História Para sempre seu I Malec - Capítulo 2


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Personagens Originais, Simon Lewis
Tags Alec Lightwood, Caçadores De Sombras!, Magnus Bane, Malec, Romance Gay, Shadowhunters, Yaoi
Visualizações 355
Palavras 2.139
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente então... Eu fiz um Instagram novinho.. é @jujubinha_sad ... Se por um a caso alguém quiser falar comigo, é só me achar lá ❤🍭

Bom... Pra esse cp eu escutaria a música

Original: The Scientist (Codplay) mas eu prefiro a versão (Boyce avenue feat. Hannah Trigwell)

Capítulo 2 - Capítulo 2


Droga pensou o caçador de sombras, olhando para seu braço, onde deveria ter um relógio, mas que não estava lá. Olhou para as paredes a procura de um. E viu que havia um digital em cima de um pequeno criado mudo que marcava mais de dez e meia da manhã. Droga, droga, droga. Repetiu ele em sua cabeça.

Viu que Alex ainda dormia na cama que estava bagunçada e lembrou de como tinha sido a sua noite. Levantou rapidamente e foi procurando e colocando suas roupas que estavam jogadas por todo lado do quarto.

 — Bom dia — falou o garoto de olhos verdes sonolento.

— O-oi — Alec falou, morrendo de vergonha agora que estava sóbrio.

— Por que a pressa, vamos para um segundo round — e deu uma risada. — Não, não posso. — falou o moreno enquanto acabava de amarrar o cadarço de sua bota.

— Então eu te ligo?

— Não — falou rápido mas depois continuou. — Quer dizer, eu-eu nem sei se eu devia ter feito isso. — levantou da cama e pegou sua jaqueta que estava em cima de uma cadeira. — Ontem eu estava... confuso.

— OK, eu entendo — disse Alex enquanto levantava e pegava uma das toalhas brancas que estavam penduradas em cabides na parede ao lado de um banheiro que havia no quarto .

— Agora eu realmente preciso ir — Alec falou já indo para porta. Ele não sabia o que dizer, nem como se despedir. — An... Foi um prazer te conhecer.

— O prazer foi todo meu Lightwood. — então o caçador de sombras saiu e fechou a porta ao passar.

O loiro não ficou contente, Alec realmente tinha chamado sua atenção. Não queria que essa fosse a última vez que ele iria ver aquele garoto.

Tomou um banho e se arrumou. Faltava apenas os sapatos que ele procurava mais não os encontrava.

Ele viu que havia algo parecido com seus tênis de baixo da cama, e não só os encontrou. Como achou um relógio, que ele sabia de quem era.

Sorriu para si mesmo com o objeto entre os dedos. Agora ele tinha uma desculpa para ligar.

.

— Posso saber onde você estava! — indagou Isabelle cruzando os braços, assim que Alec passou pela porta do instituto.

— Vai dar uma de mamãe e papai agora Izzy? — Ele estava com uma dor de cabeça insuportável, que logo seria cura.

 — Eu sou sua irmã, estava preocupada — falou Isabelle abaixando a guarda. — Pensei que estava com Magnus, mas vi que estava errada quando ele veio atrás de você essa manhã.

Assim que ouviu o nome do feiticeiro, seu coração apertou. Ele estava com saudade do seu amado. Saudade das noites longas e calorosas que eles passavam juntos, sentia falta do carinho e do gosto que tinha os lábios do submundano.

— E o que ele disse? — perguntou Alec mas tentando não demonstrar muita importância.

— Que precisava conversar com você. E que sentia muito.... Vocês estão bem?

Alec sempre foi bom em bloquear seus sentimentos, das pessoas e até de si mesmo. Mas quando se tratava daquele homem com olhos de felino, ele simplesmente não conseguia.

— Só esquece isso — falou Alexander já saindo de perto de sua irmã e dando de costa a mesma. Ela sabia que o assunto estava encerrado e não iria mais ser ouvida. O jeito seria apelar para seu parabatai.

.

— Isabelle te mandou aqui? — perguntou Alec assim que o Jace abriu a porta de seu quarto.

— Não exatamente, eu vim para ter certeza que não tem um gambá ou outro animal aqui no seu quarto —  falou o loiro dando de ombros e sentando há cama onde seu irmão estava. Mesmo com seu mal humor, Lightwood não pôde resistir a dar risada do seu irmão idiota.

— Estou preocupado — Alec bufou e olhou com desdenha para seu irmão.

— Não vejo a necessidade em tudo isso...

— Ei ei, aí, somos parabatais, acha que eu não estou sentindo isso que você está passando? — não havia nada que Alec podia dizer naquele momento, sabia que não podia esconder tal coisa, não do Jace. — Isso que você está sentindo, está me dando agonia. Me conta o que houve irmão.

