História Paranoia - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Aki, Aki X Nao, Arlequin, Paranoia
Visualizações 12
Palavras 1.355
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


EAOOEEEEEEEEEE

Primeiramente, A DARK_DOLL VOLTOU GALERAAAA POSTANDO DIVOSAMENTE
Segundamente, eu estou meio viciada no Aki. Poisé
Terceiramente, ISSO É PRA SER PESADAUN MERMO VIOLENTO MERMO E BIZARRO E DOENTE E POLITICAMENTE E MORALMENTE INCORRETO PORQUE É ASSIM QUE É
Quartamente, obrigada Yuyuyuyuyu (não sei se acertei o número de 'yus' ;-;), pela odeoa da terapia sexual. Casou certinho ;)
Quintamente, obrigada Shiroi_Miru, pelas ideia de coisas a se fazer com um Aki amarrado num divã.
Sextamente, playlist: Big Bad Wolf, Dirty Pretty e Black Widow (In This Moment), Drip (Meng Jia).
Setimamente, VAMO QUE VAMO

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Paranoia - Capítulo 1 - Capítulo Único

-Aki?...
O loiro estava deitado no divã. Parecia um tanto nervoso. Arranhava o veludo vermelho sob o corpo.
-Sim...
-Primeira vez em algo do tipo?
-Sim...
-Certo. Não é complicado.
O garoto usava roupas de couro vermelho apertadas. Um estilo diferente. Interessante.
Terapia sexual não era algo a que ele era acostumado. Tinha dificuldades em qualquer relacionamento. Mesmo tendo bons dotes... De flexibilidade e afins. Poucos aceitavam intimidade com o rapaz.
-Eu estou nervoso.
-Não se preocupe. - Nao se levantou. Arrumou as roupas. O olhou, todo o corpo. Ele agitava os dedos. Tinha uma beleza... Surpreendente. Diferente de outros pacientes deprimidos e complicados. Ele parecia ainda mais complicado e... quase atormentado. Algo nele o atraía. Uma paranoia sombria...
-Hm...
-Acalme-se.
Andava pela sala escura. As paredes eram marrons. Não era um lugar acolhedor. Objetos de vidro ou porcelana e livros de psiquiatria permeavam as paredes. Um armário de madeira velha se recostava na lateral do consultório, ao lado do divã. A mesa do doutor tinha canetas, papéis e... Mais livros.
Aki suava. O modo dele de caminhar o perturbava.
-Doutor? Nao?...
-Vamos. Me fale. As pessoas... Têm medo de você?
Assentiu. O moreno estava atrás de sua cabeça. Sua presença tinha um cheiro forte de... Medo. Acariciava os cabelos claros do arlequim.
-Por que teriam medo de alguém como você?...
Os dedos se embrenhavam em seus fios loiros. Seus olhos estavam cheios de medo. Olhava para cima.
-Doutor?...
Desceu as mãos pelo rosto pálido. Acariciava. Seus olhos. Seus lábios rosados. Forçava o indicador direito em sua boca.
-Shh...
Ele abriu. O deixou invadir. Pressionou sua língua. Ele estava inseguro.
-Vamos, relaxe...
Lentamente, iniciou movimentos. Lambidas. Então, o sugou. Era realmente impressionante. Nao sentia o calor. Se afastou. Ele tremia.
-Eu não tenho certeza...
-Ninguém te disse como isso funciona?
-Não...
-Então fique quieto.
Aki se sentiu... Ameaçado. Mas... Ainda queria saber como isso acontecia. Não esperava algo do tipo. Tinha medo.
Ele abriu o armário. Puxou algumas peças de couro.
-Doutor?
Nao voltou. Segurou suas mãos. Amarrou-as acima da cabeça.
-Doutor?!
-Shh!
Em seguida, outra peça. Dentro de sua boca. Atou-a com força. Os dentes e a gengiva doeram. Agonia. Sussurrou um "socorro" abafado. Mordia o couro. Uma lágrima. O maior ainda acariciava seu rosto. Desceu os lábios até seu rosto. Arrastou-os por sua pele. A respiração era... Aki não queria aceitar isso... Deliciosa...
Fechou os olhos. Nao esperava seu desespero. Ao invés disso, encontrou suas pernas bem abertas, tendo espasmos... E uma elevação sob o couro de suas calças...
-Aki?...
Voltou a caminhar. Como um predador, arranhava as pernas do rapaz. Abriu suas vestes. Puxou a calça, jogando-a ao chão. A pele branca pedia por mais cor... Arrastou as mãos por suas coxas fartas. Pressionava, massageava. A ereção de Aki continuava a aumentar sob a roupa íntima. Ainda poderia ficar maior...
Nao lambeu os lábios. Ergueu a palma aberta, e desceu-a pelo ar, acertando a coxa esquerda. Um estalo doloroso ecoou pelo quarto. Ele gemeu. Fitava o psiquiatra. Assentiu, como que pedindo por mais.
Ele lhe deu o que queria.
As pancadas deixavam seus dedos gravados no pálido. Vermelhas. Em breve roxas. Alternava entre a esquerda e a direita. Cinco o fizeram gritar sob a mordaça. Apertava os olhos cheios de água. O ardor era terrível.
Tudo bem, teria algo que o amenizasse.
Na parte interna das coxas, a boca quente de Nao fazia um rastro de saliva. Mordidas. Chupões. Uma pintura angustiante. Manchas... Mordeu mais forte. Ele tentava cobrir o íntimo, fechando as pernas. Mas o moreno as segurava abertas.  Apertava seus quadris, passando os braços sob seu corpo. Lambeu sua elevação ainda coberta. Ele enlouquecia, se revirando. Chutava o divã. Os gritos não conseguiam sair... Era excitante ver seu esforço.
