História Paraisópolis (Romance Gay) - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Amor Gay, Boyxboy, Gay, Gays, Glbt, Lgbt, Lgbtq, Romance, Romance Gay, Yaoi
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Palavras 3.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Jogos de adultos


No dia seguinte acordo com o meu celular tocando por debaixo do travesseiro. Me espreguiço e pego o celular. O nome de Caio está sendo exibido no visor. Atendo.

-É bom que tenha um motivo relevante pra você está me acordando. –digo.

-Só queria ter certeza que tu não me deu um número falso. –Caio parece animado do outro lado da linha.

-Devia ter feito isso ontem.

-Queria ouvir sua voz de sono.

-Agora que já tem certeza que esse é mesmo o meu número e ouviu a minha voz logo cedo será que posso desligar?

-Pode desligar, mas na moral? Eu não faria isso se eu fosse você.

-Por que não?

-Porque eu iria me intrigar contigo e não te chamaria para algo bem massinha aqui na minha casa.

-Que coisa massinha seria essa?

-Um jogo.

-Um jogo? –fico curioso.

-Um jogo bem divertido que costumo fazer com os cara aqui.

-E você me quer no seu jogo?

-Quero. –a voz de Caio fica meio puxada- Quero muito.

-Não sei. –digo sentando na cama.

-Se você não vier não venha mais aqui. –Caio fica sério.

-Caio, eu já vou ai a três dias seguidos. Meus pais vão estranhar que eu esteja saindo tanto assim. Eu costumo passar o dia assistindo Netflix.

-Dá teus pulos. –ele diz.

Fico em silêncio por um tempo.

-Já se resolveu? –Caio pergunta.

-Tá bom, merda. Eu vou!

-Eu gosto é assim. Hoje à noite. –dizendo isso Caio desliga.

Esse cara deve tá muito mal acostumado. Quem ele acha que eu sou? Um de seus servos eu não sou. Mas algo faz com que Caio insista que eu volte até aquela comunidade e eu não nego que gosto de voltar. Não posso negar que sinto uma atração por Caio e toda a sua dominação, seu toque, seu cheiro e o seu gosto. O seu gosto é incrível.

Me levanto e vou até a sala. Como de costume o meu pai já deve estar em Paraisópolis. A novidade é que minha mãe também não está em casa. Encima da mesa da cozinha há o meu café da manhã e um bilhete de minha mãe.

- ‘’ Meu querido Alex. Tive que sair para comprar algumas coisas para a reunião das Damas da Caridade de hoje à noite. Devo estar voltando antes do almoço, mas, caso o contrário, você tem a liberdade de pedir algo para almoçar ou preparar algo do congelador. Beijos da mommy.’’ – leio o bilhete em voz alta. É como se a minha mãe estivesse aqui. A sua voz martela em minha cabeça.

Vejo ali uma oportunidade. Como meu café da manhã rapidamente e depois tomo banho. Penso em ligar para Tiago mas como ele costuma dormir tarde não acho que deva estar acordado essa hora, e, como sou um cara legal não vou acordar ele tal como Caio fez comigo.

Então fico no sofá assistindo televisão até dá a hora do almoço. Vou até o congelador e tiro uma lasanha congelada. Esquento no micro-ondas e como tudo em frente à televisão. Quando minha mãe chega me encontra jogado no sofá da sala. Um copo com refrigerante na metade e na mesinha um prato sujo.

-Que sujeira é essa, Alex? –ela pergunta.

Dou um arroto.

-Meu almoço. –digo sorrindo.

-Você comeu uma lasanha que serve duas pessoas sozinho e acompanhado de um copo de refri?

-Exato.

-Tem ideia de quantas calorias ingeriu? Alex você precisa se alimentar melhor!

-Não tem problema. Fui abençoado com um belo metabolismo.

-Você é um caso sério, Alex. –ela diz colocando as sacolas de compras do lado e pegando o prato encima da mesa de centro- UM CASO SÉRIO!

-Tá. –digo estalando a boca- Por que não me disse que tinha reunião com as Damas da Caridade aqui hoje?

-Você não se importa com isso.

