História Pantarelas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Magali, Marina, Mônica
Tags Ação, Drama, Mistério, Revelaçoes, Romance, Roubos, Violencia
Exibições 33
Palavras 2.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal,
acompanho o gibi da turma da mônica jovem e tive algumas ideias para fanfic. Relembrando da edição da Pantarela, pude vê que daria uma ótima história, com suspense, mistério, revelações, história..tudo o que pode-se imaginar.

Então, acompanhe a leitura e caso goste deixe nos favoritos e claro:
Dê sua sugestão, opinião, dicas..tudo o que imaginar. Será aceita com boas-vindas e de braços abertos.

Capítulo 1 - As Pantarelas estão de volta!


Fanfic / Fanfiction Pantarelas - Capítulo 1 - As Pantarelas estão de volta!


Desde o dia anterior, Magali, Marina e eu não tivemos escolhas a voltar com o grupo das Pantarelas. Era necessário e precisavamos nos reunir de volta para cada barreira destruirmos juntas, já que algo bem diferencial está passando dos limites. Como a serpente desvalorizada da quinta avenida, entre outros acontecimentos importantes.
Mas claro que quando anunciamos a volta das Pantarelas a Denise não deixou de pirar com emoção e desterminação. Ela parecia surpresa e começou a contagiar contando algo como..

- Claro, monas, que serei a comissora, a comandante, a informadora, e sócia de vocês! - Denise contou, toda inspirada, parecia algo tão fluente. - Será preciso, para manter uma carreira tão dedicatória.

- Pode ir tirando o cavalinho da chuva, Denise! - Eu dei um belo de uma avacalhação nela, todo aquele entusiasmo é sem motivos. - Não precisamos de comissora, comandante, informadora e sócia para mantermos as Pantarelas. E isso não é uma carreira, é só um grupo para ajudar e colaborar no Bairro do Limoeiro.

- O que? Claro que não! É a vida famosa em jogo! Todos da escola estão surpresos com a iniciativa de vocês! Precisam controlar a popularidade.. - Denise me cercou massageando meus ombros por trás. -..e eu sou a pessoa perfeita para isso.

Ás vezes, a Denise passa dos limites com sua conversa. O grupo As Pantarelas não são lá grande coisas, é só um benefício para ajudar a manter o Bairro do Limoeiro em segurança. Afinal, espionar e deter pessoas contra o bem não é uma carreira.
Enquanto eu pensava, só pude ouvir Magali dizer algo de incentivo para nós. E convenhamos que não foi tão ruim sua proposta.

- Ah, Mônica..seria bom a gente ter a Denise no grupo como uma ajuda a mais. - Magali citou, apoiando firme em mim. - Como ela é uma fofoqueira nata, digamos que ela pode nos informar qualquer acontecimento com suas câmeras de segurança espalhadas por todo canto. E claro, ela pode até estrear nossas roupas e arranjar armas.

- Armas? - Marina, Denise e eu ditamos juntas.

- Calma, calma..não armas de porte com balas. São só alguns materiais para defesa pessoal..tipo.. - Magali pensou em possibilidades. - Ah, a Denise pode saber alguns produtos que na verdade sejam armas.

- Eu mesma, Denise Hoston, queridas! - Ela esboçou um sorriso maléfico. - Eu tive algumas ideias de apetrechos de meninas que na verdadem pode causar um estrago totalmente cruel nos vilões que vocês iram enfrentar. Claro que já tenho em mente ideias totalmente fantásticas para conseguir o necessário! A minha ideia é..

- Esperem aí. Não deviamos pensar a mais sobre o assunto? - Marina interrompeu, levantando-se do estofado da casa da Magali. - Sabe..não precisamos só de apetrechos. Precisamos de um uniforme, ideias, planos, e tudo isso não só poderiamos inventar juntas.

Magali se surpreendeu e logo veio a mente dela alguma ideia, com essa expressão facial era uma ideia daquelas boas, que vinham em momentos reais e precisos. Teriamos um longo dia..Magali nos puxou para longe e, sem sequer uma palavra dita pelo percusso, chegamos na padaria do Quim, lotada como sempre por bons visitantes e clientes satisfazendo o apetite. Adentramos e ela estacionou em uma das mesas vagas, próxima ao balcão de atendimento. Vários garçons rondavam pela padaria atendendo a muitos.

