História Partners in Crime - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Gerson, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Frans, Mafiatale, Sanrisk, Sans X Frisk, Underspirit, Undertale, Universo Alternativo
Visualizações 138
Palavras 2.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


foco nas notas finais! <3

Capítulo 2 - Pretty Eyes.


Fanfic / Fanfiction Partners in Crime - Capítulo 2 - Pretty Eyes.

As mãos de Frisk deslizavam suavemente pelo maxilar do loiro, onde ela podia sentir sua barba recém raspada com os dedos. As mãos do mesmo agarraram a cintura da garota, trazendo-a para mais perto de si com mansidão, enquanto mordia o lábio inferior da morena. Se separaram do beijo quando o ar vos faltou, mas suas mãos permaneciam no mesmo lugar enquanto os dois se encaravam com desejo e luxúria no olhar, tentados a iniciar outro beijo. Frisk suspirou, acariciando o rosto do loiro, que acabou por se aproximar novamente da garota puxando-a para outro beijo, bem mais desesperado que o outro, sentia as mãos do mesmo apertarem suas nádegas, a morena cedeu entrelaçando suas pernas na cintura do outro.

Pas ici, Josh. — Alertou, se soltando lentamente.
— Tudo bem, eu entendo. — Recuou um passo, enquanto Frisk abria a câmera de seu celular para verificar se seu batom estava muito borrado, e estava, bufou.
— Preciso de você, querrrido’... — Aproximou-se de Josh, o abraçando e depositando a cabeça em seu ombro desnudo.
— Eu também... — Agarrou-a pela cintura. — Mas todas essas merdas acontecendo tão me deixando cada vez mais sobrecarregado, e tá ficando difícil vir aqui com todos os novatos dos Shaffer cercando as entradas. — Concluiu, levantando o queixo de Frisk e dando um sútil beijo em seus lábios.
— Está difícil prrra’ mim também! Acho que estão suspeitando das minhas saídas repentinas, o carrra’ lá dentro já é o segundo que tenho que subornar para não abrir a boca! — Murmurou, afagando os cabelos loiros de Josh. — E ainda por cima, o chefe quer me ver hoje, não espero nada de muito bom... Se descobrirem, estamos ferrados, posso até ser executada por traição! — Concluiu.
— Certo, não podemos arriscar... — Aproximou-se novamente, colocando a mão no maxilar de Frisk, indo com seus lábios em direção ao pescoço desnudo da garota. Mordeu aquela parte com força, fazendo-a gemer baixo, enquanto suspirava. Aquilo provavelmente deixaria marcas. — Espero poder te ver em breve, Pretty Eyes. — Sorriu, a fazendo sorrir de volta. Amava aquele apelido, que ganhara devido a coloração incomum de seus olhos. Dourados.

Josh acenou fraco, andando de costas até metade do caminho, até decidir virar-se e seguir rumo a sua facção, que não era muito longe dali. Os Montenegro, eram uma equipe extremamente conveniente, e estavam em uma rixa constante com os Shaffer e os Dreemurr. Josh era um de seus melhores homens, se os Montenegro os perdessem, certamente muita coisa mudaria, a máfia Shaffer e Dreemurr viviam de olhos abertos em Josh, fazendo o que podiam para capturá-lo. Frisk se perguntava o que fariam se o achassem, passava literalmente o dia inteiro preocupada com Josh, do mesmo jeito que o loiro se preocupava com a garota. O coração da morena apertava ao imaginar as probabilidades. Passou a manga de sua blusa em seus lábios na tentativa de tirar o batom borrado de sua boca. Havia ficado um pouco vermelho, mas nada que pudessem desconfiar. Sorriu satisfeita.

Frisk adentrou novamente a base, acenando para Dave e indo em direção ao refeitório, já eram quase onze horas e ela ainda não tinha tomado um café da manhã decente. Abriu as portas do cômodo com certa agilidade, adquirindo a visão perfeita de uma grande mesa, onde todos estavam comendo e conversando. A atenção fora desviada para Frisk quando foi ouvido o barulho da porta rangendo. Um cheiro familiar pairava, café. A garota sorriu, puxando uma cadeira e sentando-se ao lado de Mettaton, que conversava com Undyne e Alphys á sua frente.

