História Papéis Trocados - Volume I - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~clara_anne_chan

Postado
Categorias A Bela Adormecida
Personagens Fauna, Flora, Malévola, Personagens Originais, Primavera, Princesa Aurora
Visualizações 4
Palavras 2.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap! E agr eu acho q esse ficou um pouco confuso... se tiver ficado alguém me avise! Okay, o motivo do nome do cap se alguém ñ tiver entendido é pq eles ja tinham se visto então são 'conhecidos desconhecidos' mas acho q todo mundo entendeu, né?

Capítulo 2 - Conhecidos, desconhecidos



Aurora estava dormindo quando ouviu gritos e músicas, ela acordou assustada e se levantou, foi até a sala onde as tias estavam sentadas no sofá e com o rostos inexpressivos fitando o nada.


- tias... oque houve? - perguntou Aurora


- a malévola... morreu. 


- ....ah...- ela disse


Ela voltou para o quarto lentamente. Não conhecia a tal bruxa mas por algum motivo ela sentia que conhecia ela e não tinha raiva nem nada parecido, era meio que um.... apego? Isso, apego. Será que é porque ela sempre ouvia a história da bruxa e de certo modo entendia ela? Aurora foi para a janela de seu quarto e viu de longe as luzes e ouviu as músicas de uma festa bem próxima ao castelo do rei" será que ela era tão má assim?" Pensou Aurora.

   

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Caspian estava encolhido na cama e com as mãos tampado os ouvidos, a música o incomodava. Cansado daquilo ele deu um grito e se levantou, saiu do seu "castelo" e ja ia se preparar pra voar lá pra cima ver oque estava acontecendo quando viu vários cidadãos em frente ao "castelo".


- C-Caspian... porque eles estão festejando? - perguntou uma fadinha


- festejando? 


- é...você não sabe? 


- s-sei. Mas eu também não entendi o porquê deles estarem festejando 


- príncipe Caspian... estamos com medo.


- medo? Hahah! Não tenham medo! Eu estou aqui! Venham entre!- disse ele com um sorriso 


Na verdade ele estava talvez com mais medo do que eles mas precisava se mostrar forte pois percebeu que ele era a coluna e se ele caísse todos caíam. Ele chamou todos para o castelo e começou a cantar e dançar com todos e por fim contou as grandes vitórias do Reino até todos dormirem ali mesmo no chão da grande sala e ele estava ali no meio dormindo com todos.


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Aurora acordou cedo e foi tomar seu café da manhã e suas tias estavam normais (ou seja, brigando) ela riu e terminou seu café. Tomou um banho e ajudou nas tarefas de casa. Sem nada para fazer ela decidiu sair. Brincou com alguns animais da floresta e foi novamente para perto do muro mas logo se afastou lembrando-se que malévola morava lá então resolveu ir até onde tinham feito a festa. Ela não precisou chegar exatamente lá para poder ver a cena bárbara que avistou ao longe. Mesmo sendo ruim ninguém merece tamanha barbaridade. Ela saiu correndo para casa.


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Era noite e Ja fazia dois dias que seus pais não voltavam Caspian estava muito preocupado. Subiu numa árvore e tentou ver o castelo onde seus pais tinham entrado. Ele tentou ver algo que parecia estar pendurado em um poste... era uma cabeça. Ele arregalou os olhos e pôs as mãos nos mesmos rapidamente os tapando-os e começou a chorar. Ele não consiguia acreditar que sua mãe tinha morrido e ainda colocaram sua cabeça pendurada num poste como se fosse um troféu. Ele chorou, chorou e chorou e a cena não saía de sua cabeça. Ele voltou para o "castelo" e se trancou no quarto, ele se abaixou em posição fetal num canto de seu quarto. Ele começou a lembrar dos momentos felizes que tivera com sua amada mãe, ele olhou para seu pulso onde tinha a pulseira de seis anos atrás.


- príncipe? - chamou um troll entrando pela enorme janela


- saia... - disse friamente


- mas...


- agora.


- príncipe, oque aconteceu? Ouvi chorar - perguntou ele preocupado se aproximando. O príncipe o olhou seriamente fazendo o troll ficar com medo o princípe nunca o tratou assim. Além de seus olhos estarem com a íris tão escuras que pareciam Pretas


- que ato arrogante de sua parte, se eu ja mandei sair é porque sua presença não me interessa. Então saia imediatamente antes que não responda por mim! - disse tão frio que o pobre troll pensou estar diante de um assassino. Com medo ele se retirou pasmo com a frieza do príncipe.


