História PARA SEMPRE, UZUMAKI. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Deidara, Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Izuna Uchiha, Jiraiya, Kiba Inuzuka, Konan, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju
Tags Narusasu, Sasunaru
Visualizações 249
Palavras 1.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite minna-chan!! Tudo bem com vocês? Espero que sim!!
Capitulos novos sempre serão colocado no periodo na noite.
Os dias serão; (SEGUNDA 22:20, QUARTA 22:20, SEXTA 21:30, SÁBADO E DOMINGO 20:30)
Uma Observação em relação aos nomes dos capitulos, são frases dos sentimentos de Sasuke sobre a vida.
Xoxo, minna-chan, espero que gostem do capítulo, qualquer dúvida e só me perguntar. Responderei com o maior prazer!!

Capítulo 10 - Viva, apaixone-se e lute... vai valer a pena uma hora!


Fanfic / Fanfiction PARA SEMPRE, UZUMAKI. - Capítulo 10 - Viva, apaixone-se e lute... vai valer a pena uma hora!

Entramos no meu apartamento. Naruto fechou a porta. Joguei a mochila na mesa e fui á cozinha pegar uma garrafa de vinho.

_ Você está bem?- perguntou ele, vindo logo atrás de mim.

_ Estou. Aceita um vinho?

_ Ah, não, preciso ir andando. Tenho um encontro com uma pessoa.

Revirei os olhos, ainda de costas para ele, convicto de que seu encontro tinha a ver com sexo. Abri a garrafa, enchi um copo e me virei, pondo a mão no seu peito.

_ Obrigado, Naruto. Quero que saiba que me sinto profundamente grato pela força que está me dando.

Ele levou a mão ao meu rosto e secou com o polegar algumas lágrimas que haviam restado.

Senti um fogo se acender no meu corpo, enchendo cada parte de desejo por ele. Esse era o seu lado carinhoso e gentil, um lado que eu queria conhecer melhor. Meu coração acelerou. O sobe e desce no estômago recomeçando toda vez que ele me tocava. Eu estava vulnerável naquele momento, e só podia pensar em beijá-lo apaixonadamente. Mas me contive, porque não queria estragar nossa amizade.

Dei um tapinha no seu peito.

_ É melhor ir ao seu encontro, Sr. Uzumaki. É falta de educação deixar esperando.

Ele deu um sorrisinho.

_ Se precisar de alguma coisa, qualquer coisa, por favor, não hesite em me ligar- disse, pressionando os lábios na minha testa.

_ Pode deixar. Agira, vai lá. Tenha uma boa noite.

Fechei a porta atrás dele e sentei com meu vinho. Para alguém da minha idade, eu já tivera mais contado com a morte do que deviria. Precisava ligar para Sakura e lhe avisar que estava acontecendo. Levantei e já ia pegar o celular, quando bateram á porta. Olhei pelo olho mágico e vi Naruto do outro lado.

_ Ué, o que está fazendo aí?

Ele entrou.

_ Arruma uma mala, porque você vai passar a noite comigo.

Olhei para ele, estupefata.

_ Não vou, não. Vou ficar aqui.

_ Ele suspirou.

_ Sasu, uma vez na vida, por favor faça o que estou dizendo.

_ Não sou nenhuma criança. Naruto, e, francamente, você não pode ficar me dando ordens desse jeito. Achei que já tínhamos conversando sobre isso.

Ele se dirigiu ao canto da sala, onde ficava o cavalete, e olhou para o quadro inacabado que ainda estava lá. Seu tom mudou.

_ Não acho que você deva passar a noite aqui sozinho depois da notícia que recebeu, e meu apartamento tem um quarto de hóspedes. Eu me sentiria melhor sabendo que você não está sozinho.

Vi que tivera que fazer um esforço enorme para pronunciar cada palavra; agora me dava conta de que ele tinha dificuldade para lidar emoções.

_ Tudo bem, Naruto, me dá um minuto.

Ele assentiu, sem tirar os olhos da pintura.

Coloquei algumas coisas numa mala e voltei até ele, que ainda estava parado diante do cavalete.

_ Era isso que você estava desenhando no Central Park, não era? O casal de noivos diante do chafariz.

_ Era. Comecei a pintar o quadro ontem á noite.

_ Pelo que posso ver, você é muito talentoso.

_ Obrigado, Sr. Uzumaki. Agora, vamos lá.

Ele sorriu e tirou a mala da minha mão; estava cheio de surpresas aquele dia.

Sua cobertura era deslumbrante, do piso de mármore no corredor ás paredes brancas e janelas com dois andares de altura. O salão abrigava um lindo sofá cinza-escuro, uma ampla  mesa quadrada de madeira no centro e duas poltronas de couro num tecido cinza-claro. Longas cortinas pendiam das janelas até o chão, e a lareira de mármore era o ponto de destaque do aposento. Havia fotografias em preto e branco penduradas nas paredes em grupos três, mostrando várias cenas urbanas do mundo inteiro. Ele chegou por trás de mim enquanto eu as observada.

_ Gosta delas?

_ Sim, são lindas.- Sorri.- Onde as comprou?

_ Fui eu mesmo que as tirei.

Virei a cabeça depressa, e ele deve ter achado graça do meu olhar, porque começou a rir.

