História Papai?? Mamãe?? - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Gaaino, Naruhina, Nejiten, Sasusaku, Shikatema
Exibições 149
Palavras 2.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora :\
Parece que só por que eu decidi postar a fic meu tempo encurtou
Enfim! Tenham uma boa leitura 0/ 😍 #AmeiOsComentarios

Capítulo 4 - Sérios Problemas


(...)

Sakura on

Alguns dias depois de fazer uma bateria de exames exigidos pela minha tia, descobri que minha gravidez está indo bem, más eu não posso deixar de me alimentar direito, senão posso num estalar de dedos, transformar uma gestação normal em uma de risco, e o fato de eu ser bastante nova aumenta muito os riscos que eu vou correr na hora do parto.

Com esses pensamentos levantei da cama, tomei um banho rápido, vesti meu uniforme e fui até a sala chamar o Sasuke.

— Sasuke. — Puxo o lençol e ele abre os olhos lentamente.

— Oque? Tá passando mal?

— Acorda! Se não vamos chegar atrasados na escola. — Ele mudou sua expressão séria pra uma preguiçosa.

— Não tô afim. — Fechou os olhos e voltou a dormir. Aff.

— Anda logo. Agora mais do que nunca nós temos que focar nos nossos estudos. Como você pretende sustentar o seu filho no futuro? — Ele levantou e foi até a cozinha, e eu fui atrás.

— Matar um dia de aula não arranca pedaço. Agora o que acaba com as minhas costas é dormir no sofá. — Ele me olhou com raiva.

— Vai se acostumando ou compra uma cama pra você, na mesma que eu você não dorme. — Depois que eu descobri que estou grávida. Nunca mais quero saber de dormir na mesma cama que ele.

— Hn. Depois de abusar do meu corpo me joga fora, você é má. — Desgraçado! Quem é a vítima aqui sou eu.

— Você até que tentou más não vai conseguir mudar de assunto. Mais eu não vou mais insistir. Se não quer ir, eu já vou indo. Tchau! — Não vou ficar pegando no pé dele, não sou mãe dele nem irmã mais velha.

— Espera! Vai de quê?

— De táxi. — Já estava com o telefone na mão.

— Aff. Me espera eu vou com você. — Não entendi essa mudança repentina. Mais já que ele decidiu ir, tanto faz.

Alguns minutos e ele estava pronto também, calça escura, tênis de marca, uniforme e uma jaqueta preta.

(...)

Depois de ouvir o sinal do intervalo, os alunos saíram desesperados da sala de aula como se tivessem presos em uma gaiola. Típico do ensino médio. Fiquei um tempo esperando os corredores ficarem menos movimentados, assim seria mais fácil ir para o refeitório.

Saí da sala tranquilamente como havia planejado, meio aérea mexendo no celular, quando alguem esbarra em mim.

— Ei. — Reclamei, mas engoli em seco quando vi uma ruiva conhecida, e pra aumentar meu azar, ela me olhava com uma cara nada boa.

— Fiquei sabendo que você andou se esfregando com o Sasuke... — Argh! Só me faltava essa.

— Então suas fontes não são confiáveis.— Depois de responder da maneira mais pacífica possível, tentei continuar meu caminho de onde eu parei. Más ela segurou meu pulso, pegou meu celular e atirou na parede, estraçalhando-o.

Depois de notar, que o objetivo dela não era só conversar, tentei correr, más ela me puxou pelos cabelos e me jogou contra o armário. Eu não podia me defender, qualquer esforço físico ou qualquer golpe que ela me desse podia causar um problema grave, tanto pra mim, quanto pra criança que eu carregava. Literalmente, eu estava com sérios problemas.

— Vadia! Cadela! Quem você pensa que é pra agarrar o meu homem? — Eu via que as mãos dela se fechavam em um punho. Olhei pro corredor e não havia sinal de ninguém. Não adiantava gritar. Eu tinha que me defender sozinha, principalmente por que não era apenas por mim e sim pelo meu filho ou filha.

— Karin, por favor, não faz isso. — Tentei uma última vez acalmar ela. Infelizmente não tive êxito.

