História Papai - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Daddy, Incesto, Jikook, Jimin!top, Maumdonamjoon, Namjin, Namjoon!top, Surubadeleve, Taegi, Vhope, Yaoi, Yoontaeseok
Visualizações 1.431
Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo repostado, houve algumas mudanças.

|boa leitura|

Capítulo 17 - Podemos superar juntos (repostando)


Fanfic / Fanfiction Papai - Capítulo 17 - Podemos superar juntos (repostando)

Segui até a porta e papai disse que qualquer coisa estaria no quarto. Olhei espantado e com uma interrogação enorme na minha cara.

Assustei-me, afinal eu imaginava todos, menos ele.

— Tae, precisamos conversar. – Sim, ele mesmo, o próprio Park Jungkook, quem eu mais precisei e simplesmente sumiu.

Tombei a cabeça pensando em mil maneiras de dizer que não, que não havia mais conversas, que ele precisava ir embora, mas quando Jungkook estendeu alguns papeis na minha frente eu fiquei curioso.

— Seja breve, eu realmente não quero ter que bater em você. – Dei passagem para o menor passar e fechei a porta logo em seguida.

Suspirei fundo, ver o meu “melhor” amigo ali me deixava triste, e bem, você não fica triste vendo alguém que gosta tanto.

— Eu... – O mesmo tentava encontrar as palavras para começar a se explicar. — Você precisa acreditar em mim, eu não queria que você pensasse que eu não ligava e que não fui atrás de você, Taehyung, no dia da festa.

Revirei os olhos com o que o outro acabara de dizer e simplesmente comecei a rir.

— Inacreditável, eu pude perceber que você estava preocupado e que tinha ido me procurar. –Posso ter soado um pouco/muito sarcástico, mas eu não estava nos meus melhores dias.

— Não foi só você que foi drogado naquela maldita festa! – Parei para encarar Jungkook quando ouvi o que ele havia acabado de falar. — Porra! Eu também fui enganado e... – Um suspiro, podia ver a angustia do menor. — Quando aconteceu aquilo com o Brad e eu disse aquelas asneiras, droga, como eu me odeio por ter dito aquilo para você. 

Jungkook tentava manter a coerência, mas eu podia ver que até respirar era difícil para o garoto. Onde ele queria chegar?

— Eu saí correndo e tomei umas e muitas, minha cabeça estava fervendo e eu me sentia um completo idiota... Só que depois que eu parei para pensar eu não tinha o porquê de me sentir daquele jeito! 

— Só, por favor, vai direto ao ponto, não estou com saco para toda essa sua historinha. – Passei a mão sobre as têmporas e molhei os lábios que estavam um pouco ressecados. 

— Quando voltei para onde o vi pela última vez, você não estava mais lá. Assustei-me afinal você não iria embora sem mim. – Jungkook estava nervoso e um pouco receoso pelo que falaria. — Daí fui a sua procura, e você não precisa acreditar em mim, apenas saber que eu fui sim atrás do meu amigo. Então me esbarrei com Yuri no segundo andar da casa, eu sentia que deveria ir ali, eu me arrependo tanto de ter insistido nessa festa idiota.

Jungkook começava a me assustar à medida que aquela conversa fluía, o que aconteceu afinal?

Eu não conseguia falar nada, a verdade era que eu não tinha o que falar.

— Perguntei se ele tinha te visto e o mesmo disse que você estava na parte das bebidas mais o Brad e os outros, só que eu estranhei porque já havia ido até lá a sua procura. Yuri insistiu e eu de bobo que sou fui, vai que você estivesse lá. – Sorriu nervoso, Jungkook começa a passar a mão nos seus pulsos e prende os papeis ao seu corpo. — Chegando lá você não se encontrava como eu já previa.

Então o mesmo me oferece um daqueles ponches, eu não poderia negar, que por ter corrido, tinha ficado com cede. 

— Jungkook... Não me diga que... – Aproximei-me apavorado segurando ambos os braços do menor. Meu amigo não olhava para mim, estava assustado com as próprias lembranças. — Você não tomou, não é? 

Eu queria tanto que a resposta fosse não...

— D-Desculpa, hyung, mas eu não pude evitar, eu estava muito assustado. Yuri era muito rude comigo, mesmo um pouco sem consciência eu podia “sentir” o que ele fazia comigo, por mais que não seja claro que ele tenha abusado de mim. Papai não viu nada anormal em minhas partes... Pensei que morreria ali. – Park agora sussurrara aquelas últimas palavras. — Quando “acordei” pude ver que estava em um quarto escuro, mas não havia ninguém comigo... eu chorei tanto, hyung, mas não podia ficar ali então saí do quarto e corri para bem longe foi aí que vi papai e os outros...

