História Para garotas - Interativa - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Yuri
Exibições 21
Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Escolar, Esporte, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey Ghosts!
Esse cap é pra compensar o de domingo, vou sumir um pouquinho nesse final de semana espero que goste.
Bye bye o/

Capítulo 17 - Ameaça na escola


Tsunami havia errado do centro amarelo e Avançaram Flávia e Suzie.

Suzie conseguiu acertar o centro, mas Flávia apenas havia chegado na borda, a vitória foi para Suzie instantaneamente.

Houve a euforia dos torcedores. Um professor veio entregar o troféu, ao Suzie se estender para pegá-lo ela o deixa cair quando sua mão ferida esbarrou nele, o professor percebe.

- Você se feriu antes ou agora?

A alegria desaparecu de todos, ansiosos pela resposa de Suzie e eis que surge Mizu para entregá-la.

- Antes. - Suzie mesmo se entregou, porque ela viu que seria completamente errado.

Mizu iria interferir se ela não tivesse contado, por sorte tudo ocorreu assim e Flávia acabou ganhando a competição.

Flávia começou uma comemoração estranha, foi uma competição com resultados inesperados. E a líder Suzie, para as outras, foi totalmente desbancada como Flávia queria.

Quando todos saíram da área de treino do clube, ficou Suzie e Mizu.

- Foi o seu último ano, mas pelo menos você manteve sua honra. - Entregou a toalha para Suzie.

- Que honra? - Suzie largou a toalha e saiu dali.

 

 

Hana se arrumou pra sair, era uma garota tão simples e gentil quanto a pessoa que iria encontrar.

- Oi Hinata! - Hana esboçava um sorriso e acenou.

- Oi Hana. - Hinata se sentou a mesa igualmente como Hana.

- Vai querer de quê?

- Um... De que sabores tem?

Estavam numa sorveteria, perto de onde Hana morava, aquela sorveteria era tão popular quanto o Mr.Mix. Mas tinha uma decoração diferenciada estilo retrô. Mas não era isso que importava, elas foram para conversar e falar principalmente sobre livros.

- Você já tentou escrever alguma coisa? - Hana.

- Uma vez ou outra. - Hinata se emcabula com o sorvete e acaba derrubando.

Hana não viu outra opção a não ser pagar outro para ela, já que Hinata só guardava dinheiro para a passagem.

- Tá tudo bem. - Hana nem ligava.

- Bom... E você? 

- A minha praia é mais leitura mesmo. 

- De que tipos você gosta?

- Eu não tenho gênero preferido, se a história for legal, você meio que se sente fazendo parte daquele mundo... E quando você vê já comprando o resto da saga.

Hinata riu da descrição dela.

- É, livros assim são os melhores. - Hinata já havia terminado o sorvete, enquanto Hana ia no mesmo ritmo de uma lesma sem pernas. - As vezes nós tratamos pessoas como livros.

- Como assim?

- Por exemplo... Um livro emprestado e quando volta tá tudo acabado. Um livro bonito pela capa e ruim em conteúdo. Um livro que te deixa intrigado do ínicio ao fim, ou um em você se diverte lendo aquele livro que você gosta tanto... Mas quando termina te dá um aperto no coração.

- Eu consigo identificar essas pessoas... Interessante. Quando tiver a semana do livro gostaria de ir comigo ver?

- Lógico, eu iria a qualquer lugar que tivesse livros.

 

 

Gaby viajava nas suas aluscinações em seu quarto. Tinha vezes que via Yuno, muitas... Todas elas lhe querendo fazer mal. Ela tentava brigar com algumas delas, mas sempre que cada delírio sumia ela percebia que tinha se machucado a si própria.

- Gaby, seus medicamentos. - Yuno entrou no quarto depois que tudo havia parado.

- Eu não quero, já falei. Ainda tá doendo aqui... Eu sinto muita dor mana, isso não passa nada.

- Aos poucos você vai sentir o efeito, você vai melhorar, você vai ver.

 

 

Chizuru havia caído da cama naquela manhã de Sábado, ela ainda estava de pijama andando pela casa e de repente espirrou.

- Atchô! Poxa mãe... Fazendo limpeza a essa hora?!

- São 10:00 horas Chizu. - Amanda estreitou os olhos. - Adivinha quem vem te visitar?

- Não, não... Só pode tá brincando!

- Eu não quero que ela fique "falando" de como a casa tem pouco cuidado...

- Mãe! Não devia brincar com essas coisas...

- O quê tem? Ela não liga.

- Mesmo assim... Não fala besteira, ela não é boba.

- Eu sei, eu sei. Mas diga filha, não tá feliz por ela vir te visitar de tão longe?

- Não isso é loucura.

- Mas vocês eram muito unidas na outra escola... O que aconteceu pra você não querer mais vê ela?

- Não houve nada mãe, isso é coisa da sua cabeça.

- Tá bom... Me ajuda a limpar logo isso.

 

 

Quando segunda chegou, o terror na escola ia correr solto, porque Aldine e as meninas malvadas estavam preparando a pior coisa que já aprontaram em todos os tempos na escola.

- Nós vamos facilitar e muito a vida da Alphard. - Aldine.

- O que vocês conversaram? - Valéria.

- É lógico que ela quer que Gabriele saia, mas ela só precisa de um empurrãozinho pra tudo se concretizar.

- Ok, vamos rever o plano. Vamos implantar uma bomba falsa na sala do diretor. - Tessália.

- Eu vou distraí-lo quando terminar a reunião dos professores na frente da sala deles. - Valéria.

- Eu arranjo um jeito de atrair Gaby até a sala dele. E depois ligamos para a polícia, não é um plano perfeito? - Aldine.

- Show! - Tessália.

- Beleza, vamos lá. - Valéria.

A hora do intervalo já havia terminado, Aldine foi procurar por Gaby enquanto Valéria já se preparava para estar a porta da sala dos professores garantindo que ele não fosse pra diretoria quando a reunião terminasse. 

- E aí Gabriele, como você tá?

- Seu veveno de cobra tá escorrendo.

- Ora, pensei que fóssemos amigas.

- Tanto quanto comichão e coçadinha.

- Sabe a Alphard, ela quer falar com você, tá lá na sala do diretor.

- O que aquela garota quer falar comigo?! - Gaby franziu a testa.

- Acerto de contas, talvez. Ela sempre te irritou e você nem sabe o porquê. Não tá na hora de dar uma lição naquela filhinha de papai?

- Eu não tenho assunto pra tratar com ela.

Gaby já iria se afastando pra ir pra sala, mas Aldine ainda insistiu.

- Ela te chama de louca. Pra ela você não passa de um estorvo aqui nessa escola, não importa o que for, ela vai fazer de tudo pra te tirar daqui.

Gaby foi atingida pela acusação de Aldine e foi até a sala do diretor, exatamente como Aldine queria.


Notas Finais


Hinata falando muito nesse cap'-'


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