História Parceiros - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias League Of Legends
Personagens Gangplank, Gnar, Graves, Karma, Lulu, Miss Fortune, Personagens Originais, Teemo, Tristana, Twisted Fate, Veigar, Ziggs
Tags Graves, Leagueoflegends, Lol, Twistade Fate, Yaoi
Exibições 14
Palavras 3.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá de novo, demorei? sim, mas tem explicação:3

o cap 1 foi refeito, se puderem passar la e ler denovo eu agradeçeria, fiquem com esse belo capitulo :D

Capítulo 17 - Tesmpestade


Fanfic / Fanfiction Parceiros - Capítulo 17 - Tesmpestade

Era alta madrugada, a maioria estava adormecida, esperando pela manhã e consequentemente pra ancorar em Águas de Sentina, mas nem todos de fato estavam apagados.

Seu salto fazia pequenos barulhos, mas não era suficiente para revelar Evelynn, ela andava invisível, a criadora de viúvas adorava ter controle de tudo e seu sono nunca foi realmente necessário, como costume ela estava camuflada, em alguns quartos se ouvia cochichos, outros roncos e outros gemidos, ela realmente era frustrada com os humanos e seus vícios.

Evelynn andou e parou sob a porta da capitã, ela realmente estava confusa com tudo que acontecia ultimamente, ela de fato tentou separar Tobias e Graves com palavras, mas quando os olhos dos mesmos se reencontraram, de nada adiantou, não que ela agora odiasse o mago, ela continuava e continuaria o protegendo, mas ele estava feliz com o atirador e mesmo com tudo isso, ela se apaixonou por Sarah... Como todos os outros.

Todos sabiam que Sarah era única, a sua independência, sua força e ao mesmo tempo teimosia a transformava em uma joia rara, praticamente todos os homens que a viam, e em alguns casos também, mulheres a desejavam. Mas diferente de todo essa escória, a criadora de viúvas não queria apenas foder a ruiva e sim ama-la.

Enquanto Evelynn se perdia em seus pensamentos, um estrondo poderoso anunciava uma tempestade, ela pensou ‘’Ótimo’’, isso com certeza atrasaria mais a viajem, ela saiu da frente da porta da sala da capitã, com esse trovão, todos obviamente estavam acordando.

Mais ao fundo do navio

Tobias se aconchegou no peito musculoso de Graves, o dia já seria triste com o maior partindo e mesmo assim, os deuses decidiram acordar todos mais cedo com a porra da tempestade.

Ele via o maior tentar levantar da cama, sem dizer nada, ele apenas abraçou Graves e o forçou a ficar, não foi preciso de palavras, apenas um olhar rabugento de Tobias para Graves entender que ele não ia sair da cama.

Graves o puxou pra seu colo e o deitou na cama, ficando por cima e logo depois enchendo o a boca e pescoço com beijos.

Calmamente ele foi ficando mais abusado e agressivo e consequentemente os gemidinhos de Tobias também, ele saiu do pescoço e foi trilhando até o mamilo esquerdo, ele mordiscava e lambia e via o menor duro abaixo de si.

Tobias tirou Graves de seu corpo e o puxou para um beijo apaixonado, não selvagem nem bruto e sim calmo e carinhoso.

Eles se afastaram depois de alguns longos segundos, recuperando o ar.

-Eu te amo – Tobias disse – você pode ir pra outra cidade ou outro mundo, não import...

A fala do menor foi interrompida por um selinho e logo depois por um aconchego e cafuné no cabelo do mesmo, o maior se deitava de novo e puxava Tobias para seu peito.

-Eu te amo mais.

Mais a frente do navio

Sarah tinha acabado de acordar, ele olhou em volta e pela janela viu que era noite, sua cama estava com lençóis escapando e travesseiros no chão, obviamente ela não parou quieta na noite, se a ruiva teve pesadelos ela já se esquecera, não havia espaço para essas futilidades em sua cabeça.

Ela se arrumou, no caso vestiu sua capa, ajeitou seus seios e colocou seu chapéu com uma pena vermelha e azul e saiu da sala. Ela queria achar Evelynn, a ruiva havia pedido pra a criadora de viúvas rondar o navio, ela sabia que estava em guerra, cuidado é pouco.

Ela andava, andava e chamava pela mulher, mas nada dela aparecer, Sarah percebeu que nenhum homem estava acordado, só ela ouviu a porra do trovão? Se uma tempestade se aproximava, o navio havia de ser preparado. Sarah se acalmou e pensou ‘’Um problema de cada vez’’.