— Ah eu sinto tanto Jungkook... – Disse enquanto abraçava o menor, eu lá no fundo sabia que Jungkook não tinha me esquecido e que algo muito grave havia acontecido.

— Não sinta, eu me sinto ainda pior... já basta papai e mamãe que brigaram comigo por eu ter deixado me drogarem... Então você apareceu daquele jeito mais tio Hoseok e Yoongi, mas como eu ainda sobe efeito de drogas não pude fazer muita coisa. Papai queria dizer ao seu pai só que tio Hoseok não quis escutar... aí deu no que deu. – Jungkook sorriu de lado, mas aquele sorriso não era verdadeiro, meu amigo enfrentava seus monstros.

— Que papeis são esses? – Apontei quando nos separamos do abraço. De alguma forma pude sentir sinceridade em suas palavras, mesmo que ainda estivesse receoso com tudo que acontecera.

— Exame de drogas que papai fez quando ainda estávamos em Busan... Saiu hoje o resultado oficial aqui em Seul... – Estendeu e eu abri lendo cada paragrafo, mesmo que só entendesse o básico. — Eu precisava de provas para te mostrar caso você não acreditasse e me enxotasse daqui. – Deu de ombros.

— Seu idiota! É lógico que eu acreditaria Jungkook. – Dei mais um abraço, a verdade era que eu amava dar braços no outro, Kookie tinha sempre o cheiro de chocolates, simplesmente adorável.

— Me desculpa, hyung? Eu prometo que nunca mais irei insistir em festas outra vez... bom menos na sua que logo, logo chega. — Jungkook piscou e sorriu travesso, aos poucos estava tendo meu amigo de volta.

— Nem me fale, fazer dezoito anos é o mesmo que dizer adeus a regalias. – Joguei-me no sofá sendo seguido por branquelo que sorria radiante.

— Também não é para tanto Tae, pelo menos você vai ganhar presentes, vamos nos formar no colegial...

É pelo menos tive que concordar com o menor, mas as coisas estavam acontecendo tão rápido.

— Papai! – Disse assim que vi o maior, o mesmo estava arrumado, roupas sociais, o cabelo sempre impecável.

— Anjo, Jungkook. – Papai olhou o relógio e balançou a cabeça, bem estava atrasado para algum compromisso. — Bom, fiquem a vontade que vou me encontrar com Jimin, está mais do que na hora de resolvermos como ficamos. Tchau anjo, se cuidem crianças. – O mais velho me deu um selar e saiu, a minha cara e a de Jungkook era a mais engraçada de todas.

— Crianças? Seu pai estar de brincadeira com a nossa cara, não é? – Kookie bateu na testa e xingou Hoseok de todos os nomes possíveis.

— Calma, pelo menos sabemos que seu pai e o meu irão se entender, pelo menos é o que esperamos. – Sorri para o garoto que distribuía o mesmo sorriso.

— Eu senti sua falta hyung, esse mês foi doloroso, você não sabe da missa a metade. Mamãe entrou com uma ação judicial para me tomar de papai. Tenho tanto medo de deixar/perder Jimin. – Jungkook suspirou cansado, as olheiras embaixo de seus olhos denunciava o cansaço. — Ela descobriu o que eu e papai temos, por isso que ela quer fazer isso.

— Vem cá Kookie-ah. – Chamei o menor para ele sentar do meu lado, eu precisa mostrar que estaria ali para o que ele precisasse. — Vamos superar isso, mas para isso teremos que ficar sempre juntos, e não se preocupe tio Namjoon ajudará Jimin com tudo isso, e nós sabemos o quão bom é tio Namjoon, por isso que ele é o melhor advogado da Coréia. – Afaguei os cabelos pretos do menor, Jungkook sem dúvida não era o que estava pensando.

— Eu verdadeiramente sinto muito Tae, eu vou me redimir por tudo aquilo. Eu não quero perder a sua amizade tampouco sua confiança novamente. Obrigado por está esse anos todo comigo. Realmente sinto que podemos superar isso juntos.

E eu e o mais novo olhamos para o imenso teto, a única certeza que tínhamos era que para superar aquela festa precisávamos estar unidos. Apenas sinto muito pelo rumo daquela noite.


Notas Finais


Bom, deu para ver que mudei muita coisa principalmente o estupro do Jungkook, agora ele não foi mais estuprado, achei melhor até para mim... Espero que agora esteja legível á todos.

Me sigam e até sexta ^^


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