História Para te fazer sorrir! - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem a demora e desculpem por possíveis erros de ortografia que possam vir a surgir nesse capítulo. Não tive tempo de revisar meus amores.
Ele está bem longo para compensar a demora.
Esse capítulo está mais voltado para o Naruto e o transtorno dele...
Espero que gostem.
Boa leitura <3

Capítulo 15 - Frustração


Fanfic / Fanfiction Para te fazer sorrir! - Capítulo 15 - Frustração

---------------------------------------------- Naruto Uzumaki -----------------------------------------------

Minha perna bate nervosamente e sem parar em baixo da carteira.

Olho pela milésima vez a sala toda prestando atenção em cada rosto tentando encontrar Sasuke. Ele ainda não chegou. Olho novamente para meu relógio. O ponteiro menor marcando sete horas e o maior marcando seis minutos. Levo meus olhos para porta e nada.

- Cadê você Sasuke? – sussurro para mim mesmo, esquecendo que Hinata apesar de tudo ocupou seu lugar de costume, ao meu lado.

Batuco com a caneta na mesa e meu coração quase para quando a porta começa a se abrir, meus olhos atentos, esperançosos fitando a porta, mas quando abre não é ninguém mais que Iruka-sensei.

Enrijeço a mandíbula em puro sinal de frustração quando sinto Hinata colocar sua mão sobre a minha me sobressaltando.

- Sei que está preocupado Naruto-kun, mas fica calmo está bem? Não deve ter acontecido nada. – ela tenta me acalmar. Meus olhos encontram os dela e tento sorrir, mas simplesmente não consigo.

Pelo que parece, Hinata quer ser minha amiga e claro que não vou negar já que gosto muito da companhia da mesma.

Sakura-chan pela primeira vez em muito tempo chega atrasada, se desculpa com o professor e corre até seu lugar, do meu outro lado.

- Perdi algo? – pergunta se sentando.

- Nada. Ele acabou de chegar. – responde Hinata baixinho, mas alto o suficiente para que Sakura-chan possa ouvir.

A presença de Sakura-chan não estava ajudando em nada meu estado de espírito, principalmente depois da conversa que tivemos ontem pelo celular quando cheguei a minha casa.

Sakura-chan me ligou para conversar. A primeira pergunta que fez para mim foi o porquê de eu e Hinata termos terminado. Bom, como não costumo mentir, respondi sinceramente que acabei me apaixonando por Sasuke o que fez Sakura-chan ficar em silencio do outro lado da linha durante longos segundos, o que para mim parecia uma eternidade. Eu nunca havia visto Sakura-chan chorar, e ainda não vi, mas tenho certeza que a voz embargada que ouvi vinda do outro lado da linha era de alguém que estava tentando controlar o choro. Ela disse apenas que se Sasuke me quisesse ela não iria intervir porque tudo que ela mais quer é que Sasuke seja feliz e desligou a ligação sem dar a oportunidade de eu dizer mais nada.

- Ele está bem Naruto. Fica tranquilo. Sinto que está. – Sakura-chan fala me olhando de canto de olho e dando um sorriso tentando me acalmar. Ela sabe que estou assim por causa dele. Ela me conhece bem demais e cara, me sinto ainda pior por isso... Como se eu não merecesse em minha vida pessoas tão boas quanto ela e Hinata, que pelo visto só faço sofrer.

Iruka-sensei começa a passar a matéria e olho novamente o relógio. Sete e meia. Não, ele não viria mais, e se viesse não poderia entrar.

Tento controlar meu nervosismo e a irritação pelo horário demorar tanto para passar. Não que eu saiba onde Sasuke mora, ou seu numero de celular, o que acaba me deixando ainda mais frustrado por não saber onde procura-lo.

O sinal toca para a hora do intervalo e quando me levanto juntamente com Hinata e Sakura-chan para irmos juntos, Iruka-sensei vem até mim me impedindo de sair e dizendo para as meninas que eu iria logo atrás e que só precisa trocar umas palavras comigo. Quando elas se retiram, Iruka-sensei me olha preocupado.

- O que está acontecendo com você Naruto? Custo a acreditar que esteja tão quieto simplesmente porque decidiu que será um aluno aplicado.

Dou de ombros e vou andando, mas ele me segura pelo braço.

- Estou aqui para o que precisar. – diz.

Abro um sorriso murcho.

- OK. Obrigado – digo somente indo em direção ao intervalo.

Encontro com as meninas na lanchonete, sim tem uma dentro dessa maldita escola grande, cujo tamanho dificultou para que eu achasse Sasuke há exatamente uma semana atrás não podendo salva-lo de passar por aquilo novamente.