Ela estava perdendo sua paciência, já se passava meia hora de procura e ela estranhava de como a noite estava bizarra, havia névoa e chovia com raios e trovões, a ruiva pensava que podia estar pirando.

Então ela escutou barulhos distantes, primeiro palavras de uma língua irreconhecível, depois raios e explosões mágicas e depois guerreiros balbuciando e por ultimo, uma mão surgiu e agarrou seu braço.

Por sorte a mão era de Evelynn, quando a ruiva ia gritar com ela, a outra mão da criadora de viúvas a calou

-Fique quieta, eles são cegos, mas não surdos – Evelynn cochichou extremamente baixo no ouvido de Sarah, e mesmo assim alguns dos homens grunhiram, como se tivesse escutado algo.

A névoa continuava entre as duas, e algumas sombras dos supostos homens passaram por elas, Sarah e Evelynn continuavam imóveis, extremamente tensas, a ruiva lançava olhares confusos para a criadora de viúvas e depois de alguns longos minutos a névoa sumiu junto com as sombras.

Sarah já ia começar a fala, mas Evelynn ainda segurava sua boca, ela subiu suas mãos tentando tirar as da mulher roxa, mas era inútil, a ruiva viu Evelynn sorrir diabolicamente e passar suas unhas afiadas na garganta de Sarah.

A capitã estava surtando, o que diabos estava acontecendo, mas então Evelynn sumiu, engolida pelas sombras e ela caiu pro chão, forçada pela gravidade, que a esmagava e a impedia de subir, ela olhou para os céu, não havia estrelas, nem lua e nem nuvens, apenas escuridão. Foi quando um raio surgiu e iluminou tudo.

Ela levantou da cama em um susto, era um sonho e ela estava suada, seu quarto estava zoneado e bagunçado, indicando que ela estava sonambulando.

Ela abriu a gaveta de seu criado-mudo e tirou um uísque de lá, ela subiu a garrafa até a boca e começou a tomar e depois sentou se na sua elegante cadeira, fadigada.

Ela se acalmou e olhou pela janela e viu de fato uma tempestade acontecendo, e agora barulhos de homens trabalhando do lado de fora podia ser ouvido, isso a fez perceber que estava acordada.

Ela tomou mais um gole e se arrumou igualmente ao seu sonho, vestiu sua capa, arrumou seu vestido e seu chapéu e saiu.

Ela gritou por Evelynn e no outro segundo a mesmo apareceu.

-Sarah, o que houve? Olhe como esta suada – Evelynn perguntou realmente preocupada.

-Estou bem, não quero ouvir mais perguntas sobre isso, como estão as coisas? – Sarah disse apressadamente – Aumente a potencia e acorde todos, quero guarda ativa ate ancorarmos, tenho um mau pressentimento – ela completou ignorando a sua própria pergunta.

-Acordou bem humorada hoje hein?

-FAÇA LOGO – Gritou Sarah, os homens no local olharam pra ela e Evelynn se aborreceu profundamente.

Evelynn olhou enojado para a ruiva, quase a estapeando, mas antes que qualquer discussão pudesse estourar, outra coisa estourou.

Um arpão tinha vindo de algum lugar em meio à tempestade, ele primeiro furou o madeira do navio e depois mecanicamente se afundou mais e se agarrou, uma leve inclinação podia ser sentida para direita.

Logo todos os homens começaram a se desesperar, era obviamente um ataque ao navio, Sarah como uma verdadeira capitã, gritou ordens para todos.

-Todos se preparem para combate, quero homens virando o navio com força total à esquerda, quero outros soltando o arpão e acima de tudo, se preparem – ela disse com toda a força e autoridade concebida á ela.

-Vou chamar Graves e Tobias – Evelynn murmurou e Sarah concordou.

Enquanto a criadora de viúvas sumia pelas portas e paredes, Sarah continuava a dar ordens aos piratas e eles faziam quase no mesmo instante, o arpão continuava puxando o navio pra direita e os homens continuavam forçando para esquerda.

No mesmo instante que Graves e Tobias apareceram o arpão se soltou, fazendo o navio voltar com tudo para a posição normal, os idiotas que não se seguraram foram direto ao mar, o arpão continuava sendo puxado, até que ele subiu e entrou na proa de um outro navio, maior e mais poderoso.