- Ei, fofis, que ideia maluca é essa de acelerar e fazer meus pézinhos caminharem a essa correria toda? Que deselegância, querida. - Denise reclamou, massageando seus pés na sua all star cano alto, revestida com couro preto e uma tinta bem especializada para esse tipo de sapato.

- Ora, porque aqui, vamos discutir sobre várias coisas. Não na minha casa..bem..digamos que aqui temos lanches e podemos pensar melhor sobre o assunto..se me entende..haha..ér.. - Magali mudou a rota do assunto e pediu ao garçom quatro waffles com cobertura a chocolate. Pareciam delíciosos, vindo da padaria do Quim tudo se tornava bom. - O que é mesmo que você falou lá em casa, Marina?

- Eu estava falando que.. - O garçom, em poucos segundos já trouxe o pedido. Foi tão rápido assim? O estoque devia ter acelerado. - ..como eu dizia, se formos bolar planos precisariamos do Cebola. De ideias gêniais, da Isa e do Franjinha. De vestimenta e apetrechos, da Denise..

- Eu entendi o que você está tentando dizer, Marina. - Interrompi-a antes de quaisquer palavras. - Sim, a turma inteira pode nos ajudar! Não apenas nós quatro seriamos possíveis de tanta coisa para providênciar. Mas discordo em uma coisa..todos planos "infalíveis" do Cebola acabam falhando. E isso é verídico.

- Devemos concordar com a Mônica..os planos do Cebola não são lá confiáveis. Sempre tem um final tragédico.. - Magali concordou, e todas meninas cruzaram com um olhar sincero. Não deviamos sempre confiar em quem não deviamos, como por exemplo, o Cebola. Seus planos infalíveis tão falíveis acaba sempre dando um estrago.
Depois de muita conversa perdida fora, resolvemos pedir ajuda a turma. Mas não de um jeito que chegou já entrou. Iriamos abrir as inscrições na escola - com uma barraca montável que a Magali tem. Só precisariamos de uma placa, e as gritadeiras da Denise. Seria fácil e prático.

- Então, tudo combinado, meninas. Amanhã na escola, no intervalo, Magali traz a barraca, Marina os papeis de inscrição já imprimidos e com as papeladas para assinar e Denise traz o alto-falante. Já eu, irei constatar a turma desse projeto das Pantarelas! Irei organizar um tempo para enviar um e-mail a todos. - Eu disse, todas concordaram. - E agora vem a questão dos apetrechos e do uniforme.

- Opa, opa! Chegou minha hora de causar! - Denise se levantou apoiando os palmos na mesa. - E eu tenho ideias fantásticas para vocês, Pantarelas. Serão um sucesso para combater o crime..com bom estilo. E bons armamentos, claro! - Ela deu um giro e se sentou devolta. - Como por exemplo, não usaremos armas com balas..usaremos secadores de choque! Ao invés de usar as próprias mãos para nocautear alguém, usaremos o elástico enforcativo, e para prendermos alguém..rede contra armas, resistivel e confiável! Esses serão os apetrechos entre muitos outros.

- Uau! - Eu, Magali e Marina dissermos juntas. - Você tem bastante ideias..mas..aonde iremos arranjar essas coisas? Com tanta tecnologia, pagariamos milhões por cada peça. - Marina preocupou-se.

- E não é óbvio, Marina? Temos alguém que pode fazer isso: e com mais efeitos especiais, fofis! E você deve saber quem é, xuxu. - Denise citou - A louca, viu? O Franja toma conta disso, ele é nosso amigo, não daremos nada em troca por modernia.

- Você é quem acha, Denise. - Marina discordou com Denise. - Franja não faria nada gratuito..ainda mais com tanta coisa de alta tecnologia que iria gastar todo seu tempo. Somos apenas amigas dele! - Alertou.

- Certeza? - Magali, após terminar o seu waffle em poucos minutos piscou em direção a Marina. - Por mim, você não é só "amiga carismática" do Franja...e disso, todos concordam! - A Denise não pôde deixar escapar uma ótima risada contra a Marina. Ela, após motivação, riu mais um pouco e finalmente falou algo definito.

- Viu só, Cléopatra? Você namora o Franja, o inventor da turma! Cheio de inteligência com a ciência pronto para nos ajudar. Se toca, monamour. - Denise cruzou os braços.