-Tem razão mas eu não vou ficar aqui com aquelas suas amigas frescurentas falando sobre como melhorar a sociedade sem tirar a bunda do lugar.

-Não fale assim da Cássia, Vivian e nem dá Matilde!

-Tudo bem...vou sair com o Tiago e vou dormir na casa dele.

-Eu queria tanto que você participasse das coisas comigo, Alex meu filho. Poderíamos ser como éramos a dez anos atrás quando você não era esse aborrescente.

Olho para minha mãe e depois volto meu olhar para a televisão por alguns segundos. Depois a desligo e me levanto indo em direção ao meu quarto.

Pego meu celular e ligo para Tiago.

-Fala. –ele atende.

-Tá fazendo alguma coisa? –pergunto.

-Tô tomando meu café. –ele diz.

-Ao meio-dia? –pergunto rindo.

-Aham. –ele diz mastigando.

-Vamos voltar a Paraisópolis hoje à noite. –digo- Caio quer que eu vá jogar um jogo com ele e os amigos dele. Quero que vá comigo.

-Que jogo? Uma suruba?

-Eu não sei. Ele só me disse que era um jogo.

-Tá bom. Eu tinha planos para a noite. Daqueles que duram a noite toda mas vou me sacrificar por você.

-A sua mãe não dá a mínima que você saia e só volte no dia seguinte?

-No momento não. Ela tá viajando com o novo namorado dela.

-Bom pra ela.

-E bom pra mim. Chego ai lá pelas seis.

-Ok.

***

Tiago chegou exatamente de 17:53PM quando a reunião das Damas da Caridade da minha mãe estava no auge conversando sobre como manter as unhas de gel por mais tempo. Algo relevante para a sociedade. Ao entrar no apartamento Tiago não causou uma boa impressão já que vestia uma blusa escrita ‘’ Drink Me’’. Tive que ser ágil ao descer para que ele não ouvisse os comentários das senhoras na minha sala e decidisse dá uma resposta.

-Aquelas velhas não tem nada melhor pra fazer da vida? –Tiago resmungava no caminho até Paraisópolis- Eu acho que o que falta para elas é um macho que saiba fazer o serviço na cama. Vou te dá uma dica pra tu não crescer e ficar feito elas: um bom e velho oral pra segurar o cara. É infalível.

-Eu acho que não deveria ouvir conselhos do meu melhor amigo que rompeu com o namorado no primeiro aniversário. Vela lembrar que ele era o seu tutor de matemática.

-Ai é que se engana. Como acha que o Fernando ficou louquinho por mim? Com certeza não era o jeito que eu traçava uma parábola. Não, não. Era a querida chupetinha que eu dava nele.

-Eu acho que você não precisa entrar em detalhes sobre o que você fazia com o Fernando nas suas aulas particulares.

-E que aulas...aprendi a tabuada do quatro.

-Você é podre.

-Quem sabe Caio possa te ensinar alguma coisa. –Tiago diz rindo.

-Não acho. –olho para a frente. Já estamos em Paraisópolis e é Caio quem nos espera.

-Acho que ele estava ansioso para a sua chegada. –Tiago diz.

-Até que enfim você chegou. –Caio diz me observando.

-Sim. E trouxe o Tiago. –digo.

-Tô vendo. –Caio olha para Tiago- Vamo lá, os cara tão nos esperando.

Apressamos o passo para chegarmos na casa de Caio. Ao abrir a porta vejo JP e Wesley lá dentro. Ambos assistindo TV. Eles se levantam quando entramos.

-Aê. –Wesley me cumprimenta- Você veio.

-O chefão aqui me fez vir. –digo olhando para Caio. Ao contrário dos dias anteriores ele não sorriu para mim hoje.

-Alex, vem aqui me ajudar numa coisa. –Caio me chama- Vocês dois ai podem ir fazendo o Tiaguinho ficar à vontade.

-Obrigado, Caio. –Tiago sorri- Você é tão hospitaleiro.

Dou uma cotovelada em Tiago e sigo atrás de Caio. Ele passa por uma porta. Ao entrar vejo que é uma cozinha.

-Por que trouxe seu amigo? –Caio se vira para mim e olha em meus olhos.

