História PARADISE - Capítulo 28


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Categorias Cole Sprouse, Dylan Sprouse, James Franco, Jeffrey Dean Morgan, Lana Del Rey, Melanie Martinez, Norman Reedus
Personagens Cole Sprouse, Dylan Sprouse, James Franco, Jeffrey Dean Morgan, Lana Del Rey, Melanie Martinez, Norman Reedus
Tags Bradley Soileau, Califórnia, Carros, Cole Sprouse, Dylan Sprouse, Jeffrey Dean Morgan, Lana Del Rey, Las Vegas, Melanie Martinez, Motos, Musica, Paradise, Rebelde, Romance
Visualizações 29
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei.
Outro capítulo pra vocês.
Boa leitura 😘

Capítulo 28 - Dollhouse


Fanfic / Fanfiction PARADISE - Capítulo 28 - Dollhouse

Melanie P.O.V

É segunda feira e o sinal da entrada na escola soa gritante em meu ouvido, odeio vir pro colégio, e esse uniforme é horrível não sei como puderam me colocar nessa porcaria.

Dylan é o meu único amigo, ele tem um irmão gêmeo chamado Cole, mas ele é inteligente e sombrio, todos tem medo dele pois dizem que ele é membro de uma gangue muito perigosa, nos conhecemos desde criança, agora nos já temos 16 anos e estamos no segundo ano do ensino médio, eu mal posso esperar pra acabar a escola.

Todos os alunos preenchem as mesas da frente, eu e Dylan sempre nos sentamos atrás, somos um pouco levados e as vezes sobra pra minha mãe, a professora vive fazendo reclamações pra ela, eu tenho sorte dela não se importar com isso.

Já meu pai, eu nem me lembro dele direito, já fazem dois anos que eu não o vejo, ele nunca vem me ver, diz que está ocupado com o trabalho, e quando vem está sempre bêbado e depressivo.

Na última vez que ele veio me ver, eu encontrei uma fotografia dele com uma mulher e um garoto no bolso da blusa, eu saquei na hora que ele tem outra família, meu paizinho é infiel.

Minha mãe não se importa, eu disse a ela, mas ela diz que eles não são casados e não tem nenhum compromisso, mas eu não concordo com isso.

Depois de muitas equações de matemática copiadas no caderno ( só copiadas, porque​ eu não vou resolver ), o sinal do intervalo soa, eu e Dylan vamos jogar poker com outros alunos.

Cole como sempre nos repreende:

- Posso saber o que a turminha do caos vai fazer?

Eu respondo:

- Atos ilícitos, senhor chefão.

- Só não se metam em confusão.

O deixamos falando sozinho e fomos jogar.

Achamos um canto escondido, eu pego meu Black Devil rosa que esta no meu sapato e ascendo, eu não sou a única que fuma, mas todos implicam comigo, inclusive meu amigo.

Hoje depois da aula vou passar na casa da mãe do Dylan, ela é cabeleleira e vou pintar meu cabelo, faz tempo que eu quero isso.

O sinal toca mais uma vez para voltarmos para sala, mas sem antes de uma visita na diretoria, a inspetora nos acompanha até a sala que já é familiar para mim.

Entramos e eu a encaro enquanto ela diz:

- Senhorita Melanie, parece que você ama me ver, quase todos os dias está aqui.

- A senhora que me ama, me chama sempre.

- E ainda tem a ousadia de me responder?

- Parece que sou a única ousada aqui não é?

- Chega dessa conversinha, o que eu te disse sobre cigarros na escola?

- Que não é pra eu fumar na escola.

- Quantas vezes mais eu vou ter que te dizer isso?

- Até eu entender.

- Além do mais, vocês todos estavam jogando poker, vocês sabem que isso é proibido aqui na escola.

- A gente é rebelde dona Martha, deveria saber disso.

- Vocês estão de suspensão por três dias, não quero ver a cara de vocês aqui.

- Que bom, porque eu também não quero ver a sua.

Sai da sala em passos pesados e apressados, peguei minha mochila na sala e fui embora, odeio essa diretora.

No caminho Dylan me alcançou e fomos juntos pra casa dele, ele me disse:

- A Martha disse que vai te expulsar da escola.

- Eu não ligo.

- Mas eu ligo Mel, não quero ficar longe de você.

- Só você mesmo.

O abraço e seguimos abraçados, até chegarmos a sua casa e entrarmos, sou recebida super bem pela Sra Carmen.

- Olá Mel, tudo bem?

- Sim, só alguns problemas na escola como sempre.

- Imagino, eu odiava a escola.

Carmen é tão legal, ela tem tatuagens por todo o corpo, seu marido Alec é tatuador, ele é um amigo da minha mãe.