Sinto a bile subir pela minha garganta ao me lembrar daquele dia e viro o rosto.

- Eu podia tê-lo salvado. – digo. – Há uma semana não pude salvá-lo de passar por aquilo. Eu preciso falar com ele. Eu necessito falar com ele. Saber que está bem.

Sinto o toque suave de Hinata em meu braço.

- Naruto-kun, porque você não fala com o Juugo-kun ou com a Karin-chan ou Suigetsu-kun e pergunta o número do Sasuke-kun?

Como não tive essa ideia antes?

Seguro Hinata pelos ombros e beijo seu rosto agradecendo por ela ser tão inteligente e sem dizer mais nada viro as costas em procura de qualquer um deles. Felizmente encontro os três sentados juntos e me dirijo até eles.

- Oi. – digo sorrindo cumprimentando minha prima e os dois rapazes que está com ela.

- Que milagre é esse Naruto? – pergunta a ruiva. – Desde quando fala com meros mortais?

- Preciso que me diga se sabe o número do Sasuke. Preciso falar com ele.

Karin segura uma mecha de seus cabelos com uma mão e com a outra ajeita o óculos.

- Fiquei seis anos sumida porque fui... – ela engole em seco e depois continua falando. – Não importa... – resmunga – Enfim, e agora vem falar comigo para pedir o numero do Sasuke? O que quer com ele?

- Estou preocupado. – minha voz trêmula. – Tem como? – respiro fundo tentando amenizar a frustração que não me deixa. – Por favor? – peço suplicante.

- OK. – resmunga novamente irritadiça e quando vai pegar seu celular para me passar o numero dele, Juugo segura o pulso da mesma a impedindo e me olha fixamente. Seus olhos encarando os meus com ferocidade.

- O que quer com ele? – pergunta.

Passo a mão no cabelo nervosamente.

- Já disse. Estou preocupado.

- Ela não vai te passar nada. – ele diz entredentes.

- Seu... – avanço segurando Juugo pela camisa e o levantando. Sinceramente não estou me reconhecendo.

Isso. Quebra a cara dele. Sinta o sangue dele escorrer pelas suas mãos. É bom.

Largo Juugo de supetão e passo a mão na testa, sentindo o suor escorrer e a quentura. Não posso deixar Kurama tomar o controle novamente. Não posso. Na ultima vez que ele tomou o controle fiquei três dias inconsciente. Foi o maior tempo até agora que perdi a consciência para ele. Isso não é nada bom. Está mais frequente e isso de verdade não é nada bom. Se eu deixa-lo tomar conta de mim, Kurenai disse que aos poucos eu poderia perder a consciência definitivamente e ele tomaria posse de meu corpo se tornando a personalidade principal apagando a minha existência para sempre e sem deixar vestígios.

Viro as costas deixando-os para trás. Pego meu celular e ligo para Dra. Kurenai e ela atende logo em seguida.

- Pensei que essa hora estaria em aula Naruto. Está tudo bem? – pergunta do outro lado da linha.

- N-não, não está. Me diz que posso ir para aí agora mesmo. Por favor Dra. – imploro, deixando todo meu desespero transparecer em minha voz.

- Tudo bem Naruto. Posso cancelar minha consulta de agora e mais uma antes da sua e as duas depois. Sabe que seu caso tem prioridade não é?

- S-sei sim. Obrigado. – digo somente desligando a ligação em seguida.

Caminho até Hinata e Sakura-chan.

- Tenho que ir. – digo somente e vou para sala buscar meu material. Iruka-sensei que está sentado em seu lugar me olha e antes que ele abra a boca para perguntar algo, levanto minha mão o calando. Pego minhas coisas e saio da sala e em seguida da escola.

Meu Deus! Eu acordei ontem de manhã dentro de uma cela por culpa de Kurama que quase matou o tio de Sasuke! Pensei que ele daria algum tempo para mim depois disso... Mas só me deu uma tarde e uma noite... Uma tarde com Sasuke... Uma das melhores da minha vida... Mas só uma tarde e já quer o controle novamente? Nunca perdi o controle em tão pouco espaço de tempo.

Apanho o ônibus que me deixa em frente da clinica psiquiátrica do centro de Konoha e entro a passos largos quase correndo, faço minha ficha e Kurenai me chama logo em seguida.

Entro em sua sala e me sento no sofá colocando as mãos no rosto e me balançando. Estou parecendo um maluco, tenho certeza disso.

- Três dias – começo a falar sem sequer dar a chance de Dra. Kurenai me cumprimentar ou perguntar algo. – Perdi a consciência por três dias Dra. e ele está tentando tomar o controle novamente. Ele está aqui! – dou três socos na minha testa totalmente fora de mim. – Implorando para sair novamente. Sinto que estou perdendo. Estou perdendo Dra.

