História Par perfeito - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys (bts), Design:tkwdesign(agwstd), Kooktae, Kookv, Menção Namjin, Menção Yoonseokmin, Perfect Two, Taehyungerie, Taekook, Vkook
Exibições 1.133
Palavras 5.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei, mas cheguei! <3 Como vocês estão, amoras? Bem após o anúncio do show do BTS no Brasil?
Esse capitulo vai ter uma pegada bem familiar barra maternal.

❤ Boa leitura ❤

Capítulo 8 - Leite e cereal


Fanfic / Fanfiction Par perfeito - Capítulo 8 - Leite e cereal

Jeongguk retornou a Blue Roses após demolir suas adversidades com Taehyung. Sentia saudades de seu hyung deveras protetor. Kim Seokjin sempre seria um nome que transbordaria como calda de caramelo de seus lábios. Tão doce.

O mais velho o recebeu de braços abertos.

 – Além de ser um ser individualista e egoísta, você também é uma criança ingrata? – Jin perguntou abarrotado de um tom brincalhão. Afagou os fios escuros do Jeon. – Finalmente se resolveu com Tae-ah?

 – Sim, o idiota do Yoongi cedeu meu número a ele...

 – O “idiota” que você ama e que deve agradecer. Se ele não tivesse contado ao garoto onde você mora, tenho certeza que eu continuaria te vendo choramingar pelos cantos como um derrotado.

 – Tudo bem, mamãe. Agora devemos pular para a parte que você me convida para sentar e anota meu pedido. – Jeongguk debochou, sentindo o impacto de um fraco tapa em sua nuca.

 – Realmente petulante. – Jin anotou seu pedido, demorando pouco mais de dez minutos para lhe trazer seu prato com carne e macarrão. O rapaz aproveitou-se do mínimo movimento de clientes para se sentar ao lado de Jeongguk.

O moreno fitou a face curiosa, questionando-o silenciosamente sobre o olhar duvidoso após fazer um movimento de cabeça.

 – E... Sooyoung?

 – O que tem Sooyoung? – A rispidez na voz doce desconcertou o hyung.

 – Como assim “o que tem Sooyoung?”, Jeon Jeongguk? Você olhou para a cara dela, fugiu e fim de papo?

 – E o que você queria que eu fizesse, hyung? Que a abraçasse e dissesse “Oh, mamãe! Quanto tempo, eu senti saudades”? As coisas não caminham assim, você sabe disso. – Apontou os jokarak hashis coreanos – para o nariz alheio.

 – E ignorá-la pelo resto da vida também não fará as coisas caminharem. Vocês deveriam conversar, colocar as cartas sobre a mesa.

 – Ainda não. – Jeongguk baixou o olhar. – Eu posso conversar com ela, mas ainda não é a hora... Eu preciso de tempo para discernir tudo o que vivi.

Seokjin compreendeu o significado das palavras do moreno. Tudo pertencia apenas ao dongsaeng.

Ele requeria tempo para superar os anos que vivera ao lado de Sooyoung e de seu madrasto. Jamais se esqueceria, contudo, tinha a chance de se acostumar com todas as memórias ruins que pensou estarem presas ao passado.

Deveria ser forte.

Deveria continuar sendo apenas o Jeon Jeongguk que amava fotografias e odiava rosas azuis. Levar o tempo que fosse necessário para seguir em frente era o que faria.

 

 

• ● •

 

 

Jeongguk editava algumas imagens num dos inúmeros programas de seu notebook, enquanto Yoongi ressonava em sua cama e Namjoon resolvia um cubo mágico – o maldito cubo que o dongsaeng fizera questão de lhe dar após inúmeras tentativas falhas de encaixar as cores nos segmentos correspondentes.

Os dois amigos visitavam-no com frequência; repentinamente. Jeongguk não se importava com as visitas surpresas que ambos lhe faziam.

 – Sabe, Gukkie... – Namjoon se alinhou sobre a cama, empurrando as pernas de Yoongi para o lado. – Já faz quase dois meses que você nos fala de Taehyung e eu sequer vi as fotos polaroid que você tanto diz venerar. Estou curiosa para ver as caras e bocas que esse anjinho faz.

 – Ele está mais para um diabinho, hyung. – Jeongguk sorriu presunçoso, deslizando pela cadeira giratória. – As fotos do painel não são suficientes para você? – Fuçou em algumas gavetas de sua mesinha, alcançando uma mediana caixa azul com laços de fita branca.

O mais velho fitou o painel de imagens outra vez. Haviam fotos planejadas de Taehyung, onde o garoto de mechas rosadas sorria e fazia alguns sinais com os dedos. Namjoon desejava ver suas fotos espontâneas, divergente de todas aquelas polaroid pregadas no metal. – Eu quero vê-lo agindo espontaneamente em suas fotografias. Não é isso o mais importante? Naturalidade e descontração?

