História Papai Não Sabe - Capítulo 4


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Baekyeol, Bottom!chanyeol, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Homofobia, Hunhan, Hye-min Fanfics, Jongdae, Jongin, Kaisoo, Kris, Kris!fem, Kyungsoo, Lay!fem, Lemon, Luhan, Ot12, Papai, Segredos, Sehun, Suho, Sulay, Taoris, Top!baekhyun, Vizinho, Xiuchen, Xiumin, Yaoi, Zitao
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Palavras 1.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! ヽ(o^▽^o)ノ Sentiram minha falta? Eu senti muito a falta de vocês! Eu gostaria de agradecer todas as pessoas que favoritaram, comentaram e adicionaram à lista de leitura. Isso me deixa muito feliz e motivada!

Espero que gostem do capítulo de hoje, e não deixem de acompanhar minhas outras fics! Deixarei o link delas nas notas finais.

Beijinhos de morango com chocolate! (*¯ ³¯*)♡

Capítulo 4 - E l e ?


Eu nunca imaginei que pudesse mesmo pegar um caso como esse. É claro que já havia visto coisas piores, mas nada comparado. Não digo pelos danos físicos, mas sim pelos danos psicológicos. Aquele garoto precisava de ajuda. Precisava de alguém para fazer o que seu pai não fez: protegê-lo. E eu seria esse alguém.

Em nosso pouco tempo de conversa, consegui descobrir sua idade e outras coisas não tão importantes. Como eu pensava, ele ainda era muito novo: apenas 16 anos de vida. Era revoltante saber que mesmo sendo tão jovem, já sabia das maldades incontroláveis desse mundo cruel.

— Sede – o garoto olhou em meus olhos. — Água, por favor.

— Claro – sorri de modo gentil. — Aguarde um pouquinho, sim? Eu já volto, Luhan.

— Eu também estou com f- fome – as bochechas branquinhas ganharam um tom vermelhinho.

— Certo. Vou trazer comida pra você.

Ele assentiu fracamente, desviando seu olhar para um canto aleatório do quarto. Sua expressão estava mais calma, mas seus olhos me mostravam um vazio agonizante. Saí rapidamente, me recusando a ficar olhando aquilo por mais tempo.

Ao por os pés para fora do quarto, me deparei com dois pares de olhos sobre mim. Sendo um deles de Kyungsoo e o outro de Kris.

— Credo. Vocês parecem dois psicopatas – revirei os olhos. — Não acham que já passaram da idade de ouvir atrás da porta?

— Fique quieto, Byun – Kris estreitou os olhos. — Você vai me contar tudo com detalhes mais tarde. Fui clara? – assenti. — Ótimo.

— Eu vim aqui apenas para dar um aviso – disse Kyungsoo. — Mas é óbvio que fui influenciado por essa chinesa louca e curiosa.

— O que disse?! – a loira arregalou os olhos, cruzando os braços.

— Que você é uma louca fofoqueira – sorriu doce. — Conseguiu ouvir dessa vez?

— Seu…!

— Chega! Não temos mais idade para discutir por coisas bobas. Qual o aviso? – perguntei.

— Um investigador está na recepção acompanhado de um policial. Eles querem falar com o nosso novo paciente. Como você está responsável por ele, imaginei que deveria falar contigo primeiro.

— Você fez certo. Com licença – saí apressado, indo para a recepção.

Era sempre muito irritante lidar com investigadores. Eles pareciam não entender que os pacientes precisavam de repouso e muita tranquilidade para que pudessem melhorar e esquecer, por pelo menos algumas horas, o trauma que tiveram que passar.

Não foi difícil saber quem eram. Seus uniformes os destacavam entre os pacientes e funcionários, todavia, não os deixavam menos irritantes de se ver. Tudo que eu menos queria naquele momento era lhe dar com esse tipo.

— Olá – disse suavemente, chamando a atenção de ambos. — Eu sou Byun Baekhyun, responsável pelo paciente do quarto 23. O que desejam?

