História Parents. - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~DarkLipa

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Exibições 88
Palavras 2.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


➧ Hello, hello pessoas, olha eu aqui!
➧ Capitulo bem fofo, como sempre, esperamos que gostem xx. <3
➧ Tenham uma boa leitura \o/

Capítulo 16 - Um outro dia com Louis.


Fanfic / Fanfiction Parents. - Capítulo 16 - Um outro dia com Louis.

Levantei, tirei a blusa por conta do sol e andei pelo quintal enquanto cantarolava uma música. Estava pegando uma corzinha, eu estou muito branca e isso não é bom, tanto para mim, quanto para os bebês. Sentei na borda da piscina e entrei com cuidado. Parece que os bebês gostaram da água, se bem eles estão em uma bolsa de água quentinha, mas o que importa é que eles começaram a se mexer. Eu gosto de senti-los assim, parece que estamos mais ligados do que nunca. Gostaria de mergulhar, mas acho que não seria uma boa ideia. Eu estou aqui sozinha, mas se for uma pressão extra para a barriga? Eu não quero machucar meus filhos.

Peguei um pouco de água com a mãos e molhei meu cabelo. Estava me sentindo em paz ali. A água está tão boa e o dia quente. Ótimo para ir à praia, mas eu me contento com esse piscina que querendo ou não, está uma grande maravilha. Olhei para a entrada do fundo e avistei Louis me olhando, ele estava apoiado na estrutura e sorria. Como eu demorei tanto para me apaixonar por esse homem? Talvez, se tivesse sido antes, não estaria sofrendo. Eu poderia conquistá-lo e ficaríamos bem juntos. Será que dá certo? Provavelmente não, Louis tem alguém agora e eu tenho Niall, não quero magoá-lo, muito menos deixar uma impressão errada de mim para Louis. Ele deve pensar que estou dizendo que o amo para o segurar comigo e ter o seu dinheiro. Okay, acho que fui com os pensamentos longe demais. Eu o amo realmente e ele sabe bem disso, tanto, que se não soubesse, não tinha pedido desculpas por ter me magoado. Só precisamos... Sei lá, eu não sei do que precisamos.

Sai da piscina e entrei em casa, sendo recebida por uma toalha pelo Louis. O agradeci e me enrolei nela.

– Está feliz? – Ele perguntou.

– Estou sim e você?

– Estou. É bom te ver sorrindo.

– Digo o mesmo de você. – Sorri.

– Vá se trocar, vamos sair. Eu sei que tem trabalho, mas precisa se divertir um pouco. – Ele segurou minhas mãos e me fez balançá-las.

– Mas eu preciso ir lá em casa depois do meio dia, não se esqueça.

– Iremos sim. Agora, se troque.

Assenti e segui para meu quarto. Procurei alguma roupa e nem sei porque, eu sempre uso vestido. É porque é mais confortável, por conta da barriga. Vesti um vermelho com detalhes pretos e calcei sapatilhas brancas. Ajeitei meu cabelo, o deixando preso em uma trança embutida, mesmo ele estando molhados e passei um batom rosa claro. Desci depois de pegar minha bolsa com documentos e meu celular. Louis já estava pronto e saímos, indo até o seu carro. Entramos no mesmo e seguimos para algum lugar misterioso. Eu espero tudo vindo de Louis, mas imagino um lugar calmo, bem relax para nossa família. Seria bom um lugar animado também. Estou em dúvida, mas Louis me deixará surpresa. Ele é bom de fazer isso. O carro parou e nos vi em um parque muito bonito.

Descemos do automóvel e entramos no parque. Havia muitas crianças com seus pais. Louis deu a mão para mim e andamos pelo local. Eu me senti bem no meio da natureza, o cheirinho do verde me traz alegria. Agradeci a Louis por ter me trazido aqui. Sentamos em um banco perto do parquinho e ficamos observando as crianças.

– Elas são bonitas, né? – Louis apertou minha mão.

– São umas gracinhas.

– Imagine os nossos.

– Eles sairão correndo por tudo aqui, brincaram nos brinquedos e faram amigos.

– Serão bem sociáveis como nós.

– Não vejo a hora.

– O que acha que eles falarão quando souberem de nós?

– Não faço ideia e você?

– Acho que me chamarão de "louco".

– Nos chamarão de "loucos".

– Com toda a certeza somos.

– Mas somos loucos e felizes.

– Ainda bem. Ser feliz é o que mais importa.

– Com certeza e eles serão.

– Vamos ser bons pais.

– Maravilhosos pais.

– Concordo.

– Chegamos até aqui e não vamos morrer na praia.

– Nunca. Sempre estaremos vivos nos corações deles.

– Não tô falando em literalmente morrer e sim, desistir de ser pais.

– Nunca desistiria disso.

– Muito menos eu.

– Você realizou o meu sonho. – Ele me olhou e alisou meu rosto.