O outro concordou em silêncio, entregando a caixa azulada nas mãos do rapaz. – Aqui. Toda a espontaneidade de Taehyung está dentro dessa caixa.

Namjoon sorriu, arrastando seus olhos pelas fotografias adoráveis. O sorriso de Taehyung era encantadoramente mais bonito quando posto com naturalidade. – Ele é realmente bonito... É uma pena que já tenha namorado, não é mesmo? – Alfinetou o garoto que mordeu a língua e tomou a caixa de suas mãos.

 – Enfim, você já viu o que tanto queria.

 – E o namorado? – Yoongi disse de repente, virando-se para Jeongguk; seus olhos equiparando-se a dois pequenos riscos.

 – Pensei que estivesse dormindo, Yoongi hyung.

 – É um pouco difícil com dois tagarelas no meu ouvido.

 – Cale a boca, Yoongie. – Namjoon deu um tapa na barriga do rapaz de fios mentolados, vendo-o entortar a face.

 – Mas e então? E o namorado de Taehyung?

 – O que tem o namorado dele? – O moreno franziu o cenho, girando na cadeira e retrocedendo a editar suas imagens.

 – Mostre-o para Namjoon.

O Jeon ponderou por algum tempo, logo dando de ombros e minimizando a janela do programa. Conectou-se a uma rede social, procurando pelo perfil do rapaz.

Yoongi e Namjoon se agacharam ao seu lado.

– Ele faz faculdade de música. – O de fios verdes murmurou. – Por que ele não nos disse nada no passei ao parque de diversões?

 – E ele também tem bastante seguidores, dê uma olhada. – O rapaz de mechas num rosa desbotado apontou para o quadro de pessoas que seguiam Chanyeol.

 – E desde quando isso importa? – O dongsaeng se aborreceu com a conversa. Dentro de suas concepções, Namjoon e Yoongi deveriam apontar defeitos no Park, mas eles faziam o reverso ao comentarem sobre seus talentos e visual satisfatório. Riu soprado, lembrando-se que os melhores amigos eram homens e não garotas fofoqueiras.

 – Eu não me preocuparia tanto se fosse você. – O Kim deu-lhe alguns tapinhas nas costas. – Você também toca, fotografa, dança, desenha, canta, se arrisca a fazer alguns raps, está aprendendo a cozinhar... Você é um show puro de talentos, criança!

 – E você é muito mais forte e bonito, e tem o dobro de seguidores desse Chenyeol. – Yoongi acariciou seus ombros.

 – É Chanyeol! – Jeongguk mirou as costas do hyungs, que voltaram para a cama. – E Taehyung o escolheu.

 – Não é como se ele soubesse que você gosta dele, e se eu fosse o Taehyung, não criaria esperanças sólidas ao redor de Chenyeol. – Yoongi abraçou-se ao travesseiro, soltando um suspiro molenga que foi capaz de fazer os músculos do mais novo amolecerem.

Tão preguiçoso.

 – Você e seus lapsos de observação novamente, Yoongie? – Namjoon jogou o cubo mágico para o lado. – Está dizendo que ele é um cara ruim?

 – Não, mas ele não é o cara certo para Taehyung. Eu apenas sinto.

Jeongguk girou os olhos. Não podia acreditar nas palavras do garoto menor, todavia, tais sensos críticos do Min nunca falharam outrora. Aquilo o fazia ter arrepios.

Talvez estivesse errado em duvidar das palavras do amigo. – Tudo bem, guarde seu sexto sentido para você e aprenda a falar o nome do cara antes de afirmar que ele é um namorado ruim.

 – Eu não estou dizendo que ele é ruim... Foi você mesmo quem disse um tempo atrás que o namoro dos dois seria passageiro... Quer saber? Que se dane, eu não preciso explicar nada para um dongsaeng petulante como você.

 – Ótimo. – O mais novo cruzou os braços e o silêncio imperou.

Os três se fitaram com indiscrição, rindo após Namjoon arrotar propositalmente. A mudez entre os amigos nunca durava mais que alguns segundos.

Compreendiam-se sem ao menos falar. Sempre foi daquela forma.

 – O Jin está pensando em enfiar todos no velho trailer e ir à praia. Estão a fim? Você pode levar o Taehyung se quiser, Jeongguk. Será nesse final de semana.

 – Não me parece uma ideia ruim. – O moreno concordou, desviando sua atenção ao aparelho que tocava em cima do criado mudo.

A doçura de seu sorriso se infiltrou em seus olhos ao ver o apelido TaeTae brilhar na tela do celular. Taehyung não precisava saber que seu nome fora alterado na caixa de contatos do mais novo, bem como não precisava saber que uma selca que ambos tiraram há alguns dias acompanhava o nome e número de contato. – Oi, TaeTae! – Caminhou para perto do corredor.

