História Palavras nunca ditas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Exibições 30
Palavras 573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, pessoas! Vim trazer, desta vez, mais uma tentativa de escrever uma long ou short fic NaLu. Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Palavras nunca ditas - Capítulo 1 - Prólogo

Felicidade. Algo tão simples e belo que demora uma eternidade para ser conquistado e um segundo para ser destruído. E nesse segundo, o mundo de Lucy virou de cabeça para baixo. 

Era simplesmente mais um jantar em frente à televisão, perguntando-se como estaria seu marido que novamente havia viajado em função de seu trabalho. Perguntaria-se no que compraria para o bebê que crescia em seu ventre já havia seis meses. 

Porém, antes que as perguntas passassem por sua mente, o telefone fixo tocou incessantemente. Com cuidado, a loira se levantou e foi até o aparelho estridente, pegando-o e atendo aquela ligação como atenderia qualquer outra. 

— Alô? Quem fala? — sua voz era preguiçosa e levemente rouca por passar tanto tempo sem conversar. 

— Sra.Dragneel? — uma desconhecida voz masculina soou do outro lado da linha, assustando a futura mãe. Afinal, o que iriam querer com ela às 21h45 da noite? E ainda a chamando pelo nome de casada? 

— Sou eu sim. O que deseja? — o pânico cresceu minimamente à medida que o homem não respondia, até quase explodir dentro de Lucy. — Isso por acaso é um trote? Se for eu vou ligar para a polícia agora! 

— Eu sou da polícia, senhora. — um longo suspiro pôde ser ouvido do outro lado da linha, seguido de um silêncio desesperador. — Seu marido, Natsu Dragneel, capotou o carro e foi encontrado morto dentro do veículo. Parece que ele bateu a cabeça e não resistiu... Recebemos uma ligação anônima contando sobre o acidente. — era perceptível a dificuldade que o policial possuía para relatar a notícia, mas manteve a frieza em sua voz. 

Lágrimas caíram do rosto de Lucy, molhando um pouco o chão ao seu redor. Ela pensou em gritar, mas sua voz não saía. Pensou em perguntar se era verdade, mas estava com medo de receber o duro "sim". Até pensou em desligar, porém tudo era verdadeiro demais. 

Por longos minutos, os únicos ruídos eram os soluços da loira e a respiração do homem do outro lado da linha. Ele ainda estava ali, dando-a um tempo para processar aquela informação difícil de se lidar. 

Durante esse tempo, Lucy se esqueceu de onde estava, de quem era e que havia um bebê inquieto remexendo-se em sua barriga. Sua mente ficou totalmente em branco, até que o policial limpou levemente a garganta, trazendo-a de volta à realidade.

— Aonde vocês estão? — sussurrou com a voz contida, fungando inúmeras vezes. 

— No início da cidade, do lado esquerdo da pista. Interditamos a área, mas estarei esperando pela senhora. Um carro da polícia deve ir buscá-la em alguns minutos. Meu nome é Louis, apenas se precisar. — disse rapidamente. — Estarei aguardando. — e desligou, simples assim. 

A ficha ainda não havia caído. Não dava para acreditar que Natsu não entraria mais em casa e a beijaria apaixonado, que não iria fazer um desastre na cozinha toda vez que cozinhasse, que não alisaria sua barriga querendo segurar o filho deles. Lucy se sentou no sofá e desligou a TV, sentindo seu rosto ficar cada vez mais molhado pelas lágrimas. 

Inúmeros minutos se passaram e uma buzina pôde ser ouvida em frente a casa. Era o carro que a levaria até o fim da linha, o final de toda a vida que ela conhecia. Lucy não queria isso. Queria viver mais um pouco na fantasia de que aquilo tudo era uma pegadinha e nada era real, por isso continuou sentada no sofá, aguardando por seu amado que nunca mais voltaria. 

 


Notas Finais


Obrigada por lerem! ^^


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