História Paranoiac - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~SrtaVela

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Exibições 28
Palavras 870
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Harem, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então gente, SrtaVela aqui depois de dez mil anos. Deixando bem claro que eu que fico enrolando com os capítulos, então não encham o saco da Salty, encham o meu saco.

Deve ser mais fácil aguentar vocês do que ela. Ela tem o meu whats, vocês não ;-;

Capítulo 9 - Dead or Alive?


Me senti tonta, e minha primeira reação foi tentar correr. Ignorei a dor em meu braço, movendo meus pés na direção contrária ao do professor. Porém, senti quando ele agarrou meu braço e me puxou com violência.


Senti o impacto em minha costas quando fui ao chão, e vê-lo vindo em minha direção me desesperou. Tentei gritar, porém nada saiu de minha garganta. Então, por puro reflexo, eu levantei meu pé, acertando em cheio o rosto do professor.


Ele foi para tras, no entanto parecia irritado agora. Então eu finalmente notei que em sua mão havia uma faca. Por um momento senti o desespero me invadir novamente. Minha voz ainda não saia, e eu começa a aceitar que talvez morresse aqui.


Fechei os olhos, tentando manter a calma de alguma forma. Eu não podia esperar ser atacada. Eu tinha que atacar antes que me atacassem. Me pus de pé rapidamente, e ele tentou me acertar com a faca.


Desviei, no entanto senti a faca rasgar uma parte de minha blusa. Apenas ignorei, e o empurrei com as poucas forças que tinha. Ele pareceu surpreso por um momento, e eu aproveitei a oportunidade para tirar a faca de sua mão.


Meu corpo tremeu ao cabo gélido da faca. Eu sabia o que devia ser feito, mas não sabia se teria coragem de fazer. Quando ele começou a avançar novamente, eu fechei os olhos, impulsionando a faca para frente.


Meu dedo escorregou quando a lâmina se afundou na carne macia, e eu acabei o cortando. Mesmo assim, aquele era o menor dos meus problemas. Abri os olhos, vendo o professor cair. Uma poça de sangue logo se formou abaixo dele.


Me permiti escorregar até chegar ao chão, cansada e assustada. As lágrimas começaram a escorrer por meu rosto. Eu sentia meu corpo inteiro tremer, e levei as mãos a cabeça. O que diabos eu havia feito?!


Eu havia matado alguém... Ou não? Ele havia morrido na sala. Por que então ele estava ali, bem na minha frente, morto por mim? Era coisa demais para minha cabeça. Eu nem sequer conseguia pensar direito. Minha cabeça dava voltas, e eu sentia que iria desmaiar a qualquer momento.


– Aylla... – Ouvi uma voz conhecida me chamar, porém não encontrei forças nem para virar a cabeça. Eu ainda estava em choque. Paços correram pelo corredor, até que Yoongi entrou em meu campo de visão. Ele se abaixou a minha frente, segurando meu rosto entre suas mãos, me encarando preocupado. – O que aconteceu? Você está machucada?


– Yoongi, eu matei ele... – Sussurrei, voltando a chorar com tudo. Ele me abraçou de desajeitadamente, talvez não sabendo ao certo o que fazer. No entanto, era tudo que eu precisava. O apertei contra mim.


– Nós não podemos passar a noite aqui. – Ele sussurrou, se afastando de mim o suficiente para me encarar. – Não é seguro ficarmos aqui. Logo vão achar o corpo dele. – Yoongi falava com seriedade, enquanto me ajudava a me levantar.


– Para onde nós vamos? Não podemos dormir na rua. – Eu comentei, cobrindo o rosto para esconder as lágrimas. Era a segunda vez que eu chorava na frente dele, e percebo que eu odeio fazer isso.


– Vamos ter que ir para minha casa. – Ele suspirou pesadamente, se aproximando do corpo inerte no chão, puxando a faca. Mais sangue escorreu, e eu levei minhas mãos a boca, tentando conter a surpresa. – Se deixarmos isso aqui, eles podem achar que você teve culpa de algo.


– E eu não tive? – Perguntei em um sussurrou, encarando meus próprios pés. Por mais que ele tenha me atacado, eu me sentia culpada. De qualquer forma, Yoongi parou a minha frente, e eu levantei a cabeça, encontrando seu olhar sério sobre mim.


– Não, não teve. E não insista nisso. – Ele falou ríspido, porém de certa forma eu já estava acostumada. Meu olhar foi ao chão mais uma vez, e eu senti ele agarrar meu pulso, me puxando.


Eu me deixei levar, talvez porque não estivesse em posição de fazer qualquer outra coisa. Ele me levou até seu carro, começando a dirigir. Eu quase não prestei atenção no caminho, estava com a cabeça naqueles acontecimentos.


De qualquer forma, só notei que havíamos chegado quando ele parou o carro e abriu a porta, novamente me puxando para fora. A casa era grande e bem bonita, para falar a verdade. Maior e mais bonita do que eu estava acostumada.


– Aylla... – Yoongi chamou, vendo que eu estava distraída. O encarei. Estávamos parados a frente da porta. – Meus pais devem estar dormindo a essa hora. Não faça barulho, tudo bem? – Eu assenti, e ele destrancou a porta.


A paços lentos e calmos, adentramos a casa. Eu andava na ponta dos pés, tentando ao máximo não fazer barulho. Tivemos sucesso no caminho, até que chegamos ao quarto dele, e o mesmo trancou a porta.


Eu tentei não ser tão mal educada, já que estava na casa de outra pessoa, mas o cansaço falou mais alto e eu me joguei na confortável cama que Yoongi possuía, sentindo meu corpo relaxar instantaneamente.


– O dia foi cheio hoje, não é? – Ele se jogou ao meu lado, se deitando de lado e acariciando meus cabelos. Eu fechei os olhos, assentindo. – Tudo bem, acho que dormir um pouco não faz mal. – Ele sorriu, beijando minha bochecha. Então, eu finalmente dormi.



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