Enquanto o dongsaeng atendia a chamada, a voz manhosa de Yoongi perfurava os ouvidos de Namjoon. – Posso levar Hoseok e Jimin? Eles vão adorar ir à praia.

 – Seokjin não se importará. – O outro disse apenas.

O Min observou o rapaz se deitar ao lado e se apoiar no cotovelo. – Não acha que está entrando em uma zona de perigo?

 – Defina “zona de perigo”, por favor.

 – Não acha que é perigoso ficar perto do cara que te deu um fora e do cara que levou um fora? Vocês podem acabar... Você entendeu. Eu não quero que você se machuque, Yoongi. Você é meu melhor amigo, não estou preparado para vê-lo chorar. Você ainda possui muita vida para desperdiçá-la com um amor jovem.

Yoongi decifrava as palavras do companheiro, mas não se importava. Estava disposto a construir uma relação saudável com Hoseok e Jimin; sem beijos e sexo casual; apenas desejava sentir a familiaridade de passeios e a quentura de abraços confortáveis. Entretanto, não confiaria em seus projetos baratos de certeza absoluta; era ciente que poderia se deixar levar como folhas ao vento; que poderia cair e romper como um fruto maduro.

Não tinha medo, porém.

 – Eu entendi, Namjoonie, mas eu não me importo.

O de fios rosados sorriu pequeno, deixando um afago em suas mechas mentoladas. – Continuarei ao seu lado de um jeito ou de outro. Não se livrará dos meus conselhos tão facilmente.

Yoongi riu. Kim Namjoon era inigualável amigo.

 – Vocês podem continuar aqui se desejarem. Deixei alguns doces e congelados na geladeira. – Jeongguk atravessou a porta, vestindo uma regata preta que encontrou no guarda-roupa. Vestiu seus coturnos negros, deslizando a barra das calças moletom cinza para dentro deles.

 – Aonde vai, Gukkie? – Yoongi retrocedeu a despertar um tom manhoso, afundando a face contra o travesseiro.

 – Taehyung me deu o endereço de uma residência qualquer. Disse que precisa da minha ajuda. – O moreno desordenou os fios lisos, acenando para os amigos conforme se afastava do quarto. – Cuidem de Norah! – Ele gritou do corredor; o ruído da porta de madeira ecoando contra os cômodos silenciosos.

Yoongi e Namjoon se entreolharam pretensiosos.

 – Que tal acabarmos com os congelados do Jeongguk enquanto assistimos alguns filmes baratos? – O mais baixo propôs.

O outro concordou. – Só buscarei Jin após as cinco.

 

 

• ● •

 

 

Jeongguk contava a numeração das residências que mais se pareciam com coloridas casinhas de boneca. Deu espaço para que um grupo de colegiais passasse ao seu lado, sentindo os olhares encantados e escutando os pequenos murmúrios acerca de sua aparência.

Não deu importância.

Subiu os degraus de uma casa cor de creme e tocou a campainha. Sentia-se ansioso.

Aguardou uma soma de meio minuto, até que Taehyung surgisse atrás da porta e o puxasse pelo pulso.

O mais velho deixou um beijo afável em sua testa, desconhecendo os malditos sintomas da paixão nociva que apenas se dilatava dentro do moreno.

 – Kookie, achei que você não viesse. – O Kim exprimiu ansioso, e só então o amigo percebeu que ele segurava um bebê com macacãozinho amarelo.

 – O-O que é isso? – Apontou para o neném, fitando os olhos infantis que varreram seu corpo com curiosidade.

 – Isso é um bebê, idiota. – Taehyung sorriu de canto. – Se lembra de quando eu disse que fazia algumas assistências como babá?

 – Sim... – Ergueu o dedo indicador para o bebê que o agarrou; sua pele manchando de saliva onde o pequeno ser abocanhava. Para ele, aquilo era deveras estranho e um tanto nojento, mas também adorável. – Ei, neném, você não pode comer o meu dedo. – Murmurou. 

O ninfo sorriu, sondando o modo como Jeongguk fitava o bebê. Talvez ele almejasse ser pai, ou talvez as ações delicadas fossem somente um natural acanhamento.

Tentar ser simpático com bebês e crianças pequenas era algo natural para o garoto.

 – Bem... – Pigarreou. – Eu nunca cuidei de um bebê antes, apenas de crianças com idade superior a cinco anos.

 – O que? – O dongsaeng arqueou uma sobrancelha. – Mas você não está cursando pedagogia, TaeTae?

 – Eu estudo sobre a educação de crianças e não sobre como cuidar de um bebê, Jeongguk. Eu só sei o básico sobre bebês. A mãe do Shin disse que eu podia chamar um amigo com mais experiência para ajudar.

 – E você pensou em mim? O cara que mal lava as próprias roupas?

 – Você foi a primeira pessoa que me veio à cabeça.

