História Paradise - Capítulo 46


Escrita por: ~ e ~Millan8

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Exibições 121
Palavras 1.850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiie gente!!
Cá estou eu, novamente, pela segunda vez na semana o que é um milagre. não sei como, mas estou produzindo capítulos muito rápido e estou com medo disso, porque quando acontece pode crer que vem bloqueio. Esse foi escrito com muito amor e carinho, medo e receio, mas espero que vocês gostem porque está o que? Cagado de novo.
Bjuuus, espero que gostem!
Obs1: Estamos com um grupo no wpp quer quiser entrar manda número e DDD por MP(mensagem privada) para mim. @belikeapandinha
Obs2: Bem-vindos aos novos leitores de Paradise.
Bjuus!

Capítulo 46 - Recebendo alta, Tyler e Sequestro


A décima primeira semana passa despercebida, as únicas coisas que mudaram foram meus quadris e seios, ambos estão maiores. Sofia está a um passo de receber alta, nesses dias o que nós mais fizemos foi: nada, apenas aproveitamos o resto de paz que temos. Em dias ela acabará e voltaremos para o inferno, conhecido também como casa do Mark. No dia em que fui até a clínica, quando sai precisei de um tempo para raciocinar um pouco, eu estava a ponto de fazer a maior burrada de todas, e uma menina, não, uma mulher me mostrou isso, a idade dela não a define nem um pouco, ela compõe o grupo que tem idade de menina e mentalidade de mulher.

Eu estava jogando fora um possível pedaço de quem eu amo; a possível união dos meus cromossomos com os de Jace. Mesmo sendo do Mark, não tem o porquê de ser renegado, não fiz isso anos atrás com minha filha, então não farei com esse bebê. Não sei como farei, já pensei em milhares de situações, mas ainda tenho muitos dias pela frente para decidir seu destino, e o meu é claro. O meu ponto chave agora é A, essa vadia ou vagabundo, tenho que descobrir quem é; sumir com essa pessoa e depois ir embora da casa de Mark. Se não podia me defender sozinha com Sofia, agora com esse bebê, ficará impossível, então o meu ponto é tirar ele do meu caminho. E Bang! Voltar para a minha vida normal com meus filhos.

Sinto minha barriga roncar e pego um lanche no frigobar, cada vez minha fome está aumentando, porém estou tentando controlá-la para não engordar, quero dizer, ainda não me decidi se como e engordo, ou não. Estou fazendo pesquisas de qual opção esconde mais a barriguinha. Troquei de cinta alguns dias atrás, já estou no tamanho M, agora ela está mais larguinha, com isso consigo respirar melhor, mas meu medo é causar algum problema meu filho. Li que pode atrapalhar o desenvolvimento, até mesmo prender a respiração dele, por isso estou tentando diminuir o uso.

—Mama, desenho e Efante. —Diz apontando para o bichinho sobre a mala.

Ligo a televisão conectando em um desenho animado, qualquer pela Netflix, enquanto pego o bichinho e entrego para ela, que esta sentada na cama, apenas com o soro. Abaixo a cerca da cama e me sento ao seu lado, Sofia se aproxima de mim e deita sua cabeça em minha barriga.

—Está dula, mama. —Rio com seu comentário.

—Sim. Está dura, quer passar a mão. —Ela assente e eu levanto a minha blusa.

Sofia começa a passar as mãos em minha barriga, sem saber o que está acontecendo, sorrio pensando em sua reação assim que o irmãozinho(a) chegar. Será que ela vai aceitá-lo bem? Espero que sim, porque não sei o que farei caso ela não o aceite, não vai ter nenhuma figura paterna para ajudar. Muito menos alguém com que ela possa se apegar durante os meses finais da gravidez, da mesma forma que várias crianças fazem. Ela terá que se acostumar com a divisão da mãe, e com o ‘esquecimento’ dela nos primeiros meses do bebê.

—Toc Toc. Parece que as duas princesas estão se divertindo bastante aí. —Diz Jace entrando e ajeito minha blusa.

—A baliga da mama tá dula. —Diz gargalhando de maneira maravilhosa.

