História Para Sempre será? - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Originais, Romance, Sensualidade
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Palavras 1.597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, me chamo Gabriel, venho contar aqui essa história originalíssima, ela aconteceu comigo mesmo e garanto que vai surpreender vocês do começo ao fim. Nada do que estará escrito aqui foi visto e provavelmente não foi vivido por 90% das pessoas. Por isso conto com o apoio de vocês para saber se vão gostar. Abraços.

Capítulo 1 - Sentidos


Fanfic / Fanfiction Para Sempre será? - Capítulo 1 - Sentidos

Mais um ano havia passado, mais uma das minhas mudanças de escola, sim eu tinha mudado de uma escola para outra, quatro vezes, sendo que a cada mudança eu iria baixando o nível dessas escolas, vinha de uma escola particular muito boa que tem aqui na minha cidade e depois passei para outra ruim que não oferecia aquele melhor ensino do mundo, indo para uma escola pública de ensino péssimo que não se consegue aprender muita coisa. Quando entrei para a minha nova instituição de ensino, para o 1º ano do ensino médio, eu chegava com aquela convicção de que ia arrebentar porque já havia visto tal conteúdo no ano passado, para esclarecer eu já vinha de duas reprovações, porém nesse ano que entrei, o instituto tinha as disciplinas de curso técnico que eu havia escolhido, juntamente com as do ensino médio, ou seja, eu tive que voltar a fazer a droga desse primeiro ano mais uma vez.

Aí você me pergunta, “Quantos anos eu tenho?” Senhores eu tenho 18 anos indo pra 19, sim eu sei uma puta vergonha para todos da minha família, porém mesmo que muitos vissem assim, eu não me importava tanto, minha família me apoiava, apesar de brigarem e não gostarem bem da ideia de eu ter sido reprovado e ainda ter voltado mais uma vez obrigatoriamente.

Bem, quando eu estava chegando ao ambiente escolar mais uma vez, eu fui me direcionar para minha sala onde eu estava pronto para estudar com um bando de meninos imaturos que só iriam falar merda e que não teriam cabeça para falar de uma única coisa séria, que quando contradisséssemos seus pontos iriam chiar e falar mais besteira, no entanto, como sempre na minha vida, eu estava redondamente enganado (Sim sou gordo e essa piada vai fazer você rir!).

Ao entrar na sala de aula, eu me deparei de cara com vários grupos que já se conheciam e que estavam já se conversando, de forma mais organizada e contida, mas já estavam se entrosando. Fui entrando lentamente sem fazer nada muito alarde, não gosto de chamar muita atenção, mesmo sendo um cara bem aberto e brincalhão não de muitas coisas que me façam destacar de forma desnecessária.

Por fim, sentei ao fundo da sala, pus meu fone de ouvido, coloquei uma música eletrônica bem alta para isolar tanto ruídos quanto qualquer outro tipo de comentário indesejado sobre minha presença. Fui analisar cada detalhe de onde eu estava, como eu sempre faço, vi algumas meninas e meninos em alguns grupinhos já feitos, outros lendo, outros conversando em redes sociais e alguns, iguais a mim, sentados e sozinhos.

Porém houve um detalhe na sala que me chamou a atenção, um casal que sentava na fila da parede, perto de mim, no fundo da sala, intensamente “apaixonados” trocando carícias na sala de aula, sem nenhuma vergonha. Nas minhas vivências eu nunca havia visto isso no ambiente escolar, procurei não encarar muito, tentava deixar pra lá para não atrapalhar, mas aquela garota tinha um sorriso espetacularmente lindo, boca vívida e carnuda, seus olhos castanhos escuros eram densos e profundos. Ela por um relance me encarou de volta, mas eu já havia me perdido e estava em outro mundo.

-Ei! Ei menino! É tu mesmo, haha. Tá aí tá dormindo? – falou ela tocando no meu ombro e de repente eu dei um pulo de susto por não ter, nem de longe, percebido que ela tinha me visto encará-la e vindo do meu lado falar comigo.

-Ai carai, que susto! Sim, tô aqui desculpa estava pensando em umas coisas aqui – falei desorientado e perdido sem saber como ela tinha chegado até ali.

-Você me parecia bem concentrado em seus pensamentos, deveria ser bem importante. Aliás qual seu nome? – perguntou ela com uma voz macia.

-Eu? Errr... Eu me chamo Gabriel. Prazer em conhecê-la. E... E você?

-Me chamo Letícia, prazer é meu gatinho.

Maaano, que garota era aquela, na minha cabeça passou várias imagens de tudo e todas as garotas que eu já tinha visto e ela, sem sombras de dúvidas era uma 10/10 para mim, uma das garotas realmente mais bonitas que eu já havia visto na vida. Sério o que ela tinha demais, era só uma garota e ainda por cima, já tinha um ficante que por sinal era mais “ bonito” que eu, magro e era até aparentemente mas interessante.

Por fim o professor chegou, todos sentaram e começou a aula, porém meu estudo se baseou em ver a geografia das curvas daquela menina, Letícia seu nome, até seu nome em minha boca parecia doce, era bem gostoso de pronunciar. Gente que porra é essa, eu já estou delirando, deixar isso de mão que é melhor. Não quero problemas pra minha pessoa que já tem vários só de estar vivo, quanto mais arrumar mais uma sarna pra me coçar.

