História Paranoid - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Kaisoo, Krisoo, Kyungsoo, Miss-psycho, Sookai
Visualizações 69
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello Angels!

Então, como muitos disseram que queriam que eu continuasse, cá estou eu.

Bom, as partes em itálico são lembranças do Kyungsoo, mas acho que isso ficou óbvio, porém, é sempre bom ressaltar gyuhijok

Vou falar mais com vocês nas notas finais, por favor, tentem sempre ler, ok?

Boa leitura.

Capítulo 3 - 2


 

 

 

 

 

 

    A chuva batia com força a janela de seu escritório, havia somente a luz de sua luminária sobre a mesa, apenas para poder ler os papéis do caso de Do Kyungsoo, tudo ali deixava as coisas mais tensas para Jongin, já que o moreno não estava acostumado a varar a noite em um hospital psiquiátrico. Para alguém que ainda não tinha nem conseguido terminar a faculdade e já estar ali, era realmente uma pressão enorme.

 

    Odiava o fato de seu pai querer decidir tudo por ele e o colocar em situações como aquela, ainda era jovem e inexperiente, poderia arruinar os planos de alguma melhora para qualquer paciente e ou pior, acabar prejudicando ainda mais a situação em que eles se encontravam.

 

  Pior que isso, era deixar ele tomando conta de Do Kyungsoo. Jongin não sabia se estava pronto para lidar com alguém como ele, Kyungsoo para Jongin era alguém que não tinha solução e que não era alguém com problemas mentais, ele era um assassino, matou o marido e duas crianças, e estava recebendo a mordomia que todos os outros loucos recebiam ali.

 

  — Isso tudo é uma droga! — Comentou, apertando a fonte e respirando fundo, estava cansado e com frio, ele queria apenas ir embora e ler tudo aquilo depois. Eram papéis sobre a situação de Kyungsoo e o relatório de cada psiquiatra que conversou com Kyungsoo — O que você vai fazer, Jongin?

 

  Olhou para os papéis, havia uma lista de comprimidos que Kyungsoo devia tomar e os que tomava antes de chegar ali. Observou com atenção, sentindo-se mais interessado no trabalho, mordendo os lábios em seguida em confusão.

 

 “1. Placebo - O paciente tomava diariamente sem consulta médica, estava praticamente viciado, porém, nada indica que fizeram efeito no paciente.

 

  Jongin achou estranho, pois era difícil encontrar alguém que fosse tão resistente com um remédio tarja preta, e Kyungsoo não aparentava ficar nem sequer grogue com a substância ingerida, como pôde ver naquela manhã.

 

 — Tem algo de errado com esse cara. — Murmurou sentindo-se confuso e preocupado, não saberia se conseguiria dar conta de um louco com habilidade de não cair duro nem com tarja preta.

 

2. Rivotril - O paciente o tomava diariamente sem consulta médica, estava praticamente viciado, porém, nada indica que fizeram efeito no paciente.”

 

 Aquilo já era demais para Jongin, impossível alguém ser tão resistente a dois remédios tão forte e assim, pelo visto o vício era a única coisa que estava no lugar certo, ao tomar demais os dois medicamentos, assim como todas as drogas, você se viciava. No entanto era difícil alguém ter uma resistência tão grande aos efeitos.

 

 

 

 

 

 

 

 Yifan caminhava ao lado de Kyungsoo, seu braço apertando fortemente a cintura do mais baixo enquanto seus olhos se focava em apenas um ponto a sua frente, as duas crianças pequenas que corriam despreocupada pelo pátio do orfanato.  O chinês sempre fora um apaixonado por crianças e o sonho de ter filhos nunca saiu de sua cabeça, nem mesmo quando se descobriu apaixonado por Kyungsoo. Sabia que nada iria mudar, ele teria a chance de adotar, e lá estavam os dois depois de uma longa conversa sobre adotar ou não uma criança, no final Yifan conseguiu o que queria.