—Sério? Por que será? —Ele pergunta.

—É papa. —Ela responde e rimos.

—Só vim avisar que Sebastian está na maternidade do hospital, Tyler está nascendo. —Ele diz e eu sorrio. —Vai lá, ele está precisando de ajuda.

§

Me informo na recepção sobre o quarto em que estão, e me encaminho para lá, 213 bloco A. Ao lado do quarto que fiquei quando Sofia nasceu, essa ala é totalmente diferente das outras, e composta por paredes de cores claras e apaziguadoras, algumas poltronas caso alguma gestante queira descansar. Assim que chego em frente ao quarto, encontro um enfeite de porta de maternidade com o nome dele, quase babo de tão fofinho. Bato na porta e ouço um entra, faço o que mandaram, a primeira coisa que vejo é Lily com o cinto de monitoramento do bebê tomando um picolé, e Sebastian sentado na poltrona ao lado da cama.

—Até quem enfim alguém apareceu, estou surtando. —Meu irmão exagera e rio.

—Não é um bicho de sete cabeças, você só precisa ficar sentado esperando. —Digo —Quem faz a pior parte é a Lily, já está com quanto de dilatação?

—8 centímetros, a médica disse que é a pior parte. Sebastian é muito dramático

—É a mais dolorosa. —Respondo. —Depois dói pouco, com Sofia foram três empurradas e ela nasceu. 

—Sou uma vírgula. Você estava vermelha de tanta dor, quero ajudar, mas não dá. Então preciso de alguém com quem conversar. —Ele diz.

—Ah, cala a boca. —Falo e Lily ri, mas rapidamente para assim que a contração vem.

—Viu como ela fica!—Diz.

—Você não foi as aulas de parto? —Pergunto. —Vai fazer algo, levanta essa bunda branca daí, faz pressão no quadril dela que alivia.

Fico mais alguns minutos ali conversando com Lily e tentando acalmá-la, assim que minha mãe chega vou embora, já esperava que ela ficaria com a nora quando o bebê estivesse a caminho. Já que a mãe dela faleceu anos atrás e o pai nunca aprovou o namoro dos dois, então só tinha Jocelyn para ajudá-la agora. Enquanto volto para o quarto em que Sofia está, esbarro na pessoa que menos gostaria atualmente, Camille Belcourt, ela continua com o mesmo corpo, só sua cintura que está um pouco mais larga. Deus é bondoso, uma pessoa não pode nascer, crescer e viver bonita. Tem que ficar estranha em algum momento.

O que me pareceu estranho foi sua barriga, já era para ela estar enorme, pelas minhas contas ela está com seis meses, mas sua barriga parece de quatro. E não me venha com essa de que cada uma tem seu desenvolvimento, na gestação de Sofia ela cresceu bem pouco no começo, mas depois dos cinco desceu que foi uma beleza.

—Ah, é você. Pediria desculpa, mas para o que? Já que piranha não entende humanos, não é mesmo? —Digo.

—Educação ficou em casa. —Ela fala.

—Não, não. Ela continua aqui, só que eu escolho com quem uso. —Respondo ao alto nível. —Engordou bastante, hein? Se fosse você tomava cuidado, estrias e celulite duram para sempre.

—Estou tomando, mas fica tranquila, não cometerei o mesmo erro que você de ficar cheia dessas marcas. Sei que meu homem não gosta. —Camille diz passando as mãos na barriga. —Deve ser por isso que ele te trocou.

—Se eu fosse você não falava isso, porque um: ele não quer nada contigo, dois: não tenho medo, nem receio de bater em grávidas —Ainda mais que estou no mesmo estado. E três: já era para você saber que se eu estalar os dedos ele volta para mim.

—É mesmo? Então quer dizer que essa aliança no meu dedo anelar direito, não quer dizer nada. —Responde cinicamente.

—Se não significou nada enquanto ele e eu estávamos juntos. —Faço uma pausa. —Imagina agora, quantas será que ele está comendo nesse hospital? —E saio deixando essa pulga atrás da orelha dela.

