História Paradise - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega
Visualizações 16
Palavras 366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Magia, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Obrigada por estar lendo,prometo que nos próximos capítulos o conteúdo será mais extenso,espero que gostem

Capítulo 4 - Despedidas


Gustavo on

Acordo e vou ao banheiro,cabelo estava um fuá,todo espalhado prós lado,tentava colocar no lugar,mas quem disse que ia?então o deixei assim é apenas coloquei minha toca,por ser sábado Anderson e eu íamos sair pra andar de skate,ele ia mexer com a garotas como sempre,mas nada demais,tomei café devagar,peguei meu celular e sai,fui andando de skate até a casa dele,chegando lá tava escrito "vende-se" o que me surpreendeu,vi os pais dele terminando a mudança,me aproximei;

-bom dia Gustavo-disse a mãe dele parecendo alegre com a mudança,o pai dele também me cumprimentou-o que faz aqui tão cedo?procurando o Anderson?

-sim,nos íamos andar de skate,vcs vão se mudar?

-vamos sim,ele nn te contou?

-não,ele está?

-sim,tá lá dentro, fique a vontade

Entrei e ele estava na sala,mexendo numa fotografia que parecia a que tínhamos de quando éramos pequenos,quando me percebeu,se virou;

-bom dia amigo,cabelo rebelde dnv?

Ele me passou o creme que ele tinha exatamente para quando meu cabelo ficava assim

-vai embora e não vai se despedir?

-não gosto de coisas dolorosas

Me aproximei dele é dei-lhe um tapa em seu rosto,que pareceu surpreso com o tal ato de minha parte;

-nunca mais faça isso

Ele ficou em silêncio,colocou a fotografia numa das caixas e me deu um abraço,dizendo adeus,saindo logo em seguida,deu para escutar o caminhão saindo,e então,percebi que meu amigo não estaria mais lá comigo

Sai da casa e fui em direção a casa de André,que estava na porta dando altas risadas de algo que Letícia e Maira diziam baixinho,quando vi a cena passei rápido por lá e deu pra perceber que eles ficaram me encarando esperando pra cumprimentar,fiz o retorno e parei na frente deles;

-bom dia. Disse André

Fiquei em silêncio

-algo de errado

-ele foi embora

-quem?

-...

-foi o...

Todos ficamos em silêncio

-ele não pode ir,não sem se despedir primeiro....

André pega sua carteira provisória e seu carro,todos entram e ele sai dirigindo,vou guiando ate onde foi mais ou menos que vi o caminhão pela última vez,avistamos ele vem ao longe,e André pisa fundo,o caminhão vira a direita e o semáforo fecha,perdendo-o de vista,André bate forte no volante irritado,voltamos e tomamos uma xícara de chá;

-Ja era,perdemos ele. Disse Maira

suspiro e olho André;

-eu só queria um lugar de paz

Minha pedra brilha, juntamente com a dos outros,meus olhos se ofuscam,e quando abro vejo algo estranho,algo meio...raposa?



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