro que deverão obedecer às minhas ordens sem hesitação e que deverão fazer de tudo ao seu alcance para manter nossas identidades em segredo absoluto. E não vou mentir, vai ser perigoso. Podemos nos machucar e até mesmo morrer, mas se tudo der certo teremos a certeza de que estaremos fazendo do mundo um lugar melhor a cada dia. O que me dizem, gostariam de serem os Novos Paladinos?

Dos lados direito e esquerdo do líder, respectivamente, estavam Mônica, Cascão, Magali e Nimbus, trajados em seus uniformes coloridos. À sua frente, Marina, Titi, Jeremias, Manezinho, Tikara e Keika acenaram positivamente com a cabeça. Todos os seis usavam roupas completamente negras, mas também adaptadas às suas habilidades.

            - Desculpa a demora, gatão, mas o trânsito no caminho para cá estava horrível.

Disse a voz de Dorinha para Cebola. Ela havia acabado de sair do elevador e também vestia uma armadura negra, com um bastão às costas e os olhos vendados por uma fita vermelha. Ela sorriu para o garoto e parou junto dos outros convidados.

- Estamos prontos, chefia.

- É bom saber que todos aceitaram minha proposta. Mônica, gostaria de acrescentar algo?

- Obrigado, mas não acho que devo roubar o brilho do nosso líder.

Ela sorriu.

            - Nesse caso... PALADINOS, PLA PELEJA!


Notas Finais




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