História Paper Hearts - Capítulo 45


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Depressão, Drama, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Romance, Suga, Suícidio
Exibições 121
Palavras 981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, sou eu. A autora dessa história, eu tô viva. Ces lembram de mim? ;-;

Ok, desculpa por esse hiatus LONGO pra caralho, mas é que eu realmente não estava com inspiração para essa fic.

O capítulo ficou pequeno, mas a fic também está na reta final, então tudo bem. Espero que gostem :3

Capítulo 45 - Talvez egoísmo não fosse tão ruim assim...


Fanfic / Fanfiction Paper Hearts - Capítulo 45 - Talvez egoísmo não fosse tão ruim assim...

Não demorou muito para Jungkook dormir. Ele ainda estava se recuperando da cirurgia, e os remédios que ele tinha tomado anteriormente ainda pareciam fazer efeito. Acariciei seus cabelos, beijando sua bochecha antes de sair do quarto.

 

– Como ele está? – Yoongi perguntou com expectativa, ao me ver sair do quarto. Caminhei até ele, parando a sua frente e sorrindo. Era engraçado ver Yoongi e toda essa preocupação dele. Algumas vezes ele podia não demonstrar, mas todos os seus amigos eram importantes para ele.

 

– Está melhor do que eu esperava. – Aumentei meu sorriso, e Yoongi deixou um suspiro aliviado escapar por entre seus lábios. – Eu estava esperando ele dormir para que nós saíssemos sem preocupá-lo.

 

– Onde nós vamos? – Ele perguntou, arqueando uma sobrancelha, confuso. Eu passei a andar pelos corredores, e ele correu um pouco para me alcançar. O encarei com o canto dos olhos, sorrindo de lado.

 

– Me diga Yoongi: Você é bom com computadores? – Perguntei, o encarando com interesse e curiosidade. Ele coçou a cabeça, parecendo estranhar a pergunta que aparentemente fugia do assunto principal.

 

– Mais ou menos. Por que essa pergunta de repente? – Ele estreitou os olhos, como se quisesse enxergar em meu rosto a resposta. Eu voltei a olhar para frente, não querendo que ele descobrisse antes da hora.

 

– Porque hoje eu vou te ensinar a hackear os computadores do governo. – Meu sorriso de lado novamente surgiu, e ele arqueou as sobrancelhas, surpreso e confuso. Porém, ele não insistiu. Sabia que eu só iria contar o meu plano quando estivessemos no lugar certo.

 

Narração em terceira pessoa

 

O dia estava escuro e cinzento na Coréia do Norte. O clima pesava mais que o normal. O presidente havia apertado os laços de seu país ainda mais, e uma nuvem negra envolvia tudo aquilo, embora ninguém soubesse de fato o que estava acontecendo.

 

A questão é que os dias antes infernais, haviam acabado de se tornar piores que o inferno. Era quase como se uma praga tivesse caído sobre o país. As pessoas evitavam sair de casa, porque qualquer comportamento suspeito era motivo de prisão até que se provasse que você não estava envolvido com sabe-se lá quem.

 

E, naquele tarde de quarta feira, às coisas ficariam ainda piores. Não para os habitantes, pelo contrário. De certa forma eles foram beneficiados. Mas ficaria pior para o governo. Exatamente as 13:00, todas as programações foram interrompidas, e as TVs deram lugar a uma sombra, seguida de uma voz robótica.

 

"Olá a todos. Me perdoem por interromper as transmissões normais, mas é que eu precisava dar um recado a todos e eu tinha que me certificar de que todos estariam escutando. Então sem mais delongas, vamos ao recado. Esta transmissão é mundial.

 

Um certo país ameaçou a mim, minha família e meus amigos, apenas porque eu não queria mais fazer parte dos jogos sujos do governo. E eu resolvi jogar na roda tudo que eu sei sobre esse país. No entanto, manterei o nome em segredo, porque o que eu mais quero aqui, é a desconfiança.

 

Eu não peguei apenas informações desse país específico, mas todos os países que faziam parte desse jogo. E não eram poucos. Então, eu sei todos os maiores segredos do mundo. Área 51? Eu sei onde fica e o que fazem lá. Cidade Perdida de Atlântida? Bem, ela não está tão perdida assim.

 

No entanto, são segredos que eu manterei comigo para evitar um colapso mundial. Pelo menos por enquanto... Eu sei o suficiente para destruir países inteiros em poucas palavras, então eu sugiro que vocês tomem cuidado a partir de agora.

 

Meu objetivo aqui não é acabar com os governos, até porque eu não sou idiota. Eu apenas quero ser deixada em paz, e para isso tive que tomar medidas drásticas, já que os desgraçados não param de me perseguir.

 

Minha condição é simples: Deixem a mim e a todos próximos de mim em paz, e eu fico em silêncio. O país que faz isso comigo sabe que estou falando deles, e não seriam burros de continuar me caçando, porque se eu revelar tudo que eu tenho em minhas mãos, eles vão ser caçados por países maiores e mais poderosos.

 

Eu acabei de iniciar a segunda Guerra Fria. A desconfiança vai ser parte das relações entre os países a partir de agora, e vocês nunca saberão quem está fora disso, ou quem está afundado até o pescoço.

 

Pensem bem no que eu estou dizendo. Minha paz em troca da paz mundial. Simples, fácil, e ao mesmo tempo perigoso. Não precisam me dar respostas, afinal, eu sei que não deixei escolhas para nenhum de vocês. Tenham um bom dia."

 

A transmissão teve fim, e os sussurros apenas estavam começando. Todos os países haviam sido postos na forca por uma pessoa que eles nem ao menos sabiam quem era. E as autoridades tiveram que tomar medidas drásticas.

 

Ao tentar localizar a pessoa que havia enviado aquela mensagem, chegaram até uma lan house. Computadores que com certeza foram usados por milhares de pessoas. Não tinha chance de descobrir quem foi. Câmeras? Todas desligadas no exato momento da transmissão. Nada. Sem resquícios.

 

Estavam sem escolhas. Ou seguiam o jogo, ou seguiam. O que tinha de demais? A pessoa queria apenas paz, e isso não era difícil de dar a alguém. No entanto, o receio em saber que alguém de fora sabia sobre tudo, era maior. A única coisa que podiam fazer, era acreditar que a pessoa cumpriria sua promessa.

 

Cada país fez um comunicado de última hora, anunciando que estaria entrando no jogo. Paz em troca da paz, e assim um acordo foi selado. O acordo que dizia que ninguém jamais procuraria, falaria ou mexeria com essa pessoa. E talvez a partir daquele momento, o egoísmo tenha falado mais alto. Afinal, plantaram a desconfiança entre todos, apenas para proteger uma dúzia de pessoas. Talvez, no fundo, os egoísmos valessem a pena.



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