Jeongguk observou o garoto com cabelo de algodão-doce mascarar o rosto estranhamente ruborizado nas costas do bebê que descobrira se chamar Shin. Ainda que o desespero superasse sua surpresa, sentia-se contente em saber que Taehyung pensara nele.

O garoto sequer cogitara a possibilidade de chamar o namorado antes de recorrer ao Jeon na primeira oportunidade que surgira.

Aquilo, de certo modo, inflou o ego murcho do mais novo; aquilo significava que Taehyung decidira apoiar-se nele.

 – Me sinto lisonjeado por saber que você pensou em mim, mas eu não seu cuidar de bebês, TaeTae...

O outro suspirou. – O que faremos agora?

 – Hm, acho que não deve ser tão difícil cuidar de um bebê, quer dizer... – O moreno olhou para Shin, que até então salivava em seus dedos. – É só um bebê... não é? É uma adorável bolinha inofensiva.

Arrependera-se do pensamento ingênuo pouco depois.

Shin se comportara na primeira hora; brincara com o chocalho em forma de golfinho, com o quebra-cabeça de peças grandes e com os ursinhos de borracha. Os babás precisavam mudar as estratégias de minuto em minuto. Shin parecia se cansar facilmente dos brinquedos e ameaçava chorar quando demonstrava irritação – o que acarretava em dois homens desesperados refletindo sobre qualquer ideia que pudesse ganhar o riso fácil do bebê.

Ele despertara interesse nos bloquinhos de montar, sendo incentivado a pegá-los pelos garotos que lhe sussurraram peripécias. O alivio, no entanto, durara pouco menos de meia hora, uma vez que Shin largara os objetos, mantendo seu olhar perdido sobre qualquer canto ao que fungava baixinho.

 – Droga, o que faremos agora? – Jeongguk pegou o bebê no colo, murmurando em seu ouvido com suavidade conforme o balançava levemente.

Taehyung fitou os olhos negrumes, captando a súplica por ajuda. Shin não devia chorar.

Varreu as vistas pela sala de estar, encontrando alguns CDs de música infantil. Uma lâmpada acendia-se em sua cabeça, ao mesmo tempo que corria para perto do aparelho de som, introduzindo um dos discos ali e ajustando o volume da canção. – Vamos lá, Kookie. Me ajude. – Pegou o neném dos braços alheios, apoiando a pequena cabeça em seu pescoço e rodopiando pelo cômodo.

Aos poucos, Shin cessava as fungadas e os soluços tímidos.

Taehyung realizava o “dois pra lá, dois pra cá”, olhando para o parceiro que lhe soava hipnotizado. Tornava-se ainda mais charmoso ao lado de crianças.

O mais novo enxergava chuva de brilho estelar enquanto o Kim deslizava os pés pelo tapete. Os dedos se afundavam no material felpudo.

Lindo.

Apanhava olhares inexpressivos de Shin, logo sorrindo para o bebê e seguindo a melodia. Rebolava exageradamente, balançando seus braços para cima e para baixo; as risadas do neném sendo refletidas pelo Kim. A mescla do riso infantil ao do ninfo era música para os ouvidos de Jeongguk.

A cena familiar espalhava nostalgia por seu interior. O refresco em seu estômago estourava como bolhas de sabão ao se imaginar, por um momento, cuidando de bebês todos os dias ao lado de Taehyung.

Possuía certeza que o amigo seria um bom pai.

Ambos experimentaram cantar a música, mudando o tom de voz – ora mais baixo, ora mais alto –, incluindo o nome do bebê em meio à melodia. O Jeon tirou uma das meias, enfiando-a em sua mão e copiando a imagem de um fantoche, que mordiscava os bracinhos de Shin.

O mais velho já sentia seus braços adormecerem quando olhou para o rosto pálido do pequeno ser. Shin adormeceu após alguns minutos.

Ambos deitaram-no no berço disposto na sala; Jeongguk recolocando sua mãe e seguindo o hyung em direção à cozinha.

 – Não se encoste a mim com essa mão fedendo a chulé, Jeon Jeongguk. – Taehyung afastou a palma quente de sua cintura, ganhando um sorriso de canto do moreno.

 – Qual é, hyung? Meu pé é cheiroso. – O rapaz levou a mão, outrora ocupada pela meia, até o nariz alheio, adquirindo alguns tapas do amigo que pediu silêncio.

Não deveriam correr o risco de acordar o bebê.

Enquanto o mais novo lavava as mãos, o outro preparava dois copos com água. Ele agradeceu pela mínima cortesia, sorvendo o líquido gelado e apoiando um dos braços sobre as coxas do ninfo, que se sentara na bancada da cozinha.

O Kim não se importou com o gesto, sorrindo contra a borda do vidro.

Pensava sobre a evolução de Jeongguk. O garoto demonstrava aversão a toques excessivos, todavia, tocá-lo se tornou uma ação natural.