Ela me leva até o salão onde faz cabelo e eu sento na cadeira rotatória, fico girando nela até ela preparar o descolorante:

- Então, tudo já está preparado, vai ser daquele jeito que me disse?

- Sim, exatamente daquele jeito.

Minutos depois meu cabelo já está prontinho como eu imaginei, agradeço a Carmen e me despeço dela e do Dylan, volto pra casa rápido, já que é o horário do almoço.

Abro a porta de mansinho e ouço minha mãe falando no telefone, deve ser algo importante já que ela está falando muito séria e em espanhol, eu não entendo nada o que ela fala.

Eu subo as escadas, entro no meu quarto, jogo minha mochila na cama e escondo a carteira de cigarros debaixo do colchão.

Tiro a roupa de escola e visto um shortinho rosa e uma camiseta de alcinha, depois disso boto o celular pra carregar e desço para a sala.

Sento no sofá e ligo a TV, mudo de canal mas não encontro nada bom pra assistir, desligo e vou pra cozinha, minha mãe está de costas na geladeira, eu a assusto e ela da um pulo:

- Minha nossa senhora, Melanie!, Caralho.

- Cheguei.

- Eu vi bobinha, e esse cabelo?

- A Carmen que fez, o que achou?

Ela passou a mão no meu cabelo e disse:

- Ficou lindo.

- Obrigada.

A abraço e ela diz:

- Seu pai ligou e disse que vai vir no fim de semana.

- O Jeffrey sempre diz que vai vir mas nunca vem, ele deve estar bêbado agora.

- Ele não parecia bêbado quando ligou.

Sento a mesa, e bato nela:

- Talvez, o que tem pro almoço Dona Mari?

- Arroz com brócolis e queijo.

- E a mistura?

- A mistura é o brócolis e o queijo.

Faço cara de triste, ela diz:

- Não fique assim, a tarde vamos ao mercado fazer compras.

- Vou comprar muita coisa, você vai ver.

- Ta bom, você compra o que quiser, agora coma.

Ela me entregou o prato cheio de comida, depois encheu um copo de suco de manga e colocou próximo a mim, ela fez seu prato e se sentou para comer também.

A tarde fomos ao mercado e compramos tudo o que era necessário, eu não sei onde ela consegue tanto dinheiro assim, eu tenho até medo de perguntar.

Na hora de voltar para casa ela deixa eu dirigir, eu até que mando bem mas o carro é muito grande e parece que vai bater a qualquer instante.

Estaciono na garagem e descarregamos as coisas, guardarmos tudo nos lugares certos e eu vou pro meu quarto, pego meu celular e vejo uma mensagem do Dylan:

" Contou pra sua mãe que estamos de suspensão? "

Respondo:

" Ainda não, rs, e você? "

" Também não, e o que ela achou do seu cabelo? "

" Ela gostou "

" Que bom, vai pra escola sexta? "

" Sim, tenho que entregar o trabalho de filosofia "

" Verdade, eu também vou "

" Vou convencer minha mãe a ir na sua casa, dai a gente pode assistir o Death Note em paz "

" Porfavor, venha "

" Tá bom, vou contar pra ela que estou de suspensão "

" Vai, boa sorte "

" Obg "

Deixo o celular na cama e desço a escada correndo e no último degrau eu tropeço no próprio cadarço e por pouco não caio, por sorte braços firmes me seguram, talvez não seja tanta sorte assim.

- Cole o que faz aqui?

- De nada, vim falar com a sua mãe.

- Por quê?

- Sobre a sua suspensão.

- Você não disse nada sobre os cigarros né?

- Não.

Ele suspirou fundo, depois me olhou e disse:

- Seu cabelo ficou lindo.

- Obrigada, mas, e aí o que a minha mãe disse?

- Nada, minha mãe convidou vocês pra ir almoçar em casa amanhã.

- Bom, eu vou, sabe se minha mãe vai?

- Ela disse que sim.

- Amém.

Ele riu e depois passou a mão no cabelo dele o ajeitando, tão charmoso, eu disse:

- Por que tá rindo?

- Nada, você é estranha.

- Não tão estranha quanto você.

- Você​ tem razão, quer sair capturar alguns pokémons?

- Sim, vou pegar meu celular, já volto.

Subi as escadas e peguei meu celular, não é só porque ele é diferente que vou abandona-lo, além disso ele é irmão do meu melhor amigo.

Saímos e fomos a praça, era uma noite quente de verão, estava muito agradável de andar pelas ruas, até que Cole é um cara legal, gosta das mesmas coisas que eu.

Ele me mostrou​ algumas tatuagens que ele mesmo tinha feito, pedi pra que ele fizesse uma em mim, e ele disse que iria pensar a respeito.


Notas Finais


Melanie cresceu lol
Não se preocupem, logo logo teremos novidades sobre a nossa querida Lizzy ❤


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