História PARA SEMPRE, UZUMAKI. - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Deidara, Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Izuna Uchiha, Jiraiya, Kiba Inuzuka, Konan, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju
Tags Narusasu, Sasunaru
Visualizações 293
Palavras 2.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite minna-chan!! Tudo bem com vocês? Espero que sim!!
Capitulos novos sempre serão colocado no periodo na noite.
Os dias serão; (SEGUNDA 22:20, QUARTA 22:20, SEXTA 21:30, SÁBADO E DOMINGO 20:30)
Uma Observação em relação aos nomes dos capitulos, são frases dos sentimentos de Sasuke sobre a vida.
Xoxo, minna-chan, espero que gostem do capítulo, qualquer dúvida e só me perguntar. Responderei com o maior prazer!!

Capítulo 9 - Uma atitude pode mudar uma história.


Fanfic / Fanfiction PARA SEMPRE, UZUMAKI. - Capítulo 9 - Uma atitude pode mudar uma história.

Eu tinha que trabalhar no dia seguinte, mas não precisava chegar antes do meio-dia. Consegui me arrastar da cama e tirei o smoking de festa. Dei graças a Deus por ele não ter me despido- quer dizer, talvez eu até desejasse isso, porque os momentos que tínhamos passado na praia eram algo de que jamais me esqueceria. Senti quer alguma coisa mudara nele na noite anterior.

Entrei debaixo do jato de água quente e deixei que envolvesse meu corpo. Não conseguia parar de lembrar como Naruto fora carinhoso e meigo comigo. Eu revelara meu maior segredo a ele e, agora começava a me arrepender. Não devia ter lhe mostrado esse meu lado; era muito perigoso. Vesti uma bermuda e uma regata, e me dirigi á cozinha para preparar o café. Não conseguia parar de me sentir estúpido por ter contado tudo a ele, ás vezes, não sabia quando ficar de boca fechada.

Enquanto esperava que o café ficasse pronto, fui até minha mochila e peguei o celular. Havia uma mensagem de Naruto.

Oi, espero que tenha dormido bem. Só queria saber se já está acordada e como está se sentindo.

Esbocei um sorriso e respondi:

Bom dia, Naruto. Dormi bem e estou me sentindo ótimo, obrigado por seu interesse. Espero que tenha um dia maravilhoso, e não trabalhe demais!

Fico feliz que esteja se sentindo bem, e eu sempre trabalho demais; é por isso que sou tão bem-sucedido.

Acredito, e obrigado por cuidar de mim ontem á noite. Fico te devendo!

Considere como uma retribuição por ter me trazido para casa em segurança. Vou entrar numa reunião agora. Falo com você mais tarde!

Tchau, Naruto.

Despejei um pouco de café numa caneca que exibia os dizeres “ Eu sou lésbica, mas minha ex-namorado é uma travesti”, um presente de Sakura. Fui até a mesa onde ficava meu notebook, abri a gaveta e tirei um pedaço de papel que costumava deixar em cima de uma revista. Dei uma olhada nele e, com uma caneta, anotei uma coisa e o recoloquei no mesmo lugar, onde ficaria até eu precisar fazer aquilo novamente.

Saí do prédio e comecei a caminhar pela rua. Ainda faltava uma hora para o meu expediente começar, por isso decidi caminhar os poucos quarteirões até o meu trabalho. Estava fazendo mais frio, pois o sol se escondera atrás das nuvens. Era uma cena diferente do que se vira nos últimos messes. As pessoas tinham corrido para o guarda-roupa e tirado aquelas roupas de friozinho. Calças, mangas compridas, cardigãs e casacos leves enfeitavam as ruas de Nova York, todos se preparando para a chegada do outono.

Passei pelo Starbucks a caminho do trabalho e, claro tive que parar, pois precisava de mais cafeína. Entrei na fila, que se estendia por quase metade da loja. Tirei o celular da bolsa; prometera a Sakura que lhe ligaria para contar sobre a noite passada. Digitei seu número e esperei que atendesse; depois de alguns toques, caiu na caixa postal.

_ Oi, Sakura, sou eu. Minha noite com Naruto foi maravilhosa. Estou indo para o trabalho. Me liga mais tarde para a gente fofocar beijo.

Finalmente chegou a minha vez, e pedi um Carmelo Macchiato. Paguei ao atendente, saí com o café na mão e me dirigi ao trabalho.

Quando avançava pela rua cheia, notei uma limusine preta estacionada diante de um prédio alto. A porta se abriu e uma mulher que eu já conhecia saiu, seguida por Naruto. Ele foi atrás dela, ajeitando a gravata. Senti uma náusea violenta e meu coração disparou, não por paixão, mas por nervosismo. Ele olhou na minha direção e me viu parado poucos metros adiante. Não podia deixar que percebesse a raiva e o ciúmes que eu sentia naquele momento por vê-los juntos, por isso apenas sorri e acenei como qualquer amigo faria. Ele parece angustiado por me ver. Não retribuiu meu sorriso; só conseguiu dar um breve aceno.

