História Paradise Swan - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Personagens Originais, Princesa Aurora, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Swan Queen
Exibições 81
Palavras 2.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola pessoinhas, queria avisar que vocês precisam ter paciência pq vou soltando umas coisinhas de cada vez, até toda a verdade vir à tona. Então n desistam de mim ♡

Capítulo 4 - The fake joke


Fanfic / Fanfiction Paradise Swan - Capítulo 4 - The fake joke

Uma semana depois, as marcas de Regina já haviam sumido. Ela e Emma passaram a se ver todos os dias desde então. Quando Regina estava com Cora pelo bairro, se comunicavam apenas com o olhar,  e ambas sabiam o que isso significava. 

Regina não tornou a apanhar, mas ainda sim era obrigada a seguir os passos que sua mãe queria. E depois de ter ouvido o que havia feito aos pais de Emma, sentiu-se cada vez mais distante dela.

Depois de quase seis meses, as garotas estavam indo para a faculdade. Passaram a noite toda compartilhando as expectativas para o primeiro dia.  Apesar de Cora ter forçado Regina a prestar para advocacia, a morena não estava tão insatisfeita com a escolha da mãe. Emma pretendia inicar uma carreira empresarial, por isso optou por administração hotelaria.

Falar ao telefone com Emma era sempre uma missão impossível para Regina, já que tinha que chamá-la por outro nome. Mas duas estavam animadas, porque sabiam que só assim passariam mais tempo juntas. E, com a amizade que acabaram criando, estavam felizes por poderem inicar essa etapa de suas vidas, agora juntas.

Regina sempre pensava nisso, mas o medo também lhe consumia. Por mais que tivessem a intimidade para conversar sobre tudo, e terem bons momentos, nunca haviam se beijado de verdade.  Quando estavam prestes a fazer, alguém atrapalhava. Zelena mesmo já perdeu as contas de quantas vezes interrompera esse momento.

Mas elas não viam problema nisso, acreditavam que na hora certa iria acontecer. E aconteceu.
O primeiro dia na faculdade foi melhor do que tinham previsto. Emma adorou seus professores e fez três amigos.  Lily, August e Neal.

Regina conheceu Mulan e Ariel. Ambas simpáticas, porém um pouco quietas. Sua professora, Cruella, era um pouco arrogante mas parecia ser bem eficiente.

No final das aulas, as garotas se encontraram para conversar sobre as experiências do dia. Emma estava com seu fusca amarelo, e deixou Regina na esquina de sua casa.

-Tenta me ligar hoje - pediu Emma antes de deixá-la sair.

-Vou tentar. Prometo.

Regina avançou para lhe dar um beijo na bochecha sem aviso, e com o movimento de Emma, acabou encontrando seus lábios. Sentiu um turbilhão de emoções, e a sensação de ter um gelo escorregando pelo estômago. Era incrível como Emma fazia-a sentir tanto, com tão pouco.

A loira sorriu ao segurar o rosto de Regina com as mãos, trazendo-a novamente para perto. Beijaram-se novamente, mas agora com mais intensidade. Emma pediu passagem com a língua e Regina logo cedeu. O beijo era lento, molhado e cheio de paixão. Estavam finalmente fazendo o qua tanto esperavam.

Emma pôde jurar que o gosto de Regina semelhava ao gosto de maçã. E queria senti-lo para sempre.

-Valeu a pena esperar - disse Regina baixinho, quando tiveram que parar para respirar. Mesmo tendo imaginado esse momento várias vezes, ficou contente em saber que Emma beijava muito bem.

-Amanhã, trate de passar seu batom vermelho. - pediu Emma encarando sua boca.

Regina sorriu e lhe deu um selinho demorado, antes de sair do carro e ir para casa.

Passaram a repetir isso quase todos os dias. O que antes não era feito, agora, não parava mais. Sentiam necessidade de beijar toda vez que se viam. Até  coisas  ficarem mais quentes dentro do fusca amarelo.

                  • dias atuais •

Regina

Não queria observar a situação toda, então decidi viajar até a casa de minha mãe. Avisei Emma que só voltaria amanhã, sem lhe responder o porquê. A loira deu de ombros, já que havia coisas mais importantes para se preocupar. Dessa vez não queria lhe dar o ombro como apoio, então apenas segui meu caminho.

