História Pássaro Negro - Capítulo 18


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Categorias Another, Beyond Two Souls, Death Note, Fran Bow, Originais, Supernatural
Personagens Personagens Originais
Tags Another, Beyond Two Souls, Death Note, Drama, Fran Bow, Horror, Originais, Sobrenatural, Supernatural, Terror
Exibições 15
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais capppp!



As aparência dos meninos estão nas notas finais!


Até logo!

Capítulo 18 - Afundar


Fanfic / Fanfiction Pássaro Negro - Capítulo 18 - Afundar

Acordo com um susto da minha mãe.

— Esqueci de comprar seu material escolar! — Diz ela alto.

— Meu Deus mãe, que horas são? — Pergunto grogue do sono.

— Se levante Madison, temos que comprar seu material! — Diz ela me descobrindo. 

— Mas mãe... — Eu realmente estava com muito sono. Coço meus olhos com minhas mãos e me levanto da cama. Lavo meu rosto no lavabo e escovo meus dentes. Coloco um moletom em cima do meu pijama e ponho um tênis quanto minha mãe falava para eu me apresar. 

Andava pelo corredor atrás dela cambaleando, tudo o que eu desejava era minha cama. Descemos as escadas, era procurava as chaves do carro com um certo desespero. Eu apenas estava parada com os olhos fechados enquanto cochilava. 

— Aqui está! — Ela diz quando acha as chaves. Me puxa pelo braço para segui-la até o carro.
No mesmo minha mãe liga o rádio, até que o locutor diz:

Bom dia Cidade de Columbine! Agora é exatamente 6:14 da manhã! A uma tempestade se aproximando aqui no estado do Colorado, peguem seus guardas chuvas... — Olho para minha mãe com um rosto de questionamento, odiei completamente acordar cedo. E imaginar que terei que acordar todo dia. 

Minha mãe ficou dando várias voltas até achar uma loja que vendesse materiais escolares aberta. 
Quando achou, ela pediu para que eu a acompanhasse, mas eu preferi ficar no carro cochilando.

— Compre cadernos simples e uma mochila bonita, o resto você escolhe. — Digo indo para o banco de trás e me deitando. Ela fez um sinal positivo com a cabeça e saiu do carro, deixando a janela um pouco aberta para entrar ar. Acabo dormindo novamente.
Acordo com o barulho da porta se abrindo e se fechando. Abro os olhos, bem melhor agora.

— Olha o que eu comprei. — Ela coloca várias sacolas no banco de trás, me sento e vou vendo o que ela avia comprado. ela comprou coisas legais, eu não me importo, só queria dormir.

— Olha a hora! Tenho que te levar para a escola! Se não, vai chegar no primeiro dia atrasada. — Diz minha mãe dando a partida no carro.

— O que?! Eu só to com um moletom, o resto é pijama! — Digo indignada. — Eu não posso ir assim!

— Ah pode sim! Você está.... — Ela olha pra trás e me observa da cabeça aos pés. — ... Pelo menos vai ir a escola.

— Eu não acredito nisso... — Reviro os olhos. 

— Eu tenho umas maquiagens aqui no carro, tome. — Ela me dá uma caixa com algumas maquiagens, mas sem tirar a atenção da estrada. Pego um batom claro e rímel, passo com cuidado olhando para o espelho pequeno que avia ali. Faço um rabo de cavalo apertado. Tinha melhorado a aparência do rosto, mas não mudava que eu estava com pijama. 

Arrumei meus materiais na mochila, e esperei a morte da minha dignidade chegar.
Ela estacionou o carro em uma vaga, e olhou para trás, encaro a escola que agora estava cheio de adolescentes. 

— Não podemos voltar para casa? — Pergunto olhando para ela com uma cara triste.

— Chegamos até aqui, é o seu primeiro dia. — Diz minha mãe com um sorriso no rosto tentando me consolar. Abaixo minha cabeça. 
Coloco uma das alças da minha mochila em meu ombro, respiro fundo e abro a porta do meu carro.

— Eu te amo! — Minha mãe grita do carro. Ando pelo estacionamento, cada vez mais me aproximando do colégio. Avia tantos alunos do lado de fora que me assustava. 
Quando já estava entrando na porta principal da escola, algumas pessoas já me olhavam com cara de deboche, e outras sussurravam coisas maldosas. Abaixo meu moletom. Queria me jogar dentro de um buraco e nunca mais sair.
Alguns garotos me olhavam da cabeça aos pés mais com um olhar maliciosa que me deixavam extremamente desconfortável.