_ Você tirou essas fotos?- Enfatizei cada palavra.

_ Por que a surpresa, Sasuke? A fotografia é um hobby meu.

_ E como eu poderia saber disso, Naruto, se você se recusa a me contar qualquer coisa a seu respeito?

Continuei estudando as fotografias. Sorri, porque, naquele momento, percebi que tínhamos algo em comum; éramos amante da arte. Eu decorava casas e ele tirava fotos.

_ Sua casa é lindo. Foi você mesmo quem fez a decoração.

_ Não, foi minha irmã.

Olhei para ele, confuso.

_ Você tem uma irmã?

_ Tenho, ela é decoradora. O projeto do meu escritório também é dela.

Balancei a cabeça.

_ Pelo visto, o talento é de família.

Ele riu, caminhando até o bar.

_ Bebe alguma coisa?- perguntou.

_ Uma dose de Jack, por favor.

_ Tem certeza?- Seus olhos se arregalaram.

_ Isso te surpreende?

Ele pegou um copo de uísque.

_ Não, quer dizer, talvez... não conheço nenhum homem que tome uma dose de Jack Daniels puro.

Ele me entregou o copo, e eu o levantei.

_ Agora conhece.

Virei a dose de um gole só e queimou feito fogo, mas foi bom.

_ Achei que não permitia que pessoas dormissem aqui, Sr. Uzumaki.

Ele olhou para mim, com um largo sorriso.

_ E não permito, Sr. Uchiha. Jamais permiti, mas achei que podia abrir uma exceção para um amigo- enfatizou a palavra-, porque senti que ela não devia ficar sozinha.

Serviu outra dose e levantou o copo.

_ Mais umazinha?

_ Está tentando me embebedar?

Ele me deu um daqueles olhares sensuais que enchiam meu corpo de desejo.

_ Deveria?

Esvaziei o corpo e fui me senta no sofá. Naruto se aproximou com seu uísque e sentou ao meu lado.

_ Você está bem?- perguntou.

Olhei para ele, suspirando.

_ Estou pensando em visitar o túmulo de meus pais quando estiver em Tokyo.

_ Quando foi a última vez que os visitou?

_ Há pouco mais de um ano. Dei um pulo no cemitério para visita-los no dia em que Neji e eu viemos para Nova York.

Olhei para ele, meus olhos ônixs observando os azuis dos seus, e disse com a maior seriedade:

_ Quando eu morrer, não quero um enterro. Não quero gente olhando para o meu corpo e chorando por mim, quero ser cremado e ter minhas cinzas espalhadas em Paris.

Naruto me deu olhar irritado.

_ Pare de falar desse jeito. Você ainda tem muitos anos pela frente para decidir o que quer.

_ Naruto, estou falando sério. Quero que as pessoas comemorem e bebam á minha memória. Quero que se lembrem de bons momentos, não que lamentem a minha morte.

_ Ok, pode parar. Você está falando como se fosse morrer amanhã.

_ Nunca se sabe o que cada dia vai trazer, e é por isso que acredito que nada dura para sempre.

_ Certo. Acho que o Sr. Jack Daniels subiu á sua cabeça. Vamos dormir um pouco, tenho que trabalhar amanhã.

Fomos para o segundo andar, e ele me mostrou meu quarto.

_ Boa noite, Sasu, durma bem- disse, saindo para se dirigir ao próprio quarto.

_ Boa noite, Naruto.

Vesti o pijama e deitei na cama enorme e superconfortável que ocupava o quarto. Fiquei apreciando a sensação luxuosa dos lençóis de cetim, enquanto observava a decoração clássica do aposento. As paredes cinza com sancas entalhadas eram lindas. Havia uma cômoda bege com um espelho redondo e mesas de cabeceira combinando em cada lado da cama. A janela tinha estantes embutidas dos lados, com um assento estofado no mesmo tecido da colcha. Eu podia passar o resto da vida enroscado ali, aninhado em sua beleza e conforto.

Já era muito tarde para ligar para Sakura, por isso decidi mandar uma mensagem e avisar o que estava acontecendo.

Recebi uma notícia horrível horas atrás. Minha prima me ligou para dizer que meus tops morreram num acidente de carro. Vou voltar a Tokyo daqui a dois dias para o enterro. Queria que você soubesse, para não se preocupar.

Ah, meu Deus, Sasu, sinto muito. Quer que eu vá para aí? Você não devia ficar sozinho.

Estou bem, vim passar a noite no apartamento de Naruto. Ele estava comigo quando recebi a ligação.

Sério, Sasu? O que é que está rolando entre vocês? Dormiu com ele?

NÃO! Somos apenas amigos, e estou no quarto de hóspedes.

Não diz besteira, homem. Vai para a cama do cara já, e deixa que ele te faça esquecer todas as coisas ruins- pelo menos por uma noite.

Rsrsrsrs! Boa noite, Sakura. A gente se fala outra hora.

Aproveite, Sasu! Já ouviu falar em foda amigo? Boa noite.

Ela tinha razão. Quando eu estava com Naruto, ele me fazia esquecer todas as coisas negativas na minha vida, mas a ironia disso é que a mais negativa de todas era ele próprio. Um de nós seria magoado pelo outro, e eu não tinha condições de enfrentar algo assim no momento.



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