— Frisk, querida! Que bom que veio, vou precisar de você hoje! — Mettaton exclamou.
— E quando é que você não prrrecisa’? — Indagou, enquanto uma caneca com café, acompanhada por um Croissant salgado era posto á sua frente. — Obrigada. — Frisk agradeceu a mulher, que sorriu. Levou a caneca á boca, sugando o líquido escuro e amargo.
— Exatamente, Pretty Eyes. — Provocou, fazendo a morena revirar os olhos.
— Qual é a do “Pretty Eyes”? — Undyne questionou.
— Frisk recebeu algumas cartas de amor. — Explicou. — Meio depravadas, por sinal. — Comentou, olhando para a garota, que deu de ombros. — E sempre no final, o cara assinava com “See you soon, Pretty Eyes.” — Pronunciou o final com uma voz melosa.
— Vocês tem mesmo, que parar de mexer nas minhas coisas, curieux. — Murmurou.
— Voltando ao assunto! — Mettaton manifestou-se. — Separei uma blusa absolutamente maravilhosa pra você, docinho! Dez centímetros de decote. — Sussurrou a última parte. Fazendo Frisk arregalar os olhos, precisava ir ao banheiro urgentemente.
— Me deem licença. — Levantou-se, andando com a mão no pescoço. Tão apressada a ponto de tropeçar nos próprios pés.

Abriu com destreza a porta do banheiro mais próximo, fechando-a atrás de si e a trancando com rapidez. Se dirigiu ao espelho, levantando uma parte de seu longo cabelo, revelando que em seu pescoço, havia uma marca de chupão exageradamente visível. “Droga, Josh!” Pensou. Pegou um pouco de sabonete líquido na mão, esfregando na área roxa e massageando. Jogou água no local e nada. Se repreendeu mentalmente pela ideia estúpida, é claro que água e sabão não tiram uma marca dessas! Pegou o celular, olhando as horas. Onze e quinze. Subiu a gola de sua jaqueta preta, no intuito de tampar as marcas dos dentes de Josh. Conferiu em sua carteira se ainda havia dinheiro, e por sorte, sim. Saiu do banheiro ás pressas, quando trombou em alguém.

— Pra onde ia correndo? — O albino interrogou, a encarando com suas orbes azuladas. Enquanto barrava a garota.
— Não te interrressa’, me deixe passar. — Tentou sair dali, mas Sans não facilitava.
— Não. — Riu debochado. — Esqueceu que o chefe quer nos ver? Ele mandou eu vir te chamar, princesse. — Zombou. Frisk bateu com a mão contra a testa. Tinha esquecido do Chefe.
— Tá, que seja! Vamos logo. — Murmurou, dessa vez conseguindo passar e andando na frente. Sans a fitou, balançando a cabeça negativamente. O mais velho a acompanhava, indo logo atrás da moça, por um motivo mais do que óbvio.
— Para de olhar pra minha bunda, seu pervertido. — Resmungou, virando-se e o fitando com uma feição zangada.
— Nunca ouviu dizer que as coisas belas da vida, têm de ser apreciadas? — Fez um L em cada mão, enquadrando os quadris de Frisk entre eles, como se estivesse tirando uma foto.

A garota bufou, e saiu andando em passos largos até a sala do Chefe, enquanto Sans ria da atitude da morena, foi a acompanhando calmamente, sem se importar se demoraria para chegar ou não. Frisk descruzou os braços, substituindo a expressão furiosa por um sorriso sem jeito. Adentrou o cômodo, pedindo licença, e um pouco depois, Sans chegou, fechando a porta, e se sentando em uma cadeira ao lado de Frisk. O homem á sua frente, não aparentava estar no auge de seus setenta anos. Frisk o achava extremamente jovem para sua idade. O mesmo jogou os cabelos grisalhos um pouco para trás, enquanto com a outra mão levou uma taça de Conhaque á boca. Suspirou, fechando os olhos por um momento, antes de finalmente dizer algo.