Meu olhar se direcionou ao de cabelos loiros – o investigador, provavelmente – mas pude sentir o olhar do policial queimando sobre mim. Aquilo me trazia um leve incômodo, mas preferi ignorar.

— É um prazer – o loiro me estendeu a mão e pude ver sua aliança na cor prata e com uma pequena pedrinha verde escura. Sorri de canto — Sou Kim Junmyeon. Investigador Criminal. Vim aqui devido ao caso do dia anterior; seu paciente foi vítima de um crime, senhor Byun. Estou aqui com o objetivo de conseguir informações sobre o que aconteceu.

Comprimi os lábios, suspirando em seguida. Sorri de forma irônica — E já não tem tudo o que precisam?

— Como? – o policial arregalou os olhos levemente.

— Vocês não são surdos. Tenho certeza. Creio que não será necessário falar com meu paciente, visto que o crime foi flagrado. Se vocês fossem mais espertos, se poupariam do trabalho de vir aqui – cruzei os braços, impaciente. — Apenas continuem mantendo o monstro que vez isso com aquele garoto atrás das grades e já está de bom tamanho.

— Senhor Byun, não vamos tolerar este tipo de comportamento – o investigador disse firme. — Se acalme. Precisamos do depoimento da vítima para continuar com o processo. Estamos apenas fazendo nosso trabalho.

— E eu estou fazendo o meu – retruquei. — Escutem, sinto muito se tiveram que vir para cá e, talvez, deixar suas esposas em casa sozinhas, mas não irão falar com paciente nenhum. Terão seu depoimento e o que quiserem, mas não hoje. Vão comer umas rosquinhas e sumam.

— Como ousa…!? – o loiro veio em minha direção, mas o moreno ao seu lado o segurou pelo pulso. — Me solte! Ou melhor, prenda esse garoto que acha que sabe de algo!

— Não vou fazer isso, e você também não – o policial disse, me surpreendendo. — Aquele garoto deve estar em choque. Ele não dirá muito, de qualquer forma. Vamos embora.

O investigador bufou irritado, mas assentiu. O policial olhou para mim, sorrindo em seguida.

— Eu deixei um número para qual você pode ligar na recepção. Quando achar que ele já está pronto para falar, ligue. Sou Kim Minseok, mas pode me chamar de Xiumin.

— Eu não acredito! Não pode estar paquerando esse cara na minha frente – o tal Junmyeon saiu resmungando, fazendo Minseok tossir envergonhado.

— Eu tenho que ir – o moreno disse baixo. — Até mais.

Apenas ergui minha mão, acenando. Palavras não eram necessárias em minha opinião; já tinha falado demais. Um leve arrepio me atingiu: poderia ter sido preso.

Tudo porque não sei controlar minha língua – às vezes. Mas Minseok tinha me poupado; havia me dado razão acima de tudo; permitido que Luhan pudesse descansar.

Ele era bom. Era diferente.

ஜ ❦ ஜ

— Isso está muito bom, obrigado – Luhan sorriu de forma doce, se deliciando com a sopa de legumes que eu havia trago para que ele pudesse se alimentar. — Ah… Eu estava com tanta fome.

— Imagino – ri. — Mas tente comer mais devagar, está bem? Não será bom para você se comer tão rápido assim. Vá com calma, pequeno, seu prato não vai fugir.

— D- Desculpe – as suas bochechas ganharam um tom rosado.

— Tudo bem, Luhan – sorri acariciando seu cabelo macio. — Não precisa se desculpar por algo tão simples.

— Meu p- pai me ensinou que devemos p- pedir desculpas e… – ele não fora capaz de continuar. Um soluço inevitável atravessou seus lábios, e logo suas mãos pequenas cobriam o rosto vermelho.

Ele estava lembrando de seu pai; lembrando dos momentos difíceis; lembrando que aquele que mais confiava o havia causados danos físicos e psicólogos irreparáveis. Sem hesitar, mas com leve receio, envolvi seu corpo com meus braços. Ao contrário do que esperava, Luhan me abraçou de volta, apoiando sua cabeça em meu ombro para chorar.