Gold havia se hospedado na Paradise Swan com sua esposa Belle. O que foi totalmente de meu desagrado. Mas ele afirmou que só  assim poderia trabalhar com mais tranquilidade, sem ter que voltar para dar assistência à mulher quase todos os dias. O que ele havia falado para ela, só iria descobrir amanhã. Se alguém suspeitar que me encontro escondida com meu agente, meu plano para reconquistar a confiança de Emma estaria sendo ameaçado. Mas Belle apenas me acrescentaria nesse quesito, então eu iria aproveitar.

Seria fácil manipulá-la, uma vez que Belle era a pessoa mais bondosa que eu já conhecera. E apesar de tê-la dado como morta - assim como todos que se sentaram ao lado de Emma na audiência sobre a morte de meu pai - nós ainda tínhamos alguns assuntos pendentes.

Belle sempre fora minha maior confidente, no passado. Pensei que seria a única pessoa que me apoiaria, mas eu estava enganada. E assim passei a ser uma pessoa totalmente individual. Sozinha. Completamente sozinha. Dez anos me dedicando apenas ao trabalho e aos meus planos para retornar à vida de Swan, e fazê-la sofrer. Meu psicólogo, Archie, era a única pessoa que sabia o motivo dos meus bloqueios mentais. Mas ele não me ouvia por agrado, mas unicamente porque era pago para tal feito.

Suas terapias me ensinaram a manter as lembranças boas, num lugar inacessível de minha memória. Me forcei a esquecer cada detalhe, tão afundo, que acreditara não ter vivido nenhuma delas. E eu era boa nisso, pelo menos até agora. Conviver com Emma nesses dias tem mexido com meu psicólogico, trazendo à tona momentos que me faziam suspirar.

(...)

Mamãe estava cozinhando quando adentrei minha antiga casa sem aviso. Tentei não atrapalhar, mas quando ela me viu, parou tudo que estava fazendo para me abraçar.

-Como está indo, minha filha?  - perguntou me servindo um pouco de café.

-Estou bem, mamãe. E a senhora?

-Estou ficando velha, todos sabem - lamentou Cora, voltando a cozinhar.

-Mas pelo visto continua dramática - brinquei.

-Estou ficando velha, e sozinha - lamentou novamente com mais ênfase.

-Desculpe não ter vindo visitá-la,  ando ocupada.

-Se sua ocupação se chama Emma Swan, não quero saber.

-Pare com isso! Estou tão perto de conseguir nossa vingança, você deveria se animar - Levantei a pequena xícara de porcelana no ar, num gesto de comemoração, e levei-a até minha boca.

-Nossa vingança? Só queria que tivesse esquecido essa garota de uma vez por todas. Ai! - Minha mãe parou devido ao pequeno corte que havia feito em seu dedo.

-Deixa que eu faço - Deixei meu café fumegar na mesa, sozinho, e passei a cortar os legumes para ela.

-Depois de tantos anos, você ainda continua obcecada por ela, Regina.

Cora começou a ficar brava e preferi não responder. Sempre que falávamos de Swan, minha mãe se exaltava por simples ciúme.

Mas ela estava certa ao falar que contínuo obcecada pela loira. Antes, eu era louca e estava disposta a fazer de tudo para me casar com Emma, hoje, continuo louca atrás dela, mas por motivos distintos.

E mesmo que Cora tenha passado anos praguejando para esquecê-la, para deixar tudo isso para lá e seguir minha vida namorando um homem bom, mesmo com a dor que senti ao perder meu pai e só ter tido minha mãe para me confortar, jamais esqueci o que dissera para Emma da última vez que nos vimos.

Eu iria sim acabar com a felicidade dela, de uma vez por todas, e ninguém iria me impedir.

Já estava incômodo o silêncio na cozinha, quando a campainha tocou. Olhei para minha mãe que sorriu com a surpresa.

-É sua irmã. Ela avisou que viria almoçar comigo hoje.

Droga! Droga! Pensava que meu dia não poderia piorar, mas eu estava errada.

Não tinha escolha, senão falar com Zelena. Pensei em fugir pelos fundos, mas imagina o micão.

Terminei de fazer as coisas na cozinha e fui para sala, onde Zelena abraçava minha mãe calorosamente. Levantou o olhar em minha direção e dispersou-se dos braços de Cora.

-Regina! - Exaltou-se me atacando com um abraço forte. Tentei fazer-me de indiferente, mas por respeito, envolvi suas costas em meus braços, depositando dois tapinhas.