— Obrigado, Temmie. — Murmurou, sua voz grossa ecoou pelo local, fazendo Frisk se arrepiar. Sans parecia já estar acostumado.

O mais velho foi com a cadeira um pouco para trás, dando espaço para que Temmie passasse, — a mesma estava agachada á frente do soberano —, logo voltou com a cadeira para frente novamente, a albina dos cabelos negros saiu da sala com certa pressa. Frisk ouviu o barulho de um zíper sendo fechado, e logo deduziu o que estava acontecendo. Sabia exatamente de onde Sans havia herdado tamanha indecência. Ao contrário de Papyrus, Sans era a própria obscenidade, em carne, osso e calças apertadas. O chefe pigarreou, fazendo os dois presentes o encararem com certa curiosidade, após mais uma golada em sua bebida, manifestou-se.

— Bom dia, garotos. — Ajeitou alguns papéis, lendo o começo de um deles. — Aposto que estão se perguntando há algumas horas, o porquê de ter chamado vocês aqui, não? — Interrogou, sem ao menos olhar no rosto dos dois, que mesmo assim assentiram.

...

3 horas antes.

Todos estavam reunidos na sala de reunião, encarando Alphys confusos, mesmo que os dois já tivessem saído do local, ela ainda deixava um suspense irritante imposto no ar. Sentou se calmamente á mesa, batucando com os dedos. Ajeitou seu jaleco, e pôs-se a falar.

— Agora que os dois se foram, podemos conversar. — Alphys disse simples.
— O que é tão importante, afinal? — Mettaton questionou.
— Descobri a fórmula perfeita, para crimes perfeitos. — Explicou, com um sorriso deveras maldoso, mas era só o seu jeito. — E a fórmula, acabou de sair por aquela porta. — Alargou o sorriso.
— O Sans, ou a Frisk? — Muffet indagou.
— Os dois. — Respondeu.
— Mas como? Esses dois só brigam, ao menos trabalhar em equipe sabem! — Undyne pronunciou-se.
— É isso, minha querida, é exatamente o que preciso. — A loira respondeu novamente, ainda mais misteriosa.
— Fale de uma vez, Alphys! — Gaster exclamou.
— Tudo bem. — Bufou. — Basicamente, minhas pesquisas apontam, que Sans e Frisk seriam a dupla perfeita, imbatível para qualquer tipo de furto, assassinato ou derivados. — Ajeitou algumas folhas na mesa.
— E por quê? — Papyrus finalmente disse algo.
— Pensem um pouco! Sans e Frisk se odeiam, são como gato e cão. Enquanto Sans rosna para Frisk, ela mostra as garras!
— Ainda não entendo como isso vai ajudar com crimes. — Muffet falou, sem muito interesse.
— Eu vou explicar. — Pigarreou. — Já viram a teoria de Bill Gates? — Questionou.
— Aquela que ele diz, que contrata pessoas preguiçosas para fazer trabalhos difíceis? Porque elas vão achar um jeito mais rápido de fazê-lo? — Gaster indagou.
— Exatamente.
— Onde quer chegar, Alphys? — Undyne perguntou, encarando-a com uma sobrancelha arqueada enquanto a loira alargava seu sorriso cada vez mais.
— Seguindo o mesmo conceito, elaborei a minha teoria para que os trabalhos sejam feitos em pouco tempo e com êxito. — Gesticulou. — O que quero dizer é, a teoria de Bill Gates é aplicável neste caso. Pensem comigo, Frisk e Sans se odeiam, os dois juntos em um caso, o faria ser completo rapidamente, de uma forma exuberante! — Disse animada, os outros continuavam confusos. — Resumindo, estariam tão focados em se livrar um do outro logo, que trabalhariam juntos para completar o caso! E para não terem erros e terem que refazer novamente, fariam tudo genuinamente para não correrem o risco de terem que passar mais tempo juntos! Fariam o impossível para que aquilo acabe logo. Ou seja, trabalho feito rapidamente e sem erros, afinal sabemos que Sans e Frisk são ótimos individualmente, juntos com o objetivo de não se verem pelo resto do dia, o faria perfeitos. — Completou. Os outros se entreolharam sorrindo, Alphys era genial.
— Isso é extraordinário. — Papyrus murmurou.
— Vou passar isso pra ele. — Gaster sorriu, se referindo ao chefe e pegando o telefone.
— Tudo bem, mas não conte para Sans e Frisk o real motivo de terem que trabalhar juntos, invente uma desculpa qualquer! Saberem a parte estudada sobre a parceria dos dois arruinaria tudo. — Alphys advertiu.
— Mas, Alphys... Já parou pra pensar na possibilidade, de eles deixarem de se odiar? Isso não estragaria sua teoria e nos faria voltar á estaca zero? — Mettaton indagou.
— Não se preocupe, se eles estabelecerem uma amizade, estarão acostumados a trabalhar juntos e isso não afetará seus desempenhos. Continuará sendo, rápido e magnífico.