Talvez seja o convívio, pensou tranquilamente, levando os copos à pia de louça e os enxaguando sob o olhar atento do Jeon.

 – O que foi?

 – Me responda você, TaeTae. – O moreno se encostou a pia, posicionando-se ao lado do rapaz. – Você parece um pouco... indisposto. Quer me contar o que houve?

O hyung olhou para os braços atléticos por algum tempo, secando suas mãos na pequena toalha e deixando que seus dedos tamborilassem sobre a borda da pia. Concentrava-se nas flores coloridas postas sobre o batente da pequena janela. Bonitas. – Chanyeol e eu discutimos por besteira.

 – Que besteira?

 – Ele queria me levar para um passeio com os amigos dele, mas eu não aceitei porque tive de vir para cá. Isso foi motivo suficiente para ele desembestar a dizer que eu não ligo para ele e que não me esforço por nosso relacionamento.

Jeongguk franziu o cenho. – E o que você disse?

 – Eu apenas calcei minhas sandálias e corri para cá. Acha mesmo que eu perderia meu tempo discutindo por futilidades que não fazem o menor sentido?

 – Não, TaeTae. – O moreno sorriu.

 – Os amigos dele são uns idiotas, fúteis. Praticam bullying com garotos fracos e mais inteligentes e se vangloriam por filmar qualquer garota estúpida do campus chupando o pau deles.

 – Wow.

 – Chanyeol nunca fez nada disso, mas também nunca interviu. Ele se preocupa demais com a merda do seu status de universitário superdescolado.

O dongsaeng se sentiu mal pelo garoto. Por que diabos você age como um masoquista louco, Taehyung?

Aquela espécie de paixão ultrapassava todos os limites de boa conduta. Não gostaria que o Kim chorasse por alguém como o Park. Notou que essa era a vontade do mais velho quando o mesmo descansou as mãos sobre a bancada, abaixando a cabeça e vedando seus olhos heterocromáticos com a franja rósea.

Posicionou-se em sua encosta, massageando os ombros tensionados. – Se acalme, okay? Seu namorado é um idiota, mas tenho certeza que ele gosta muito de você. – Não impediu os bels impulsos de abraçá-lo pela cintura e trazê-lo para perto.

O Kim tombou sua cabeça no ombro do amigo, suspirando pesadamente. Afagava as mãos menores, à medida que pensava no conforto que lhe fazia bem; extremamente bem. Não se importaria de passar o resto de seus dias ao lado do garoto, e se odiava por isso.

Em sua mente, aquele desejo era um pensamento incoerente que logo se perderia como poeira. Jeongguk era um bom amigo.

 – Sabe o que mais me deixa frustrado? – Ousou sussurrar.

 – O que? – O Jeon afagava seus cabelos.

 – Mesmo sabendo que Chanyeol não me ajudaria com Shin, eu não pensei nele sequer uma vez antes de ligar para você. – Ele se virou, exprimindo sinceridade ao olhar para as órbitas escuras do dongsaeng.

Jeongguk riu carinhosamente.

Estrelas se conflagravam em seu olhar perdido sobre o outro. Seu coração batia rápido, como se tivesse percorrido uma longa maratona.

Taehyung era exímio em fazê-lo descompasses físicos e emocionais.

Como raposas e rosas falantes, deixou-se ser cativado pelo Kim, que o fazia feliz uma hora antes do esperado. – Você se sente frustrado por dizer isso e eu me sinto feliz por ouvir. Acho tão injusto quanto você.

Não fingiriam que a tensão escalar era inexistente. Os olhares submergiam em cada ponto familiar; as íris se embebiam de luz e as respirações fracas já trombavam sem que ao menos notassem.

Não pensavam na possibilidade de onde aquilo se findaria.

Estavam sérios demais.

Enquanto se aproximavam, esqueciam-se das flores na janela e de Shin; esqueciam-se de Chanyeol e de estúpidas frustrações.

 – Hyungs...

A bolha de fascínio explodiu sob o timbre da fina voz que os despertou para a realidade. Olharam para o garotinho, ouvindo-o bocejar.

 – Quero comer leite com cereal, está na hora. – Apontou para o relógio de parede.

 – Jesus... – Jeongguk exprimiu, questionando-se quem era a criança desconhecida e de onde ela surgira.

 – Não, hyung... Eu sou só o irmão do Shin, Lee Shou.

Os babás riram; o dongsaeng preparando três tigelas com leite e cereal, conforme o hyung ajudava a criança a se sentar na cadeira.

Amável era o modo como Taehyung levava a colher com cereal até os lábios mirrados de Shou, simulando o som de um aviãozinho.

Sentiu falta de sua Polaroid, recordando-se de que a deixara sobre seu criado mudo. Xingou-se mentalmente, suspirando com desapontamento.

 – O que foi, Kookie?

