História Geração Coca-cola - Capítulo 6


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Tags Aceitacao, Álcool, Amor, Blog, Brigas, Bts, Drama, Exo, K-pop, Lemom, Loucura, Melaine Martinez, Melanie Martinez, Ódio, Passado, Preconceito, Revelaçoes, Romance, Suspense, Toc, Yaoi
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Palavras 1.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Mecha, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - .


Fanfic / Fanfiction Geração Coca-cola - Capítulo 6 - .

 

Sabe quando você acorda e não encontra nenhum motivo interessante para sair da cama? Como se você tivesse um tipo de pressentimento de que deveria dormir, por sei lá, mais dois dias.
OK, não fique ai pensando que eu reclamo demais da vida, eu não faço isso. Tipo, nunca! OK, OK... talvez eu faça um pouquinho.

Mas depois de uma noite como a que eu tive, caramba, eu merecia o direito de uma pequena crise. 
Minha cabeça estava martelando, com tudo o que tinha acontecido, o jantar, tio Paul sendo um babaca irritante, o meu tédio, a conversa com Sarah, e finalmente aquele pesadelo outra vez.

Coloquei as pernas para fora da cama, ainda muito sonolenta, pulei o meu notebook que ainda estava no chão, me arrastei até o banheiro, tirei a roupa e me obriguei a tomar uma ducha fria. Eu ainda pensava sobre o sonho, ou melhor, pesadelo daquela noite enquanto cantarolava e lavava os meus cabelos. 
Não era a primeira vez que eu tinha aquele pesadelo, alguém correndo, me puxando, o medo e por fim um vazio. Um arrepio gelado atravessou minha espinha ao lembrar do quão real havia sido.

Não que fosse novidade para mim. Eu quase sempre tinha aquele tipo de sonho dsde que tinha 10 anos de idade, águem, ou alguma coisa perseguindo uma criança, uma sensação angustiante de saber que estou sonhando e mesmo assim ter medo e não conseguir acordar.

Minha mãe tinha me levado a alguns psicólogos, Por que há um tempo atrás as coisa eram bem piores. Eu costumava acordar chorando, tremendo e gritando, algo que só passava dentro de algumas horas abraçada ao meu ursinho de um olho só. E tudo piorou quando eu passei a imaginar esses pesadelos enquanto estava acordada.

Havia diversos diagnósticos do que poderia estar acontecendo comigo, desde birra de criança, crise do pânico, até transtornos psicológicos crônicos. No final me receitaram remédios controlados. Cinco pílulas. Toda noite.

Eu só tinha dez anos, e adorava minhas balinhas da felicidade noturna. Tanto que passei a tomá-las escondida dos meus pais. Acho que não é difícil adivinhar que acabei por ficar um tanto quanto viciada neles. Por isso, quando meus pais descobriram, passei um verão inteiro numa clinica de recuperação para crianças viciadas. É claro, que a minha mãe não ia admitir que sua filha mais nova tinha problemas com drogas, por isso inventou uma bela desculpa de que eu faria um curso de verão na Alemanha.

E aquele foi o verão mais solitário e triste da minha vida.

Mas, por mais que tivesse sido triste, difícil e solitário para mim, eu sabia que haviam coisas piores, por isso sempre deixei meus dramas dentro de mim.


Um banho frio ajuda a despertar e acordar o corpo, levando parte estresse pelo ralo junto com a água. Sempre me ajudou quando eu me sentia sobrecarregada com as memórias da minha infância. Enquanto lavava o cabelo, revisei o que faria do meu dia, obviamente eu tinha que pedir a Peter que me ajudasse com o meu computador quebrado. Eu ainda não tinha visto seu estado, mas dado o fato de que ele foi chutado da cama contra a parede, ele certamente estaria quebrado.
Eu também teria que falar com Sarah, meu tumblr não seria ponte para que ela conquistasse um cara. Era muito pessoal para mim. 
Tinha que buscar Todd na escola, pegar meu cartão no armário, postar algo novo...
Eu devia anotar essas coisas? Talvez... mas acontece que sempre que faço uma lista do que tenho que fazer durante o dia, eu fico muito ansiosa para fazer tudo e acabo não conseguindo fazer quase nada que escrevo. E algo me dizia que eu estava esquecendo de alguma coisa.