- Preciso que me conte tudo o que aconteceu durante essa semana Naruto. Será que consegue? – diz ela se sentando em sua cadeira com um caderno e uma caneta na mão para anotar tudo. – Pode se deitar se quiser. – ela gesticula delicadamente e eu faço o que ela pede. Deito-me e coloco o braço sobre meu rosto o escondendo.

E sem hesitar conto tudo a ela. Sasuke internado; a chegada de seu tio; o maltrato do mesmo para com o sobrinho no cemitério; a perda de controle que tive; a cela; a declaração para Sasuke; nosso café juntos; a história do tio dele; o término com Hinata; o conflito com Sakura-chan... e meu nervosismo por não saber o porque de Sasuke não ter aparecido hoje na aula e como me sinto culpado em relação ao que aconteceu com ele as duas vezes que ele foi violentado e eu não pude fazer nada.

- Tenho medo que esteja acontecendo isso novamente. Tenho medo que o tio dele faça algo. Sasuke disse que ele se arrependeu... mas tenho medo Dra.

- Naruto – ela começa com a voz suave. – Muita coisa aconteceu durante essa semana com você e isso está te deixando sem controle de si próprio. Sabe que não pode deixar isso acontecer em nenhuma circunstancia. Já te falei que sua recuperação depende de você e somente de você. Está tomando os remédios que te receitei?

Acabo me lembrando de que com tudo isso que aconteceu acabei esquecendo-me de toma-los.

Kurenai suspira.

- Você não pode deixar de toma-los sobre nenhuma circunstância Naruto.

- Mas doutora a ultima vez que tomei foi na sexta-feira de noite e no sábado perdi o controle da mesma forma. Só esqueci mesmo ontem que foi quando recuperei a consciência.

Kurenai se levanta.

- Nunca mais esqueça então. E seja forte e não o deixe tomar o controle. Você me contou que Kurama se aproximou de Sasuke querendo provar para você que ele pode fazer o que bem entender com o rapaz não é? – concordo com a cabeça e Kurenai passa as mãos nos cabelos dando um suspiro cansado. – Vamos fazer uma seção de hipnose. Quero tentar falar com ele.

E como todas as vezes que sou submetido a esse processo, perco a consciência...

*

Abro os olhos tentando focalizar algo e quando consigo a primeira coisa que vejo é o rosto de minha psiquiatra. A mão dela deslizando em meus cabelos.

- Está tudo bem? – pergunta e me impede de levantar quando eu tento.

- Acho que sim... – encontro os olhos dela e preocupado pergunto – E aí? O que ele está querendo doutora? Pelo amor de Deus!

Ela me olha, sua expressão um pouco tristonha.

- Ele disse que quer o Sasuke. Ele sorriu quase cuspindo as palavras na minha cara Naruto. Ele disse que seu desejo pelo garoto não reflete em quase nada na quantidade de desejo que ele sente e que se você não tomar cuidado, ele vai ter o que quer.

Sento-me sobressaltado.

- Vai o cacete! – grito – Ele não vai tocar em um fio de cabelo dele Kurenai!

Ela morde o lábio inferior e desvia o olhar.

- Ou você se controla, ou terá que se afastar do Sasuke e se internar.

Meu corpo inteiro gela com a segunda opção. Enrijeço a mandíbula e encontro os olhos de Kurenai. Determinado, digo:

- Se eu perceber que tem alguma possibilidade de Kurama machucar Sasuke... Se eu vir que não posso ter controle de mim mesmo... Eu vou sim me internar.

*

Após a consulta, caminho a passos lentíssimos até o ponto de ônibus, com a cabeça baixa pensando no que Kurenai me falou. Porque demônios Kurama não deixa que eu siga minha vida em paz? Ou melhor, porque eu mesmo não consigo me deixar viver em paz? Afinal ele nada mais é que uma parte de mim e isso me perturba. Somente de imaginar que uma parte de mim quer fazer mal ao Sasuke já me destrói completamente.

Sinto meu celular vibrar em meu bolso freneticamente e o pego olhando para a tela. É um numero desconhecido. Geralmente eu não atendo esse tipo de chamada, porém dessa vez opto por atender.

- Alô

- Na-Naruto? É-é o Sasuke. – meu coração falha uma batida e em seguida palpita em meu peito ao ouvir a voz maravilhosa de Sasuke do outro lado da linha.

- Oi – respondo baixo e docemente. – Não sabe como fico feliz em ouvir sua voz. – minha voz suave me surpreende. Geralmente sou um maluco escandaloso...

