História Parents A First Time. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Lee Jihun "Woozi", Soonyoung "Hoshi"
Tags Hozi, Lovesugamon, Mpreg, Partiu 100 Fanfics, Seventeen, Soonhoon, Verkwan
Visualizações 144
Palavras 1.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ! Tudo bem coceis? Eu decidi fazer essa dobradinha por que uma leitora (EU ESQUECI SEU USER, DESCULPA) me mandou uma mensagem cobrando att e ai eu lembrei que o capítulo tava pronto :v Vim e postei

A capa eu coloco depois, por que estava na pasta do cell que eu apaguei sem querer :")

BOA LEITURA *^*

Capítulo 3 - Terceiro mês -- Os desejos


-- SOONYOUNG! ONDE VOCÊ PENSA QUE VAI?

Suspirei e mordi o canto do lábio, quase eu conseguiria sair de casa.

Quase.

Era hoje aquele dia ao qual eu mais temia, o dia que -- nesses três meses e quinze dias da gestação de Jihoon.-- eu mais ignorava, adiava, odiava. O bendito dia em que a mãe de Jihoon viria para cá.

Sabe, não é como se eu odiasse a velha. Só que ela era -- EXTREMAMENTE.-- chata, levemente insuportável, e todas as vezes que vinha aqui, só fazia judiar de mim e do jeito que eu cuidava de Jihoon. Não sei se você sabe, mas nunca diga à um alfa que ele não sabe cuidar do seu ômega.

-- Eu estava indo comprar batata amor. Sua mãe não ama batatas? -- Continuei apoiado na porta, de costas para ele.

-- Nós compramos batata ontem Soonyoung, e não, não acabou.

-- Tem certeza?

-- Kwon Soonyoung, fecha essa porta e vem aqui agora! -- Choraminguei, batendo os pés antes de trancar a porta atrás de mim, seguindo até meu ômega baixinho na porta da cozinha. Ele estava tão fofo, com as bochechas gordinhas e o cabelo bagunçado, a expressão irritadinha nunca ia sair de seu rosto, mas ainda assim meu pequeno era lindo, e eu o amava muito desta maneira.

-- Olha. -- Ele iniciou, voltando a mexer a massa de algo que parecia ser uma sobremesa, pois tinha o cheiro doce. -- Se você conseguir aguentar minha mãe hoje, sem xingar ela ou tentar estrangular, eu te deixo ver minha barriga.

Sorri largo, seguindo para abraçar Jihoon enquanto o enchia de selares no pescoço. Por mais estranho que parecesse, nesses meses, eu ainda não tinha visto a barriga do Lee, já que passava o dia todo no trabalho e quando o via, a noite ou nos finais de semana, ele estava usando alguma roupa folgada que me impedia de ver o crescimento do nosso filhote.

-- Sério amor? Eu estou tão ansioso! Eu juro que eu vou tentar não sair no tapa com ela, até por que o Jisoo vai estar aqui, ele é meu anjo salvador pra que eu não bata nela enquanto você toma banho.

Ele revirou os olhos, com um sorriso no rosto, e voltou sua concentração ao doce, ouvindo a campainha tocar.

-- Devem ser eles. Vai atender bebê... -- Ele me deixou um selar, me empurrando para ir até a porta em seguida, onde a senhora Lee e seu filho mais velho esperavam.

-- Ah, oi, garoto.

Respirei fundo. Uma. Duas. Cem vezes. "Já, já ela vai embora Soonyoung. Pense na barriguinha do Jihoon. Pense no sorriso fofo do Jisoo o pedindo pra que não espancasse sua mãe. Só pensa."

-- Olá senhora Lee. Oi Jisoo! Tudo bom? Como anda o filhote? -- Tentei ignorá-la por algum tempo, pegando o filho pequeno de Soo nos braços e me distraindo com o sorriso banguela que o pequeno direcionava na minha direção, mas parece ser algo impossível ignorar ela, ou -- no mínimo.-- é ela ficava tentando me irritar.

