História Para salvar o mundo - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger
Visualizações 42
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 28 - Cap. XXVII


POV Violeta

Segui Sirius para dentro do chalé...eu sei o porque dele estar com raiva, mas não posso deixar meus planos, não posso deixar de cuidar do meu doce Theo, sabendo o quanto ele sofre crescendo com o pai que tem...esses sentimentos...essas lembranças que vivi sendo dessa época me fazem simplesmente querer me enrolar em seus braços e ficar para sempre lá.

Andei rápido, porque damas não correm e enquanto passava em frente a um dos quartos do segundo andar um braço me puxou para dentro do quarto.

- Sirius...-antes que pudesse dizer mais seus lábios encontraram os meus com força e dava para sentir seu ciúme e possessividade...retribui com a mesma intensidade meu peito querendo explodir da mesma maneira que aconteceu quando ele me beijou pela primeira vez...foi amor a primeira vista? Não sei, mas eu sei que eu realmente o amo.

 

FLASHBACK

1979

Eu olhei para meu irmão que me incentivava a ir tomar um sorvete no beco diagonal...era as férias de pascoa do meu ultimo ano em Beaubaxtons e com os meus pais mortos eu só tinha o meu irmão para visitar; bem tinha a minha irmã, mas não consigo aguentar muito do meu cunhado nojento. Então mesmo com o perigo a solta nas ruas de Londres, resolvi seguir o conselho do meu irmão e usei o flu para o caldeirão furado.

Eu vestia uma saia longa preta e uma blusa de mangas compridas roxa, meu cabelo curto e cacheado estava um pouco bagunçado, mas não liguei...andei devagar pelo beco diagonal, olhando as vitrines e tomando nota do que iria comprar depois de pegar meu sorvete continuei andando e comprando uma coisinha aqui outra ali até que eu cheguei em um oásis: a livraria.

Meu irmão sempre me disse que eu tenho que ser mais atenta quando estou perto de livros que gosto, mas não resisto ao cheiro de livros novos esperando que eu possa lê-los, peguei um livro de poções novo que ainda não tinha lido e comece a ler e andar ao mesmo tempo distraída tentando achar um lugar para sentar...foi quando eu esbarrei nele com força...seus braços fortes me cercaram me impedindo de cair.

O cheiro de couro e cigarros atingiu meu nariz...o barulho do  livro que eu segurava batendo no chão encheu meus ouvidos mas não liguei...seus olhos cinza, tão semelhantes aos meus me olhavam com surpresa e desejo.

- Olá docinho, te vi andando pelo beco diagonal e entrar na livraria...embora eu não costume estar perto de tantos livros, eu sabia que tinha que ver onde a garota mais atraente que posso ter conhecido na minha vida ia para poder descobrir seu nome. Sou Sirius Orion Black III, ao seu dispor.

Ele soltou minha cintura e levando minha mão ao seus lábios depositou um singelo e casto beijo que teve o poder de inflamar meu sangue.

- Violeta Belinni, Encantada em conhece-lo – ele deu um sorriso de lado que se possível o deixou ainda mais sexy- Somos primos senhor Black.

- Melhor ainda, minha mãe louca não irá reclamar muito...Gostaria de ir tomar um pouco de chá?

- Sim, só me deixe pagar pelo livro – ele, muito mais rápido se abaixou e pegou o livro para mim.

Passamos o dia conversando e bebendo, primeiro chá...depois cerveja amanteigada...depois uísque de fogo...fomos comer na Londres trouxa e antes que eu percebesse estávamos nos beijando com fome e desejo.

- Parece que eu sempre te conheci – ele mordiscou meu pescoço e nos aparatou ao mesmo tempo para o que acho ser o seu apartamento.

- Te entendo, mas não quero pensar agora – ele me encostou na parede e minhas mãos o puxaram para mais perto – você sabe o que eu quero senhor Black, mas será que você consegue me dar?

Com um sorriso feral ele me pegou no colo me levando a um quarto vermelho e dourado de moveis pesados e escuros.

- Muito bem minha flor, você que pediu – ele arrancou a camisa me mostrando o peito forte e cinzelado que me fez tremer.

FIM DO FLASHBACK.