Todos estremeceram com a grandeza do navio, ele tinha símbolos piratas, mas soldados noxianos é quem estava lá para lutar, Sarah rapidamente pegou suas duas armas e começou a meter bala, uma enxurrada fogos laranja saiam de sua arma e batiam em diferentes pontos do casco, mas todos não surgiam efeito algum.

A chuva da tempestade tinha começado á alguns minutos, mas parecia que agora estava muito pior, alguns noxianos já pulavam com cordas e saltos para o navio de Sarah, por serem poucos eles rapidamente foram aniquilador por Graves e Tobias, mas a ruiva com um enorme reflexo viu um canhão do navio noxiano se preparando pra atirar, ela apenas gritou para todos protegerem, mas no segundo depois a explosão acontecia em suas costas...

Estava tudo aos ares, seu ouvido zumbia e sua visão era embaçada, Sarah viu mais noxianos entrando sem seu navio, viu de relance Graves e Tobias lutando bravamente, ela se escondeu atrás de uma parede e esperou seu corpo voltar ao normal, até Evelynn surgir na sua frente.

-Tenho um plano, nós estamos bem, mas munições acabam – Evelynn arquejou.

-Fale logo – Sarah disse atirando escondido atrás da parede onde estavam.

-Tobias me levara para dentro, tenho explosivos, apenas tire o navio de perto...

-Espera, você sabe quanto eles são?

-São o dobro de nossos homens, uns 200, mas alguma coisa está errada...

Após isso ela sumiu como sempre, Sarah pensava em como tiraria o navio de perto dos noxianos, a ruiva pensou em apenas controlar a situação, precisava chegar a Graves.

Sarah começou a atirar e tentar chegar a Graves, que estava um pouco longe, no caminho, ela dançava entre a batalha, seus cabelos molhados ao ar a fazia parecer uma fogueira queimando, ela girava para atirar em um soldado e depois  harmonicamente matava o outro, ela sempre foi uma mulher destacável, mas na batalhas, sua beleza era única e extremamente mortal.

Ela continuava andava atirando, os noxianos não usavam armas de fogo e sim espadas, lanças e clavas, ela já possuía um corte notável em diagonal no seu braço e um pequeno na barriga, dois erros, dois cortes, ela sabia que a munição dela já estava quase terminando, mas o que não faltava no chão eram espadas.

Mais três soldados viam para cima dela como bárbaros, um tiro na cabeça em um, um tiro no peito do outro e no ultimo, sua munição acabou, o soldado estava perto, a ruiva se esgueirou para esquerda, mas mesmo assim foi cortada horizontalmente no rosto, outro erro...

Ela usou a parte dura da arma, para atordoar o soldado restante e pegou sua espada para si, ela não manuseava espadas tão bem, mas era o suficiente para chegar até Graves, a ferida de seu rosto já soltava sangue, ela provavelmente só sentiria as dores amanha pela manhã, se vivesse até lá.

Com muito esforço ela se colocou ao lado do amigo, ele tinha brilho nos olhos e perto de onde ele estava, tinha muitos mais corpos, Sarah analisou a situação, haviam restado mais ou menos 10 piratas da tripulação de Sarah, apenas os mais veteranos, todos espalhados pelo convés do navio, ela reparou que os soldados noxianos não tinham muita técnica eles apenas avançavam com espada em punhos, igual bárbaros.

Se continuasse assim, não seria difícil, com tantos corpos no chão obviamente os soldados estavam acabando, mas então, ela viu um soldado morto aos poucos se levantar, ela sabia que  estava morto por que havia um enorme buraco e sua cabeça. O soldado se levantou com ajuda de seu braço, recolheu uma espada e partiu pra cima deles de novo, e consecutivamente, Graves o deitou novamente.

Do outro lado da batalha

Tobias e Evelynn caíram desajeitadamente no chão, o tele transporte foi extremamente desconfortável, eles estavam na dispensa do navio e era estranho como estava sujo e empoeirado, teias de aranhas e insetos mortos estavam em todo canto e o cheiro e algo morto estava insuportável.

Eles saíram rápido do lugar, ao abrirem a porta e encontrarem a parte superior do navio e surpreendentemente ela estava vazia e tão empoeirada como a dispensa, Tobias reparou todo que o barulho vinha do navio de Sarah e não havia sequer um ruído no dos noxianos?

-Eve, tem algo estranho.

-Eu sei, o que estamos vendo no navio é uma ilusão, assim como os soldados, na verdade nada esta nos atacando...