-Eu dei meus pulos. Não foi o que você me disse pra fazer?

-Que seja. Só me ajuda aqui. –Caio abre a geladeira.

Ele me entrega duas garrafas de Absolut. Ele abre o congelador e pega uma bandeja de gelo. 

-Leva isso pra lá. –ele me manda.

Aceno com a cabeça e volto para a sala onde Tiago está entre JP e Wesley no sofá.

-Ui, parece que a noite vai ser bem divertida. –Tiago sorri ao me ver com a bebida nas mãos.

Coloco as garrafas encima de um birô antigo que tinha ali. Caio aparece logo depois com uma outra garrafa na mão que tem alguns copos encima e um dominó na outra.

-Tão prontos? –ele pergunta colocando tudo encima do birô assim como eu fiz.

-Você ainda não me explicou o jogo. –digo.

Caio abre um sorrisinho de lado para mim. Ele ajeita o cap que estava em sua cabeça.

-Dominó, o melhor jogo da humanidade. –ele diz.

-Você me fez sair da minha casa pra vim jogar dominó com vocês? –pergunto com raiva.

-Posso terminar? –Caio pede. Faço um sinal para que ele continue- Ótimo. Ele também tem sua versão alcoólica. Simples e embebeda fácil. Vamos fazer uma roda. Vou colocar algumas peças viradas para baixo. Quem tirar a peça com maior número toma uma dose.

-Simples. –Tiago diz.

-Prático. –é seguido por Wesley.

-Rápido. –JP.

-Bêbado. –Caio completa.

-Idiota. –digo- É só uma desculpa para se embebedar. Por que não viramos a garrafa logo?

-Deixa de chatice, Alex. –Tiago diz se sentando no chão.

-Ouve teu amigo. –Caio diz perto do meu ouvido e logo depois se senta.

Então me junto a roda que se formou no chão. As peças do dominó estão viradas para baixo e uma das garrafas de vodka está na roda. Caio dá o sinal.

-Podem escolher uma peça. –ele diz.

Todo mundo pega uma peça e mostra o valor na pedra. Por azar tiro o maior número. Tiago ri.

-Pra aprender a largar de ser pé no saco! –ele diz.

Caio me dá um copo e coloca um pouco de bebida nele.

-É só virar. –ele diz.

-Não acredito que estou fazendo isso. –digo olhando o conteúdo do copo.

-Se solta um pouco. –Wesley diz- É divertido.

-Se não quiser ser o primeiro da roda eu tomo pra você. –JP se oferece. Quando estou lhe dando o copo Caio segura minha mão.

-Nananinanão! Você tirou o maior número, você toma. Essas são as regras. –ele diz.

Por um momento hesito em beber. Quando enfim viro o copo os garotos vibram.

-Bom garoto. –Caio diz, e, como se me fosse um prêmio, ele sorri para mim.

***

A noite transcorreu assim. Quando estávamos na metade da segunda garrafa o Tiago já estava praticamente bêbado.

-Ai meu Deus, vocês são demais! Como eu não conheci vocês antes? –dizia ele para Caio, JP e Wesley. Nesse momento ele estava atracado ao braço de Wesley.

-Eu acho melhor você parar, Tiago. Você tá muito louco. –digo.

-Louco? Que nada, eu tô de boa.

-Os olhos dele tão bem vermelhos. – JP diz.

-E o bafo de bebida tá insuportável. –Wesley que estava preso a Tiago diz.

-Parem de falar besteira e se ajeitem pra selfie. –Tiago se solta de Wesley e puxa o celular do bolso- Eu vou postar no instagram!

-Você não vai postar porcaria nenhuma. –digo pegando o celular da mão dele. -Nós vamos até a sua casa e você vai tomar um banho gelado pra cair na cama.

-Poxa, Tiago, achei que você aguentava mais. –Caio diz rindo.

-Caio, não dá corda! –digo.

-Eu não tô beba...- Tiago fala algo mas de repente para.

Ele então corre para fora e começa a vomitar.

-Olha só! Como eu vou levar ele pra casa nesse estado? –digo indo atrás dele.