-- Espero que você aprenda a segurar o seu filho direito. O menino está quase caindo, imagina se meu neto escorrega da sua mão? Jisoo, toma seu filho desse moleque.

-- Mãe, para com isso! O Soonyoung sabe sim cuidar do meu filho. Vamos lá ver o Jihoon, por favor... Young, caso você precise de algo, me chame ou pegue na minha bolsa, okay?

Eu assenti devagar, arrumando o pequeno em meu colo e me sentando sobre o sofá, vendo seu olhar curioso. Não vejo a hora do meu bebê estar assim, grandinho, com os olhinhos bem abertos e as mãos ativas, querendo pegar tudo o que via. Infelizmente, faltam muitos  meses para que ele, ou ela, esteja assim, então me resta babar o filho de Jisoo, que quase virou meu filho uma vez.

A história é meio louca de se contar, por mais que tão simples. Jisoo acabou se apaixonado por um alfa comprometido, e de tudo isso nasceu este pequeno serzinho, só que o alfa precisou se casar tempos depois, e não queria largar tudo para cuidar dele e de uma criança, então Jisoo tentou tirá-la a todo custo, chegando a ir no hospital várias vezes, e fazendo com que o bebê nascesse prematuro. Até ai tudo "bem", o problema começou quando meu cunhado decidiu que não cuidaria da criança, que essa criança deveria ficar com Jihoon, por que ele era apto o suficiente para criá-lo.

Não vou mentir, fiquei bastante balaçado. Com tanto tempo de casamento, meu Lee nem entrava no tema 'filhos', ter a oportunidade de criar um bebê era ótimo. Mas sabe como a vida é, nunca se pode ter tudo.

Observei o bebê querendo sair do meu colo e o segurei sentadinho, talvez ele quisesse mamar agora. Mas, e se o leite estivesse frio? Ou, pior, quente de mais? E se não fosse para dar o leite agora? Aish!

-- Jisoo!

-- Oi? -- O garoto de fios castanhos apareceu na sala, se aproximando de nós.

-- Eu acho que ele quer comer. Me ajuda! -- Ele riu de mim, pegando o garotinho no colo. -- Não ria de mim!

-- Me desculpe, é que seu desespero é engraçado. Ele só queria vir atrás de mim, era só colocar ele no chão pra engatinhar.

-- Ah.

Do sofá, eu fiquei observando o Jisoo soltar o filho no tapete, vendo o garotinho começar a "andar" pelo piso fofo. Era tão bonito. Eu quero ter logo meu filho!

-- Estou com medo de quando ele começar a andar. Seungkwan é muito curioso, vai querer pegar no que não deve.

-- Deixa ele Soo! -- Me sentei no sofá. -- Meu bolinho merece ser curioso uma vez na vida. Não é Kwannie? Papai não está sendo um chato?

-- Não ensine essas coisas para o meu neto, ele pode virar um delinquente que nem você. Está vendo isso Jihoon? É esse o pai do seu filho. -- A velha chegou na sala, apoiando seu corpo no sofá. "Tomara que caia, tomara que caia." -- O que eu fiz pra merecer? Meu único filho de sangue.

-- Mãe, chega.

Meu ômega decidiu interromper, o assunto de filhos era algo delicado já que Jisoo era adotado e ela sempre fez questão de dizer isso aos quatro ventos.

-- Vamos almoçar antes que eu fique enjoado.

Almoçamos, com algumas poucas farpas sendo trocadas pelo olhar, a mãe de Jihoon e Jisoo falaram mais sobre a gravidez, enquanto eu cuidava de Seungkwan, -- lê-se o roubava do pai. -- e a noite eles foram embora, depois de eu tanto chamar  Jisoo para dormir aqui.

Tomei um banho rápido, antes de roubar algo na cozinha, e fui dormir. Estava cansado, meio stressado, farto.