 – Eu só... queria tirar uma foto sua, mas na presa de vir para cá acabei deixando minha Polaroid no quarto. – Suas bochechas enrubesciam ao que dava voz aos seus desejos, contudo, o outro não parecia ligar.

Apenas fitava seu rosto com diversão. – Você pode tirar uma foto pela câmera do seu celular, eu não me importo.

 – Mas eu me importo. Não é a mesma coisa.

 – Mas é apenas uma foto, Kookie...

 – Você é o assunto principal das minhas fotografias, Taehyung. Não é apenas uma foto comum.

O ninfo desviou o rosto, vendo Shou correr para um dos quartos. Jeongguk tinha o poder de envergonhá-lo sem qualquer esforço, e aquilo o desequilibrava. Almejava socá-lo, ao mesmo tempo que era domado pela imensa vontade de abraçá-lo.

O Jeon sorriu de forma traquina, apoiando o queixo sobre uma das mãos. Averiguar um pouco mais do embaraço do amigo era deveras divertido. Observando o modo como o ninfo se portava, recordou-se de filhotes na vitrine.

Taehyung era um adorável filhotinho de pelagem cor de algodão-doce.

Seu foco tornou-se a câmera Polaroid azul que Shou lhe estendeu. – Onde arranjou isso, Shou?

 – Papai me deu de presente no meu aniversário passado. Eu quero ser um grande fotografo, hyung.

Avistou uma estrela cadente nos olhos infantis.

 – Pode tirar uma foto do Tae hyung com ela.

A criança o deixou sem palavras. Não ousaria desobedecê-lo.

E enquanto batia a fotografia, idealizou aquele garotinho como um profissional promissor. Lembrou-se de seu eu de anos atrás, quando tinha a idade de Shou. Naquela época, sonhava em ser um bombeiro ou um renomado astronauta. Seus pensamentos acerca da profissão que desejava amadureceram após alguns anos.

Era certo que os desejos da criança poderiam mudar. Shou ainda toparia com outras opções.

Taehyung se contentava ao ver o entrosamento estabelecido entre o amigo e a criança. O moreno explicava sobre os fundamentos básicos da fotografia para o pequeno que ouvia tudo atentamente.

Continuou dando cereal na boquinha faminta de Shou, à medida que Jeongguk tagarelava e segurava suas miúdas mãos.

O choro de Shin capturou os ouvidos presentes.

 – Droga! – Disseram em uníssono, correndo para perto do bebê e cessando os passos próximos ao berço quando um cheiro desagradável os envolveu.

 – Céus, ele fez cocô! – Jeongguk prendeu a respiração. – TaeTae, você precisa trocar a fralda dele.

 – Eu não sei trocar fralda, Kookie...

 – O que?!

 – Eu te disse antes que aprendi somente o básico sobre bebês, e digamos que trocar fralda suja não seja tão simples.

 – Merda! – O mais novo badernou os fios escuros. – Parecemos dois pais inexperientes. – Seu sorriso acalmando temporariamente o de mechas cor-de-rosa.

 – Eu não sei trocar fralda, hyungs. – Shou deu-lhes as costas, correndo para dentro do quarto. O garoto passava a maior parte do tempo dentro do cômodo, vendo desenhos animados; aquele era o motivo por Jeongguk não tê-lo visto antes. Taehyung quase se esquecera da existência de um filho mais velho.

 – Não é melhor ligarmos para a mãe dele? – O moreno propôs.

 – Não. Sra. Lee está em uma reunião importante, não podemos ligar e perguntar a ela como se troca uma fralda suja. Seria irresponsável, ainda mais quando o marido dela está viajando a trabalho.

 – Então o que faremos?

O Kim ponderou. Não conhecia muitas mães que pudesse ajudar, e não seria nada convencional buscar ajuda pela vizinhança. Possuía apenas uma única alternativa, e Jeongguk precisaria segui-la – querendo ou não.

 – Eu vou ligar para a tia Help. – Caçava o número da mulher na lista de contatos do celular.

O outro escancarou a boca, olhando para o ninfo e, pela primeira vez em quase dois meses, desejando bem mais do que beijá-lo nos lábios. Desejava encher o adorável rosto de hematomas. – Não, Taehyung! Você não pode ligar para Sooyoung!

 – Deixe de manha, Jeongguk! Ela é a nossa única opção, esqueça suas magoas por apenas cinco minutos, tudo bem? Ou você prefere ouvir Shin chorar pelo resto do dia?

Silêncio.

 – Ótimo, agora pegue esse celular e fale com ela. Você não disse que eu deveria trocar a fralda suja? Pois bem, você me dará as instruções.

O moreno cogitou fugir. Não via problema em abandonar Taehyung com a fralda suja e correr para longe, até que suas pernas falhassem. Todavia, não podia fazer muito quando Sooyoung lhe atendeu após duas chamadas.

Teria de engolir todo o bolo de orgulho e deixá-lo raspar em sua garganta como areia seca.