§

Sofia recebeu alta hoje e mal posso esperar para chegar em casa... Sentiu a emoção? Já está tudo arrumado, só falta assinar alguns papéis. Ainda não sei se passarei alguns dias na casa da minha mãe antes do Ano Novo, para o qual faltam três dias. Mas de um jeito ou de outro terei que ir até a prisão, vulgo casa do Mark, para colocar todas essas roupas para lavar e pegar limpas. Coloco a bolsa de Sofia na mala, deixando apenas as minhas coisas comigo. Até penso em levar Sofia no sling, mas opto por irmos andando até o térreo de lá, ela irá em meu colo para que não aconteça nenhum acidente.

Sofia está vestindo uma calça de lã preta, uma camiseta por baixo e uma camisa de manga comprida rosa, junto com um casaco grosso de mesma cor, botas, um cachecol e por último uma touca. Mãe prevenida, preocupada, modo ativo. Enquanto eu, visto quase o mesmo, uma calça preta, blusa de manga comprida branca, suéter branco e por último sobretudo verde, cachecol e touca. Acho que estamos bem agasalhados, não é mesmo? Sofia pega seu bichinho de pelúcia e estende os braços para tirar ela da cama. Coloco-a no chão e seguro sua mão, pego a mala, verifico se está tudo dentro guardado e saio, graças a Jesus iremos embora três semanas aqui sofrendo; sim, sofrendo porque odeio ver minha bichinha doente.

Mas a melhor parte dentro desse tempo foi que Tyler nasceu. Ele está saudável, mesmo tendo nascido um pouco antes do esperado, nem ao menos precisou ir para a incubadora. Não se pode negar que ele é filho do meu irmão, mesma cor do cabelo, traços faciais, minha mãe até mesmo enviou uma foto de Sebastian quando tinha alguns dias e Tyler, metade da família achou que era a mesma pessoa. Em breve irei visitar eles e paparicar mais o novo membro da família.

Sofia vem pulando durante o trajeto todo, assim que paro na recepção coloco-a sentada na bancada, enquanto eles me entregam todos os documentos, alta, exames e receitas para comprar os remédios. Ela começa a tentar cantar uma das músicas do desenho que estávamos vendo mais cedo, quando acabo pego-a no colo e saímos do hospital, caminho até o estacionamento, infelizmente meu carro está bem distante da saída, então vamos pegar um pouco de neve. Quando chego perto do carro, tudo parece estar em câmera lenta, meu coração parece que acelerou em questão segundos como se algo fosse acontecer, destranco o carro e quando vou pegar a mala para colocar ao meu lado, vejo um carro preto parar em nossa frente.

Tudo acontece muito rápido, a única coisa que lembro é que uma hora estava pegando a mala, na outra já tinha uma pessoa me puxando para o interior do carro, tento lutar contra, mas colocam um pano na minha boca e meus olhos começam a se fechar. Meus membros enfraquecem aos poucos e nós somos carregadas para dentro do automóvel a ultima coisa que eu ouço é:

—Estamos com o pacote, ocorreu tudo do jeito que planejamos. —Uma voz conhecida diz. —Pode ficar despreocupado, chefe, sua encomenda chegará em breve.

§

O lugar onde eu acordo não é do jeito que eu imaginava, sujo, fedido e feio, é totalmente ao contrário. Assim que abro meus olhos vejo um quarto limpo, com uma decoração maravilhosa e um cheiro de lavanda convidativo. Se eu não estivesse amarrada e amordaçada falaria que estou em um SPA de recuperação psicológica depois de todos esses acontecimentos. Procuro por algo que de para fazer barulho e chamar atenção de quem quer que esteja do outro lado dessas paredes, começo a tentar gritar, mas o que se ouve são sons abafados.

—Parece que a nossa convidada especial acordou, não é mesmo Clarissa? —Pergunta passando pela porta adentro.

—Você?! —Pergunto espantada.

—Sim, eu, surpresa?


Notas Finais


Comente e faça uma autora feliz! =)
Eai, o que acham? Será que é A? Quem sequestrou Clary? Quero nomes.
Bjus e Tchau!


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