História Para Sempre Seu - Capítulo 53


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais, Princesa Daphne, Rei Clarkson
Tags América, Enzo Singer, Maxon, Para Todo O Sempre, Princesas, Selecao, Vida Tames
Exibições 139
Palavras 3.032
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite minhas flores lindas!!!!!!
Postando cap. maravilhoso da nossa fic linda!!!!!
Espero que gostem porque Enzo está como nunca!!!!!
Boa leitura!!!

Capítulo 53 - War


POV ENZO

Desespero!

Fora esse o sentimento que me possuiu assim que meu pai encerrara a conversa com minha mãe. Eles haviam chegado em segurança na Itália e ela informara que Ethan havia nascido. Até o momento estávamos felizes e emocionados com a chegada de nosso caçula. Meu pai não cabia em si de tanta felicidade e orgulho e fora nítido quando seu semblante mudara drasticamente.

— Como assim? — ele questionou vagando seu olhar pelos presentes no gabinete até me encontrar. A velha e amiga sensação de agouro cresceu mais uma vez e eu soube que o dia seria caracterizado pela ambiguidade da tristeza com a alegria.

— Tudo bem querida, nós iremos resgatá-los! — foram as palavras desencadeadoras do sentimento supracitado. Eu sabia que Vida ainda permanecia na França e assim que meu pai iniciou a difícil conversa, fiz um movimento para que ele se calasse. Não queria ouvir aquelas palavras, simplesmente não conseguia.

— Filho...

Meu coração encheu-se de ódio e revolta e pela primeira vez senti o ímpeto que homens vis desfrutavam quando cometiam homicídios.

— Eu irei buscar minha noiva! — foram as palavras que proferi.

— Enzo... você não pode ir. Aspen e nossa guarda irão resgatá-la. De acordo com sr. Íllea, Vida e Toulouse tinham a intenção de retornar à cabana. Se eles tiverem obtido êxito...!

Ele se interrompeu quando o mirei com frieza. Estava claro que ele creditava poucas chances de que minha futura esposa estivesse em boas condições de saúde àquela altura, mas eu sabia que ela estaria. Caramba! Vida havia enfrentado uma guerra e se salvara. Alguns guardas de merda não seriam páreos para lhe tirar a Vida.

— Vida está viva e bem meu pai, tenho certeza disso. Eu irei com Aspen e isso não está em discussão.

— Enzo..

— O senhor faria o mesmo se fosse minha mãe lá não faria?

Ele olhou-me nos olhos e acenou em afirmação. Claro que faria. Qualquer homem apaixonado como ele e eu erámos, enfrentaria qualquer desafio para ver sua amada a salvo.

— Aspen! — eu chamei.

— Alteza!

— Prepare seus melhores homens e alguns agentes secretos para irmos resgatar Vida. Partiremos assim que sr. Íllea chegar!

— Sim alteza! — ele assentiu me reverenciando antes de sair do local enquanto dava passagem a uma Marlee desesperada.

— Maxon, isso acaba de chegar! — ela dissera entre as lágrimas oferecendo a meu pai um envelope amarelo selado com o emblema da França. Nem ao menos pensei antes interromper a entrega, rompê-lo e averiguar seu conteúdo.

 Ao rei e rainha de Íllea

O príncipe herdeiro da França, Henry Pietro de Bourbon tem a honra e a satisfação em convidá-los e a toda a sua família para a celebração do seu enlace matrimonial com lady Vida Tames Woodwoork do país de Íllea e para sua subsequente coroação que se dará no dia de Saint Denis de Paris.

 

Ps: Vossa graça faz votos de que vossa majestade, a rainha e seu novo rebento tenham chegado em boas condições de saúde e de já expõe sua mais sinceras desculpas pelas acomodações ofertadas a ambos durante as poucas horas em que estiveram no país. Uma cabana fétida e simplória a beira do lago nem de longe é algo digno de uma rainha tão esplendorosa quanto América Schreave.