-Você está... Olhe para você! Está linda.

-Obrigada, Zel. Você está... igualzinha. - rimos e sentamos no sofá.

Mamãe observava tudo com os olhos marejado, depois voltou para sozinha deixando-nos à sós.

Zelena pigarreou algumas vezes antes de começar a falar:

-E como estão as coisas na Paradise Swan? Soube que tirou umas férias por lá.

-As coisas por lá estão começando a ficar cada vez piores, e minhas férias cada vez melhor. - sorri com desdém.

Zelena balançou a cabeça negativamente fitando o chão. Lembrei-me que fizera o mesmo quando conversamos pela última vez, e eu dissera que Emma deveria pagar pelo o que fez.

-Quantas vezes vou ter que te dizer que Emma não é a culpada pela morte de Henry? - Zelena finalmente quebrou o silêncio me encarando.

-Estava demorando - levantei do sofá - Continue defendendo-a. Por que não a adota como irmã,  também? 

Nem esperei sua resposta e subi para meu antigo quarto. Precisava pegar algumas coisas que esquecera aqui.

Estava tudo como eu havia deixado, exceto por alguns objetos antigos que minha mãe optou por guardar aqui, e não no porão. Fechei a porta e comecei a vasculhar meu guarda-roupa.

Por sorte, nenhum sinal que indicava que o fundo falso havia sido descoberto.

Minhas coisas estavam todas lá. Minhas fotos com Emma, na faculdade, o colar que ela havia me dado de natal, fita que ouvíamos e gravamos juntas.

Coloquei tudo em minha bolsa e fechei o armário. Depois continuei procurando, pelos arquivos que eu havia colecionado com o tempo.

Eram notícias de jornal, revista, entrevistas e outras coisas, todas com a mesma informação: Paradise Swan e sua fundadora maravilhosa.

Havia centenas delas, organizadas consequentemente. Venho fazendo essa coleção desde 2011, e hoje, acrescento minha notícia favorita.

        PROBLEMAS NO PARAÍSO

"Hospedes e visitantes afirmam que  Emma Swan descuidou da infraestrutura interna de seu Resort, onde quartos e corredores acabaram inundados com o rompimento dos canos de um de seus setores."

Gold me entregou o recorte quando nos vimos de noite, e eu comecei a rir sem hesitar. Não pela notícia, mas pela atitude do meu agente. Quando ele quer ser meu amigo, com muito esforço, ele consegue. 

Coloquei todas as coisas em minha bolsa, pegando também uma caixa pequena que estava em cima da cama. A caixa estava trancada por um cadeado, por isso dispersou-me curiosidade. Iria tratar disso depois.

Enquanto descia as escadas, senti o cheiro excepcional da comida de Cora. Mas em seguida pude ouvir Zelena resmungando algumas coisas sobre mim. Atravessei a sala rapidamente sem fazer barulho, mas o ruído da porta acabou entregando minha saída. Mas pouco me importei, porque o faria? Jamais estaria na presença de ambas sem que mensionassem esse mesmo assunto.

Larguei minha bolsa no banco de passageiros e liguei o rádio. Conectei-o em meu celular e o aleatório me surpreendeu ao parar em Flórida Kilos, da Lana Del Rey. Aumentei o volume e retoquei o vermelho que desenhava meus lábios, antes de arrancar dali.

(...)

Estava quase amanhecendo quando voltei para o Resort. Por sorte, não fui surpreendida por nenhum zumbi de plantão.

Coloquei a caixa misteriosa no meu guarda-roupa. Passei a chamá-la de misteriosa por causa do semblante de leão que enfeitava a mesma por fora. Lembro-me de ter visto esse mesmo símbolo em algum lugar,  mas não onde e nem quando. Isso não importava. Pelo peso, os assuntos que essa caixinha miserável guardava não passavam de papéis.

Peguei as minhas outras coisas disposta a me livrar delas. Tentei permanecer indiferente à tudo, mas quando peguei nossas fotos novamente, não consegui evitar. Passei a mão pela Emma sorridente da foto, lembrando-me de como ela havia ficado feliz nesse dia. Quando fomos ao show da banda The Smiths. A outra foto em minha mão, agora era suporte para as lágrimas que escorriam sorrateiras pelo meu rosto.

Minha mãe sempre disse que amor é uma fraqueza. Mas o que é fraco, é passageiro. Como poderia permanecer, depois de tanto tempo, tanto ódio, tantas mentiras e acusações, um amor dentro de um coração banhado por vingança?

