História Paralelas - Capítulo 31


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Palavras 561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sei que esse capítulo tá curto, mas pretendo compensar.

Capítulo 31 - Narrado por Ricardo


Passamos apenas mais um tempo na casa de dona Ivanir, Helena se despediu e disse que no dia seguinte iria passá-lo todo lá, mas por enquanto, iria para o hotel junto comigo. Eu me queixava de dor de cabeça para apressar Helena, mas não foi preciso repetir. Quisemos chamar um táxi, mas Virgínia fez questão de ir nos deixar. Chegamos ao hotel, nos despedimos mais uma vez de Virgínia, pegamos nossas bagagens e as colocamos no carrinho que o atendente do hotel empurrava, fizemos o check-in e subimos pelo elevador. No elevador, eu estava segurando Helena pela cintura quando seu celular recebeu uma notificação. Olhei disfarçadamente.

R: Ah, não! Até aqui? - me afastei e passei as duas mãos sob o rosto
H: Ricardo, eu trabalho com ele...
R: Sim, eu sei muito bem. Trabalha... Eu sei... - a porta do elevador abriu e sai primeiro que ela empurrando o carrinho de malas, passei o cartão na abertura da porta e a abri colocando as malas para dentro sem dizer uma palavra.

Helena fechou a porta, sentou na cama e ficou me observando, eu coloquei as malas no chão, devolvi o carrinho ao corredor e sentei ao lado dela, que me observava em silêncio, tirei meus sapatos e olhei pra ela.

R: Você é realmente incapaz de dizer um "não" pra ele? - passei a mão sob meus cabelos na parte de baixo da nuca
H: Ricardo, não vamos interromper esse momento, por favor. Não foi com ele que eu aceitei vir para o mesmo hotel, mesmo tendo outra opção... Foi? - ela segurou minha mão
R: Tudo bem. Só peço que pelo menos evite.

Ela assentiu com a cabeça, sorri e fui me aproximando de seu rosto enquanto ela sorria de olhos fechados, funguei seu pescoço a fazendo deitar e ficando em cima dela. Passei a mão sob seus cabelos e a beijei, invadi com velocidade a boca dela, me deitei ao lado e a abracei pela cintura, continuamos nos beijando e ela logo se livrou de minha calça, se ajoelhou na cama e retirou a blusa que ela vestia.

R: Você fica mais linda a cada dia que passa, Helena. E meu amor só aumenta!

Ela sorriu e desabotoou minha blusa com minha ajuda, depois, eu desabotoei a calça dela entre apertos em suas coxas e ela já gemia baixo.

H: Vai logo, Ricardo! Eu preciso de você!

Fiquei a torturar ela por mais alguns segundos dando beijos em sua barriga e apertando suas coxas enquanto desabotoava a calça, depois, a joguei longe. Distribui mais beijos pela sua barriga e desabotoei seu sutiã, apertei seus seios com gosto e ela gemeu alto. Depois, retirei minha cueca e passei a mão sob o membro dela que já estava completamente úmido e retirei sua calcinha. Penetrei devagar dois dedos e comecei a movimentá-los, enquanto voltei a chupar seu clitóris. Helena gemia alto e balbuciava palavras incompreendíveis. Distribui beijos molhados sobre suas coxas e retirei meus dedos, agora, ela estava de quatro, a penetrei ferozmente com meu membro a invadindo, dava leve tapas em sua bunda e aumentava os movimentos cada vez mais, Helena gemia alto apertando a colcha da cama. Chegamos ao nosso ápice, retirei meu membro e gozei, Helena também. Respirávamos ofegantemente, nos deitamos um ao lado do outro e Helena se aconchegou em meu peito. Ali dormimos naquela tarde.



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