História Pánta. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Liga da Justiça, Superman
Personagens Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Damian Wayne
Tags Damian Wayne, Jon Kent, Yaoi
Visualizações 93
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Cap. 01...


-Jon... Não podemos fazer isso. -disse Kathy uma garota de cabelos loiros e olhos castanhos encarando o amigo com temor. Além da belíssima pele morena que possuía ela tinha um pequeno par de asas dourados, mais era tão rápida quanto qualquer um. 

-esta com medo?-perguntou zombando. 

 -e claro que estou... 

 -okay. -disse se colocando de pé e abrindo as asas, enormes de um branco vivido e puro. -vamos. -disse se jogando no fosso. 

 O fosso era o meio mais rápido de sair se que fossem visto. Era dali que eles jogavam traidores após cortarem suas asas. 

-ei... espera. -ela o seguiu. 

 Jon amava a sensação do vento batendo em seu rosto, e mais ainda amava ver os seres terrestres, as corres vivas da natureza, os sons da água dos rios. Ele já descia ali desde os seus sete anos, sempre escondido já que se alguém descobrisse corria o risco de ficar trancado novamente em seu quarto. 

 -ei, vai de vagar! -gritou nervosa. 

-oras, não era você a mais rápida da turma. -e realmente era, mais comparado a qualquer ser da realeza ela era extremamente lenta. 

 -aff, espero que encontre o Antante e ele devore as suas asas. 

Ah, sim o Andante a criança da lenda. A história que se iniciou pouco tempo depois que Jon completou três anos. Ele obviamente não acreditava em tudo aqui-lo, mesmo sendo algo tão recente. Ele sabia que qualquer um mandado para a terra morria em breve, ou pela queda ou comido por um animal. 

 -hm... -ele resmungou pousando na grama perto do rio. 

-até que em fim. -Kathy disse ofegante. 

 -decidi parar para você descansar. -falou brincalhão. 

 -nossa a água tá cheia de peixinhos. -disse se abaixando perto da água, Jon se juntou a ela para observar as pequenas criaturas que se locomoviam lentamente na água cristalina. 

 Um estranho barulho, Jon ficou em silêncio, Kathy ficou em alerta ao notar a reação do colega. O silêncio pairou no ambiente, o som calmo da água e de alguns insetos se tornaram mais nítidos, mais um barulho seguido de outro mais alto. 

 -vamos. -sussurrou Jon indo na direção do barulho, logo encontrou um cervo ferido, tão assustado e espantado quanto eles o encarando, havia uma espécie de lança cravada em suas costas. 

 -oh não. - Kathy se afastou um pouco, estava a ponto de chorar, Jon se aproximou calmamente.-cuidado. 

-calma... -ele disse quando o animal se encolheu quando ele se aproximou. -eu não vou te machucar. -conseguiu chegar o suficiente para tocar a lança. -eu vou tirar isso de você. -ele se posicionou mais antes que pudesse arranca-la sentiu um forte impacto no lado esquerdo de seu corpo foi jogado longe. -ah!!-gritou ao sentir o braço ser abocanhado por dentes afiados, um enorme lobo negro. 

 -Jon!! 

 -Fuja!! -gritou nervoso para a amiga, que por medo o obedeceu. 

-Eclipse retorne. -ordenou uma voz imponente, o lobo se afastou rapidamente de Jon o largando. 

 Ele se sentou para encarar o ser a sua frente. Possuía quase a sua altura, usava um capuz negro e pendurado nas costas uma espada, a cintura Jon viu o conjunto de facas bem afiadas prontas para serem arremessadas em suas asas se tentar fugir. 

 -hm... a... 

 -silêncio. -ordenou o outro e ele logo se calou, pode ver nitidamente os vibrantes e furiosos olhos verdes, traziam a mesma sensação de uma assustadora e perigosa tempestade. -o que fizeram a você? -disse se dirigindo tristemente ao animal. 

 O cervo já estava em seu limite, triste e sofrendo. O rapaz sussurrou algo em seu ouvido antes de enfiar uma faca de caça em seu coração. Jon observou a cena com medo e dó. Conseguia sentir a dor do outro no ar.

 -vai pagar pelo que fez. -disse nervoso retirando a espada das costas, Jon logo se colocou de pé. 

 -espera, não fui eu... eu estava tentando ajuda-lo. -disse assustado pronto para levantar voo. 

-como ousa mentir!-bradou nervoso indo para cima de Jon, que não exitou em fazer uma forte rajada de vento arremessando o outro para longe. O lobo tentou avançar nele mais o mesmo saio de seu alcance levantando voo. 

 -quer se acalmar e escutar!-pediu nervoso. 

 -Jon!! -gritou Bruce, Jon o olhou com espanto, se ele estava aqui então seu pai estava sabendo da sua breve fuga. 

 -senhor Wayne. 