Caspian não queria mas ser fraco. Pela primeira vez viu a dor que a morte pode causar e chegos a conclusão de que se ele ser fraco ele se machucará e ser for forte ele machucará as outras pessoas. Ele se levantou e foi para o trono real e chamou todos os cidadãos do Reino. 


- infelizmente nossa amada rainha... m-morreu. E-Eu Príncipe Caspian irei assumir o Cargo de rei. E irei proteger vocês com todas as minhas forças. Como minha mãe também fez. Espero ser um bom rei. E... senhor Troll, peço-te perdão pelo meu comportamento. Eu... eu estava bem abalado, me desculpe?


- sim, prínci... rei Caspian! - disse o Troll


- não me perdoe apenas por ser rei. Quero ouvir seu sincero perdão.


- eu te perdoo, rei Caspian. Te entendo e sei que não me trataria daquela forma sem ter um motivo realmente serio- ele disse sorrindo


- não irá acontecer de novo, eu prometo.


" eles são tudo para mim, tenho que protege-los, mas os humanos... iram pagar, por tudo oque fizeram com minha pobre mãe" pensou o novo rei. Ele saiu de seu trono e vôo para uma árvore alta vendo se achava sua presa, pois pensava agora que ele era o caçador e o humanos suas presas.


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Aurora estava cavalgando em seu cavalo. Ela estava feliz pois se a Malévola morreu significa que o muro irá ser destruído e ela poderá finalmente ver oque tem lá. Ela foi em direção ao mesmo. Ela sabia que não podia sair durante a noite e muito menos para ir até o "tão temido muro" onde morava os cidadãos de Malévola. "Se malévola morreu, quem reina agora?" Pensou a

Aurora. Quando chegou ao local e saiu do cavalo uma imensa sensação de dejá vù a preencheu. Um rapaz em cima de uma árvore fitando o nada, "será que é o mesmo garoto?" Pensou Aurora. Caspian ouviu um barulho de cavalo e olhou para baixo de onde vinha o mesmo, ele viu a Aurora e sorriu, mas não um sorriso simpático mas sim um sorriso assustador. Aurora percebeu o sorriso do outro e o medo a dominou, a vontade de fugir era enorme mas estava paralisada, tinha medo de quebrar o contatoo visual entre eles e ele ataca-la. Caspian toma a decisão de ir até a garota, ele abre as asas e Aurora se assustou ainda mais, "é tão belas e ao mesmo tempo tão assustadoras" pensou Aurora, o cavalo se assustou com as asas do rei e fugiu, Aurora gritou para que ele voltasse mas isso só o assustou mais. Caspian desceu da árvore e ultrapassou o muro numa velocidade incrível. Aurora ia fugir mas Caspian fez uma algema com sua magia a prendou na terra, ele prendeu seus pés e suas mão impossibilitando-a de sair.


- tsc, tsc. Não vai fugir de mim. -disse olhando em seus olhos com um ar de superioridade. A morte da mãe fez Caspian se tornar frio, rude e talvez mau, porém apenas com os humanos, com seus cidadãos ele ainda era gentil e bondoso.


- p-por favor, jovem rapaz. Deixe-me sair! - Disse Aurora com muito medo e se arrependeu amargamente de ter ido até lá.


- hahahahah! - riu ironicamente - sair? Me dê um motivo bom o suficiente para fszer isso! - Pediu Caspian mesmo que não iria deixar mesmo se o motivo fosse enorme.


- o-oque eu te fiz? - perguntou Aurora ja chorando de medo


- talvez você nada, mas sua raça, muitas coisas. 


- MINHA RAÇA?! - perguntou zangada com o termo do Rapaz.


Caspian se assustou com o grito da menina e acabou perdendo o equilíbrio caindo no chão. Aurora riu e se lembrou perfeitamente daquele rosto assustado, " é o menino que eu encontrei quando mais nova" pensou ela. Ela logo ficou mas tranquila, o garoto parece ser bem medroso.


- n- não grite! - Caspian se levantou envergonhado


- eu te conheço! Você é aquele garoto que eu vi quando era criança! Aquele que caiu da árvore e quase morreu! - disse ela com a esperança do garoto poupa-la ja que o conhecia


- ... - Caspian franziu o cenho tentando se lembrar do acontecimento. Até que lembrou da vez em que quebrou a perna- você?! - disse furioso 


Aurora se encolheu, o menino em sua frente com os olhos que estavam claros ficou misteriosamente escuros. Isso a deixou curiosa.


- Por sua causa eu quebrei a perna! Humana insolente!- ele apertou mais as algemas - vai pagar! 