- P-poderia vir até aqui? – noto que a voz de Sasuke está vacilante e embargada. Meu coração aperta dentro do peito.

- C-claro. Onde você está?

Sasuke me passa o endereço de sua casa que por sinal é bastante próxima a minha.

- Estou indo para aí.

- O-obrigado dobe...

A preocupação toma conta de mim... tanto por pensar no que pode ter acontecido ao Sasuke, quanto imaginar o que eu poderia fazer a ele se eu perdesse o controle.

Chacoalho a cabeça deixando para lá esses pensamentos.

Eu NUNCA farei mal ao Sasuke... Disso eu tenho certeza Dattebayo.

*

Toco a campainha de Sasuke e instantes depois ele abre o portão de sua enorme casa.

- Oi Teme! – falo abrindo o meu melhor sorriso ao encarar o moreno.

Os olhos dele inchados e vermelhos.

- Q-que droga... – diz ele abaixando a cabeça.

- O que foi Sasuke? – pergunto preocupado e me aproximo dele. – O que foi?

- E-eu não acredito que vou fazer isso... – ele resmunga baixinho.

- Fazer o que? – pergunto sem entender. – Ei... – ergo minha mão e toco a bochecha de Sasuke deslizando meus dedos pelo local. – O que foi Sasuke? – pergunto novamente ao notar as lágrimas escorrerem pelo lindo rosto branquinho corado do moreno. – O que você quer fa...

E antes que eu termine Sasuke se joga nos meus braços me abraçando apertado aninhando seu rosto em meu peito. Fico tão surpreso que não consigo retribuir de imediato.

- N-não quer me abraçar d-dobe? – pergunta com a voz embargada e abafada pela minha camisa. – Está com nojo de mim?

As palavras dele me fizeram acordar de meu torpor. Meu coração a cada batida parecendo quebrar cada costela querendo se livrar do meu peito. Aninho Sasuke em meus braços.

- Já disse que nunca sentiria nojo de você. –digo com os olhos fechados com força o apertando ainda mais contra mim. – Eu já disse que te amo. – minha voz sai desesperada. Como eu necessito dele...

- Promete pra mim que não vai me deixar... por favor... promete que não vai me deixar como o Nii-san... Como os meus pais... Eles morreram e me deixaram sozinho. Eu pensei ter visto o Nii-san ontem... jurei que era ele... que ele estava vivo... mas não está! Shisui confirmou que ele está morto!

Sei que não deveria prometer algo desse tipo porque a morte é a única certeza da vida. Sei que um dia a morte acabaria nos afastando... se não fosse a morte poderia ser uma clinica psiquiátrica...

Afasto Sasuke de mim um pouco e encosto minha testa na dele.

- Sabe que não posso prometer isso... Sasuke... – seguro o rosto dele em minhas mãos e o olho nos olhos, agora os meus olhos também cheios de lágrimas como os dele. – Eu... eu jurei que não te machucaria, mas hoje quando fui na minha psiquiatra... Sasuke... Kurama, essa raposa maldita... Minha outra personalidade... Sasuke, ele quer te ferir.

O golpe da realidade me acerta no estômago com minhas próprias palavras. Já não tenho certeza se posso me controlar...

E mais uma vez Sasuke me surpreende. Ele se coloca na ponta dos pés e beija minha testa.

- Sei que não vai me ferir... – sussurra. – Não sei por que, mas sinto que não vai... Só promete, por favor, que não vai me deixar.

Volto a aperta-lo em meus braços.

- A única coisa que posso prometer a você Sasuke... É que vou te amar pelo resto da minha vida.

- Sabe...- diz ele se afastando de mim, agora com o rosto mais sereno e tentando enxugar as lágrimas que cismam em correr por seu rosto. – Shizune antes de morrer me prometeu a mesma coisa. Ela me tinha como filho e cuidou de mim durante esses dois últimos anos. Sinto falta dela.

Eu até perguntaria mais sobre essa moça que ele falou, mais sobre sua vida e como fugiu do maldito professor, mas esse nome que Sasuke pronunciou...

Flashbacks perpassam em minha cabeça do sonho que tive ontem à noite.

- Como ela morreu Sasuke? – pergunto.

Ele abaixa a cabeça e me arrependo da pergunta, mas ele responde sem hesitar, com a voz cheia de dor, tristeza, medo e até desespero.

- Ela foi assassinada. Ela e o porquinho de estimação dela foram esquartejados Naruto.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo meus pimpolhos.
Comentem o que acharam.
Espero vocês no próximo capítulo.
Bjos no kokoro e um poke na testa *-*


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