História Parte De Mim (Yoonseok) - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Abo, Bts, Mpreg, Scr, Sope, Yoonseok
Visualizações 366
Palavras 1.672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hola hola

Agora sim é um cap hueh. Me perdoem a demora.

Hoje acordei com uma vontade enorme de escrever, dei meus pulos e vim correndo.

Boa leitura ❤

Capítulo 12 - Um mês


Fanfic / Fanfiction Parte De Mim (Yoonseok) - Capítulo 12 - Um mês


Um mês depois

—Uma terceira rodada?—. Perguntou o ômegazinho, ofegante pelo esforço feito a pouco.

—Você só pode estar louco, eu estou acabado, Yoonnie—.

O pequeno se aconchegou em meu peito e suspirou, sôfrego.

—Mas Seokie, eu amo fazer amor contigo. O lobinho dentro de mim está incontrolável, querendo mais de você o tempo todo. Eu não sei o que fazer—.

A mão visivelmente mais pálida que as minhas, se aninhou aos meus dedos, que foram puxados até os lábios macios do menor.

Nesses momentos em que dividíamos espaço com os corpos ainda febris, e suados, nesses pequenos gestos eu me encontrava ainda mais em Min Yoongi.

Como poderia um amor tão forte assim? conseguia sentir-me tonto pelo sentimento, os meus e os dele.

—Precisamos levantar, lobinho. Ainda temos aula daqui a pouco, quem sabe quando voltarmos não continuamos?—.

O ômega se levantou de meu peito, um bico formava seus lábios e a face emburrada que eu já conhecia e sabia ser pura manha.

—Yoon, olhe aqui para mim, hum?—.

O menor relutou mas acabou olhando-me por baixo.

—Fizemos amor quase o final de semana todo, nem ao menos vimos nossos pais. Você nem mesmo está em seu rut, estou ficando preocupado—.

Ouvi seu breve bufar, os ombros se encolheram e logo Yoongi já juntava os lençóis para cobrir seu corpo antes de levantar.

—Me desculpe, achei que estivesse tudo bem para você também já que não negou nenhuma das vezes—.

—Eu nunca te negaria Yoon, sinto vontade de você todos os dias, mas não posso simplesmente te prender comigo nessa cama e te fazer meu a todo tempo—. Aproximei-me vagarosamente, acariciando as bochechas róseas de meu pequeno emburrado.

Puxei o lençol que envolvia seu corpo, expondo a pele macia. Meu lobo gritava para marca-lo inteiro, gritava para satisfaze-lo. Min Yoongi era meu problema, meu fundo do poço, minha ruina, meu amor.

Meus lábios foram levados a experimentar novamente de sua tez, enchendo-lhe de beijos do tórax a seu umbigo pequeno e fundo.

—Você é lindo Yoongi, lindo, lindo. E eu te amo—.

Beijei-lhe a barriga, e mordisquei aquela área, arrancando um riso bobo do ômegazinho que me acariciava os fios da cabeça.

—Vem, vamos tomar um banho juntos—.

Abracei-o pela cintura e facilmente o levantei, carregando a nós dois até o chuveiro.

O ômega sorriu satisfeito pelo caminho.

—Não pense em perversidades, Jung Yoongi—.

Yoongi riu alto, entrelaçando as pernas em minha cintura.

—Jung Yoongi?—.

—Por que está rindo? Este será seu nome quando casarmos—.

Empurrei a porta do box, logo girando o registro e sentindo a água quente bater contra a pele.

Achava maravilhoso o jeito meigo com que o menor se envergonhava, mesmo em um momento íntimo como este em que estávamos.

Mesmo negando anteriormente, logo estávamos nos entregando novamente ali mesmo. Nos amando e nos desmanchando entre a água do chuveiro, seria sempre assim, mesmo sem querer, meu ômega seria mimado todos os dias por seu alfa bobo apaixonado.


Enquanto Yoongi terminava de se arrumar, corri em preparar nosso café. Não estávamos atrasados mas eu duvidava que sairíamos ali na hora, assim como todos os outros dias desde que viemos a morar juntos.

—Yoonnie, você não vem comer? Não quero comer sozinho—.