 – Taehyung, querido?

Fechou os olhos, logo os abrindo e observando a expressão dura do companheiro, que o ameaçava silenciosamente.

Ainda socaria sua cara fofa.

Por ora, deixaria de dar som aos seus pesadelos. – O-Oi, Sooyoung...

 – Jeongguk? O que aconteceu?

 – E-Eu... Bem... – As palavras planejadas pareceram se dissipar. De repente, perdeu a noção de tempo conforme ouvia a respiração branda do outro lado da linha. A mesma respiração de quando se sentia livre de noites de tormenta.

Taehyung reparou no desconforto do garoto, obrigando-o a colocar a chamada na opção viva-voz. – Oi, tia Help. Jeongguk e eu estamos cuidando de um bebê e ele acabou de sujar a fralda... E não sabemos como trocá-la.

 – Mas você não está cursando pedagogia?

 – Eu já disse que cursar pedagogia não significa que tenho de trocar fraldas! – Deu atenção ao bebê que chorava. – Vamos pular essa parte, okay? Como se troca uma fralda suja?

 – Primeiro, eu preciso saber se é uma menina ou um menino?

 – E faz alguma diferença, Sooyoung? – Jeongguk deixou a distração de lado, apoiando o celular ao lado do berço.

A mulher permaneceu calada por algum tempo. – É claro que faz, Jeongguk. 

 – Certo, é um lindo garotinho.

 – Tudo bem, vocês têm fralda de pano e lenço umedecido?

O moreno fitou a caixinha com os utensílios ao lado do berço. – Sim, está tudo aqui.

 – Não existe um jeito certo de trocar fralda, mas vocês tentarão da melhor forma possível, okay?

Após anos sem qualquer contato, era estranho voltar a dialogar com sua mãe. Ainda que de modo casual, parecia se comunicar com Sooyoung pela primeira vez. Sentia embaraço, receio e uma mínima fagulha de rancor.

Taehyung seguia as instruções enquanto o outro, calmamente, ajeitava uma fralda limpa abaixo de Shin. Ambos suavam frio, já que o bebê cessou o choro. Não gostariam de vê-lo soluçar novamente. Quem os visse, acharia que os dois amigos davam início a uma cirurgia de emergência, tamanha era a concentração que consumiam.

 – Tae, abra a fralda suja e dobre a fita adesiva sobre ela mesma para que não grude ou arranhe a pele dele. Jeongguk... seja rápido; quando Taehyung abrir a fralda coloque um pano umedecido sobre o “amiguinho” do bebê para que ele não faça xixi e molhe vocês. Isso aconteceu na primeira vez que troquei sua fralda e, acredite, não foi nada agradável.

Jeongguk não guardou o riso doce. Recordou-se de quando, ainda muito jovem, ouvia Sooyoung lhe dizendo o quanto sua forma bebê fazia falta. Ela demonstrava amor ao falar de suas adoráveis facetas recém-nascidas; de seus pezinhos com aroma de creme hidrante e de suas mãos pálidas.

O ninfo suspirava aliviado enquanto via o amigo distrair a criança brincando com os dedinhos do pé infantil. Sorriam para ele; Shin balançava as mãos como se desejasse algo.

O moreno segurou uma de suas mãos, descansando os lábios sobre o ombro de Taehyung; a camiseta deslizando por onde a boca de pêssego tocava. – O cheiro é realmente forte. – Ele murmurou, conforme arrepios tamborilavam em torno da pele acobreada.

Taehyung engoliu seco, corando discretamente. Terminava a limpeza, notando os quão quentes e macios eram os lábios do mais novo sobre seu ombro. Não negaria que o tom rosado encantava sua visão.

Precisava voltar rápido para a realidade.

 – E agora, mãe? – Ao notar a fala incomum, Jeongguk mordeu a ponta da língua, sentindo o gosto ferroso manchar seu paladar. O embrulho no estômago só não foi mais intenso que seu olhar sobre a face de Taehyung na primeira vez que o vira.

Enquanto o Kim repuxava os lábios num sorriso traquina, Sooyoung se mantinha em estado patente de silêncio.

O rapaz demonstrou fraqueza ao ouvir o nítido fungar do outro lado da linha, logo se recompondo quando a adulta pigarreou.

Ela continuara lhes dando as instruções corretas, até que chegassem à última fase da limpeza. A voz doce tornara-se embargada, abaixando uma oitava.

 – Agora vocês terão de ser ainda mais rápidos. Jeongguk, quando eu contar até três, você puxará a parte frontal da fralda e a fechará. Taehyung, acompanhe a contagem e retire o pano umedecido do bebê, se vocês não forem rápidos, correm o risco de tomar uma chuva de urina.

Os amigos se entreolharam.

 – Pronto? – O moreno sorriu de canto.

