História Para Sempre Sua (BTS) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jin, Jungkook, Medieval, Rap Monster
Exibições 357
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem a demora, meio que estou sem tempo com as aulas práticas do meu curso, e preciso estudar. Por isso, não poderei postar com frequência, mas tentarei postar 2 vezes na semana. :3 obrigada e boa leitura. obs: tem erros absurdos, desculpem por isso também.

Capítulo 2 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction Para Sempre Sua (BTS) - Capítulo 2 - Capítulo II

"As pessoas fazem história, mas raramente se dão conta do que estão fazendo"- Christophee Lee (This Sceptred Isle-Empire)

 

 Duas batidas na porta puderam ser ouvidas, quando de lá saiu um dos empregados da corte real.

—Vossa Realeza, se me permite falar, tenho um recado de grande importância para entregar-lhe.—O súdito patenteou com a cabeça abaixada.

—Fale-me logo de uma vez, se tens audácia o suficiente para interromper uma reunião de tamanha relevância, devias me dar um bom motivo para não fazer-me punir-te agora— O príncipe Jin falou, seu tom autoritário deixou todos pasmos, exceto o rei da Inglaterra que riu com a atitude do mais novo membro familiar.

—És uma intimação de Taehyung, meu senhor—O criado falou segurando um pequeno papel com um brasado selado em vermelho sangue, autenticando assim a carta.

—Leias em alta voz, algo me diz que tenho interesse em ouvir— Namjoon intrometeu-se, mas se fosse alguém com baixo poder hierárquico certamente não teria tal atitude, todavia, como não lhe era o caso, poder e autoria era algo que não lhe deixava a deseja.

—“Eu, Kim Taehyung, faço um comunicado ao Príncipe Regente Jeon Seokjin, mantendo as etiquetas, Vossa majestade, tenho mera consciência de que ainda estás em dúvida sobre a minha pessoa, por tal razão, peço encarecidamente que adira ao bloqueio continental, expulsando o embaixador inglês de vosso lar, declarando guerra à Inglaterra, fechando os portos portugueses aos navios britânicos e por fim, prendendo todos de origem inglesa e confiscando suas belíssimas propriedades. Atualmente, tomei o cargo de imperador da França, caso vossa mercê, regresse contra minhas condições, não duvides de minha palavra ao saber que a Casa de Bragança, qual carregas um de seus sobrenomes não reinarás mais na Europa em duas semanas, tomarei seu reino com a artilharia francesa, afinal, torna-me imperador de toda Europa já coincide em meus planos. Passar bem.”— A cada palavra que o serviçal falava em alto e bom som, a acanhada irmã do rei franzia o cenho, demonstrando sutilmente sua pertubação.

—Mal sabe ele, que o futuro rei fez-se presente em pessoa—Jungkook, o príncipe mais novo deixou escapar.

—É em momentos como esses que vejo o quão comum és o sobrenome Kim, pelo menos não és algo que negue nossa magnificência—O mais nobre Namjoon gargalhou.—E então, qual atitude tomarás?.

— Responderei por carta que lhe concederei as suas vontades—Retrucou o monarca sentando-se na cadeira.

—Mas..—O príncipe mais jovem da corte portuguesa tentou intervir pois, a expressão daquele qual viajou milhas e mais milhas para pisar em terras lusitanas, não era uma das melhores.

—Acalme-se vossos fracos corações, dizem os livros que nobres são aqueles que cumprem com suas ditas palavras, contudo, aqui estou para dizer, sábios são aqueles que usam-se da mentira para beneficio próprio.—Jin proferiu.

—Queres brincar de faz de conta?—O loiro falou sorrindo internamente, orgulhava-se da ambiciosidade que o herdeiro português carregava— Sabes que és perigoso, e mesmo assim estás disposto a tal escolha?.

—Perigo é quase meu sobrenome Vossa Alteza—O príncipe regente indagou — Ao que me parece, a notícia de sua vinda as minhas mais vastas terras, tomou grandes proporções, não há de concordar?

—Alguém pôs indevidamente a boca em lugares errados e quando eu descobri, de certo não será algo que deixarei passar, mesmo que me clamem por perdão—O jovem rei falou, piedade era uma coisa que não existia em seu polido vocabulário.

—Bom, então findamos o nosso acordo, certo?—Jin falou erguendo uma de suas mãos para o loiro, que aceitou em resposta.

—Creio que estejas cansado, vossa majestade. Porque não dormes aqui no Palácio e retorna ao seu país quando a noite se tornar dia e o sol perder gradativamente seu calor?.—Jungkook sugeriu de maneira cortês.

—Ele há de ter razão alteza—A futura esposa do monarca manifestou-se subitamente.

No fundo Namjoon sabia o que sua irmã estavas a fazer, adiar o casamento não adiantaria de nada, e talvez por raiva da reclusa de sua irmã, sangue do seu sangue que estás a aceitar sua decisão a mal grado, ele proferiu:

—Como sua pessoa quando convocou-me já havia informado-me por meio de seu embaixador que queria a proteção naval do meu povo em troca de algo de minha escolha, Eu, Kim Namjoon, tomei a liberdade de trazer comigo, meus 7000 soldados, sendo eles, liderados pelo comandante Almirante Jung Hoseok, o mesmo lhe aguarda na foz do Rio Tejo para partida. Acredito eu, que vós estás a se despedir—Articulou o rei dando uma breve pausa—Como não poderei comparecer ao vosso matrimônio, desejo-lhes antecipadamente felicitações e que Kim Josefina de Beauharnais, minha querida irmã, possa dar-lhe fortes e saudáveis herdeiros—Namjoon falou mirando ferozmente os olhos da jovem garota em provocação.

