História Park Jimin e o Jogador de LoL - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~nekodochim

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Kookmin, Tentativa De Comedia, Vhope
Visualizações 151
Palavras 1.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MENINAS E MENINOS, TUDO BOM? No capítulo de hoje eu vou ensinar a vocês a como causar um desmaio MARAVILHOSOOOOO!

Espero que gostem, tá, meninas? Rs.

E muito obrigada pelos 58 favoritos! Saranghae, xs!

Capítulo 3 - Cosplay de LoL... ou seria de VKook?


 

Que alguém superior tenha piedade de mim, porque Deus eu sei que não tem. 

 

Eu não sei o que pensar, talvez eu tenha sido uma pessoa muito ruim em outras vidas e ter dançando Lúcifer aos pés da cruz ou realmente a minha vida era uma metralhadora de merda. Simplesmente chocado, indignado. 

Eis que me perguntam: O que está acontecendo, Jimin? 

Aconteceu que eu, Park Jimin, levei o maior tombo de toda a minha vida, e olha que foram muitos. Sim, estou caído, desfalecido ao chão, sem ninguém para me levantar e me dar um ombro amigo. 

Com exceção de HoSeok, que revirava os olhos e mandava eu parar de fazer DRAMA! 

Drama, eu? Por favor, eu estou tombado!!! 

– Levanta logo daí, Jimin, você está atrapalhando quem quer passar com esse seu showzinho! 

Isso mesmo, o meu — ex — melhor amigo teve a audácia de dizer que eu estava fazendo show. Eu quero chorar, eu. 

Eu poderia ficar ali só pra irritar mais um pouquinho àquele cavalo, mas estava com pressa. 

— HoSeok, eu não sei como TaeHyung te aguenta, seu cão dos infernos! – disse, fazendo cara feia pra ele. 

— Ih, migo, cara feia pra mim é fome, mas no seu caso é feiura mesmo! — E respondendo a sua pergunta; porque eu não trato o TaeHyung como eu trato você. 

— Ai, cale essa boca, não aguento mais ouvir a sua voz! — E o único feio daqui não sou eu, more. – naja mesmo, eu. 

HoSeok iria bostejar mais alguma coisa se não fosse por um adolescente nos empurrando. Eu até agora não soube dizer se isso foi bom ou ruim. 

— Da próxima vez, empurre a VOVÓZINHA! – HoSeok, educadíssimo como sempre foi, disse. 

Aliás, por que será que eu e meu migo estamos em uma convenção de games onde só se encontra adolescentes suados e mal educados? 

A resposta é mais do que simples: Porque nossos namorados estão aqui, PERDIDOS, às nove horas da noite. 

Na realidade, quem está perdido aqui somos eu e HoSeok que ainda não conseguimos encontrá-los.

— JIMIN, JIMIN, A GENTE PRECISA IR NAQUELA MÁQUINA DE JUST DANCE! – e naquele exato momento, HoSeok estava gritando como uma bebezão birrento. 

Será que eu mereço tudo isso, Deus? 

– Mas e os meninos, Hobi? – olhei pra cara dele com a maior vontade de morrer. 

— Eles que esperem, agora eu e você vamos ARRASAR! 

E quem disse que Park Jimin não gosta de uma farofada? 

 

 

❄❄❄❄❄

 

21h30min.

 

 

– Porra, HoSeok, se não sabe brincar não desce pro play, caralho! – como tentar amenizar uma situação sendo um fodido? 

— VOCÊ ME CHAMOU DE PAU DE SEBO NA FRENTE DE TODO MUNDO, RIDÍCULO! 

Confesso que ri um pouco, talvez muito. 

— Eu não tenho culpa se você não dançou conforme o baile, meu querido! — O seu quadril é duro, aceita ou surta, bebê.

— Eu só não te esgano porque nós temos que achar aqueles dois, porque senão... 

E ele ficou me olhando com uma expressão ridícula, berro. 

— Para de falar bosta, garoto, vamos atrás dos nossos namorados logo! 

E o novo emputecido do dia foi HoSeok. 

 

 

❄❄❄❄❄


22hs.