– E você realizou o mesmo.

– Quer um sorvete?

– Quero sim, obrigada.

– Vamos, meu bebê.

– Não me chame assim, fique apenas com o meu nome. – Levantamos e fomos até o carrinho do sorvete.

– Ah, não fique de graça comigo, bebê.

– Não me chame assim, estou falando sério.

– Por que?

– Porque eu não gosto.

– Chata. – Sussurrou e beijou minha mão. – Meus bebês.

– Eles são mesmo. – Apontei para a barriga. – Eu não, não mais.

– Não diga isso. Sempre terei um grande carinho por você.

– TÁ, eu entendo, mas não quero que me chame assim, nem de "amor", nem de "querida", nada disso, apenas meu nome, apenas "Aisha".

– Não.

– Não é um pedido.

– Não irei segui-lo.

– Vai sim. – Parei de andar e olhei. – Você vai sim, ou só iremos nos falar por conta das crianças.

– Aisha!

– É isso mesmo que você ouviu.

– Não vou fazer isso.

– Vai sim.

– Não vou.

– Se continuar, eu vou embora.

– Não vá.

– Então, pare.

– Não.

– Tchau, Louis. – Sai andando pra longe dele.

– Aisha, volte já!

Cruzei os braços e corri um pouco, para ele não me alcançar, mas foi em vão. Louis me abraçou e acabei rindo. Não consigo ficar brava com ele. É um homem perfeito. Recebi um beijo na bochecha e ele me puxou para comprar sorvete. Pegamos dois e continuamos conversando. O assunto foi os bebês, nós precisamos falar deles e acertar as coisas direitinho para não acontecer imprevistos. Eu quero uma gestação saudável e o nascimento deles confortável. Não podemos sofrer. É por isso que tentarei ao máximo não brigar com Louis, fará mal mais para eles e eles precisam ficar bem, por todos nós. Terminamos de tomar o sorvete e seguimos para um restaurante perto daqui. Já estava para dar 12h:00 e eu estava com fone.

Entramos no restaurante, escolhemos uma mesa, sentamos e lemos o cardápio e fizemos nossos pedidos. Aquele prato me abriu o apetite demais, foi desejo de gravida e eu fiquei feliz por Louis atendê-lo mais uma vez. Depois de comermos, eu pedi uma sobremesa de vinha bastante chocolate. Chocolate é algo que tenho comido muito, espero que não acabe com espinhas, isso me deixaria feia. Olhei as horas no celular e avistei Louis que precisávamos ir. Ele assentiu e pagou a conta, depois fomos para a minha casa. Louis sabe onde é porque é na rua de trás da casa do Liam. Espero que ele também goste da casa, ainda quero convencê-lo de vir morar aqui. A residência não é grande, mas dá pra ficar perto dele.

Chegamos lá e vi o caminhão parado na frente. Desci do carro com pressa e fui até o homem que tocava a campainha. Me apresentei a ele e abri a casa para o descarregamento começar. Louis ficou ao meu lado o tempo todo enquanto isso acontecia. Eu fui mostrando para os três caras que descartava os móveis, onde é para pôr as coisas. Eu quero tudo do meu jeitinho, mesmo sabendo que irei mudar. Eles terminaram e o que tocou a campainha avisou que o cara que monta móveis viria amanhã. Agradeci sorrindo e eles se foram.

– A casa ficou bonita. – Louis passeou. – E é grande até.

– Aham, perfeita para mim e as crianças.

– Concordo.

– Eu queria te pedir ajuda para compras as coisas para o quarto das crianças.

– Ótimo, vou adorar.

– O quarto deles é ao lado do meu. – Subimos a escada e entramos no quarto. – Será aqui, grande o suficiente para ambos, mas quando eles crescerem, cada um terá o seu.

– É um bom espaço. Eu gostei daqui.

– Quer vir morar comigo? Minha oferta ainda está de pé.

– Não, muito obrigado.

– Tem certeza?

– Tenho, querida.

– O que eu disse sobre "querida"? – Cruzei os braços.

– Não sei, querida. – Ele assobiou e me olhou, dando um sorriso. – Não consigo parar.

– Mas tem, sua namorada não ia gostar de te ver falando assim.

– Ela está aqui?

– Que pensamento babaca. Está dizendo que você faz qualquer merda quando ela não tá?

– Te chamar de apelidos carinhosos, não é fazer merdas, Aisha.

– As coisas começam assim.

– Não começam.

– Começam assim!

– Pare, Aisha. – Ele me abraçou. – Por favor.

– Não quero que me chame dessa forma.

– Mas irei, por favor.

– Não, Liam, estou falando sério.

– Por favor.

– Já disse que não.

– Tá, eu paro.

– Obrigada, isso me deixa mais feliz.

– Eu não.

– Não é mais a sua felicidade que importa.