— Desgraçado! — gritei levando o punho fechado em direção à mesa. A dor do golpe fora lancinante, mas não chegara a se comparar com a força do meu ódio. Até aquele momento, eu jamais havia pensado em sentir prazer por retirar a vida de um homem, mas a idéia de atravessar uma espada no peito de Henry enchera minhas veias de adrenalina e prazer.

— Enzo, o que aconteceu? — Nicoll e Lucca vieram em meu auxílio.

— O maldito do Henry! — esclareci ofertando-lhes o convite macabro enquanto começava a andar de um lado para o outro de forma desesperada. O medo invadiu minha alma e o desespero, antes mal contido, represou as barreiras frágeis do meu autocontrole.

— Ele descobriu o paradeiro de Vida e está desafiando você a tentar resgatá-la! — Nicoll falara assim que lera o teor do documento. Ela sabia bem como a mente conturbada e psicótica do francês funcionava e aquilo não me passou desapercebido.

— Você está com ele nessa não está? — questionei direcionando toda a minha raiva para a morena de olhos verde-amarelados.

— Claro que não seu idiota! — ela respondeu me encarando sem nem ao menos piscar. No fundo eu sabia que aquilo era loucura, mas eu precisava externar toda a minha ira. — Fiz um acordo com Desirrê e pretendo mantê-lo até o fim. Não quero que a França sofra nas mãos do louco do Henry e muito menos Vida. Estou do lado de vocês e seria muito bom que findasse seu faniquito!

Nicoll me encarava com uma dureza no olhar desconfortante. Aquela garota não possuía medo de nada e nem de ninguém.

— Perdoe-me Nicoll... eu não queria ter lhe julgado, mas é que estou desesperado! —desculpei-me passando as mãos pelos cabelos. Meu peito doía e os olhos ardiam em represália a minha teimosia em deixa-los derramar as lágrimas que os inundava. Tudo o que eu queria fazer era cair no chão, me pôr em posição fetal e chorar feito um bebê, mas eu não poderia me dar a esse luxo. Vida não merecia um marido mimado e assustado. Ela merecia mais, meu filho merecia mais.

— Eu entendo, mas da próxima vez evite fazer escândalos e ponha a razão à frente de sua passionalidade. Já perdi a soma de vezes que lhe aconselhei sobre isso e se seguisse esse valioso conselho evitaria muita dor de cabeça! — ela disse irritada e se pôs a caminhar em círculos pela sala. — A única pessoa que poderia ter contado a Henry sobre o plano é minha mãe, mas se ela o fez deve ter sido por um motivo extremo. Katherine de Médici odeia os Bourbon tanto ou mais que os rebeldes.  Ela não nos entregaria por qualquer preço e conhecendo Henry como conheço a carta dele é bem mais alta que a dela.

— A essa altura não me interessa quem contou a ele, a única coisa que importa é atrapalhar esse casamento e salvar Vida das garras daquele lunático antes que ele descubra...

— Descubra o quê? — meu pai questionou curioso. Eu havia ignorado completamente o fato de que não estava sozinho... aquela notícia era para ser dada em outro momento, mas agora não havia porque esconder.

— Vida está grávida e eu sou o pai!

Pronto... havia jogado a bomba sem rodeios. Minha futura sogra soltou um grito abafado enquanto Caleb ecoou um sonoro “Eu sabia” que rivalizou em amplitude com o “Ai meu Deus” de meu pai, Nicoll, Lucca e Isadora.

— Como vocês puderam? Isso é contra as regras e contra as leis do país! — meu pai e Marlee reclamaram em minha direção.

— Eu estou mesmo ouvindo esse argumento? — repliquei aos dois que imediatamente se calaram. Dois baitas hipócritas. — Sinceramente...

A mãe de Vida começara a balbuciar sobre dar bons sermões a filha assim que essa pusesse os pés no palácio e eu não pude deixar de me sentir reconfortado com sua presença. Pelo menos alguém além de mim possuía otimismo o suficiente para acreditar no retorno de minha noiva.

— Nicoll, além de Isa, Desirrê e você. Alguém mais sabia do rastreador implantado no anel? — questionei a ela enquanto minha cabeça começa a elaborar o plano de destruição do novo rei francês.

