História Paradise - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Laura Marano, R5
Personagens Bradley Simpson, Laura Marano, Ross Lynch, Tristan Evans
Exibições 28
Palavras 788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoal! Voltei!
Me desculpem pela demora
Obrigado pelos comentários e favoritos.

Espero que gostem desse capítulo.

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 11 - She woke up!


 

Cinco dias. Tempo que eu estou nesse hospital.

Prometi pra mim mesmo que não iria sair do lado de Laura até que ela acordasse.

Ela fez a cirurgia, mas não acordou ainda.

A cada dia que passa, minha preocupação aumenta.

Espero que ela acorde logo...

 

- Cara, vai pra casa. -- disse Riker.

- Não vou sair daqui, até que Laura acorde.

- Entendo sua preocupação, mas você tem que descansar um pouco também. Você tá dormindo nessa poltrona desde o primeiro dia que entrou aqui, não saiu do lado dela pra nada e chora toda hora. Ross, você tá acabado. Vai pra casa, toma um banho e dorme um pouco.

- Eu já te falei... -- fui interrompido por ele:

- O que? Não confia em mim?

- Confio, mas quero estar aqui quando ela acordar.

- Se ela te ver com essa cara quando acordar, vai querer correr de você -- ele zombou e riu, mas eu continuei sério.

- Haha, muito engraçado.

- É sério, cara. Faz o que eu tô te falando. Olha pra você: nem levantar aguenta, de tanta dor nas costas, está com olheiras gigantes e sem maldade... Cê tá com bafo. Eu fico aqui com ela, vai descansar pelo menos um pouco. Ela não vai fugir daqui. Caso ela acorde enquanto você estiver fora, eu te ligo. Fica tranquilo.

- Riker, eu não vou!

- O que está acontecendo aqui? -- um médico disse, entrando no quarto. -- Ai, meu Deus! Garoto, você está horrível! -- continuou, fazendo eu revirar os olhos com seu comentário.

- Eu estou tentando convencer meu irmão a dar um tempo do hospital. Ross, você não precisa ficar em casa pra sempre, é só descansar um pouco e depois voltar ao hospital.

- Escute seu irmão, garoto. -- disse o doutor, me fazendo revirar os olhos de novo. Suspirei, pensei bem e disse:

- Tá bom, eu vou. MAS vou voltar o mais rápido possível. Só vou tomar um banho e já vou voltar pra cá.

- O que? Claro que não. Volte amanhã de manhã. Você tem que dormir -- disse Riker.

- Aff, tá bom. -- falei e saí do quarto.

 

Durante o caminho pra fora do hospital, várias pessoas me olhavam com pena e espanto. Ah, qual é?! Eu não posso estar tão ruim assim.

Ignorei esses olhares e continuei seguindo meu caminho.

Fui pra casa, tomei banho e deitei na cama.

Senti meus músculos relaxarem e logo deixei o sono me levar.

 

(...)

 

Acordei com o meu celular tocando.

Corri até ele, e atendi. Era Riker que me ligava.

 

- Fala, cara -- disse eu.

- Ross, ela acordou! Ela acordou!

- O QUE?! AI, MEU DEUS! EU JÁ ESTOU INDO AÍ!

 

Corri pelas escadas e fui praticamente voando ao hospital.

Fui até o quarto de Laura e quando entrei, vi a cena mais feliz de toda a minha vida...

 

Ela estava acordada. Ela sorria como nunca visto antes. Estava de pé, em frente à Riker.

 

- Laura? -- minha voz saiu como um sussurro, mas mesmo assim, ela ouviu.

- Ross... -- ela veio até mim, olhou no fundo dos meus olhos e me abraçou.

- Laura, me perdoa, por favor. Perdão, perdão, perdão! -- eu chorava como uma criança em seu ombro.

- Não chore, por favor. Tá tudo bem.

- Eu me odeio, Laura! É por causa de mim que você está aqui. -- ela se afastou um pouco, de forma que nossos rostos ficassem próximos um do outro.

- Não fale uma coisa dessas. Sei que você não queria que aquilo acontecesse.

- Laura, eu juro que nunca quis fazer aquilo.

- Você não fez nada, Ross. -- seus olhos estavam marejados. -- Não foi culpa sua.

- Foi sim.

- Não, não foi. Pare de se condenar pelo erro dos outros. Por acaso foi você que me atropelou?

- Não

- Então, por que choras? Por que se condena tanto? Por que está desse jeito?

- Porque eu te amo. -- pera aí, o que eu disse?

- O-o que? -- aquela era a hora. Eu já havia falado, não tinha volta.

- Isso que você ouviu. Laura, eu te amo desde o primeiro dia que te vi. Você me ajudou, me levantou quando o mundo me colocou pra baixo e me encantou. Demorei pra tomar coragem, mas decidi que já chega de enrolação. Eu preciso te pedir isso. Laura Marie Marano, você aceita ser minha namorada? -- ajoelhei em sua frente.

 

Ela me olhava com uma expressão de choque e pavor.

Eu estava me segurando pra não sair gritando pelo hospital.

Ela abria a boca várias vezes, mas nenhum som saía. Até que...

 

- Ross, eu...


Notas Finais


E então? Gostaram?
Me digam nos comentários o que acharam.

Muito obrigado por lerem.
Até o próximo capítulo.. Tchau!!


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