— Resumindo?... Vi Magnus beijando a Camille. E bom... Fiquei com outro cara.

Os dois conversaram por um bom tempo. Mesmo Jace sendo seu parabatai, mesmo tendo uma conexão inexplicável com ele, não se sentia a vontade contando isso. Ele já havia sentido algo pelo seu irmão, e isso só deixava as coisas mais estranhas. Não como antes, pois agora seu irmão tinha a Clary e ele se encontra completamente apaixonado pelo feiticeiro.

— Eu tenho certeza que aquele feiticeiro gosta de você Alec — falou Jace pela milionésima vez tentando convencer seu irmão de que ele devia ligar para Magnus, e que talvez fosse só um maldito mal entendido.

— É, talvez você esteja certo. — concordou Alec pensando que deveria ter uma conversa com Magnus . Ele sabia que não poderia fugir de seus sentimentos para sempre.

— Me desculpe atrapalhar a conversa dos dois, mas há relatos de atividades demoníacas não muito longe daqui — disse Clary entrando no quarto.

— Já está na hora dá diversão? — brincou Jace. — Mas o sol ainda nem se pôs.

— Começaram a festa mais cedo hoje — ironizou Alec
— Vamos? — Perguntou Clary.

— Podem ir indo, eu encontro vocês lá — Alec respondeu para Fray e Jace piscou para seu irmão antes de sair do quarto.

Alec não podia mais ficar com aquela dor dentro de si, nem mais um dia. Seus irmãos dariam conta dos demônios sem ele, e agora tinha Simon que é melhor que nada. Ele precisava fazer outra coisa.

Tomou um banho rápido e colocou uma de suas roupas normais. Mesmo que estivesse indo a casa de Magnus, ele não poderia ficar. Tinha que fazer seu trabalho, ele era um líder. Era diretor do instituto e sabia que estava sendo irresponsável.

.

Já estava a caminho do Brooklin não muito longe da casa de Bane, quando sentiu algo. Era forte, sua runa parabatai pulsava. Sabia que era Jace, ele precisava de ajuda.

Não pensou duas vezes e deu meia volta. passou alguns minutos e seu celular tocou e era Izzy.

— Alec — Isabelle estava ofegante ao telefone e falava pesadamente. — Precisamos de você rápido.

— Estou indo. Vocês estão bem? Jace está ferido?

— Não, ela já está bem. Venha logo.

A distância não era muito absurda, mais ainda sim, fez Alec correr de preocupação.

.

Quando chegou, viu que havia muitos demônios shax, viu que um demônio Raum lutava contra seu irmão Jace. Ele não podia atacar de longe e por traz — seu arco tinha ficado no instituto.

Pagou sua lâmina serafim e foi para cima do demônio junto com seu irmão. Jace era o mais forte e o mais rápido, mas não estava em suas melhores condições agora.

— Aaah — gritou Clary enquanto um Ravener estava em cima de si. — Jace desviou os olhos do demônio que os atacava e se virou para olhar sua garota ruiva o que o fez se desconcentrar e deixar Alec por instantes lutando sozinho, ele que também estava com a mente em outro lugar. Dando chance do demônio ferir -lo.

— Alec nãoo — disse Jace alto sentindo a dor de seu parabatai e finalmente fincando a lâmina no demônio que desintegrou-se.

— Alec, Alec. Vamos acorda.

Jace sentou-se no chão onde seu irmão estava e pegou sua lâmina serafim. Fez uma iratze na base do pescoço do irmão e esperou para que ele se curasse, mas nada aconteceu. Alec não acordava, havia muito veneno de demônio em seu corpo.

— Izzy, chame reforços, Alec está desacordado e precisamos levar ele para o instituto — Jace gritou enquanto já tinha seu irmão nos braços. — E ligue para Magnus.

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— O que devo a honra da ligação Clary?

— Não é a Clary, sou eu Izzy. Magnus, Alec está ferido e sua runa de cura não está resolvendo.

O feiticeiro nem deixou que ela acabasse de falar, ele só precisava de segundos para estar no instituto.

.

Magnus chegou ao quarto de seu amado e o encontrou desacordado com uma funda e horrível ferida na base do pescoço.

— Alexander — sussurrou o feiticeiro com seu coração quebrado e suas mãos já trêmulas e frias.

Tentou usar sua magia para faze-lo acordar, mas foi em vão. O veneno de demônio se espalhava rápido e iria precisar de mais tempo. 

Ela sabia que agora aos seus cuidados, o moreno não iria morrer, mas ainda sim, estava preocupado, como jamais havia ficado, era uma dor nova. Ele já viveu por séculos. Viu pessoas nascerem e morrerem, mas pensar que seu caçador de sombras talvez não estaria mais ali, o deixou apavorado.