- Ok, ok..vocês me convenceram. Mas não serei a única a ir pedir a ele, todas vocês iram vir juntas! - Marina deu um longo suspiro fortificado. - E claro..temos de ir antes das inscrições, mas o problema é que já vai anoitecer e ainda estamos de papo. Deviamos ir logo!

- Já vai anoitecer? Já anoiteceu, afinal, já é 21:20. Acho que pelo contrário, deviamos é voltar pra minha casa. Afinal, vocês não vão passar o dia lá, como marcado? - Magali se levantou e deixou a grana do valor dos quatros waffles na mesa.

- Concordo! - Eu disse. Após essa fala, todas nós nos levantamos e seguimos apé até a moradia da Magali. Digamos que é na segunda quadra, e durante o caminho, iamos tomar cuidado com o perigo que ocorre a esses horários.
O tenebroso dia se demonstrou quando a lua desapareceu nos cantos do céu pelas nuvens encarregadas. Trovões e relâmpagos caiam toda hora, fazendo o chão estremecer aos poucos - não ao ponto de causar um terremoto. Parecia que em breve iria cair uma tempestade, então aceleramos o passo.

- Ai, socorro! Se essa chuva pegar na gente eu vou parecer o patinho feio encharcado. Me queima Jesus, eu queria estar morta.. - Denise resmungou. Resolvi ignorar como a Magali e a Marina fizeram.

Ainda caminhavamos e mais trovões iam aparecendo. Começamos a sentir pingos de chuva cair contra nosso corpo, e em um passe de mágica um toró caiu. Estavamos na chuva, e como estava forte tudo se tornou nublado além do céu.

- Não enxergo nada! - Marina exclamou.

- Muito menos eu! - Magali e eu respondemos juntas, sincronizadas. Denise parou todo mundo ao ouvir passos por trás de nós.

- Quem está ai? Aparece, jacu. - Denise começou a zoar quem devia estar no seguindos. Ouvi uma risada familiar, mas não eram da Magali, da Denise e muito menos da Marina. Quem estava nos seguindo? Após momento de silêncio, Magali quebrou o galho:

- Apareça!

- Calma, turma, sou eu, Aninha com o Titi! - Eles apareceram por trás da nublagem. - Estavamos na padaria do Quim também, estavamos terminando nossa refeição e decidimos seguir vocês para irmos juntos! - Aninha explicou o assunto. - Afinal, podiamos dormir na sua casa, Magá? A casa do Titi é longe demais, e a minha então? Nessa chuva não tenho coragem de ir a sós, sem nenhum meio de transporte.

- Claro, Aninha! E você, Titi, pode vir também, lá em casa tem alguns colchões extras. Vão dá pra nós
eu acho.. - Magali deu uma risadinha inocente.

- Chega de faladeira, pessoal! Quanto mais antes chegarmos, menos frio e angústia. - Eu disse, e então voltamos a prosseguir o caminho. Por um instante, Marina nos parou refletindo e finalmente falou algo.

- Por esses instantes, deveriamos já estar em casa..será que pegamos o caminho errado?

- Eu acho que sim! - Eu disse.

Resolvemos dá a volta e pedir um táxi. O Titi procurou por seu aparelho e arranjou um meio de comunicação chamando o pedido. Em poucos minutos ele chegaria para nos buscar, enquanto isso, tinhamos de esperar em algum lugar. Alguma parada para que ele nos encontre, uma parada próxima. Não era problema, já que bem ao lado da pista havia alguns bancos, mais reconhecidos como parada de ônibus - transportes públicos.

- Vamos até a parada, antes que essa nublação toda nos engula de vez. - O Titi alertou, segurando firme na mão da Aninha atravessando a pista. Fui junto com o resto das meninas, que em um toque paramos pelo caminho por algumas buzinas que pareciam estar em alto-movimento. Iam atropelar a Aninha e o Titi! A Marina não pensou duas vezes sobre as Pantarelas. Nos unimos e corremos contra o tempo, seguimos até o meio da pista onde se localizava o Titi e a Aninha e os puxamos forte, em nossos braços, como a Marina fazia ginástica deu um certo pulo enquanto fazia uma corrente com seu cinto e pulamos por cima do carro. Na verdade, era o táxi a nossa espera. O motorista em grande velocidade saltou do banco enquanto freiou e estacionou o carro em uma calçada qualquer, próxima a nós.