Assim que ela tentou me acertar, desvio rapidamente e me levanto. Aproveitando que ela tomba pra frente, dou um soco a toda força nas costas dela, ao perceber que consegui fazer com que ela ficasse sem ar, aproveito minha chance e corro o mais rápido o possível na direção do refeitório.

Quase chegando ao meu destino, Karin consegue me alcançar. Pega meu pescoço com a mão esquerda e mais uma vez me pressiona na parede de modo violento, eu já sentia meu corpo fraco, por causa do esforço físico e por conta do enforcamento. Mais uma vez ela fecha a mão em um punho. Só que agora ela infelizmente vai conseguir.

Fechei os olhos esperando pela dor que não veio. Quando abro os olhos meio hesitante, vejo Sasuke segurando a mão direita da ruiva, com cara de poucos amigos.

— Posso saber oque você tá fazendo? — Ele puxa o braço direito dela e arranca o esquerdo que estava até então grudado no meu pescoço e a segura com violência.

Os braços da Karin prensados no meu pescoço era a única coisa que me mantinha de pé, então assim que foram tirados, caí sentada no chão. Sasuke empurrou a ruiva e foi na minha direção e me pegou no colo. Minha visão já estava começando a escurecer.

— Presta atenção no que eu vou dizer, porque eu não pretendo repetir. — Do nada começou a brotar um monte de gente más ele parecia tá pouco se lixando pra isso. — Não sou um cara covarde. Más se você encostar um dedo em um fio de cabelo dela, só mais uma vez... EU QUEBRO A TUA CARA!

Foi a última coisa que eu ouvi, antes de apagar...

(...)

Abro meus olhos lentamente, reparo que estou em um quarto de hospital, más não tinha nenhuma luz incomoda, a única luz que vinha era a do sol que entrava e iluminava o quarto, graças a janela aberta. Não precisava ser vidente pra saber em que hospital eu estava, eu só não entendia o porquê de eu estar alí. Olhei pro outro lado procurando uma resposta e vi Sasuke dormindo no sofá. Então me lembrei de tudo, de uma só vez. Naquela hora eu só queria saber se estava tudo bem com o bebê.

Quando eu iria acordar o moreno no sofá ao lado, minha tia entrou pela porta, ao seu lado, um homem alto de cabelos negros e uma mulher pouco menor que este de cabelos negro-azulados. Ambos tinham os olhos igualmente ônix, na minha opinião, um casal perfeitamente lindo.

Não precisava ser vidente pra saber que eu não tava entendendo nada. Porque que aquele casal estava ali? Não tinha nenhuma ligação com eles, olhei para o dorminhoco ao meu lado e me pareceu semelhante, olhei novamente para o casal e voltei meu olhar para o moreno. Repeti a ação inúmeras vezes. Más era muita semelhança, eles só podiam ser..

— Sakura! Querida. — A bela mulher se aproximou de mim com um sorriso nostálgico, como se me conhecesse. — Sinto como se estivesse frente a frente com Mebuki e Kizashi.

Olhei minha tia que também tinha a mesma expressão da mulher misteriosa. Expresso toda a minha confusão em uma careta. E todos os três a minha frente dão risada. Sasuke começa a despertar devido as gargalhadas.

— Como me conhece? E como você conhece meus pais? — Depois da minha pergunta ela se senta de lado na cama e me olha de um jeito tão, tão carinhoso, assim como minha tia me olhava as vezes.

Eu não sei o porque, más sempre que eu recebia aquele olhar, eu me sentia inteira, feliz, meu coração aquecia e batia a mil por hora, e eu gostava de sentir o que eu sentia. Talvez porque era desse jeito que uma mãe olhava para sua filha, com carinho, com amor. Quando ela me olhou daquela forma, fiquei levemente corada e não pude evitar de retribuir seu gesto que mexeu comigo, usando meus sorrisos mais gentis. Foi incrível, através de simples gestos, nós havíamos nos dado tão bem.

— Ambos seus pais eram nossos amigos desde pequenos. Eu e sua mãe éramos grandes amigas. — Ela falou agora olhando em direção a janela.