 

 

Eu não aguentava mais, os meus pés doíam, aquele cheiro horroroso de chulé molhado me causava ânsia de vômito, sinceramente,  eu queria esganar Jeongguk.

Eu e HoSeok perguntávamos para tudo e para todos sobre algo relacionado a todo tipo de jogos e com exceção de uma velhinha corcunda que Deus sabe lá o que ela estava fazendo em um evento desses, todos nos respondiam com a maior cara de bumbum. 

E também ligávamos para eles, mas parece que aqueles dois haviam enfiado o celular aonde o sol não bate. 

Derrotado, sentei em frente a um stand de figurinhas, esperando HoSeok voltar com a àgua que eu havia pedido. 

— Jeongguk, hoje tu dorme no sofá, desgraçado! 

Eu queria mesmo era falar aquelas palavras na cara dele, mas o infeliz não tem nem a decência de dar o ar da graça. 

Suspirei, observando uma movimentação absurda de muitas — eu nunca vi tantas —, muitas meninas reunidas. Parecia que elas estavam se reunindo pra ver algo. 

Não sei quem, mas que tinha alguém com um chifre roxo na cabeça, tinha sim. 

Curioso como sempre fui e sempre vou ser, fui perguntar o que era, até porquê não tinha como ver muita coisa. 

Cada vez que eu me me aproximava, ouvia umas vozes distorcidas e vários gritinhos de meninas que pareciam terem saído de um anime ruim. 

Meu Deus, mereço.

Cutuquei uma delas, que parecia a mais normal de todas. Quando esta virou, me arrependi. 

A menina me olhou como se eu tivesse provocado a 1° Guerra Mundial. 

— O que você quer, garoto? – o rosto da criatura era em formato oval e a cada palavra que ela dizia, o rosto dela ficava muito vermelho. OMG, não acredito que a menina do anime ruim inventou a pokebola humana. 

— O que está acontecendo aí? – São cosplays de pokebolas? 

Muito engraçado, eu. 

E com toda a generosidade do mundo, a — com todo respeito, claro — pokebola humana me respondeu:

— Vá catar coquinhos, seu velho burro! 

Maldita pokebola! 

Com a minha enorme estatura, tentei enxergar o que se passava na ponta dos pés, mas só conseguia ver um rosto coberto por uma maquiagem muito mal feita e um chifre roxo ou sei lá o que diabos era. 

Até que... JEONGGUK? 

 

Não. Podia. Ser. 

 

Podia e era o desgraçado! Reconheço o formato daquele rosto até no inferno. 

— É hoje que eu rodo a minha mão na cara desse menino ou eu não me chamo Park Jimin! 

Eu estava com tanta raiva que eu não me importei de estar empurrando todos — ou todas – ao meu redor. Por que um monte de meninas iriam se interessar TANTO no meu namorado com maquiagem e chifres? MAS QUE PORRA É ESSA? 

— Dá licença aqui, queridinhas! – e eu dei uma de arrogante revoltado mesmo, perdoa.

E quando eu finalmente levantei o olhar, cara, eu só não caí pra trás porque não ia ter ninguém pra me segurar. 

— JIMIN?! 

Jeongguk e TaeHyung com os olhos pintados de rosa e lilás, chifres coloridos, espadas de papelão e mãos dadas. 

 

Mãos dadas. 

 

Agora realmente ninguém iria me segurar. 

 

Park Jimin está DESMAIADO! 

 

 


❄❄❄❄❄

 

 

— Meu Deus, é melhor levar ele ao hospital, HoSeok-hyung! 

— Eu acho que ele morreu, AI MEU DEUS, HOBIII! 

— Se você falar mais alguma coisa, TaeHyung, quem vai morrer é você! — HoSeok-hyung, eu vou levá-lo ao hospital, eu não aguento  mais ver ele assim. 

— Você deveria preparar a sua pele, porque quando o Jimin acordar a cobra vai fumar! 

Puta que pariu, a última vez que a minha cabeça doeu tanto como agora, a minha vovózinha estava viva. 

Assim como a cabeça, meus olhos doíam até ao tentar piscar.