...

— Sim, isso está martelando desde cedo na minha cabeça... Por que precisa da gente, em específico? — Apontou para si e depois para o albino.
— Vocês estarão afastados das missões com o resto da equipe, só voltarão se for realmente necessário. — Nessa hora, Sans que estava desinteressado no assunto, imediatamente arregalou os olhos, encarando o chefe.
— O quê? Mas, por quê? — Sans indagou, certamente desesperado, mas tentava ao máximo não demonstrar.
— Á partir de hoje, quero os dois trabalhando juntos. — O mais velho disse simples, voltando a bebericar seu Conhaque.
— Espera, o quê? — Dessa vez Frisk quem se assustou, dirigindo sua pergunta para o soberano.
— É isso o que você ouviu, Frisk. — Respondeu, depositando a taça já vazia sobre a mesa, encarando a morena.
— Merda. — Sans murmurou. — Por que logo nós dois? É muito específico, o que está tramando, Palatino? — Interrogou, ficando de frente para o chefe, apoiando as mãos na mesa e o encarando.
— Saiam da minha sala. — Concluiu, ignorando totalmente a presença dos dois.

Sans e Frisk se entreolharam, se dando por vencidos saíram da sala em passos largos. Assim que os dois estavam do lado de fora, Temmie entrou apressada na sala, e puderam  ouvir o barulho da porta sendo trancada. 


Notas Finais


SIM ERA O JOSH O TEMPO TODO :00000000
Gente, eu gosto de por o Josh nas minhas fanfics, como um easter egg!
Minhas fanfics são timelines diferentes do universo de Undertale e todas elas são focadas em algum shipp ou personagem. Josh faz parte de cada linha do tempo, mesmo que não exista no Undertale Original.

Por exemplo, minha primeira fanfic Através da Porta, se passa numa timeline, onde Frisk cai no Subsolo, Sans é um esqueleto e todos são monstros, exceto Frisk.

Sick Game, é outra timeline, nessa, Frisk fez o genocídio e se arrependeu, e os personagens se revezam entre Monstros e Humanos, já que nas lembranças de Frisk, quando ela fez o genocídio, todos eram monstros.

Essa fanfic, é outra linha do tempo, e nela o mundo está um caos, e foi divido em facções.

Todas as minhas fanfics são universos diferentes com os mesmos personagens, Undertale deixa bem explícito que existem várias linhas do tempos, e em cada uma delas, algo muda.

Basicamente, Josh, é um personagem original meu, que teve sua primeira aparição em Através da Porta, minha primeira fanfic Frans. Gosto de por ele nas minhas fanfics, pois acho legal colocá-lo como parte das histórias já que uma grande parte dos meus leitores conhecem o Josh, então é legal quando alguém o vê numa fanfic e se lembra lá da primeira!

Vocês verão Josh em muitas fanfics.

normalmente eu deixo os links das minhas fanfic aqui mas como tô com um monte
criei uma tag justamente pra deixar minhas histórias, então se você acessar a tag Underspirit,
vai encontrar todas as fanfics que já postei!

Outras Fics:

Tag Underspirit: https://spiritfanfics.com/tags/underspirit

• L I N K S •
YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCwim8KRnwNl6aA2D4eXSLJA
TWITTER: https://twitter.com/glouen

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