Os dois caminharam até o prédio alto e entraram. Quando passei, notei o nome da empresa nas amplas portas duplas, Uzumaki Enterprises. Nunca tinha me dado conta de que era a sede da empresa dele, embora passasse toda hora por ali.

Continuei caminhando, a dor por ter sido traído me correndo pelas veias. Mas não havia nenhuma razão para me sentir desse jeito. Naruto e eu éramos amigos, só isso; não poderia haver mais nada entre nós. Lutei com minhas emoções por todo o caminho até o trabalho, tentando argumentar comigo mesmo que ele não fizera nada de errado. Se iríamos continuar sendo amigos, eu teria que me acostumar a vê-lo com outras pessoas. Ele não era meu, nem eu dele. Fiquei repetindo isso até finalmente chegar ao trabalho.

Era um dia de pouco movimento, o que foi uma droga porque me deu mais tempo para pensar em Naruto e na linda mulher que saíra da limusine. Eu não tinha o menor direito de pensar neles, mas, depois daquele momento juntos na praia, não podia deixar de me perguntar se ele não sentia alguma coisa por mim. Precisava refletir provavelmente sobre o assunto, e o melhor lugar para fazer isso era a minha pizzaria favorita.

O expediente finalmente se encerrou. Peguei o celular e a mochila e saí. Parei ao ver Jiraya recostado na limusine estacionada no meio-fio. Franzi os olhos para ele.

_ Oi Jiraya, o que está fazendo aqui?- perguntei, curioso.

_ Olá, Sr. Uchiha. O Sr. Uzumaki me mandou leva-la ao restaurante onde ele o encontrará em quinze minutos para jantarem juntos.

_ Ah, é mesmo?- perguntei, pondo as mãos nos quadris, ele olhou para mim com um sorrisinho, já sabendo o que viria em seguida.- Pois pode tratar de dizer ao Sr. Uzumaki que não estou libre agora á noite. Tenho outros planos.

Já começando a me afastar, virei a cabeça e acrescentei:

_ E diga a ele também que, se quiser jantar comigo, que pegue um telefone e me convide ele mesmo- Acenei.- Tchau, Jiraya, tenha uma ótima noite.

A pizzapopolus ficava dois quarteirões adiante, e a temperatura começava a cair. Sentei a uma mesa perto da vitrine e abri o menu. A pizzaria era pequena, com umas vintes mesas ocupando todo o espaço. As paredes brancas eram decoradas com fotos de todas as celebridades que haviam jantando lá. As mesas eram cobertas com toalhas xadrez em vermelho e branco e guardanapos brancos. O clima era descontraído e pitoresco, e a pizza era a melhor que eu já provara.

Estava procurando o celular na bolsa quando vi a sombra de alguém que se sentara á minha frente. Levantei o rosto e vi Naruto olhando zangando para mim. Revirei os olhos.

_ Então é aqui que você quer jantar?- perguntou ele.

 

Inclinei a cabeça, observando sua expressão furiosa.

_ Sim, Naruto, é aqui que eu vou jantar, e não creio que você esteja convidado.

Ele pôs a mão no coração.

_ Ai. Essa doeu, Sasuke. Convidei você para jantar, levei o maior fora, então resolvi vir até você.

_ Como sabe se quero eu quero companhia?

Ele pôs as mãos sobre a mesa e as apertou.

_ Não sei, mas, já que estou aqui, não faria nenhum mal se jantássemos juntos- respondeu, dando uma olhada no restaurante.

A razão de ser desse jantar era justamente me dar uma chance de refletir sobre ele, o que seria extremamente difícil com o dito cujo sentado diante de mim.

A garçonete se aproximou e começou a babar quando perguntou a Naruto o que ele gostaria de pedir. Passando os olhos pelo menu, ele escolheu uma salada antipasto. Olhei para ele, tirando o menu de sua mão.

_ Você não pode vir a uma pizzaria e comer só uma salada.

Olhei para a garçonete e pigarreei para desviar sua atenção de Naruto.

_ Vamos querer uma pizza grande com pepperoni, champignons e azeitonas pretas, e uma sacada antipasto com grissinis.

Naruto passou um dedo sobre os lábios.

_ Você acha mesmo que eu vou comer pizza?

_ Eu não acho, tenho certeza absoluta.- Sorri.

Pus o celular na mesa e olhei para ele. Já que fizera a grosseria de interromper meu jantar teria que responder a algumas perguntas.

_ Quem é aquela mulher que está sempre com você? – As palavras saíram antes que pudesse pensar. Ele se remexeu na cadeira.

_ É uma amiga, Sasuke- respondeu em voz baixa. Sabia que estava mentindo. Talvez fosse uma amiga, mas o que eu queria saber era que tipo de amiga.