Se isso tem resposta, jamais quero encontrá-la. Cresci marginalizada de todo amor e compreensão familiar, e assim, quero continuar.

Coloquei tudo de volta na caixa de papelão que trouxera. Peguei um isqueiro e saí do quarto. No salão central do terceiro prédio, havia uma lareira. Não sabia se estava acesa agora, já que são 5h45 da manhã, mas caso ao contrário, eu mesma faria tudo queimar.

Eu tinha poucos minutos antes que os funcionários começassem a zanzar por aí, mas se alguém me visse, mandaria pro inferno. Em meus assuntos ninguém se mete.

Foi o que pensei. Assim que entrei no salão, fechei a porta delicadamente, mas o pequeno ruído fora suficiente para dispersar a atenção de Emma. Ela estava sentada em um dos divãs que cercava a lareira, e antes de notar-me, encarava-a perplexa. 

Swan me fitou curiosa. Ela andou chorando. Pude perceber. Caminhei até ela e sentei-me ao seu lado, só que distante. Deixei a caixa no chão, longe de seu alcance.

-O que aconteceu? - perguntei.

-Por que se preocupa?

-Não me preocupo, só preciso desse salão vazio - disse com um tom rigoroso, por mais que eu me preocupasse - Se eu te ajudar, você me deixa sozinha aqui.

-E por que eu faria isso? - perguntou olhando para a lareira novamente.

-Perguntas demais, Swan. Responda a minha primeiro.

-Recebi uma ligação da cadeia - Emma enterrou o rosto nas mãos, e tornou a chorar.

Meu coração passou a bater mais forte. Óbvio que eu sabia o que isso significava. Neal Cassidy. 

-E por que a aflição? Ele não vai sair de lá,  vai? - perguntei tocando em seu ombro.

-Não. Mas isso não o impede de me afetar, Regina. Vocês dois são minhas maiores assombrações.

-Ei! Ninguém aqui vai te assombrar mais do que eu - senti-me ofendida - Aquele ladrãozinho pé de chinelo nunca chegará aos meus pés.

Emma soltou um risinho, e enxugou as lágrimas. Abri os braços para que ela se entregasse a mim, e foi o que ela fez. Acaricei seus cabelos enquanto ela melecava meu colarinho de lágrimas e meleca de nariz. Depois da décima vez que fazíamos isso, passei a não sentir mais nojo. Mas depois de dez anos sem vê-la, digamos que me acostumei a ter as roupas limpinhas sempre.

-Porque trouxe isso para cá? - perguntou me soltando, e se encaminhando até a caixa. Droga! - O que você ia fazer com tudo isso aqui? 

Olhei para a lareira com desdém, e ela entendeu na hora. Sentou-se de novo,  pegando em suas mãos algumas fotos e nossa fita antiga.

-The Smiths - ela sorriu - Nossa música! - ela me encarou com os olhos brilhando. As lágrimas já haviam sumido, e fiquei feliz por isso - Regina, você não pode jogar isso fora. Procurei por tanto tempo para encontrar uma dessas! - ela encarou a fita, deixando as fotos de lado - Agora tudo só existe na Internet.

-E é lá que tem que ficar - Peguei a fita de sua mão e cheguei perto da lareira, pronta para jogar, mas Emma se posicionou atrás de mim, segurando minha mão.

-Eu vou guardar isso. De qualquer forma você nunca irá vê-la de novo. Eu gravei essa fita para você, portanto pertence a mim - ela puxou de mim novamente.

-Droga, Swan - eu já estava irritada, e com muito sono para continuar nessa tensão com ela - Pode ficar com esse lixo todo. Já chorei demais por isso hoje, agora vou dormir, se me der licença.

Eu já estava quase chegando a porta quando Emma me interrompeu, mais uma vez.

-Você chorou? Por mim?

Senti seu olhar me queimar, mesmo estando de costas. Não podia encará-la agora, que meus olhos marejavam novamente.

-Chorei lembrando do que me fez - menti - Não se gabe achando que ainda tem efeito sobre mim, Swan.

Antes que eu pudesse sair, pude ouvi-la lamentar:

-Você tem razão, ninguém é e nem nunca será capaz de me fazer tão mal quanto você. 


Notas Finais


Se estão gostando ou não, me deixem saber, ok?

Beijinhos de luz :)


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