- p-por favor... eu não fiz nada! - disse grunhido de dor.


O rei apertou mais as algemas e empurrou a menina que caiu no chão. Com sua magia ele fez um chicote e deu um sorriso sádico para Aurora.


- p-por favor... eu te imploro!


- diga-me seu nome. Irei homenagea-la como minha primeira presa fêmea! - disse com os olhos fechados mas com o mesmo sorriso sádico nos lábios.


- A-Aurora...- disse ela ja desistindo de implorar. O rei imediatamente abre os olhos e encara aquela menina. Esse nome era familiar.


- Aurora? E-Eu ja ouvi esse nome...- ele arregala os olhos - É A...- foi interrompido por uma flecha em seu braço dando um grunhido de dor. Ferro. A única coisa que o machucava realmente.


Como o rei tirou sua concentração das algemas, elas sumiram fazendo Aurora ser liberta. Ela se levantou e saiu correndo, porém parou no meio da floresta. Ela sentia que ele não era mau e se escondeu atrás de uma árvore.

Caspian ficou furioso porque os dois guardas continuaram atirando, fazendo mais quatro flechas o perfurar, a sorte foi que nenhuma atingiu um local fatal. Com a adrenalina nem sentiu a dor. Ele usou a magia para tampar a boca deles e prender os dois guardas que viram oque ele fez com a menina. Eles tentaram se soltar porém não conseguiram. Caspian foi dominado pelo ódio e quebrou as pernas e depois os braços dos guardas. Ele foi quebrando osso por osso de cada um deles e por fim os matou. Queimou os corpos e depois da adrenalina ele caiu pois finalmente sentiu a dor.

Aurora receosa voltou porém foi astuta e chegou discretamente, quando ela viu a Menino caído foi correndo ajuda-lo.


- t-ta tudo bem? - Aurora perguntou se ajoelhando e botando a cabeça do rapaz em cima de suas pernas.


"Não acredito que ela voltou...Que menina burra!" Pensou Caspian, logo em seguida fazendo uma careta de dor.


- estou com cinco flechas feitas de ferro grudadas em mim. Não poderia estar melhor! - disse zangado e irônico.


- d-desculpe-me. Vou ajuda-lo. 


Caspian não acreditou na garota. Ele se impressionou quando ela começou a tirar as flechas de seu corpo"É-é sério? Está me ajudando Mesmo depois de quase mata-lá" pensou o rei. Aurora não sabia o porquê de estar ajudando o garoto, apenas sentiu pena do mesmo. Ela percebeu que ele a olhava de forma estranha.


- o-oque foi? - ela perguntou 


- por que está me ajudando? 


- eu não sei.


- menina tola. - disse ele logo após bufando e olhando as estrelas.


 Então finalmente ele se tocou que estava fora do muro. Ele virou o rosto bruscamente olhando para a floresta. Ele deu um sorriso enorme e seus olhos ficaram claros.

Aurora olhou para o rosto do Rapaz e viu ele sorrindo com os olhos brilhando ela sorriu com a cena.


- vou poupa-la da morte - disse Caspian de repente 


- o-obrigado - ela agradeceu feliz 


- não se alegre, Aurora. Ainda irei puni-la. Você será minha escrava temporariamente.


- o-oque?! - ela se assustou 


- aff, humana burra. Eu disse que você sera minha escrava temporariamente! - repetiu impaciente. Por fim ele sentiu a última flecha sair.


- não! 


- não reclame, Aurora. - disse se sentando.


Aurora ficou indignada mas não disse nada, estava com medo de ele mata-la.


- ahh... obrigado, Aurora. - ele se levantou ja curado. - vá para sua casa, amanhã á tarde esteja aqui.


- mas...


- vai agora! - disse e vôo de volta para o muro.


Aurora voltou para casa confusa, não sabia exatamente oque sentir, será que sentia raiva ou alívio? Medo ou pena? Talvez ela esteja sentindo todos ao mesmo tempo. Entrou em casa lentamente e foi para o quarto sem fazer nenhum barulho. Se deitou na cama ja com sua camisola e fechou os olhos " que dia foi esse?" Perguntou para si mesma antes de dormir.

Caspian voltou para o "castelo" e foi para o quarto. Se trocou e depois se deitou" hoje foi um dia bem estranho. Eu fui coroado rei, matei dois humanos, saí do muro e foi atingido por cinco flechas de ferro mas nem liguei, só conseguia me concentrar em Aurora. Aff, que dia foi esse?! " pensou o rei antes de cair no sono.


Notas Finais


Ate o próximo! Adios!


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