Esperei por uma resposta mas só ouve silêncio de todos os cômodos do apartamento.

—Yoon?—. Chamei-o novamente, antes de ouvi-lo resmungar.

Fui em direção ao quarto, observando ainda da porta o ômega tentar subir a calça jeans.

—Eu não consigo, acho que engordei demais. A culpa é sua—.

—Minha? M-mas o que eu fiz?—.

Yoongi retirou de uma vez a calça, jogando-a junto das outras em cima da cama.

—Você me alimenta muito bem, alfa. Eu não posso me tornar uma bola antes mesmo de casarmos—.

Caminhei até o ômega desesperado e choroso. Estava ainda mais manhoso agora, após um mês morando comigo. E talvez seja tudo culpa minha mesmo.

Abracei-o por trás, em frente ao grande espelho de nosso quarto.

—Eu não me importo com peso a mais, Yoon. Quanto mais carne melhor, você sabe—.

Selei sua nuca, apertando-o mais em meus braços.

—Coloque um moletom, depois damos um jeito em suas calças jeans, hum?—.

O menor olhou para si mesmo no reflexo do espelho e sorriu quando seu olhar cruzou com o meu. Ele assentiu e logo se vestiu para enfim comermos.

Todos já sabiam sobre mim e Yoongi, sobre a marca, sobre morarmos juntos e sobre nosso possível casamento. Não que vivêssemos falando sobre isso por ai, mas não esconderíamos nosso relacionamento, e após Jimin abrir a boca para o time de basquete, o colégio todo soube, a cidade toda soube. Aliás, Yoongi sempre chamou atenção demais por ser o único ômega homem daqui.

Não demorou muito para começar os rumores, por onde passávamos haviam histórias assim.

Alguns diziam que estávamos nos casando por causa de uma gravidez não planejada, outros até mesmo ousaram inventar que eu forcei Yoongi a passar meu rut comigo, já que até então o menor se negava a deitar com algum alfa, ou beta.

Na maior parte das vezes ignorávamos as histórias, mas algumas eram demasiada maldosas e magoavam o ômega, por mais forte que ele se mostrava em frente o público, era para mim que ele choramingava quando estávamos sozinhos.

 Não era sua culpa ser “popular” e algumas vezes eu via que ele nem mesmo se importava com isso, claro que seu ego era grande, mas ele não fazia nada anormal, era apenas ele mesmo e ainda assim recebia muita atenção.

Naquela tarde, após o soar do sinal do intervalo, saí da sala com Jimin. Conversávamos sobre trivialidades, quando ouvi murmurinhos pelo corredor.

—O que está acontecendo?—. Perguntei, me dirigindo a Jimin.

O outro negou com a cabeça e deu de ombros, não fazia ideia também. Avistei então Taehyung ao longe, parecia preocupado e olhava para o celular freneticamente.

—Oi, Taehyung—. Falei assim que me aproximei do beta. Jimin acenou para o outro e se despediu de mim, provavelmente iria atrás de alguma ômega.

—Ah, Hoseok. O que está fazendo aqui ainda? Achei que estivesse com Yoongi—.

—Eu acabei de sair da sala, vamos nos encontrar no telhado—.

O beta me olhou confuso e digitou rapidamente algo em seu celular.

—No telhado? Então você não está sabendo?—.

—Meu Deus, Taehyung. Sabendo do que? E por que todos estão tão barulhentos e agitados hoje, o que aconteceu?—.

—Yoongi brigou com um alfa, ninguém sabe o porque, mas ele está na enfermaria—.

Yoongi? Meu Yoongi? Impossível.

Deixei Taehyung tagalerando sozinho e corri entre as pessoas no corredor. Esbarrei diversas vezes e com toda a certeza fui xingado até a última geração de minha família, mas eu precisava correr até meu ômega, não acreditava em nenhuma parte daquela história.

Yoongi andava tão manhoso e sensível, era impossível que ele tenha se irritado ao ponto de entrar em uma briga, com um alfa, que tem o dobro de sua força.

Ao chegar na enfermaria olhei sobre o vidro pequeno da porta, constatando o que Taehyung havia dito. O ômega se encontrava na maca, com um tubo de soro sendo inserido em suas veias. Os braços esticados ao lado do corpo e o rosto marcado de roxo e vermelho.