- Por que minha flor? Por que ele e não eu? Eu sei que você ainda sente algo por mim?

- Sirius – eu gemi ao sentir seus lábios no meu pescoço...ele sempre soube aonde me beijar.

- Eu sei que faz anos desde que tivemos nossa semana juntos, mas você é aquela que eu sempre quis e sempre vou querer.

- Eu sei, eu te amo Sirius – peguei seu rosto e o forcei a olhar para mim.

- Então por quê? – o guiei até a cama do quarto e o sentei me sentando ao seu lado...comecei a contar minhas suspeitas do que Nott sênior fez a minha irmã...de como ele tratava meu sobrinho doce...e o meu plano para o bastardo.

- Vai ser mais fácil assim, terei a guarda de Theo e então se você ainda me quiser poderemos estar juntos, mas eu tenho que fazer isso – respirei fundo – não se preocupe os disse do bastardo estão contados, na noite de núpcias ele morre...eu provavelmente serei um pouco mal falada pela sociedade por perder meu marido tão cedo, mas eu tenho que fazer...

- Eu acho que entendo, mas não consigo gostar da situação – ele me puxou para seu colo e me abraçou firme, escondendo o rosto no meu pescoço – mas eu esperarei e quando o bastardo estiver fora de cena você será minha, só minha, certo?

Assenti em concordância antes de colar meus lábios nos seus com força e desejo...eu amo aquele homem e acho que sempre o amarei.

 

POV Hermione

- Não, ele fez salva guardas – precisei de um gole de chá antes de continuar, ele fez Horcruxes.

Os suspiros a minha volta me disseram que não precisava de explicação, todos a minha volta sabiam o que era uma horcruxe.

- Quantas? – Lucius perguntou com a expressão fechada.

- Seis – suspiros novamente.

- E vocês descobriram o que são? – Lucius perguntou novamente.

- Sim – olhei para cada um deles que voltou meu olhar serio – vamos das o lanche as crianças e coloca-los para tirar um cochilo, não querer correr o risco deles escutarem qualquer coisa e dará tempo para Sirius e Violeta voltarem.

Todos concordaram e chamei os meninos para o lanche...Daisy convocou algumas cadeiras altas e serviu os lanches: bolos, sanduiches e saladas de frutas...mais chá e suco. Antes que as crianças terminassem seus bolos e frutas eles já estavam cochilando em suas cadeiras altas. Narcisa, Alice e eu levamos os meninos para um dos quartos do segundo andar e os colocamos na grande cama com feitiços de contenção para que eles não caiam da cama e feitiços de alarme para nos alertar quando eles acordarem.

Assim que voltamos para o jardim, eu estava pronto para pedir a Daisy para chamar Sirius e Violeta, quando os vi vindo em nossa direção, eles pareciam um tanto quanto vermelhos e desgrenhados...Violeta parecia um tanto quanto tímida, enquanto Sirius tinha um sorriso relaxado e feliz...olhei para Violeta como uma sobrancelha levantada mas preferi não comentar.

- Que bom que voltaram, agora podemos continuar? – Severus disse zombando daquela maneira tão característica dele que se refinaria com o passar dos anos.

- Claro, onde estávamos? – Sirius e Violeta se sentaram lado a lado e ele colocou o braço nas costas da cadeira da Vileta que corou intensamente quando continuou a falar – já chegou nas horcruxes?

- Sim, estava prestes a falar o que eram, mas antes disso precisarei de um juramento de varinha que não compartilharão essas informações com ninguém além de nos desse grupo – juramento feito e me senti mais tranquila – o colar de Sonserina, o diadema de Revenclaw, a taça de Lufa-Lufa, o anel de Sonserina, o diário de Tom Riddle vulgo Voldemort (Lucius empalideceu, se possível ainda mais).

- Você disse cinco, mas não eram seis horcruxes? – olhei Violeta que respirou fundo e respondeu por mim.

- A ultima, foi uma que ele não planejou fazer, mas sua alma tão fraturada não aguentou quando na noite de 31 de outubro de 1981 ele tentou matar uma criança, um bebê que foi protegido pelo sacrifício de sua mãe – ela olhou para todos tal qual eu – naquela noite ele fez de Harry James Potter uma horcrux.



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