- Poxa, me desculpem crianças..com essa nublagem toda, não pude vê vocês a tempo, só deu tempo para buzinar para atrair atenção de vocês. Peço perdão pelo transtorno! - O motorista do táxi surgiu em nossa frente. Assentimos e seguimos ao carro onde nos esfregamos para nos encaixar o máximo possivel naquele espaço curto.

- Apertem os cintos, monas! - A Denise ironizou sobre a situação.
Algum tempo depois, já em casa da Magali com um bom dinheiro gasto pela quantidade de pessoas que foram. O custo foi 60, e gastamos muito com esse investimento. Mas foi por uma boa causa, estavamos perdi na nublagem lá de fora.

- Ahh! Finalmente..lar doce lar! Não aquela mixaria de chuva deserta. Tem alguma panela d'água quente pra relaxar meus frágeis pés? - Denise, já sentada no sofá esticou-se.

- Não..mas não tire o foco da missão! Temos de falar com o Franja para os apetrechos e.. - Enquanto eu falava, notei os rostos do Titi e da Aninha. Estavam confusos. Suspirei e expliquei a eles o assunto do começo ao final:

- É o seguinte, Titi e Aninha..sabe quando anunciamos a volta das Pantarelas para cuidar e manter seguro o Bairro do Limoeiro? Então, precisamos de apetrechos, uniformes, e também vamos abrir as inscrições amanhã no colégio para quem quiser nos ajudar o nosso tril. A Denise é a nossa..como é mesmo? Ah, lembrei, a comissora, a comandante, a informadora, e sócia de nós. Por isso, ela teve algumas ideias para apetrechos de defesa pessoal, além do uniforme que utilizaremos. - Titi pareceu surpreso, mas a Aninha mais ainda.

- Ai meu Deus! Que fantástico! Eu quero me inscrever para ajudar vocês, Pantarelas, também! Vai ser no intervalo, não é? - Aninha segurou seu queixo com seus palmos, enquanto eu concordei com sua dúvida.

- Que maneiro, pô! Vou me inscrever também..mas..o que o Franja tem a ver com isso, garotas? - O Titi parecia mesmo interessado.

- Eu explico, platéia!
Como precisamos de apetrechos com tecnologia, iremos pedir ao Franja que façam isso por nós. Afinal, como iamos fazer tudo nós, sozinhas, sem nem ter ideia do que reagir? E claro, nem vamos pagar nada, chupa que é de uva sociedade! - A Denise não deixou de se gabar com suas gírias modernas. Eu dei uma gargalhada de sua insinuação com o cabelo. - Tá achando que sou palhaça, encalhada? - O Titi e a Magali tiveram de me segurar para não avançar contra a pivete. Deixei de lado e prosseguimos o assunto.

- É bem interessante. Mas..ele vai fazer tudo grátis? - Aninha comentou sua dúvida.

- Claro que sim!
Eu, como sou namorada oficial do Franja irei pedir esses favores. Sei que ele pode fazer isso por mim, não que eu seja uma aproveitada..é por uma boa causa, não? - A Marina disse, repleta de confiança. Ela conseguiu esse ponto positivo em poucos tempos..

- Irado! Mas enfim, tô caidaço, quebrado e com sono..onde tá os colchões? São infláveis? - Titi se levantou estalando o corpo preguiçoso que quase ia se deixando levar.

- Sim, são infláveis! Vou lá pegar no porão, vem junto, Mô? - Magali respondeu a Titi. Eu disse que sim e seguimos ao porão, sujo e abafado, após muita pesquisa arranjamos o necessário: os colchões infláveis. Enchemo-os na sala e preparamos pipoca e o filme do Homem de Armadura - o filme.

Passamos uma noite ótima com várias selfies tirada pela Denise, ia postar em seu Instagrão em pouco tempo para o pessoal ter uma noção da nossa diversão.
Como os pais da Magá foram passar uma noite romântica na casa de praia, ela ia ficar sozinha por um tempo, não pude deixa-lá. Irei dormir alguns dias com ela, e pelo jeito a Denise e a Marina também.
Dormimos em paz e aconchegados, ansiosos para amanhã. Como seria o dia? Nada era provável, só precisavamos de paciência.
 


Notas Finais


Então foi isso, pessoal! Caso gostaram, como eu disse, deixem nos favoritos. Ainda nessa semana posto os próximos episódios.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...