 

 —  Você tinha dito que seria só uma criança, Fan. —  Kyungsoo comentou, um pouco desgostoso da escolha do maior.

 

 Para ele estavam escolhendo bichinhos de estimação que tirariam a atenção de Yifan, atenção que devia ser dada apenas para si e não dividida para mais duas pestes. Nunca pensou em ter filhos, nem com outras pessoas e muito menos com o amor da sua vida. Gostava de ter seu homem apenas para si, e não queria que isso mudasse.

 

 —  Mas amor, é meu sonho. E nós já conversamos sobre isso, será mais fácil adotar as duas agora, do que deixar para depois. —  Respondeu, sorrindo docemente para o marido —  Por favor?

 

  Não havia nada que Kyungsoo não fizesse por Yifan.

  

 Ele faria qualquer coisa pelo grande amor da sua vida.

 

—  Vamos adotá-las.

 

 

 

  O raio do lado de fora fez o quarto branco se iluminar por alguns segundos, até voltar a mesma escuridão novamente. Kyungsoo estava escorado no canto da parede, já estava mais preso a cama, porém, tinha a camisa de força em seu corpo. Os olhos negros miravam a parede do outro lado, quase como se ali estivesse todos aqueles que lhe separam de Yifan.

 

 —  Eu irei matar todos… Todos eles. — murmurou, sentindo o corpo se arrepiar com o frio —  Todos vão morrer, para que você possa voltar a vida, meu amor.

 

 

 

 

 

  A manhã seguinte chegou fria e cinza, o local inteiro estava se preparando para os tempos frios, recebendo cobertores mais quente e alimentos frescos, tudo para o bem-estar dos pacientes e também funcionários. Jongin olhava a todos com uma careta, a forma como eles agiam ali era um tanto sinistra ao seu ver, como se ali todos fossem completamente normais e os gritos ao anoitecer não existissem.

 

 Fora a noite mais louca e desagradável que tivera em toda sua vida.

 

  —  Kim Jongin? —  Escutou a voz de uma mulher, virou o rosto com a expressão ainda em desagrado e viu uma garota que aparentava ter a sua idade, cabelos longos e negros, olhos da mesma cor e uma pele branquinha —  Sou Kim Hyerin, uma das psiquiatras que cuida do caso de Oh Sehun, acho que já ouviu falar sobre ele. Enfim, queria lhe dar um conselho que nenhum dos outros psiquiatras seguiu, é sobre Kyungsoo.

 

 Jongin respirou fundo e assentiu, recebendo um sorriso da doutora que pediu para irem em um local mais privado.

 

 

 

  —  Interessante…

 


Notas Finais


"Interessante..." quem será que deixou isso no ar? Hahaha

Então, vão ocorrer lembranças do Kyungsoo com o Yifan ao longo dos capítulos, por isso na tag está o Krisoo ali.
Hyerin vai ser de grande ajuda também, imaginem ela como quiser tudo bem? Fica a criatividade de vocês ai <3'
Jongin é apenas um moleque que ainda não terminou a faculdade e só está ali por causa do pai que é muito foda... Enfim.

Placebo - http://www.infoescola.com/medicina/placebo/
Rivotril - http://www.medicinanet.com.br/bula/4557/rivotril_clonazepam.htm

Eu poderia colocar aqui a definição e tals, mas sei que muitos não iriam ler, por isso deixei o link ai, então fica na vontade de cada um saber mais sobre o medicamento ou não. Se bem que essa causa dos remédios ainda irá aparecer muito na fic.

Por que será que eles não fazem efeito em Do Kyungsoo? A pergunta que não quer calar.

Bom, não vou estipular uma data de postagem, ou seja, não sei quando irei postar o próximo, talvez quando eu terminar de escrever ele tfgyhujiolp

Enfim, espero que tenham gostado, um beijão pra vocês angels, e até.


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