– Mas eu também preciso estar.

– Você está. – Me virei e o olhei. – Você encontrou a sua felicidade.

– Se me proibir de fazer o que gosto, não estou.

– Eu não estou proibindo, eu estou me privando de sofrer mais.

– Tudo bem.

– Que bom que gosto da casa. – Caminhei até a janela. – É a dos meus sonhos.

– É um belo lugar mesmo.

– Não vejo a hora de me mudar.

– É... – O mesmo suspirou.

– Você nem vai sentir minha falta.

– Vou sim.

– Coloca ela pra morar na sua casa.

– Não.

– Frescura.

– Sua.

– Minha? Por que?

– Porque está me proibindo.

– Vai começar com o drama? Você fala como se eu tivesse te proibindo de ver os filhos que ainda nem nasceu.

– Não estou falando dos filhos.

– Eu sei, mas parece que está!

– Não vou deixar isso acontecer.

– Nem eu.

– Obrigado.

– Não tem que agradecer, o filho é dos dois, então os dois vão cuidar, não me interessa o seu nível de babaquice.

– Por que está falando assim comigo?

– Porque será, não é mesmo? – Revirei os olhos.

– Eu vou pra casa.

– Eu vou junto. – Nós olhamos. – Ao menos que você não queira.

– Vamos.

Saímos casa, tranquei a mesma, entramos no carro e seguimos para a seu domicílio. Os dois estavam calados e percebi que Louis parecia incomodado. Eu não deveria ter dito aquelas coisas, porém, não posso ficar quieta, se algo me incomoda, eu preciso dizer. Deixei bem claro que não gosto dele com aquela mulher porque eu o amo, mas também quero que ele seja feliz. Mesmo Louis sendo um grande babaca que ele reconhece ser, mas não admite. Se ele está incomodado, ele que diga e resolvemos a questão. É muito melhor do que guardar para si.

Chegamos em casa e entramos sem dizer nada. Louis subiu e eu fiquei na sala. Não fiquei muito tempo sozinha, pois Niall veio me visitar. Horan é um amorzinho. Ele cuida de mim, mesmo sem eu pedir. Nós ficamos vendo filmes na sala e trocando carinho. Nossa, ele me beijava e eu estava toda só amores. Deveria ter me apaixonado por Niall, sempre irei ressaltar este fato. Niall beijou minha barriga e comentou que gostaria de ter filhos também.

– Ah, quem sabe mais pra frente? – O olhei.

– Seria legal. – Sorriu. – Mas sem pressa, sou muito novo para ser pai.

– Sério? – Comecei a rir.

– Logico, você acha que eu tenho quantos anos?

– Muitos.

– Está enganada. – Ele bateu na ponta do meu nariz.

– Tá bom, Matusalém.

– Você é a minha Edna.

– Teremos um neto chamado Noé?

– Ele repovoará a Terra.

– Ah que fofo!

– Você é fofa. – Ele me deu um beijo.

– Eu sou mesmo.

– Eu sei que é. – Ele me encheu de selinhos e depois se afastou um pouco. – Oi Louis.

– Olá. Eu vim avisar que vou sair.

– Vai onde, cara? – O olhei.

– Vou sair, ué.

– Bom passeio, então. – Niall riu baixinho.

– Tchau.

– Tchau. – Acenamos para ele.

Ele saiu e voltei a trocar carinhos com Niall. Quando deu 16h:30, fiquei com desejo de comer um doce, então pedi para Niall fazer um pra mim e ele fez uma torta de frutas vermelhas muito gostosa. Foi amor à primeira vista, eu me acabei de comer. Niall é um anjo na minha vida. Serei eternamente grata a ele. Depois de comer a torta, o agradeci e o mesmo avisou que iria trabalhar. Nos despedimos depois de muito drama meu e ele se foi. Eu estava sozinha novamente.

Subi direto para o banheiro do meu quarto e tomei um banho quentinho e relaxante. Preciso já começar a me arrumar pra dormir porque estou ficando cansada rapidamente. Os bebês estão roubando a minha energia. Isso é tão ruim, mas eu quis ter, então, vou ter que aguentar. Terminei meu banho, sequei meu corpo e deitei na cama nua. Ainda está cedo para dormir, mas como eu disse, estou muito cansada. Comecei a alisar minha barriga e falar com ela. Contei algumas histórias infantis porque eles já precisam decorar para contarem pra mim. Vou querer ouvir tudo, até se eles erraram a história porque é normal errar em clássicos, todos fazem isso, ninguém é perfeito e eles são crianças. Umas coisinhas tão fofas e maravilhosas. Bocejei de sono umas duas vezes seguidas e acabei apagando.


Notas Finais


Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=f7XBnfgFqtY

Bom, foi isso... Esperamos que tenham gostado :)
Não esqueçam de deixar sua opinião, beijos <3
Tha&Nany xx


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