_ Que tipo de amiga, Naruto?

Seus olhos azuis ficaram sombrios, e ele cravou um olhar duro em mim.

_ Ela não tem a menor importância, Sasuke, é uma amiga, e é só isso que você precisa saber.

Levantei as sobrancelhas.

_ Achei que, depois do que te contei ontem, você estaria disposto a me contar algumas coisas.

_ Não tenho o hábito de discutir minha vida pessoal. Ela não é chamada de “pessoal” á toa, Sasuke.

Ele não se deu conta disso, mas naquele momento. Tomou uma decisão por mim. A garçonete trouxe nossa pizza e a pôs no meio da a coloquei no seu prato. Ele suspirou, pegando o garfo e a faca.

_ Você só pode estar brincando! Põe esses talheres na mesa, Naruto Uzumaki!

Ele pareceu se assustar.

_ O quê? Que foi que eu fiz de errado?

Eu me inclinei sobre a mesa e tirei os talheres de sua mão.

_ Você não vai comer pizza com garfo e faca.

_Mas então como é que você quer que eu coma?

Ele estava podre de atraente naquele momento. Peguei minha fatia e dei uma mordida. Mastigando, respondi:

_ Assim. Pegando e mordendo.

_ Isso é um nojo, e não fale de boca cheia.

_ Se não quer fazer, faço eu- Peguei a fatia no seu prato e a levei á sua boca.- Dá uma mordida-ordenei.

Ele levantou as sobrancelhas para mim.

_ Você faz alguma ideia de quanto isso é sexy?- Piscou para mim.

Não pude deixar de rir, dando um tapa no seu braço. Ele revirou os olhos- o que era extremamente sexy-, abriu a boca e deu uma mordida na pizza. Sorri, colocando-a de volta no seu prato.

_ Minha vez.- Ele sorriu.

_ Sua vez de quê?

Ele pegou minha fatia e a levou á minha boca.

_ Dá uma mordida- ordenou.

Fiz o que ordenara, e um largo sorriso se abriu no seu rosto perfeito. Acho que deve ter sido a primeira vez, desde que o conhecera, que o via sorrir assim. Era o mais lindo e simpático sorriso que eu jamais vira, e fez meu coração palpitar.

Comemos o resto da pizza, conversamos, comemos salda. A garçonete não parava de rondar nossa mesa, lançando sorrisos sedutores para Naruto.

_ Você não se cansa de ficar sendo paquerado pelas mulheres?

Ele riu.

_ E você não se cansa de ficar sendo paquerado pelos homens?

Fiz uma careta confuso.

_ Não entendi.

_ Entendeu sim, Sasuke. Vejo isso acontecer toda vez que saio com você. A única diferença é que os homens são mais discretos do que as mulheres.

Eu nunca tinha notado homens me paquerando; teria que começar a prestar mais atenção. Enquanto ríamos e curtíamos nossa conversa, meu celular tocou; era o número de minha tia. Olhei para Naruto.

_ Tenho que atender.- Ele concordou e tirou seu celular do bolso. – Alô- falei. A voz do outro lado era de minha prima.

_ Sasuke, é Izuna. Queria avisar que mamãe e papai...- Começou a soluçar.- Eles sofreram um acidente de carro, e morreram.

Seus soluços se tornaram mais intensos, e uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Naruto olhou para mim e segurou minha mão pousada na mesa.

_ Izuna, eu sinto muito. Vou estar aí assim que puder.

_ Obrigado, Sasu. Eu te ligo para dar mais detalhes.

Desliguei e olhei para Naruto, que me encarava com uma expressão preocupada.

_ Sasuke, o que aconteceu?

_ Meus tios morreram num acidente de carro. Preciso ir embora, Naruto.

Abri a carteira e peguei uma nota. Naruto a tirou da minha mão e tornou a guardá-la na mochila.

_ Eu pago.

Não podia chorar na frente dele; precisava me segurar, pelo menos até chegar em casa e ficar sozinho.

Ele colocou algumas notas na mesa e me acompanhou quando saí do restaurante. Minha cabeça estava fora do ar, e eu me sentia totalmente confuso. Olhei nas duas direções, esquecendo para onde devia ir, ele passou o braço pelo meu ombro e me puxou para si, me levando até onde Jiraya estacionara a limusine. Cambaleei algumas vezes, mas a forças de seus braços me sustentou. Ele abriu a porta e me ajudou a entrar.

Deslizei até o fim do banco e ele sentou ao meu lado. Não disse uma palavra, apenas passou os braços pela minha cintura e me puxou para peito. Sentindo o calor e a segurança de sua presença, agarrei sua camisa e comecei a chorar. Ele ficou alisando minhas costas, seu queixo encostado na minha cabeça. No momento, não me importava que me visse daquele estado. Só precisava estar com alguém, e ele estava mais do que disposto a ser esse alguém.

 



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