Saí do banho me sentindo mais disposta a encarar o dia. 
Coloquei um vestido azul solto, um cardigan branco e calcei os tênis.
Peguei uma escova e me olhei no espelho, eu nunca sabia o que fazer com meu cabelo, não gostava de acessórios, me faziam parecer uma árvore de natal tamanho mini. 
Decidi prender os cabelos dos dois lados da cabeça, era algo prático que podia ser desfeito se e quando eu tivesse vontade.
Fiz uma leve maquiagem, para que eu não parecesse um mini monstrinho, e aceitei que, definitivamente, o delineador e eu não seriamos amigos. Que coisa chata! Sujando tudo. Como vocês conseguem usar algo tão complicado?

Eu levava a sério essa coisa de que a prática leva a perfeição, mas esse ditado obviamente não foi feito para se aplicar na situação de passar um delineador nos olhos.

Olhei para o meu pobre notebook no chão e me agachei para ver o estrago. Por fora parecia intacto, mas ao abrir era bem visível a confusão e o estado lamentável que se encontrava. Duas grandes rachaduras se estendiam do canto direito da tela, uma chegava até a outra ponta e outra ia até o meio da tela.
Merda! 
Eu sinceramente esperava que Peter dissesse que aquilo tinha concerto e que não seria muito caro.

Enfiei o notebook na bolsa, peguei as chaves do carro, abri a garagem e saí.

Chegando ao estacionamento vi Sarah e Peter saírem do carro de Sarah e acenarem para mim, me chamando. Sentia muito por ser a pessoa que estragaria o humor dela naquele dia, mas eu precisava fazer aquilo antes que ela tivesse futuras novas ideias de conquista e me envolvesse nelas.

Caminhei até os dois e parei perto deles. Peter parecia bastante envolvido mandando mensagens no celular, duvido que ele sequer tinha me visto chegar ate eles.

— Eai debandada de dois.

— Eai, digo eu! Fiquei esperando uma revolução anti-homofobia no twitter ontem e nada aconteceu. Onde você estava? Espera, me chamou do que?!

Como contar que eu dormi e tive um pesadelo ridículo que me deixou tremendo de medo? Acho que era só dizer isso mesmo, mas eu não estava disposta a explicar o meu pesadelo.

— Acabei pegando no sono, quando acordei já era de manhã. - respondi dando de ombros e dei um meio sorriso —  Mas não esqueci, hoje vou expressar minha opinião sobre isso. Somente espere.

— Ah pobrezinha da minha amiga! — ela disse rindo e então enganchou o braço no meu se aproximando um pouco mais — Mas eai, já escolheu a roupa que vai usar no sábado? Eu quero te ver muito bonita, você vai ser a segunda mais bonita. A primeira sou eu é claro. - ela se aprumou fazendo uma pose exagerada e eu segurei o riso.

Sarah já tinha sido considerada uma das garotas mais bonitas da faculdade, e por mais que tivesse gostado daquilo e da atenção masculina que sempre recebeu, ela jamais deixou de estar comigo e com Peter.
Nós três nos conhecíamos desde que éramos crianças, tínhamos dividido muitos segredos e risadas, e pensar naquilo sempre me fazia sentir orgulhosa da minha vida. Podiam ser apenas amigos, mas com o tempo, eu aprendi que ter pessoas que te entendem ao seu lado e que gostam de você, que te fazem rir e que estão lá para te consolar quando você chora, é uma das coisas mais raras e especiais que alguém pode ter.

Eu me sentia muito sortuda por ter aquilo. Podiam ser apenas dois, mas eram os melhores.