— Apenas meu pai, mas creio que isso seja irrelevante a essa altura! —ela replicara com uma dor e tristeza profunda e eu sabia o motivo. Henry jamais deixaria um traidor vivo e se ele havia os atocaiados na cabana, Toulouse não poderia estar respirando a essa altura.

— Eu sinto... — tentei dizer, mas ela me descartou com um gesto manual.

— Era um risco que tínhamos conhecimento e que você deverá processar se pretende salvar sua noiva pessoalmente. Só peço que deixe a satisfação de matar Henry para mim. Eu preciso disso!

Seus olhos estavam frios e tenebrosos como nunca vira antes. Nicoll sempre ocultara suas dores do mundo de forma esplêndida, mas naquele momento eu pude ver seu coração despedaçado e a menina perdida que era e não pude deixar de assemelhá-la a Lucca. Fora preciso que Amber surgisse para fazer meu cunhado voltar à vida e talvez, apenas talvez seja a vez de Dimitri ocupar este papel na vida da Valois.  Eu desejava fervorosamente que essa suposição fosse válida.

— Você terá Nicoll! — prometi.

— Então vamos pegá-lo!

O restante da tarde fora dedicado a planejar o resgate. Nicoll estava sendo de grande valia ao nos proporcionar um tour virtual pelo palácio de Versalhes. Aquele lugar era um verdadeiro labirinto, mas graças ao seu sobrenome a garota conhecia todos os recantos da construção, incluindo as passagens secretas.

— O dia de Saint Denis é a data mais propícia para nosso ataque devido ao baile de máscaras real. Será fácil entrarmos e sairmos. — meu pai opinara.

— Fácil até demais! Henry sabe que tentaremos algo. Na verdade ele espera por isso. Aposto o que quiser como ele pretende matar Enzo à frente de todos inclusive de Vida. — Nicoll falara enquanto observávamos as passagens secretas. — Nós temos que surpreendê-lo.

— Sei exatamente como fazer isso cherry! — eu falara. — Ele espera que eu vá e não irei decepcioná-lo, mas não espera ser desmascarado antes disso!

— No que está pensando cunhado? — Lucca questionara.

— Em dividir para conquistar!

Ϫ

— Ele se parece com papai e eu, mas possui a marca dos Singer! — eu falei a mamãe enquanto observava Ethan dormir alheio a toda confusão que nossa família enfrentara.  —Ainda não consigo acreditar que você dera à luz em plena floresta!

Ela apenas sorrira e pediu que me sentasse ao seu lado na cama. Não havia nem meia hora de sua chegada e eu já estava partindo.

— Não digo que fora uma experiência agradável, mas não foi de todo ruim. A cabana era bem suprida e Ethan e eu não passamos privações. Imagine se estivéssemos em uma ilha deserta? Isso sim seria complicado!

 Essa era minha mãe. Sempre atentando para o lado bom dos acontecimentos.

— E também... não estava sozinha! Vida fora de uma ajudar importantíssima! Aquela garota é muito forte meu filho. Você soube escolher muito bem!

— Na verdade fora o contrário! Ainda estou tentando entender que loucura se abateu sobre ela para quere-me ao seu lado!

— Acho que fora a mesma loucura que os fizera fabricar meu netinho com tanta pressa. A mesma loucura que seu pai e eu sofremos dia após dia. Uma loucura chamada amor!

— Papai já contou a você sobre o bebê? — questionei chamando-o mentalmente de linguarudo.

— Sim, mas eu já sabia até mesmo antes de Vida me contar!

— Ela ia contar para mim na noite do sequestro, mas dr. Aslan fora mais rápido. De acordo com ele, guardar outro segredo dessa magnitude estava fora de suas ambições pré-aposentadoria.

Nós sorrimos e eu pus a cabeça em seu colo. Minha mãe levou as mãos ao meu cabelo e passou a acariciar da raiz as pontas. Aquele gesto sempre me acalmava.