— Está tudo bem. Pode chorar se quiser. Apenas saiba que eu vou manter você seguro – garanti. — Eu vou manter você longe daqueles que te fizeram mal.

— Obrigado, obrigado – ele repetia incansável. — Muito obrigado.

— Não precisa agradecer – sorri. — Agora termine de comer, sim? Ainda tem muita sopa no seu prato, e eu só vou sair daqui quando ele estiver brilhando de tão limpo.

Luhan riu. Riu alto. Gargalhando diante minha piada; se divertindo. Naquele momento me lembrei que minha mãe sempre falava que até mesmo pequenas palavras são suficientes para mudar o dia de alguém.

Luhan voltou a tomar sua sopa, não falando mais nada, embora ainda desse algumas poucas risadinhas. E, por um breve momento, o sorriso largo de Chanyeol veio em minha mente. Sacudi a cabeça algumas vezes, tentando me desfazer de tal lembrança. Não que fosse ruim lembrar-me dele, mas não me soava bem fazer isso em pleno horário de trabalho.

— Baek! – um grito próximo ao meu ouvido me fez sair da minha linha de pensamentos.

Arregalei os olhos, pronto para gritar de volta, mas parei assim que vi Sehun na minha frente. E ele sorria de canto, olhando para mim.

Merda.

— O que está fazendo aqui, idiota? – questionei massageando meu ouvido. — Quem te deixou entrar nesse quarto?

— Vim te ver. E foi a Kris – ele deu de ombros. — Eu queria te… Oh! Olá – finalmente Sehun pareceu perceber a presença de Luhan.

O garoto corou e acenou tímido, desviando o olhar rapidamente.

— Como ele é fofinho – Sehun acariciou os cabelos de Luhan. — Qual o seu nome gracinha?

— Ei, ei, ei! – empurrei Sehun, ficando entre ele e Luhan. — Aqui, na minha frente, em um hospital e com um paciente? De jeito nenhum, Oh Sehun! Fique na sua.

— Não liga pra ele – Sehun me ignorou, olhando para Luhan. — Baekhyun às vezes se comporta como um velho. Mas esse velho vai ter que dar umas boas reboladas hoje.

— O que quer dizer com isso?! – questionei. — Olhe o que você fala!

— Relaxa – ele passou as mãos nos cabelos. — Vai ter uma festa na casa do JongDae. E não adianta dizer que não, você vai.

— Desde quando você manda na minha vida..?

— Desde que eu te comi naquele carro. Agora para de frescura e inventa uma desculpa pra ir embora – arregalei os olhos, olhando para Luhan que tinha as mãos tapando os ouvidos e as bochechas vermelhas.

— Fala baixo! – exclamei.

— Tá, tá – Sehun suspirou cansado. — Você vai, não vai? É claro que vai.

— E o que me faria ir?

— JongDae disse que quer nos apresentar o novo amigo dele. Se conheceram na faculdade. Um tal de… – o mais novo franziu o cenho como se tentasse lembrar. — Park Chanyeon… Yeun… Yean… Droga. Não lembro.

Meu corpo inteiro travou. Não… Não podia ser.

— Park Chanyeol..? – falei baixo, mordendo o lábio.

— Isso! – Sehun sorriu. — Park Chanyeol, exatamente.

Oh… Droga. 


Notas Finais


E então? O que mereço? Tapas ou abraços? (ノωヽ)

Se gostaram, me digam o que acharam. Assim eu posso saber se estão ou não gostando.

Perdão por qualquer erro, eu revisei mas sempre me escapa algo. (シ_ _)シ

Beijinhos de chiclete e abraços de banana! (づ ̄ ³ ̄)づ

Link das fanfics: ( ・ω・)☞

https://spiritfanfics.com/historia/olhos-do-coracao-9847326

https://spiritfanfics.com/historia/love-your-beta-8067646


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