 Bruce Wayne era não só o líder do exército de seu pai, como também braço direito e melhor amigo. O homem o olhou sério e severo, os olhos azuis profundos, e suas asas enormes e escuras, como a penumbra da noite. 

-o qu- o silêncio, ele notou a presença do outro, Bruce notará que mais guardas se aproximavam. -rápido vamos, você não deveria estar aqui. -puxou Jon para longe.

. . . .

 -Oh meu Deus, Jon quase me mata do coração. -Clack aproximou-se apressado abraçando o filho fortemente. 

 -eu estou bem. -disse Jon meio tristonho. 

 -olhe suas mãos e sua perna... seu braço!-pequenos ralados, mais no braços leve cortes nada muito sério. 

 -eu estou bem. -resmungou mais uma vez analisando os próprios machucados. 

 -o que aconteceu? Kathy disse que foram atacados por um lobo. 

 -sim... quando eu desci para ajudar um cervo ferido por uma lança ele me atacou, e... -Jon pensou por um estante e achou melhor não mencionar o estranho. -o senhor Wayne apareceu e o espantou. -disse olhando para Bruce que parecia grato a Jon por não falar sobre o estranho. 

 -entendo, Obrigado Bruce por traze-lo de volta. -disse sincero ao amigo que apenas acenou em resposta. -agora, o que deu em você? quantas vez será necessário castigá-lo para entender que não é para ir a terra? 

 -mais pai... 

 -espero que com esse acontecimento você tenha entendido o quanto é perigoso. 

 -sim... -disse abaixando a cabeça. -Jon. 

 -Sim, eu entendi pai. -disse levantando o olhar para poder encarar seu pai.

-ótimo, agora vá até Canini ela ira cuidar desses machucados. -disse empurrando de leve seu filho em direção a porta. 

 -você sabe que ele não vai te obedecer. -alertou Bruce ao amigo. -não pode mante-lo preso aqui para sempre. 

-eu farei de tudo para que Jon esteja seguro. -disse serio e com um tom de aflição. 

 -Clack como seu amigo e aliado eu acho... que deveria repensar sobre as barreiras. -o olhar nervoso de Clack fez com que o homem franzisse a testa. 

-Minha esposa morreu erguendo essas barreiras!-bradou em plenos pulmões. 

 -Eu também perdi muito coisa nesta guerra!! -relembro dos próprios sacrifícios. -mais... Jon precisa ver o que à além das fronteiras. -suspirou. -ele também precisa viver, aprender e ver com os próprios olhos tudo que este mundo tem a oferecer... um bom rei deveria saber disso. 

 -... -Clack suspirou pesadamente e observou os próprios pés. 

 . . . 

 -oi senhora Canini. -Jon se aproximou da velha senhora de os olhos dourados e cabelos platinados, a pele levemente enrugada. As asas já levemente caídas e cinzas aos poucos perdiam as penas mais ainda carregaram por um longo tempo. 

-olá pequeno Príncipe... então este foi o resultado do ataque de um lobo... hm... -ela se aproximou lentamente com a bengala em mãos. 

 -como soube?-perguntou curioso. 

-as notícias voam por aqui. -riu do próprio trocadilho. -leves arranhões, mais este roxo do lado esquerdo do seu estomago... hm, isso vai doer mais tarde. -Jon olhou para o próprio hematoma e se perguntou como não havia notado algo daquele tamanho. -Noah também lutou bravamente contra um lobo quando tinha a sua idade. -a sim Noah o único filho de Canina, Jon adorava ouvir as histórias daquele bravo aventureiro, e dona Canina adorava contar sobre o filho, que agora estava do outro lado da barreira possivelmente morto. -ele chegou em casa com uma mordida no braço esquerdo e três grandes arranhados do lado esquerdo do rosto que iam de sua sobrancelha a maçã de sua bochechas, quase perdeu o olho esquerdo... e eu pobre de mim quase tive um ataque do coração. -ela riu ao se lembrar da cena. -foi Joseph que cuidou dele. -ela sorriu passando a mão sobre o colar de penas Marrons, ao todo dez penas, todas dá asa de seu marido. 

 É de uma atinga tradição fazer um acessório com as penas das próprias asas para certa pessoa queria: três amizade, cinco noivado/namoro e dez casamento. Geralmente são os homens que dão as mulheres, mais a casos de mulheres que fizeram tal façanha. 

 -você acha que a barreira vai se quebrar... algum dia?-perguntou Jon receoso. 

 -tudo que se ergue um dia tende a cair. -ela alertou terminando seu serviço. -prontinho, esta pronto para mais um.-ela ri. 

-hm... Senhora Canini... -Jon pensou um tempo e então decidiu contar-lhe o novo segredo. -se eu te contar algo você promete não dizer a ninguém? 

 -claro, que tipo de amiga séria se contasse? -ela ri. 



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