Foi se passando a aula e aí ouvimos uma batida na porta. Alguém atrasado no primeiro dia de aula deveria ter uma boa razão, porque chegar atrasado é meio chato, porque todos irão inevitavelmente olhar para você e isso tem tipo um peso muito grande, parece que todos querem te comer com olhos, te julgar por não ser bom o suficiente para chegar cedo e ser um aluno “exemplar” como todos os outros se dizem ser. Por fim entra uma outra garota, de cabelo liso, vermelho, meio gordinha, baixinha e morena. “Caralho mano, de onde tá saindo tanta menina bonita, Deus se o senhor existe, me mostre o caminho da fonte que eu vou sem pensar duas vezes”, pensei comigo mesmo, mas sem tomar conta que eu segui a garota com os olhos, desde a porta até onde ela sentou, que pra variar foi do meu lado e eu nem estava atento a esse detalhe.

-Tá olhando o que? Sou espelho por acaso? – falou ela com um tom meio irônico.

-Não desculpa, foi mal não queria incomodar. Mas qual seu nome?

-Ruthielle – disse com a voz seca e virou a cara.

-Prazer, Gabriel – retribui com uma voz mais complacente.

-Legal pra você!  - resmungou sem nem ter a coragem de olhar para mim de volta.

“Deus, ok elas são bonitas, mas se o senhor puder não deixar o poço de ignorância jorrar nessas suas beldades eu agradeço, porque puta merda, foi um foda-se disfarçadamente educado”, meditei porque enfim né, depois de uma ignorada dessa queria ir pra minha casa dormir e só acordar no outro século.

Passou - se as aulas e eu estava me dirigindo para a parada de ônibus para pegar o meu transporte viário de cada dia, quando eu ouço uma voz gritando:

-Ei! EEEIIIII CÃO! TU VAI PRA ONDE?

Eu olhei para trás e vi que era a tal Ruthielle e apontando pra mim.

-Me espera aí – falou ela chegando perto de mim – qual parada tu pega teu ônibus?

-Ali na parada de cima, por quê? – perguntei assustado com a gritaria que ela tinha feito só pra isso.

-Porque eu não sei pegar ônibus direito aqui no centro ainda e aí queria que me ajudasse nisso, pode?

-Posso sim – falei de forma bem seca, meio que retribuindo o que ela tinha feito – vem comigo, é a mesma parada que a minha.

Saímos da escola e ela veio puxando assunto, apenas pra conhecer mais quem estava ao seu lado e eu fui retribuindo as perguntas e adicionando novos tópicos para a conversa até a parada. Ao chegarmos ao sinal de atravessar a avenida, eu vi aquela garota do início da aula, sozinha, com uma cara de quem queria que alguém pudesse ser sua companhia, mas eu até estranhei, pelo fato dela me parecer bem extrovertida e bem fácil de fazer amigos e até ter um, como eu gosto de falar, “fixante”, a mistura de ficante com fixo, ou seja, um parceiro que não é de uma pegada só, enfim vocês entenderam, ora caralhos. Eu encarei-a com todas as forças que eu poderia e meio que isso foi inconsciente e simplesmente meu mundo parou e eu fiquei a observando de longe.

-Desgraça anda que a porra desse sinal já abriu e tu tá empatando a passagem das pessoas seu gordo. Bora que eu não quero chegar tarde em casa! – falou ela com uma brutalidade e me empurrando.

-Mermã tá achando ruim, passa por cima ora mais. Tu me pede ajuda e ainda fica frescando com minha paciência. Rum, agora eu vi mesmo – disse a ela meio que irritado por ter me tirado de onde eu realmente queria estar olhando, mas atravessei a faixa.

Após isso perguntei a ela onde ela morava e disse exatamente onde o ônibus parava e quais eram os que passavam perto de sua residência e logo o transporte dela passou. Eu fiquei esperando o meu e demorou um pouco, então fui próximo à esquina da praça para ver se a garota dos cachos bonitos ainda estava lá, mas para minha decepção ela já havia ido embora. Meu ônibus logo passou e eu passei a volta para casa inteira pensando em tudo o que me havia ocorrido hoje.

Chegando em casa eu me despi, logo fui tomar um banho como de costume, porém esse banho foi diferente, ao contrário do que estão pensando seus pervertidos, eu apenas pensei em como aquela garota me fez ficar vidrado nela e em como a outra garota ignorante, porém bonita, tinha para me fazer ficar também surpreso com a sua beleza, mas eu tratei logo de esquecer esses pensamentos e fui jantar e ver vídeos no meu computador e logo fui deitar para prosseguir para o dia seguinte.


Notas Finais


E então? O que acharam do primeiro capítulo dessa história? Deixem aí nos comentários suas opiniões, porém dessa vez sugestões PARA A HISTÓRIA EM SI, não serão abertas, porque foram fatos vividos por mim, hahaha. Mas deixem o que vocês esperam que irá acontecer. Garanto que não irão acertar. Abraços e beijos, até a próxima.


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