Corro até o banheiro feminino que vi.

Me encaro no espelho, tampo meu rosto com minhas mãos segurando as lágrimas. E nem percebi que tinha uma garota ali também.

— Primeiro dia de aula, não? — Ela termina de passar seu batom enquanto o tampava e me encarava. Ela tinha cabelos longos loiros, com pares de olhos azuis claros. Vestia uma blusa cor-de-rosa, e uma calça jeans cintura alta, com tênis de marca.

— Sim. Nem consegui me vestir. — Digo olhando para minha roupa.

— O moletom não está ruim, mas essa calça.— Ela da um sorriso de canto. — Sorte sua, eu tenho uma calça aqui na minha bolsa, eu iria ao shopping hoje depois da aula com ela, mas você pode usar hoje. Me entregue sem falta amanhã. — Diz ela a calça da bolsa grande de couro bege e me entregando.

— Aí meu Deus! Você salvou minha vida! — Digo pegando a calça e dando alguns saltos de alegria.

— Não há de que. Não desejo para ninguém um primeiro dia de aula horrível. — Ela sorri. — Meu nome é Ashley Benson, e o seu?
— Madison Jesff.— Digo saía do toalete com a calça que ela avia emprestado, ela vestia o mesmo número que eu. Já que eu era bem magra.

— Ah, seja bem-vinda a Columbine, Madison. Quer se sentar comigo e com minhas amigas na hora do almoço? — Ela da um sorriso gentil. Tava sendo muito bom para ser verdade.

— Claro! — Digo animada. 

— Ótimo. Nos falamos mais tarde, até logo. — Ela pega sua bolsa e saí do banheiro, em um tipo de desfile, tinha um ótimo andar.
Me olho no espelho e dou uns pulinhos de alegria.

Saio do banheiro com mais confiança, os olhares se sessaram um pouco. Vejo Ashley conversando com umas garotas, até que ela me vê e acena eu faço o mesmo, sem olhar para o caminho que fazia, até que esbarro em um garoto alto.

— Ah me desculpe... — Até que olho para cima ela Dylan Klebold. Agora ele estava acompanhado por outro garoto.

— Você veio. — Ele sorri. — Essa é a garota que eu te falei Eric. — Diz Dylan para o garoto que ele estava acompanhado.

— Olá. — Diz Eric com um sorriso de canto enquanto me olhava da cabeça aos pés. 

— Oi... — Fico desconfortável e encaro o chão. 

— Estávamos indo para a sala de história, quer ir conosco? — Pergunta Dylan com um leve sorriso no rosto.

— Sim, pode ser. — Eu os sigo pelos longos corredores, subimos as escadas, e andamos por mais corredores. Eu estava mais atrás deles, porque os mesmos andavam muito rápido e eu não estava acostumada com isso. Os dois falavam de alguma coisa de mapa, mas não dava para ouvir com clareza. Já que eles falavam baixo. Olhando de trás, dava pra ver a grande diferença que Dylan e Eric tinha de tamanho. Eric tinha mais ou menos meu tamanho. Ele tinha cabelos loiros escuros, e olhos azuis. Vestia uma blusa da banda Rammstein, uma calça cargo, e um coturno preto.

Chegamos na sala, tinha as paredes de cor creme, com várias bandeiras do Estados Unidos, cartazes espalhados, e as mesas era de de madeira lisa. Eles se sentam no fundo da sala, fazem um sinal para eu se sentar perto deles. Se sento a frente de Dylan, e coloco minha mochila no chão ao meu lado.

Alguns alunos também entram na sala se espalhando.

— Vai querer almoçar com a gente? — Pergunta Eric.

— Eu vou lanchar com a Ashley. — Digo. — Vocês a conhecem? — Eles se entreolham e Eric ri com a cabeça baixa.

— Ashley Benson? — Pergunta Klebold.

— Sim. Ela me ajudou hoje no banheiro. — Digo confusa. — Porque tantas perguntas?

— Ela é a rainha da escola, líder das cheerleader. — Diz Klebold.

—  A vadia da escola. —  Diz Eric. Grelo os olhos. — Ou ela te ama, ou ela te odeia, não existe meio termo. 

— Bem, ela foi muito gentil comigo. Não vejo problema nela. —  Respondo. 

— Porque você é bonita, apenas por isso. — Eric. — Cuidado pra não afundar com ela. 
 


Notas Finais




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