-Cara, ele tá bebão! –JP ri.

-JP, você é lindo. –Tiago se vira e limpa a boca nas costas da sua mão- Me dá um beijo, por favor, eu nunca te pedi nada. –ele diz indo em direção a JP. Ele tropeça e cai no ombro de JP. Tiago então adormece.

-Viu o que esse joguinho de vocês fez? –digo.

-Galera, arrumem um lugar pro Tiago. –Caio diz a JP e Wesley- Acho que já deu por hoje. –então ele entra na sua casa.

Olho estranho para ele. Ajudo JP e Wesley a descer Tiago pela escada. Deixamos ele no sofá da casa de JP. Depois disso Wesley parte para sua casa e eu volto para a de Caio. Ao entrar o encontro sentado no chão. Ele está escorado na parede e bebe o resto de vodka que sobrou nas garrafas.

-O consumo de vodka é um dos maiores causadores de morte na Rússia. –digo.

-Fala isso pro seu amigo. –ele retruca.

-Qual é o seu problema? –pergunto.

Ele dá algumas palmadas no chão como se quisesse que eu me sentasse ali. O obedeço e sento de frente a ele. Caio me dá um copo e coloca um pouco da bebida nele.

-Espero que o Tiago não me seja um problema. –ele diz- Não quero mãezinha de ninguém aqui.

-A mãe dele está viajando. –digo.

-Isso é bom.

-Eu iria para a casa dele hoje. Se chegar eu for até a minha casa agora com esse hálito de quem bebeu todas os meus pais vão me dar um sermão do caramba.

-Isso também é bom. –ele sorri.

-Por que isso seria bom? –pergunto.

-Você não vai poder voltar até a sua casa. Vai dormir aqui comigo.

-Quer parar? –olho para Caio.

-Com?

-Com isso! Desde que me beijou naquela festa você vem brincando comigo. E quando foi hoje me inventa esse jogo pra me fazer vir até aqui. Fala logo o que você quer.

-Você. –foi simplesmente Caio dizer isso para que meu coração batesse a mil por hora- Eu quero você.

-Você não pode me ter. –digo.

-E por que não? –ele pergunta com um sorriso safado.

-Você está prestes a cair de bêbado.

-Na boa? Eu ainda aguento muita coisa. –ele me olha nos olhos- Muita. Coisa. Mesmo.

Não sei o que me veio à cabeça nesse momento mas eu só sei que me joguei no colo de Caio partindo as minhas pernas e o beijei. O beijei loucamente, o meu corpo gritava por aquele beijo e pedia para que levássemos aquilo adiante. Caio agarrava a minha cintura e brincava com a minha língua. Não preciso dizer que estávamos pegando fogo com tudo aquilo. Estava encima de Caio no momento em que ele se levantou me suspendendo no ar. Ele foi em direção ao sofá me colocou deitado ficando por cima de mim. Tudo isso sem cessar o beijo. Ele só parou de me beijar quando tirou a minha blusa. O ajudei quando foi no momento de tirar a sua. Caio mordia o lóbulo da minha orelha enquanto abria o meu short e o jogava longe. A língua de Caio começou a percorrer o meu corpo. Começando do pescoço e foi descendo até a minha barriga deixando uma trilha com a sua saliva. Ele apertava o meu pênis por cima da cueca. Quando enfim Caio se livrou da minha cueca ele me chupou. Posso dizer que aquela foi a sensação mais gostosa que eu já senti na minha vida toda. Eu gemia alto de tanto prazer. Eu não queria que aquilo acabasse nunca mas me levantei do sofá e mandei Caio se sentar. Queria devolver as sensações que ele havia me causado. Queria lhe dar prazer. Eu lhe beijei mais um pouco antes de descer e ficar entre as suas pernas. Comecei a abrir a sua calça e a desci. O seu pênis já estava bem duro por debaixo da cueca e o volume visível já era bem grande. Tirei a sua cueca e vi o seu membro volumoso pular para fora. O peguei em minha mão e comecei a masturba-lo. Olhei para Caio que me observava atentamente soltando gemidos baixinhos. Os braços por detrás do encosto do sofá. Os lábios estão contraídos.