— Alexsander, me desculpe foi tudo um mal entendido, eu nunca trairia você meu querido anjo — magnus sussurrou para Alec que ainda estava desacordado. Não tinha certeza se ele estava escutando, mas torcia para isso.

Lágrimas agora apareciam no canto dos olhos do feiticeiro. Ele odiava se sentir assim, vulnerável e de certa forma triste.

— Como é que ele está? — Jace perguntou assim que Magnus saiu do quarto limpando os olhos e disfarçando a insatisfação por Alec ainda não ter acordado.

— Desacordado, vai levar um tempo para todo veneno sair do corpo dele.

— A culpa foi minha, me distrai por alguns instantes e então... — Jace ainda não estava conformado pelo que aconteceu, sentia que seu irmão estava assim por sua causa. — Pelo menos vocês conseguiram se acertar?

— Estávamos quebrados? — Magnus agora sabia que a briga não havia ficado só entre eles dois, não que isso o incomodasse, mas ele queria que seu Lightwood pudesse acordar logo para acabar logo com toda essa confusão.

— Ele me disse sobre o briga de vocês dois... E sobre o outro cara. 

— Que outro cara? — Magnus parecia não entender nada que Jace estava dizendo.

— O que ele ficou depois da decepção amorosa de vocês dois... — Magnus ficou alguns instantes sem dizer nada — Espera, você não sabia?

Apesar de Magnus ter ficado afetado com o que acabou de ouvir, orgulho sempre foi algo que ele achava virtuoso, e ele teve muito tempo para praticar. Então não deixou transparecer o quanto seu coração havia se estraçalhado.

— Não, ele não comentou nada comigo. —  havia sarcasmo na voz do feiticeiro, seu típico jeito de lidar com as coisas. — Eu vou voltar lá pra dentro ver como ele está.

Magnus agora não sabia muito no que pensar ele tinha ficado triste dês de que os dois teve esse desentendimento, e dês de então, vem pensando em como ele poderia resolver isso... Mas agora saber que tinha outro cara...

Mesmo lidando bem com a situação, por saber que Alec é apenas mortal e viveria pouco, e então tinha que "aproveitar" sua vida dá melhor forma possível, se sentia sem rumo, ele havia desistido de sentir algo por alguém a muito tempo, e agora, estava simplesmente amando, e de mãos atadas.

Estava perdido em pensamento, mas o toque de celular o tirou de seus devaneios.

Não era seu celular, era o de Alec. Um número desconhecido aparecia na tela, ele pensou em não atender. Mas talvez fosse importante.

— Alô — Magnus disso com uma voz firme.

— Alec? — era uma voz de homem.

— Não, mas quem gostaria? — Magnus agora se via curioso com a voz grossa. — Quer dizer, é o celular dele mas vamos se dizer que ele não está podendo falar no memento.

— Ah sim, — agora a voz alegre do outro lado da linha, estava desconfiada e confusa — Sou o Alex, ele esqueceu o relógio... Comigo e eu queria saber...

— Irei dizer a ele, quando estiver acordado — o feiticeiro falou antes que o tal Alex acabasse sua frase e logo em seguida desligou o celular.

Por momentos, se sentiu furioso, estava com ciúmes e raiva por outro homem ter o tocado o cara que ele amava.
Olhou para seu reflexo no celular e viu o quanto estava frágil, e destruído.

Agora tudo que restava, eram dois corações que se amavam. E dois homens que não se achavam suficientes uma para o outro.

Surpreendeu-se com a foto de capa, assim que a tela do celular acendeu acidentalmente. Ainda estava a foto que eles haviam tirado quando foram viajar pelo mundo algum tempo atrás. Ficou feliz com isso, continham lágrimas em seus olhos e um pequeno sorriso em seus lábios. 

Mas ele precisava ir, se convenceu de que isso seria melhor, para ele e para o caçador de sombras. Ele já havia vívido tanto. Passado por coisas boas e ruins, momentos catastróficos e mágicos. Alec tinha que viver sua vida, conhecer alguém que o amasse — mesmo não sendo da mesma forma que ele o amava — uma pessoa para envelhece ao seu lado.

Escreveu isso em um pequeno pedaço de papel e colocou perto de seu celular, onde também havia um recado sobre Alex e o relógio.

Logo ele acordaria, com lágrimas nos olhos, Magnus arruma algumas coisas bagunçadas do quarto abre a porta e a fecha ao passar.

E assim se vai.


Notas Finais


Notas fofinhas dá autora.

Desculpe por algum erro ;-;
Vocês já sabem que eu fiz um Instagram novo... E eu adoro postar coisinhas aleatórias lá.. se quiserem me seguir também é @jujubinha_sad
Obg por lerem ❤🍭
E infelizmente o próximo cp será o último 😐💔


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