— Eu estou com medo mãe! — disse após uns minutos.  — Medo de chegar tarde demais. Medo de que a essa altura Henry já saiba do meu filho.... Vida disfarça bem, mas... se aquele maldito suspeitar que ela já é minha não sei o que pode acontecer.

Essa era minha maior preocupação e meu maior temor. Henry não faria nada contra minha noiva, mas sabia que aniquilaria sua vida e a de meu filho se descobrisse que ela não possuía mais pureza a ser roubada.

— Vida é inteligente e saberá se cuidar filho. Ela fará qualquer coisa para proteger o milagre que cresce em seu ventre. Quando ela pegou Ethan nos braços pude ver o brilho feroz da maternidade irradiando em seus olhos. Ela é uma leoa assim como eu. Confie nisso.

— Eu confio mãe e é esse sentimento que me estimula a fazer o que preciso para recuperá-la!

— Você irá conseguir meu querido e quando tudo isso passar, faremos um lindo casamento!

— Pelos olhares homicidas que tia Marlee me dirigi acho que a senhora e Amber já deveriam estar adiantando os preparativos. — sugeri fazendo-a gargalhar.

— Ela já veio reclamar comigo umas duas vezes e ainda me culpou de dar um péssimo exemplo acredita? Como se ela não tivesse dado suas escapadas com Carter durante nossa Seleção!

— Papai também veio com um sermão sem fundamento para mim, mas bastou um olhar para que ele encerrasse a demagogia. Vocês três não podem nos recriminar sobre isso sem se contradizerem!

— Então eu sou o único aqui nesse palácio que posso falar sem culpa no cartório! — Caleb disse intrometendo-se na conversa.

— Sabia que, apesar de sua mãe estar prestes a casar com meu avô, você ainda deve bater nos aposentos da rainha antes de entrar? — questionei fingindo falsa irritação.

— Respeite seu tio menino mal criado! — Lucca falou mais atrás entrando no aposento sem se importar com o protocolo. Aquele palácio estava virando a casa da mãe Joana.

Minha mãe sorria feliz enquanto Caleb se aproximava do berço do novo bebê Schreave e sorria encantado.

— Mal posso esperar para ver minha Valentina dessa forma! —ele falara sorridente e sonhador.  —Na verdade, mal posso esperar para que ela nasça e Celeste deixe de agir feito uma louca! — nós sorrimos alto fazendo Ethan abrir o berreiro e minha mãe nos expulsar.

Ϫ

— Boa noite povo de Íllea! — Helga Fadaye desejou ao iniciar mais uma edição do Jornal Oficial. — Enfim chegara o momento da tão esperada escolha do príncipe Enzo!

A câmera desfocou de sua imagem e mirou em mim enquanto ela se sentava ao lado da posição vazia que deveria ser ocupada por Vida. Apenas Isadora estava a minha esquerda.

— Alteza, pode nos explicar a ausência de sua outra selecionada? — Helga questionara e eu tinha a certeza de que todos os cidadãos de meu país fazia a mesma pergunta.

— Sim minha cara, eu irei explicar, mas antes tenho coisas a dizer!

— Sinta-se a vontade alteza!

— Povo de Íllea, em primeiro lugar gostaria de desejar a todos uma belíssima noite e pedir para que orem por uma de minhas selecionadas que infelizmente veio a falecer! Quando começamos essa Seleção, havia muitas expectativas devido a inédita participação de princesas de outras nações concorrendo contra plebeias em pé de igualdade. Uma dessas princesas era Desirrê Marie de Bourbon a princesa da França. Desirrê e eu possuíamos uma história de amor antiga e mal resolvida e encaramos essa oportunidade como uma chance de nos entendermos e, ao longo dos meses, nos descobrimos bons amigos.  Mas não fora somente por este motivo que ela viera. Acontece que Desirrê estava neste palácio para proteger toda a minha família e seu país das garras loucas e vingativas de sua mãe que jaz falecida a pouco. A rainha Daphine possuía a intenção de assassinar minha mãe, meus irmãos e a mim para fazer meu pai, o rei Maxon, pagar por um dia tê-la rejeitado e para isso ela contou com a contribuição dos rebeldes e de algumas nobres que adentraram em nosso palácio por meio do concurso. Graças a pessoas competentes e inteligentes, tomamos conhecimento de toda a trama e eu fora salvo um par de vezes, mas o que não sabíamos era que a França possuía mais de um monarca enlouquecido pela chance de roubar algo de Íllea e Desirrê acabou fatalmente morta por conta do próprio irmão.