- Eu não sei você – Tobias interrompeu – mas o que matou todos aqueles marujos era bem real.

-É uma ilusão poderosíssima, eu só vi uma assim em Kalama... – Evelynn parou para pensar e depois se virou assustada para Tobias – Você precisa voltar e tirar todos daqui...

-Eu não entend...

-AGORA – Evelynn gritou – leve o navio para longe, muito longe eu irei parar isso.

-Você vai voltar?

-Isso não importa Tobias, só vá, por favor...

-Eu preciso, – ele segurou o braço dela – preciso que você diga.

-TOBIAS, VÁ LOGO – Evelynn parecia desconcertada.

-PROMETA – Tobias retribuía no mesmo tom

 -Eu,... Eu prom... Eu prometo – ela falava com dificuldade.

-Promessas não podem ser quebradas Eve – logo depois de falar um círculo de cartas amarelas azuis e vermelhas contornou seus pés e no outro segundo ele sumiu, deixando-a com sua missão.

Ela ficou alguns segundos pensando, Tobias havia se importado, talvez ela não fosse tão mal-amada assim, ela se concentrou em sua missão e foi em direção a uma porta que levava ao interior do navio.

Ela desceu algumas escadas, se deparando com um corredor no fim, era tão sujo e nojento quanto o resto do navio, ela andou por ele, ele tinha ao todo cinco portas, duas na esquerda, duas na direita e uma no fim, ela abriu as laterais uma por uma, todos eram exatamente iguais, vazias e com teias e mais teias de aranha. Sobrava apenas à porta de frente, ela pousou a mão na maçaneta e a girou rapidamente, o quarto adentro era diferente dos restos, estava limpo e possuía moveis luxuosos cheios de estofo, nas paredes havia estantes com milhares de livros, todos distribuídos igualmente por cores e tamanhos, em alguns cantos poltronas e no centro da sala uma enorme mesa com seis cadeiras ao redor, apesar de tudo, o que chamava atenção na sala era um objeto peculiar em cima da mesa, lembrava uma espécie de espelho portátil, mas com um olho vivo no lugar de vidro, ele flutuava e exalava uma áurea branca e encarava diretamente Evelynn.

Ela entrou calmamente no quarto, o objeto continuava a observando, Evelynn sabia que obviamente o causador de toda a ilusão era o olho, mas onde estaria o feiticeiro? Ele era tão poderoso ao ponto de criar ilusões poderosas à distância? Isso coçava a cabeça da criadora de viúvas e cansada de tudo aquilo, ela preparou suas garras e subiu as mãos, preparando-se para golpear o objeto.

Rapidamente uma mulher com cabelos negros e curtos segurou suas mãos, Evelynn não fazia ideia de onde ela havia surgido, a moça usava um sutiã com faixas segurando e mostrando seu belo corpo e uma capa preta e amarela presa em seu pescoço, em sua cabeça havia uma espécie de capacete, mas com aros para alto se encontrando no final e uma gema na parte frontal, ela possuía maquiagem pesada e dois riscos verticais nos olhos.

-Não, não, o Olho do Equinócio foi muito difícil de furtar, não destrua esse objeto maravilhoso, você imagina o quanto ele vale? – a feiticeira disse, sua voz era encantadora, mas possuía certo deboche.

Evelynn levantou sua outra mão e tentou desferir um golpe na mulher, mas ela rapidamente segurou sua outra mão e com golpe marcial, jogou Evelynn nas estantes, destruindo a ordem e derrubando muitos livros no chão.

-Abusada, eu tenho poder o suficiente para te explodir agora, mas criaturas das sombras como você são ótimas para brincar – a feiticeira falava fazendo gestos.

Ela havia blefado, Evelynn soube por que no segundo depois que ela falou, uma corrente amarela saiu das mãos dela e atingiu ela, a corrente a se prendeu a Evelynn e depois de alguns segundos explodiu, aprisionando ela.

Evelynn esperou a feiticeira abaixar sua guarda, esperando ela recomeçar a falar, tentando fazer seu deboche e joguinhos psicológicos, e quando a feiticeira fez, a criadora de viúvas se soltou e avançou contra a mulher, Evelynn tentou prende-la com uma enorme explosão de espinhos, mas no segundo que fez isso, a mulher sumiu.

A criadora de viúvas se virou rapidamente para o olho e com um golpe, o destruiu.