— Bebê? Jimin? 

— Jeongguk? 

A voz do meu namorado se normalizava aos meus ouvidos, sorri. 

— Hey, babe, como está se sentindo? – Jeongguk pegou em meu rosto com delicadeza. — Se lembra de alguma coisa? 

Olhei pra ele, atordoado. Humm, tem caroço nesse angu. 

— Eu deveria lembrar? – questionei, duvidoso. 

Ele sorriu amarelo. 

Olhei em volta e percebi que estávamos em casa, necessariamente na sala, e com HoSeok e TaeHyung... de saia longa?

Pera lá.

.

.

 

OMG! 

 

— Como você ousa, cretino? – e com toda fúria e desempenho de um pós-desmaio, comecei a bater em Jeongguk com aquele chifre roxo ridículo. 

O traidor rapidamente — não tão rapidamente — conseguiu tirar a única arma que eu tinha contra ele, que me segurou pelos braços. 

— ME LARGA, IMBECIL! HOSEOK, VOCÊ NÃO VAI FAZER NADA? — TAEHYUNG, SEU FALSO, EU PENSEI QUE FÔSSEMOS AMIGOS! 

O corno do HoSeok só observava o meu clamor de socorro com a naja do Taehyung agarrado a ele. 

— Jimin, vamos conversar! – Jeongguk afrouxou o aperto em meus braços, me soltando. 

— Conversar? Com você? HAHAHAHAHA, sinto muito, mas eu não converso com um ADÚLTERO! 

Drama Queen, eu. Ou seria Drama King? Irineu, você não sabe, nem eu. 

– Jimin, me- 

— Eu não quero conversar com você, que saco. 

Sabe quando você sente que está passando dos limites mas a sua idiotice não deixa você parar de continuar sendo um babaca? Então, HoSeok nunca teve muita paciência pra esse tipo de atitude, então ele colocava pra foder comigo. 

— Jimin, deixa de cena e escuta a porra do seu namorado, tá me entendendo? – às vezes HoSeok pode ser um cara muito, muito malvado. — Eu e o Tae vamos embora e você vai ouvir o que Jeongguk tem a dizer, assim como eu fiz, ok? 

E não é que eu calei a boca mesmo? 

Olhei para Jeongguk, que tinha borrados de lápis de olho descendo por suas bochechas, a maquiagem já seca. Os cabelos com pedaços de confetes, desgrenhados e a franja caindo só de um lado do olho. 

Pra mim, ele continuava lindo.

— Posso? – ele arqueou a sobrancelha, se aproximando. 

Ele queria me beijar. 

E com toda a vontade do mundo, eu respondi que sim. 

Nós de frente um ao outro, com as minhas pernas ao redor de seu quadril e sobre as coxas, nossos lábios se mesclando em um beijo lento e gostoso, com direito a mordidas no canto do queixo e muita saliva. 

— Ggukie-ah....

Jeongguk parou o beijo, mesmo continuando com nossos lábios colados e os olhares focados, famintos. 

E com um só olhar, ele entendeu o que eu quis dizer. Ele suspirou. 

— Amor, é só um cosplay de LoL que eu e Taehyung fazemos há muitos anos, antes mesmo da gente se conhecer. E aquelas garotas, bem, elas cismam em afirmar que nós temos algo a mais, no caso, eu e o Tae, o que logicamente não temos, apenas amizade. 

— E qual era a de ficar de mãos dadas, hein? 

Jimin, o ciumento. 

O meu namorado sorriu, acariciando minha nuca. 

— A gente ganha dinheiro nos vestindo dos nossos personagens preferidos e até sustentando o... relacionamento.— Mas calma que a gente nunca se beijou ou algo do tipo, só trocas de gírias do LoLzinho e só, tudo na brotheragem. 

Gente, existe alguém mais doido varrido que Park Jimin? Google Pesquisar. 

— Hum, ok, então. — Mas é aí, vamo fechar naquele assunto que a gente tava tendo até uns minutos atrás? 

 

 

 


Notas Finais


to cansadona

PURPLE HEARTS


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