Não sei bem quando peguei no sono, mas percebi quando senti o corpo do mais baixo se deitando contra o meu, ao mesmo tempo em que ele levava uma de minhas mãos até a sua barriga por baixo do casaco, me fazendo sentir a pequena ondulação no local, ainda não tão perceptível.

-- Jihoonnie. Obrigado por me fazer o alfa mais feliz desse mundo.

-- De nada amor. Mas compra chocolate amargo pra mim?

-- Chocolate am... Mas por que? -- Me sentei, observando o ômega se esticar na cama.

-- Desejo.

Ah, claro. Estava demorando, não é mesmo?

-- Tudo bem. Eu vou procurar em algum mercadinho por ai.

Me levantei, procurando uma camisa qualquer e calçando um par de sandálias, seguindo até o lado de fora do quarto. Sai dali e fui para uma lojinha próxima, onde só se vendiam lanches e doces, com certeza teria uma barra de chocolate.

Achado o chocolate, passei a mãos por meus bolsos e suspirei. Completamente vazios. Mas é claro que Kwon Soonyoung esqueceria a carteira. Sabe quando, em alguns filmes, aparecem aqueles minis "você" em cima do seu ombro? Não que tenha acontecido comigo, só achei que seria uma boa comparação para descrever o serzinho que aparecera grudado na minha perna do nada.

-- Seungkwan? -- Deixei o doce de lado e peguei o garoto nos braços, já sentindo-o deitar em meu ombro.

-- Que susto que esse menino me dá! Um segundo que eu o solto pra pegar o pacote e ele some, ainda bem que foi você que pegou ele. -- Jisoo se aproximou de nós e arrumou o pequeno pacote de biscoitos na mão, equilibrando com a sacola do bebê.

-- Ainda bem digo eu. Precisei comprar chocolate pra Jihoon e esqueci a carteira em casa. Paga pra mim Jisoonie? -- Fiz um coraçãozinho com a mão livre e ele sorriu, revirando os olhos.

-- Desejo, não é? -- Assenti. -- Tudo bem, eu pago.

Fomos ao caixa e ele pagou tudo o que tinha comprado, além do chocolate. Insisti pedindo para que dormisse lá em casa, dizendo que levaria Seungkwan para a escolinha no dia seguinte, e com mais um pouco de relutância, ele aceitou. Talvez estivesse cansado se mais para continuar negando.

Quando chegamos em casa, seguimos para a cozinha de onde vinha luz e um barulho de panelas, Jihoon estava ocupado ralando uma cenoura dentro de um prato fundo de vidro, no qual já continha arroz e miojo.

-- Soonnie! Onde está o chocolate? -- Ele me atacou assim que me viu entrar na cozinha. Jisoo o entregou o doce escuro e ele quebrou os pedaços em volta do arroz, com cenoura e miojo, colocando tudo aquilo no microondas.

-- Eu não acredito que você vai comer isso. Jihoon, isso vai te fazer mal!

-- Vai não Soonnie. Desejo de grávida nunca faz mal ao bebê. Eu vou dormir com meu filhote, tá? Boa noite.

O mais alto se despediu, pegando meu sobrinho no colo e saindo dali. Mal percebi quando Jihoon começou a comer aquele troço com gosto, como se fosse a coisa mais maravilhosa do mundo.

-- Sal. Isso precisa de sal. -- Disse, pegando um pouco de sal e jogando sobre a mistura, para terminar de comer em seguida. Subimos para o quarto e eu o forcei a escovar os dentes, não dormiria com aquele cheio de miojo cru vindo diretamente na minha direção.

-- Soon. -- Ele disse depois de deitarmos, com todas as luzes apagadas. -- Será que faz mal comer tijolo?


Notas Finais


PARABÉNS A VOCÊ QUE CHEGOU ATÉ AQUI. E ai, já dá pra saber de onde vai brotar o Verkwan? Vai, ta fácil.

BEJO E ATÉ O PRÓXIMO. BYE ❤💛💚💙💜


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