Nao se ergueu, limpando a boca no pulso.
-Você tem um gosto maravilhoso...
Curvou-se sobre o corpo o loiro. Ergueu a parte de cima das roupas, até exibir o peito. Voltou a mordê-lo. Os mamilos sangravam em seus dentes. Um sabor tão doce...
Entre os gritos, algo mais promissor surgia. "Mais".
Arranhava suas costas. Prendia o pequeno corpo sob o próprio, trancando-o com as pernas e as faixas. Com o joelho, incitava sua intimidade. Estava tão quente e duro... Nao teve de acariciar a própria. Fervia. A respiração de ambos era intensa. Tentavam segurar tudo dentro de si até que doesse...
Passou o polegar em suas lágrimas. Lambeu-as em seguida. Saboroso...
Seu peito estava escuro o suficiente. Se levantou. Observou sua obra se contorcendo e implorando. As marcas ficavam arroxeadas.
Voltou ao armário. Aquele chicote... O que usava em garotos maus...
Mais dois tapas em suas coxas. Um pouco de sangue brotava de seus poros. Nao pressionou seu tórax com o pé. Ele gemeu. Isso lhe dava uma sensação de domínio incrível. Sentia-se poderoso. Girou o chicote no ar. Ele cantava, vibrando. E assobiou ao marcar o abdómen de Aki. Gritou chorosamente. Doía!
Mais!
Quatro pancadas. Os rasgos sangravam. Eram banhados em suor. O peito dele se movimentava demais com a respiração forte.
As chicotadas pareciam acertá-lo com fogo. Nao ria. Ele chorava. Mas queria isso.
Soltou a corda. O poder pulsava em suas veias. Em seu íntimo.
Armário. Seus objetos mais deliciosos... O garoto gemia no divã. Voltou a ele, sorrindo. Aki não conseguia ver. O que era aquilo?...
Afastou suas pernas. Abaixou a roupa de baixo. Ele era cor de rosa em toda a extensão, exceto pela glande vermelha e pulsante. Com as mãos, sentiu sua entrada. Tão macio quanto o resto do corpo. Inseriu-lhe uma peça de borracha. Ele murmurava, em agonia. Era grosso e comprido. Incomodava.
-Gosta?
Ele assentiu. Mesmo que o corpo discordasse, queria concordar. Freneticamente, assentia.
-Você é perfeito, boneco...
A gota desenhada sob seu olho direito lhe dava um aspecto depressivo. Tão divertido...
-Isso não é suficiente para você?...
Ele não entendeu.
-?...
-Precisa de.... Mais?...
Retirou o objeto. Abaixou as roupas. Segurou o membro rígido. Gemeu, mordendo os lábios. Posicionou-o e invadiu o jovem. Era maior... Era cheio de calor...
Aki revirava os olhos conforme ele se afundava em sua carne. Deixava escapar gemidos... A mordaça mal continha seus gritos de prazer e dor.
Ele lhe dava estocadas fortes. Apertava as pernas em torno de sua cintura. Forçava a entrada contra o membro dele. Não conseguia se mover, castigado pelas dores terríveis no corpo todo. Mas tentava rebolar com ele. Sentia a pressão em suas entranhas. Ele acertava suas paredes. Era o suficiente, não entraria inteiro. Nao queria mais... Se enterrava. Sentiu as veias dele cedendo sob sua insistência. Aki implorava. Queria falar, mas apenas podia berrar. Doía demais... Estava se rompendo...
E isso era excitante.
Escorria. Sua resistência acabou. Derramou toda a essência sobre si mesmo. Nao se concentrava em seu limite. Suava. Um pouco de saliva pingou de seus lábios.
Num gemido intenso, dissolveu-se dentro dele. Saiu, sujo de sémen e sangue. Gotas caiam sobre o veludo do divã. Passou as mãos sobre a essência do loiro. Lambeu-as, chupando os dedos. Ele gemia e ofegava.
O moreno se levantou, guardando o membro nas calças. Subiu as pontas das unhas por todo o corpo do rapaz, até o canto de seu olho esquerdo. Avermelhado de choro...
Puxou a mordaça. Ele respirou profundamente. Tossiu. Gemeu.
-Doutor...
-Gostou da consulta?...
-Eu... Eu não...
Nao desatou suas mãos. Ele se ergueu, sentando no divã. Movia as mãos, como que apreciando a liberdade. O moreno o observava, sorrindo, de braços cruzados.
-Levante-se.
Ele tentava. As pernas doíam. Vestiu. O couro pressionava as feridas. Era uma prisão em torno de seu corpo, que segurava seus movimentos e queimava.
Caminhar foi doloroso. O percurso até a bolsa ao lado da mesa de Nao, uma tortura. Abriu-a. Deixou o dinheiro sobre os livros. Limpou o suor do rosto. Balançou a cabeça. Ergueu os pulsos machucados.
A única coisa que interessava agora era a porta. Nao destrancou. Ergueu a mão do loiro e beijou-a, sorrindo.
Aki limpou a demonstração de afeto da blusa. Saiu.
O maior se acomodou em sua cadeira. Satisfeito. Suspirou.
Em seguida, a porta voltou a se abrir. Aki olhou para dentro.
-Semana que vem, mesmo horário?...
 


Notas Finais


Ele é masoquista. Entendam.
NÃO DÁ PRA ENTENDER EU SEI MAS FAÇAM ESSE ESFORÇO
OBRIGADA

AMO TODOS VOCÊS, SEUS LIDJOSOS

=^•^= =*^•^*=


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...