 – Pronto. – O hyung lhe devolveu o gesto e, após três segundos, ambos foram capazes de fechar a fralda sem controvérsias.

Jeongguk colocou a fralda dentro de um saco plástico e o jogara no lixo dos fundos da casa. Ambos lavarão as mãos antes de retornarem a sala e se depararem com o sono tranquilo de Shin.

 – Obrigado pela ajuda, tia Help. – Taehyung exprimiu, cotovelando o parceiro e ordenando mudamente para que o garoto fizesse o mesmo.

O moreno revirou os olhos, agradecendo de modo acanhado e ouvindo o riso carinhoso da mulher.

 – Não hesite em me chamar quando precisarem de ajuda. Estou orgulhosa, garotos; vocês trocaram a primeira fralda juntos!

 – S-Sim, foi uma experiência e tanto. – O de fios rosados pigarreou, despedindo-se da mulher e descansando a cabeça nas coxas do mais novo quando o mesmo se sentou no sofá. – Lembre-me de nunca mais aceitar seu babá de bebês.

Jeongguk riu.

Agradecia internamente pelo amigo não questioná-lo sobre o momento embaraçoso onde chamara Sooyoung de “mãe”. Talvez Taehyung já imaginasse que ele precisava de espaço.

Enchê-lo de perguntas e brincadeiras de má índole poderia chateá-lo.

Ocupou-se acariciando os fios rosa, tombando a cabeça no encosto do estofado. – Ser pai é mais difícil do que eu imaginava.

 – Não vamos falar sobre isso agora; eu estou quebrado. – O outro bocejou, logo ressonando sobre o colo do amigo. Ainda ouvira-o murmurar que comeriam mais cereal depois que tirasse um cochilo.

 

 

• ● •

 

 

Após o trabalho, os dois amigos caminharam em direção à lanchonete, cumprimentando Seokjin e pedindo que ele lhes trouxesse uma vasilha grande com leite e cereal.

Dividiriam o lanche.

Sra. Lee fizera questão de pagar uma quantia generosa a Jeongguk, mesmo quando o garoto dissera ter ajudado o Kim sem pensar em qualquer recompensa.

Taehyung o deixara pagar pela refeição.

 – Até que foi divertido cuidar de um bebê. – O moreno disse casualmente.

 – Sim. – O hyung desprendeu seu charmoso sorriso retangular.

 – Hm... Jin hyung nos levará a praia nesse final de semana... e eu queria saber se você tem planos para esse dia.

Taehyung sorriu, logo negando a questão. – Eu não terei qualquer plano. Já cumpri todos os trabalhos da faculdade nesse semestre.

O dongsaeng disfarçou o contentamento, vedando o resquício de sorriso comprimindo a colher contra os lábios. – B-Bom... Isso é bom. – Desviou o olhar. – Então você gostaria de ir conosco? Acho que Yoongi hyung convidará Jimin e Hoseok também.

 – Eu adoraria, Kookie!

Naquela mesma tarde, após o encontro amigável, Jeongguk se ocupara em terminar de editar as fotografias de seu trabalho extracurricular, guardando a nova imagem polaroid  de Taehyung junto as outras, dentro da caixinha azul.

Conectara-se a uma das redes sociais que mais utilizava, quase caindo para trás ao ver quantidade de notificações.

Antes de se despedirem de Shin e Shou, Taehyung tivera a súbita ideia de tirarem uma selca ao lado do bebê. Ambos fizeram o sinal de “v” com as mãos, enquanto Jeongguk segurava o celular.

O moreno não vira problema em postá-la e marcar o amigo. Achara a legenda “Sendo pais por um dia” encantadora.

Em menos de seis horas, recebera mais de dois mil favoritos e três mil compartilhamentos. Não perderia tempo lendo todos os comentários quando apenas um lhe chamara a atenção.

Mãozinhas de bebê são mais gostosas que leite com cereal”.

Um comentário adorável feito pelo user kimtaehy. 

 

 


Notas Finais


Perdão pela demora, amoras. De verdade.
Para quem lê Corpo Celeste, eu ainda vou demorar um pouco. Minha semana de provas finais do bimestre começaram hoje e vão até o final da semana que vem. Eu só preciso terminá-las para depois relaxar e postar com mais frequência, tudo bem?

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ATENÇÃO RAPIDINHO!

EU POSTEI UMA OS NO UNIVERSO CROSS-DRESSER E ADORARIA SE VOCÊS A LESSEM: https://spiritfanfics.com/historia/k-i-l-i-g-6969730

Eu gostei muito da experiência e posso garantir que retornarei com mais estórias como essa, então fiquem à vontade para ler e dizer se gostam ou não. ;)

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No mais, @picadotaehyung no twitter.
E RUN RUN RUN EM 2017! Se alguém for no show, me diga. ;)

Beijinhos da tia lu!
Obrigada por todos os favoritos e comentários e até o próximo capítulo! <3


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