— Um tempo depois eu soube oque aconteceu com seus pais, e que depois você estava sendo criada por Tsunade. — Então ela me olhou mais uma vez. — Mais eu nunca pensei que a mãe do meu netinho fosse você, realmente fui pega de surpresa quando Tsunade disse que a menina que ela cuidou por todos esses anos era a mesma que estava do outro lado da porta. E realmente foi inegável, seus cabelos e seus olhos me fizeram te reconhecer de imediato.

Eu não sabia oque dizer, Sasuke acordou mais ficou calado ouvindo as explicações para que pudesse processar e assim como eu, entender toda a história. O casal e minha tia nos observavam esperando alguma reação que não veio, más me lembrei de algo importante, minha tia me conhecendo bem, respondeu antes mesmo que eu perguntasse.

— Não se preocupe, seu bebê está bem. — Ela deu uma pausa. De repente assumiu uma expressão severa no rosto. — Más daqui a duas semanas quando você sair daqui, não quero nem sonhar em ver você na escola novamente! Se Sasuke não tivesse chegado a tempo. Não! Nem quero pensar. — Ela não gritava, mas sua voz estava rude como nunca vi antes.

— Não ouse teimar, por que eu te conheço. Quero que preste muita atenção, colégio é um lugar cheio de jovens de todos os tipos, com os nervos a flor da pele, e você neste momento está frágil. Se mais uma garota histérica te atacar por crise de ciúmes ou qualquer outra coisa, você e o seu bebê não vão aguentar. Sua gravidez ainda não está num período estável. Por isso quero que você dê uma pausa nos estudos, só até essa criança nascer. — Seu olhar não parecia raivoso, parecia de súplica. Más eu entendia o porque dela ter tanto medo, por essa razão eu não iria me voltar contra aquela decisão.

— Pode ficar tranquila, não vou te contrariar. — Dei um sorriso para tranquilizar a todos que me olhavam com preocupação.

— Bem, nós temos que ir. Afinal, você precisa de descanso. — Disse a morena. — Ah! Já ia me esquecendo. Eu me chamo Mikoto Uchiha, e este é meu marido Fugaku Uchiha. Somos os pais desse teimoso desobediente. — Não pude aguentar rir da cara do Sasuke , quando levou um puxão de orelha da mãe.

Depois do casal Uchiha ir embora e minha tia também. Sasuke praticamente enfiou aquela sopa de hospital na minha garganta, poxa, eu só disse que não tava com fome e do nada ele se estressou, parecia que tava de TPM. Algum tempo depois e ele já havia dormido no sofá novamente. Bom, agora era o horário certo, já eram onze horas da noite.

Não sei se era delírio da minha cabeça, mas eu sentia algo estranho. Parecia que tinha algo próximo, algo que mudaria minha vida pra sempre, como se fosse uma presença. Um sentimento muito forte, só não sei se era bom ou ruim.

Assim que veio uma brisa forte da janela, trouxe junto de suas carícias transparentes o meu sono também. E sem nenhuma resistência, fecho os olhos lentamente...

Sakura off

Algumas horas antes...

— Tsunade-san. Sei que você criou Sakura sozinha, eu sei que não devia me meter, más não acha melhor contar pra ela? Afinal, uma hora os dois vão se encontrar. E se ela não souber ele pode acabar dizendo tudo da pior forma. — Disse Mikoto preocupada .

— Então vocês já sabem que ele voltou. — Tsunade deu um sorriso de canto, realmente não devia subestimar os Uchihas.

— Como se você pudesse manter isso em sigilo pra nós. — Disse Fugaku que até então se via calado.

— Realmente eu subestimei vocês. — Disse tentando esconder o nervosismo. — Eu sei o quanto ele pode prejudicar a saúde mental da Sakura, principalmente agora. Por isso já marquei de encontra-lo. Vou explicar tudo a ele. Mesmo que ele nunca tenha mostrado interesse por ela.

— Você não foi a única a perder as esperanças Tsunade. — Disse Fugaku. Más Mikoto se opôs.

— Vocês podem não acreditar mais. Mais eu ainda tenho fé que ele entenda o que realmente aconteceu, e crie os laços que ele já deveria ter formado com a Sakura... — A morena falou distante.

(...)


Notas Finais


Oque acharam?


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