Tudo o que passava em minha mente era o porque de eu não ter sentido nada pela marca, nem mesmo um sentimento de raiva, ou dor do ômega.

Antes de conseguir abrir a porta, Yoongi olhou-me pelo vidro, provavelmente havia sentido meu cheiro. Mas ele não esboçou reação alguma, apenas fechou os olhos.

Abri a porta com cuidado, e a fechei atrás de mim já me aproximando da maca.

—Céus, Yoonnie. O que aconteceu? Fiquei tão preocupado—.

O outro demorou a responder, eu até mesmo esperava o silêncio de sua parte. Mas antes que pudesse desistir, sua voz se fez presente pela sala.

—Não foi nada. Estou bem—. Disse um tanto quanto ríspido, o que me assustou.

Sentando-me ao seu lado, busquei sua mão, a mesma que recebia o soro. Provavelmente a enfermeira não havia encontrado a veia nos braços.

—Bem, quando foi que o ômega manhoso que mora comigo se tornou rude e encrenqueiro?—.

A enfermeira que ainda residia na sala riu envergonhada, e se levantou para andar em minha direção.

—Nunca subestime um ômega irritado—. Disse a senhora, fazendo Yoongi sorrir.

Pelo cheiro, a mulher também era uma ômega.

—Seu ômega está bem, precisou tomar o soro já que jogou para fora tudo o que comeu de manhã. Provavelmente enjoo pelo estresse, quando estamos assim todo cuidado é pouco, devem tomar cuidado de agora em diante, sem muitas emoções mocinho—.

A senhora de cabelos curtos sorriu pequeno para Yoongi e saiu da sala em seguida.

—Do que ela está falando?—. Perguntei confuso.

—Mudança de humor, ela me disse que é normal isso acontecer com as ômegas, nada de mais—.

Mesmo ainda tendo minhas dúvidas, concordei com o menor.

—Você apanhou? Quem te bateu assim e por que brigaram?—.

O lobo dentro de mim uivava em ódio. Como alguém em sã consciência tocaria em meu ômega assim? Era loucura e eu estou disposto a caçar o desgraçado.

—Ele estava me incomodando, dizendo coisas maldosas sobre nosso relacionamento. Como se eu tivesse obrigação de aceitar os sentimentos dele, todos sabem que eu amo somente ao meu alfa prometido, mas aquele alfa era insistente. E então ele me chamou para fora da sala, estava se confessando novamente, praticamente ajoelhando para que eu o aceitasse. Eu fiquei irritado e gritei para que ele parasse mas ele se irritou também e então eu fui para cima dele, mas obviamente, eu sou terrivelmente mais fraco, ele apanhou, mas eu me machuquei de verdade—.

Sim, eu queria sair dali e socar aquele alfa até ele ficar hospitalizado, mas eu precisava manter a calma e dar apoio a Yoongi, que aos poucos voltava ao estado ‘ômega choroso' e pedia mais atenção de mim.

Deitei ao lado do ômega, dividindo seu travesseiro na maca. Acariciei seu rosto machucado e assim passamos o resto do dia até que ele adormecesse.


Notas Finais


Relevem os erros, sempre fica algum para traz...

Como vcs estão? Aaah essa história está praticamente no fim, eu não estou bem :( espero que não tenham desistido de mim rsrs

Obrigada pelo apoio de sempre, e a paciência. Amos vcs ❤

-------------------Panfletagem------------------------

Vocês querem chorar? Tá ai uma Taekook bem chorosa e triste. Adoro.

Essa é uma OS que escrevi a algum tempo mas ela flopou, ento eu vou divulgar aqui sim kk.


https://spiritfanfics.com/historia/last-station-taekook-8836555

E esse é o link pro meu Twitter, eu to sempre lá então se quiserem gritar comigo (mentira, sou sensível, não gritem comigo :c ), conversar sobre a fic ou sobre qualquer coisa, pode vir. Vams ser amiguinhos sz sz'

Confira saturna|LoveYourself (@sweetyoonnie): https://twitter.com/sweetyoonnie?s=09

----------------------------cabo-------------------------

Só isso então. Até o próximo meus amores ❤❤


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