História Para nós, a rua é um campo de batalha - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Xiumin
Tags Baekmin, Effluckymar, Fem!baek, Fem!baekhyun, Xiubaek
Exibições 21
Palavras 357
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


bem curtinho, bem superficial, bem deixando um monte de coisa de lado e não falando altas coisa que tem pra falar, bem botando um cara como principal justo nesse assunto (sorry a mim mesma), mas foi só pra não deixar um projeto tão legal em branco

enjoy :]

Capítulo 1 - Capítulo Único


Onde há desigualdade, há revolta

 

Minseok se sentia estupidamente intimidado, de verdade. E era uma sensação sufocante pra caralho, principalmente porque ele jamais sentira algo do tipo por aquelas pessoas – de uma forma engraçada, era esse o motivo que o fazia permanecer.

É, Minseok estava no meio de uma passeata feminista. Uma passeata fodida de tão grande, barulhenta e colorida. Tinha feminista de tudo quanto era tipo: feministas radicais, feministas pelos direitos das lésbicas, das transgêneros, das pobres, das que eram tudo isso e das que eram nada disso, das que nem mesmo eram feministas e até pelos direitos das mulheres negras –  que não eram particularmente comuns na Coreia, muito embora devessem ter, sim, seus direitos conquistados e protegidos, de qualquer forma –, e aí tinha Minseok. Que não era mulher e, portanto, não era feminista.

Então, bem, é claro que ele se sentia intimidado. Mas o fato é que aquelas mulheres também se sentiram intimidadas por pessoas como ele a vida inteira, não só numa passeata. Minseok não sabia como era ser tratado como inferior no trabalho, na família ou pelas autoridades, ou como era precisar se esforçar bem mais pela mesma apreciação. Credo, Minseok nem fazia ideia do tanto de coisas que ele não fazia ideia. Ali, na passeata, onde de repente sentia o peso da opressão de seus privilégios, ele era tão tomado por empatia que chegava a doer.

Ali, na passeata, dividindo bem quietinho e com o rosto pintado um cartaz gigantesco com sua amiga, Minseok também sentiu, ainda que doesse, que ele fazia a coisa certa. Que contribuía para fazer a diferença. E, ele acha, ver o rosto de Baekhyun vívido e colorido de rosa não tinha preço. Fazer a vida de sua amiga – e de todos os seus outros amigos – melhor, sabe, não tinha preço.

Minseok decidiu que, se ele se sentia intimidado, era de um jeito justo, na medida em que era por uma boa causa. E não se importaria de sentir-se dessa forma até que sua condição natural não atemorizasse mais qualquer pessoa.

Afinal, onde há desigualdade, há revolta, e a revolta feminista ainda tinha muito o que conquistar.

 

 


Notas Finais


é, foi isso, minha alminha feminista tem vontade de escrever mais(sobre o tipo de coisas q o minseok n tem ideia, por exemplo, sobre aaaaa a a a sobre tudo) mas vou parar por aqui


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