-Me chupa, vai. –ele pede com cara de safado.

Eu comecei a chupar o seu pau lentamente. Ao tocar dos meus lábios em sua glande Caio soltou um uivo de prazer. Ele levou uma das mãos à cabeça e a outra segurava em meus cabelos fazendo um movimento de vai e vem. Ele estava fodendo a minha boca e me fazendo engolir o seu pau completamente. Não sei como eu estava conseguindo aquele feito já que era a minha primeira vez fazendo um boquete. Senti uma pitada de orgulho. Eu via Caio se contorcer encima daquele sofá. Ele contraia todo o seu corpo. Parecia se esforçar para não gozar ali mesmo dentro da minha boca. Por fim ele me colocou de frente a ele no sofá. Levantou minhas pernas colocando-as em seus ombros. Ele começou a passar a cabeça do seu pau na entrada do meu cu. Ele somente forçava a entrada mas não penetrava. Estava me provocando. Ele me beijava e chupava a minha língua.

-Eu sabia que você iria estar aqui comigo fazendo isso desde o momento em que te peguei naquela casa de pedra. –ele diz. Está com um sorriso estampado no rosto.

-É? –pergunto baixinho.

-É.

-Então me come logo. –digo em seu ouvido.

-Libertino. Vadia. –Caio diz apertando a minha bunda.

-Vai logo.

É ai então que Caio começa e forçar a entrada do seu pênis dentro de mim.

-Virgens... –Caio diz ao ver que seu pênis não entraria tão facilmente ali. Ele cospe na palma da sua mão e se masturba o lubrificando e volta a forçar a cabeça do seu pau na minha entrada.

Começo a sentir Caio me invadindo devagar. Ele ia me abrindo lenta e dolorosamente. Em reflexo, começo a contrair o meu anus.

-Relaxa. –Caio me dá um beijo- Vai passar já já e vai ser incrível. Confia em mim.

Coloco minha mão em seu pescoço e tento relaxar para que ele possa me penetrar mais facilmente. Ele tirava e voltava a enfiar tudo dentro de mim. Quando ele já estava todo dentro de mim começou a fazer um vai e vem que era uma delícia. Eu estava gemendo de prazer com tudo aquilo. A dor aos poucos foi sendo substituída pelo prazer incontestável. Caio aumentou o ritmo das estocadas ao ver que eu estava curtindo tudo aquilo. Ele passeava a mão pelo meu corpo e me beijava. Ele observava o seu pau ser engolido pelo meu cu e eu estava adorando ser feito de puta por ele. O suor brotava da testa de Caio e pingava em meu peito.

-Cavalga nesse pau. –Caio tira o pênis de dentro de mim e se senta no sofá.

Me levanto e sento em seu colo. Ele encaixa seu pênis na minha bunda e então começo a descer em seu pau que pulsava loucamente dentro de mim. Caio colocou a mão em minha cintura e me ajudou a fazer o movimento de sobe e desce. Logo eu estava cavalgando como um louco. Caio fazia caras e bocas quando eu rebolava encima de seu pau. Ele gemia de prazer assim como eu. Ver a sua reação com toda a situação e saber que era eu quem estava lhe proporcionando todo aquele prazer me deixava louco. Eu sentia que poderia gozar a qualquer momento sem mesmo me tocar. Quando Caio começou a uivar e a soltar palavrões eu sabia que ele já não aguentava mais segurar a vontade de gozar. Queria gozar junto com ele e então não tardei a me masturbar. Senti um formigamento crescer no meu pau e logo comecei a jorrar porra encima do abdômen de Caio.

Eu já havia me masturbado antes e era uma sensação divina. Mas gozar sentindo algo penetrando no seu rabo é algo de outro mundo. Senti que ia desabar e desabei encima de Caio. Apoiei minha cabeça em seu ombro e podia lhe ouvir ofegante. Eu estava cansado com tudo aquilo e ia me desligando de tudo. Mas sem antes sentir Caio preenchendo-me com o seu néctar.

A minha noite foi foda.

  

 

  

 

 

 

 


Notas Finais


Alex é trouxa


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