Antes que eu pudesse abrir a boca para responder, Peter olhou para nós duas e depois para o relógio.
— Temos mais quarenta e cinco minutos antes do teste, vocês querem revisar a matéria? — perguntou ajeitando os óculos.

Wow! O que?

- Revisar o que? Como assim teste? - disparei.

- ALÔ! Terra chamando Alice, o teste que o sr. Chatice marcou para hoje lembra? - disse Sarah me cutucando - Não me diga que você esqueceu?! Alice isso vale um quarto da nossa nota do semestre!

Merda! A "coisa importante" que eu estava esquecendo.

— Ah, merda! Eu esqueci completamente! — suspirei frustrada. - eu to muito, muito ferrada. O mestre da chatice vai bater a merda para fora de mim!

— Relaxa, ainda da tempo de estudar, a gente te ajuda. Mesmo você sendo uma maluca avoada. — Disse Peter com ares de pai frustrado.

Eu esperava conseguir pelo ao menos metade da nota daquele teste. Caso o contrário eu estaria muito, muito ferrada mesmo. Minha agenda estava cheia e as férias de verão já estavam chegando. Eu não podia ficar na faculdade em pleno verão.

Peter abriu a mochila e jogou um livro para mim.

—  Você precisa estudar esses dois capítulos. Ou na atual conjuntura da situação, decorar. —  ele revirou os olhos e depois piscou para mim.

Abri o livro e me encostei no carro enquanto lia.

Saram fez um som esganiçado, olhou para me e em seguida se voltou para Peter.

—  Hey, por que isso?Eu pedi esse livro a você e você disse que não me emprestarias nem sobtortura. —  Ela disse colocando as mãos na cintura e batendo um pé no chão

— Isto por que você gosta de cheirar meus livros e sempre os mancha de batom quando o faz. —  falou fazendo uma careta para Sarah, e em seguida desviou o olhar para mim —  E vamos combinar, que você já estudou e esse livro foi feito para idiotas completos compreenderem a biologia. Perfeito para Alice.

—  Peter Devlin, estou considerando seriamente, dar com esse livro nessa sua cabeça ruiva! — falei levantando o livro de forma ameaçadora.

—  Alice Arnolds, considere seriamente visitar um oftalmologista. Eu não tenho outra cabeça.

— Pode contar comigo para ajudar a tortura-lo. Não é a toa que me chamam de Sarah Grey.

—  Não viaja Sarah. Ninguém te chama assim.

—  Peter quer calar a boca? Ou vai conhecer meu quarto laranja da dor.

—  Laranja? Não seria vermelho? — perguntei levantando os olhos rapidamente

—  Eu gosto mais de laranja, e daí? Ah Alice, você tinha que ficar do meu lado. Mas para variar ficou do lado do ferrugem Peter.

—  Ela sabe o que é certo. —  Peter tinha voltado a mexer no celular e falava sem olhar para nós, esboçando um sorriso de lado.

— Ah é? Pois a Alice é uma louca e você é... Peter quando eu falo gosto que olhem para mim! Hey não me ignore! Peter... —  ela suaspirou —  okay, foi você quem pediu. Está de castigo sem o seu brinquedinho.

Num movimento rápido Sarah puxou o celular da mão de Peter e saiu correndo.

—  Sarah devolva isso já! —  Peter gritou correndo atrás dela.

—  Peça para sua Alice, com quem você compartilha livros pegar para você! — gritou de volta ainda correndo.

Sorri os observando, e me perguntei se Sarah sabia o que acontecia entre Peter e eu.

Eu nunca disse para ela o que rolava entre nós, mas suspeitava que ela já fizesse ideia. A

Revirei os olhos e voltei a atenção para o livro. Era melhor estudar ou enfrentaria um verão bastante entediante.

 

 

^.^

Acho que já deu para perceber, mas vou falar mesmo assim. troquei a capa ds fic.

Achei essa tão fofa.

Até amanhã

Se comportem

Sejam gentil com os outros e com vocês mesmos. -q

 



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