Ela estava fadigada, obviamente a magia tinha acabado, já que o chão estremeceu e uma enorme onda saiu do objeto e depois um grito distante pode ser ouvido, ele parecia familiar e se Evelynn fosse chutar, diria que era de Graves.

Ela estava indo em direção à saída, preocupada, mas a feiticeira novamente apareceu e a segurou pelas costas, ela era extremamente forte, obviamente magia, e mulher chegou perto dos ouvidos de Evelynn e sussurrou sedutoramente.

-Você está fodida – ela riu – o namorado do seu amado agora é inútil e Sarah não vai ficar impune por muito tempo – ela riu de novo, dessa vez mais macabramente – até logo, vadia.

Evelynn foi solta e rapidamente se virou para tentar golpear a mulher de novo, mas novamente, ela sumiu.

Alguns minutos antes

A chuva só parecia aumentar, Graves continuava a atirar, mas ele já estava cansado e suas munições finalmente estavam terminando, Sarah estava do seu lado, eles estavam avançando para o timão do navio, estavam quase lá, como a ruiva não tinha mais munição e agora Graves reparava que apesar de Sarah não ser a melhor em espadas, ela não era tão sem pratica assim.

Eles finalmente chegaram, Sarah jogou a espada e começou a virar o timão com toda força para o lado, e finalmente eles estavam se afastando, a ruiva continuou a pilotar o navio e Graves percebeu que alguns dos veteranos haviam morrido, sobravam apenas sete, ele gritou parar eles se aproximarem e começou a atirar nos soldados de longe.

Alguns minutos depois, eles estavam reunidos, todos protegendo Sarah, por algum motivo que Graves não conseguia entender, os soldados não acabavam, e quando ele já estava muito aborrecido, atrás dele a razão de sua alegria surgiu.

Tobias tocou calmamente seu ombro, em meio aos tiros, Graves sorriu ao ver Tobias, o maior parou de atirar e deu atenção ao menor, eles se abraçaram e Tobias tentou explicar.

-Amor, trouxe mais munições para você, imaginei que as suas estariam acabando e nós precisamos sair o mais rápido possível daqui, tem um feitiço e isso nunca vai acabar.

-Sarah já esta saindo, mas mesmo longe o suficiente, não para de surgir soldados – Graves respondeu confuso.

-Eles estão renascendo – Sarah interrompeu – eu vi um deles se reerguer, joguem os corpos para fora do navio.

Todos os homens que a protegiam a olharam.

-Desculpe, eu pensei que era coisa da minha cabeça.

Eles continuaram a encarando.

-Vão arrumar o que fazer vai, mais noxianos vem ai.

Ela se virou e se focou de novo no mar, controlando o timão, enquanto alguns homens com Graves matavam de novo os soldados, outros com Tobias jogavam os corpos no mar, tudo estava finalmente se acalmando.

Mas de alguma forma, o chão do navio estremeceu e uma onda magica veio na direção deles, a onda parecia uma forte ventania, já que jogou todas as roupas um pouco para cima, inclusive o chapéu de Tobias, mas o mesmo rapidamente o segurou, mas ao lado de Graves uma mulher de cabelos negros curtos apareceu, ela estava perigosamente perto do maior, ela possuía uma lamina nas mãos, ela colou seu belo corpo com o musculoso de Graves.

-Noxus manda lembranças – ela disse em tom de ameaça para Graves, mas todos ouviram e já subiam as armas para ela, inclusive Tobias, que já tinha os olhos brilhando e uma carta amarela brilhante em mãos – agradeça Evelynn por isso.

Ela puxou a lamina e desferiu um golpe no pulso de Graves, o maior não teve força o suficiente para se soltar da feiticeira, já que ela possuía uma força bizarra, Tobias atirou a carta e os outros homens dispararam pra cima dela...

A carta chegou primeiro e os tiros depois, mas já era tarde, ela havia sumido e Tobias viu seu amado gritar como nunca, era tão claro seu desespero, sua mão estava decepada e jazia no chão, Tobias chorava e gritava, talvez, o desespero fosse maior no menor.

 

 


Notas Finais


Até logo, vou deixar o link do 1 ep e recomendar a fic de um dos meu comentaristas favotiros BlackAiden <3

https://spiritfanfics.com/historia/parceiro-capitulo-originais-7194457 (1 cap)

https://spiritfanfics.com/historia/historias-inacabadas-league-of-legends-5909193 ( recomendação de fic)


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