Jin sorriu amargamente, não que fosse contra o casamento, muito pelo contrário, ao ver aquela bela moça, seus pensamentos se tornaram tão impuros quanto sua própria pessoa, entretanto, odiava ter que engoli seu orgulho e como estava encurralado pelas maiores potências mundiais da época, Inglaterra e França, não tinha outra opção a não ser seguir aquele ditado “Se não podes contras o inimigo, junte-se a eles”. Ele sorriu forçadamente assentindo ao que lhe era dito. Obviamente era um jogo de cartas marcadas, em que nenhum dos lados tinha qualquer ilusão a respeito do desfecho. Mal sabia o sucessor de Portugal que duas semanas mais tarde, os franceses a invadiriam o país mais parecidos com fugitivos do que como alguém que anunciaria a tomada do local. E que se tivessem ficado e resistido, provavelmente teriam ganhado o combate.

 

 

[…]

 

E lá estava a família real, fugindo as pressas. Desde, príncipes, princesas, clero, burguesia, a toda a nobreza e sem esquecer, claro, os criados, além de outros grupos como, conselheiros reais, advogados, pajens, cozinheiros, padres, damas de companhia, camareiros, médicos, cavalariços entre outros, cada um carregava junto ao corpo o que lhe considerasse de valor.

E naquelas ruas movimentadas de Lisboa, carruagens e mais carruagens faziam seu percurso ao Rio Tejo, no total 15000 habitantes fariam sua mudança para diversificada colônia, obviamente que isso era um meio qual apenas as classes mais ricas poderiam se dar ao luxo de ter, os que assim não tivesse, iam com o que Deus lhe concedia, popularmente conhecidas como pernas.

—Conseguiu pegar tudo?—Jin questionou ao lado do irmão no pequeno meio de transporte. Dentro do mesmo, encontravam-se a mulher qual lhe concederia filhos e sua mãe.

—Apenas o necessário...—Falou o príncipe mais novo ajudando quem lhe deu a vida, qual sempre fora intitulada como louca, a sair da carruagem.

—Se eu tivesse exercendo meu papel não terias feito isso, eu conversei com seu pai, ele não há de aceitar essa patifaria—A rainha falou batendo no braço do filho mais velho.

—Se vossa mercê não lembras, o pai morreu a 4 anos de varíola, e por culpa de vossa senhoria que não permitiu que ele tomasse da vacina por questões de religiosidade, o teu marido, antigo rei de Portugal encontra-se a 7 palmos abaixo do chão, se achas que tens algum direito a falar algo, posso dizer com total convicção que estás errada.—Jin manifestou-se levemente irritado ignorando as tolices da renomada mulher e indo ao encontro de um homem de cabelos tão negros quanto uma jabuticaba recém-colhida.

—Meritíssimo Príncipe, eu sou Jung Hoseok, quem conduzirá e fará a proteção de sua vida e da sua população até o Brasil. Espero que aceite-me como seu bom súdito, já que conviveremos juntos até que a Josefina não faça parte desse mundo, afinal de contas, eu sou encarregado pela segurança da mesma por ordens do herdeiro do império britânico. Posso lhe garantir que oferecerei toda proteção necessária—O homem falou tocando no cabo frio e reluzente de sua espada que estava pendurada na bainha de sua cintura.

—Sim, entendo perfeitamente, espero que cuide bem de minha pequena nação—O monarca falou, logo subindo nas duas pranchas de madeira mal postas, sendo sustentadas por dois cabos de polícia que davam acesso a um dos navios e estendendo a mão para sua futura mulher, seu sorriso era galanteador e seu olhar lascivo puramente intencional, causou diversas emoções na jovem de longos cabelos castanhos mel.

 

A garota ao tocar-lhe os dedos sentiu um enorme choque elétrico percorre-lhe o corpo, e o sorriso que lhe fora lançado deixou-a ainda mais atordoada, qual desequilibrou-se indo para trás. O moreno rapidamente agarrou-lhe a cintura, trazendo o corpo da pequena para mais perto do seu, e se não tivesse a visão de tantos olhos, ele certamente faria muitas outras coisas que lhe vim a mente, contudo, somente soltou-se da mesma, limitando-se apenas a aproximar-se da moça ficando em uma distância consideravelmente razoável, sem demora, sussurrando baixo para que somente ela pudesse escutar:

—Cuidado onde pisa, um passo em falso e vossa mercê estará na minha cama, debaixo dos meus lençóis, conhecendo o que muitas donzelas o chamam de cegonha.

A jovem que não ficou por menos logo rebateu:

—Prefiro morrer ao fazer-me tua.

—Só não lhe bato-lhe a face, porque aqui tens criados e criolos, se eu o fizesse isto aqui seria como dar-lhes o gostinho e o poder de que podem fazer o mesmo. E certamente se aproveitariam, caso sua pessoa encontrasse sozinha, acho que entendeu explicitamente o que eu quis comunicar-te—Jin proferiu revolto— Queres dizer que preferes pertencer a um escravo que a mim?

—Não sou um animal para ter dono meu senhor—Ela respondeu ríspida, tendo como resposta um olhar macabro do futuro sucessor, que a puxou pelo braço com força.

 

—Farei-te engolir cada palavrinha dessa, e sua audácia serás algo que eu domarei com maestria—Ele falou apertando-lhe fortemente o pulso da jovem, que de tão fino, parecia quebrar.



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