Um coro de suspiros surpresos se fez ouvir no estúdio enquanto eu fingidamente lançava a idéia de que Desirrê não havia sobrevivido. Eu sabia que Henry ficaria devastado e precisava daquilo. Destruir seu espírito era o primeiro passo para vencê-lo.

— É a ele que me dirijo nesse momento. Príncipe Henry Pietro de Bourbon, você adentrou minha casa em busca do meu bem mais precioso e o levou contra sua vontade sem se importar com a vida perdida de sua irmã e agora eu lhe farei o mesmo. Vou invadir seu país, fazê-lo pagar pela morte de Desirrê e por ter sequestrado minha mãe e minha noiva. A pequena e solitária França não será párea para Íllea e todos os nossos aliados porque nem mesmo os espanhóis traidores irão lhe resguardar. Você despertou uma fúria que jamais conseguirá conter e eu digo a qualquer um de seus aliados que, se comparecerem ao infame casamento e sua coroação fraudulenta serão considerados inimigos número um de Íllea e sofrerão o mesmo destino.

Helga e os demais presentes no estúdio pareciam perplexos ante o desenrolar da edição. Ninguém jamais pensara que eu abriria fogo abertamente à França embora já circulasse por todo o país murmúrios de que uma selecionada havia fugido com o príncipe francês.

— Você mandou o convite de casamento não foi? Pois aguarde minha presença. Quero vê-lo sentando em seu belo e breve trono para que assista Paris queimar enquanto seus aliados correm acovardados para as linhas do inimigo clamando rendição antes de sua cabeça rolar por toda a Praça da Concórdia. Eu digo em alto e bom som que Íllea apoia Nicoll Valois para reivindicar seu trono e que a causa revolucionária francesa acaba de ganhar um novo aliado.

O silêncio era ensurdecedor, mas eu tinha que continuar.

— Senhoras e senhores, minha escolhida é a senhorita Vida Tames Woodwoork, a mulher que sempre possuiu meu coração e que hoje está sendo mantida em cárcere privado por esse lunático com complexo de Deus e a qual irei buscar no belo dia de Saint Denis de Paris conforme fui tão elegantemente convidado. Se estiver me ouvindo Vida... peço que me aguarde porque seu cavalheiro reluzente está a caminho!

Nesse momento eu desliguei o aparelho de tv do acampamento rebelde francês e encarei o líder do movimento.

— Isso é dividir para conquistar! — falei triunfante. Todos os aliados de Henry não se atreveriam a lutar por sua causa. Não tendo Íllea no lado oposto.

— Alteza, será um orgulho retirar aquele maldito do trono ao seu lado!

Já havia dois dias que estávamos em solo francês e somente agora a gravação de minha escolha havia ido ao ar. Exatamente um dia antes do casamento.

— Amanhã comemoraremos o dia de Saint Denis com a cabeça de Henry em uma bandeja de prata! — Nicoll falara levantando sua taça atraindo a atenção de todos. — E isso quem vos promete é Nicoll Toulouse!


Notas Finais


OMG!!!!!!!!
Enzo assumiu o módulo batalha totalmente!!!
Henry deve estar se borrando de medo kkkkkkkkkk.
E Nicoll?
Comentem bastante!!!!! Amoooo qd vcs se expressam!!!!!!
Lindas.... a fic está acabando ok? Apenas mais cinco capitulos no máximo!!!!
É triste eu sei, mas ainda ha muita coisa boa por vir como a minha outra historia Sete Minutos no Céu! Quem ainda nao se apaixonou corra lá e se amarre em Adam e Eve!!!!
beijos e ate a proxima atualização.

Ps: Vitoria Wolf.... sentiu a referência sutil? kkkkkkkkkkkk


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