História Papais Dourados - Capítulo 12


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Ikki de Fênix, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marin de Águia, Miro de Escorpião, Personagens Originais
Visualizações 33
Palavras 439
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Monstro em Baixo da Cama


Na Casa de Leão, a menina Alexia, de seis anos, encolhia-se debaixo da sua coberta com estampas de gatinhos. Acordara de um sonho pensando ter ouvido um barulho embaixo da cama, e estava com medo. Não mais querendo ficar sozinha, ela gritou:

_Paiê!

Como se fosse um raio, Aioria abriu a porta do quarto da filha e acendeu a luz, vestido com a calça branca do seu pijama favorito:

_O que foi, Lexi? – perguntou preocupado.

_Tem um monstro embaixo da minha cama!

O cavaleiro respirou aliviadamente, pois viu que se tratava apenas da imaginação fértil da filha. Ainda assim, viu a oportunidade perfeita para ensiná-la uma lição importante:

_Monstro? Não. Eu acho que não tem nada aí embaixo – disse ele apontando para o "esconderijo do monstro".

_É claro que tem – protestou Alexia ficando de pé em cima da cama.

_Se tiver, deve ser só um monstrinho bem pequeno.

_Não é não! É dos grandes – a menina de longos cabelos dourados disse gesticulando bastante.

Aioria sorriu e aproximou-se da cama dizendo:

_Então eu vou ver – ele levantou a coberta e enfiou-se em baixo da cama até a cintura.

_Tá vendo ele? – perguntou a menina, um pouco tensa.

_Não. Não tem nada aqui. Espere... Aaaahhh... Socorro! – Aioria começa a balançar as pernas, como se estivesse em perigo.

_Papai!

_Alexia... Fuja!

Os olhinhos azuis da menina arregalaram-se devido ao terror, mas ela não deixaria o pai sozinho com o monstro:

_Não!

A leoazinha pulou da cama e tentou puxar Aioria pelas pernas para tirá-lo de perto do "monstro". Ele disse:

_Não adianta! Ele somente irá embora se você não tiver mais medo dele – falou Aioria segurando o próprio riso e sacudindo as pernas ainda mais.

Alexia respirou fundo, estufou o peito e gritou:

_Pois eu não tenho mais medo de você, seu monstro feioso! Larga o meu pai agora!

Ela fechou os olhos e entrou também debaixo da cama, querendo enfrentar o monstro. Aioria sentiu orgulho da filha por esta enfrentar o próprio medo, e, segurando a mão dela, disse:

_Pode abrir agora os olhos, Lexi.

A menina hesitou um pouco, mas abriu. Vendo que somente ela e o pai estavam embaixo da cama, exclamou com espanto:

_O monstro foi mesmo embora!

_Foi.

Aioria ergueu-se e ajudou Lexi a fazer o mesmo. Ele colocou-a no braço e sentou-se com ela na cama.

_Os monstros vão sempre embora quando deixamos de ter medo, papai?

Aioria olhou nos olhos da filha e respondeu seriamente:

_Não, Lexi. Nem todos os "monstros" vão embora.

_Oh! – assustada, a menina agarrou o braço do pai, que continuou:

_Mas o importante é nunca deixar que o medo te impeça de proteger o que você acredita e todos aqueles que você ama. Entendeu?

Alexia assentiu. Depois, abraçou Aioria com força e disse:

_Eu amo você, papai.

_Eu também te amo, Lexi – declarou um derretido Leão.



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